Hulck:Reconhecimento da paraíba ao craque
brasileiro e filho pródigo. (Foto: Correio da Paraíba/Reprodução)

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CORREIO DA PARAÍBA

(REPRODUZIDO NO JORNAL DA MIDIA)

O atacante paraibano Hulk, titular da Seleção Brasileira, desembarcou no final da manhã desta segunda-feira (1º), no aeroporto Castro Pinto, em João Pessoa. O atacante revelou que, antes de entrar em campo, na partida final da Copa das Confederações, passou um filme sobre sua infância em Campina Grande. Ele recebeu uma homenagem pelo Governo do Estado, no Palácio da Redenção, sede do Poder Executivo estadual.

Hulk desembarcou em avião comercial no aeroporto Castro Pinto, em Bayeux (região metropolitana da capital paraibana), e desfilou em carro aberto do Corpo de Bombeiros.Ele ainda percorreu várias ruas da Capital. Hulk falou muito pouco com a imprensa.

Visivelmente emocionado, ele comentou que antes de pisar no gramado do Maracanã na partida final contra a Espanha lembrou do seu passado pobre, no município de Campina Grande, no José Pinheiro, bairro carente da Zona Leste daquela cidade. “Antes de entrar no Maracanã, passou um filme na minha cabeça. Lembrei do tempo que jogava bola descalço nas ruas do bairro Zé Pinheiro”, contou, sem segurar as lágrimas.

O atacante circulou pelas ruas de João Pessoa em um carro do Corpo de Bombeiros segurando a bandeira do Estado. Durante a homenagem no Palácio da Redenção, ele sentou ao lado do governador Ricardo Coutinho (PSB) e do vice-governador Rômulo Gouveia (PSDB). Hulk foi intitulado como ‘embaixador honorário’ da Paraíba. O governador disse que “sua garra e seu amor à Paraíba ficaram patentes”

O atacante brilhou durante a competição. Começou a Copa das Confederações muito cobrado pela torcida. Chegou a ser vaiado e ouviu o coro, por mais de uma vez, de “Lucas, Lucas, Lucas”, seu substituto imediato na seleção brasileira. Neste domingo, ao ser substituído aos 27 minutos do segundo tempo, foi aplaudido, teve o nome gritado pela torcida e recebeu elogios da mídia nacional. Os dois gols do atacante Fred nasceram de passes do jogador paraibano. (Correio da Paraíba)

O ex-consultor da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, Edward Snowden, pediu hoje asilo político à Rússia, anunciou fonte oficial citada pela France Presse.

Snowden, acusado pelos Estados Unidos de espionagem por ter divulgado a existência de programas de vigilância, tinha-se reunido hoje no aeroporto de Moscou com diplomatas russos para entregar uma lista de 15 países aos quais podia solicitar asilo político.

Washington continua a exigir a sua extradição.

(Informações do Diário de Notícias, de Lisboa)

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DEU NA COLUNA PAINEL / FOLHA DE S. PAULO

Em casa

A pesquisa Datafolha mostra que Eduardo Campos (PSB) não conseguiu ganhar votos no Nordeste, apesar da queda de Dilma. A presidente perdeu 5 pontos ali, mas só Marina Silva e Joaquim Barbosa cresceram.

jul
01

http://youtu.be/q2SIGGNBkrY

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Chico ,” Bom Tempo “, com ou sem brisa!

(Gilson Nogueira)


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CLAMOR DO MARACA

Maria Aparecida Torneros

O clamor ecoa por estas bandas que circundam o Maracanã. Olé sobre a
seleçao espanhola que estava invicta hâ 29 jogos. Aqui na Vila Isabel,
Andaraí, Tijuca, Grajau e arredores estamos acostumados aos dias festivos
das torcidas nos jogos em que as ruas se enfeitam de bandeiras, camisetas
dos times, vendedores ambulantes, gritos de guerras. E em dia de decisão
como foi o da goleada do Brasil sobre a Espanha na Copa das
Manifestaçoes, como será lembrada esta competiçao da Fifa, não faltaram
protestos e confrontos entre manifestantes e policiais.
Duas frases deram a tonica do novo momento brasileiro!
O Gigante acordou e o Campeâo voltou!
Olé Brasil! ó Patria amada; salve, salve Campeão!
Que nos desculpem os respeitosos jogadores da Furia, a voz sábia e
irreverente da torcida no Maraca gritava Olé mas emendava ironicamente, com
bom humor: vocês aprenderam com a gente, ooooooô o Campeão voltou!

Cida Torneros, jornalista, poeta, escritora, mora em Vila Isabel, no coração do samba do Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Mulher Necessária (Blog da Cida) e colabora com o Bahia em Pauta.

DEU NA UOL-FOLHA

A exemplo do que ocorreu no governo Dilma Rousseff e no Congresso, a onda de manifestações levou governadores e prefeitos de capitais a tomar atitudes para responder à insatisfação popular.

A Assembleia Legislativa da Bahia, onde o governador Jaques Wagner (PT) possui ampla maioria, aprovou na semana passada um pacote que inclui a redução do recesso parlamentar local de 90 para 60 dias e a exigência de “ficha limpa” para quem ocupa cargo efetivo ou comissionado no serviço público.

Na Assembleia do Paraná, foi aprovado o corte de comissionados e a divulgação total de salários na internet. O Ministério Público do Estado tomou a mesma atitude.

O governador Beto Richa (PSDB) pediu que secretários estudassem medidas de “racionalização de gastos”. Richa já havia anunciado o congelamento da tarifa de luz.

Também no Sul, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), decidiu tirar os projetos de mobilidade urbana do pacote de obras da Copa.

O Rio Grande do Sul vai isentar os estudantes da tarifa de ônibus municipais de quatro regiões. Goiás terá passagem livre na região metropolitana de Goiânia para alunos cadastrados em programas sociais.

O governador gaúcho, Tarso Genro (PT), reuniu-se várias vezes com ativistas e prometeu ser um “porta-voz” nacional do passe livre.

Na esteira das reduções de tarifa, promovidas por dezenas de cidades pelo país após as passeatas, os governantes também aproveitaram para formatar novas promessas.

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), disse que irá reformar três terminais e plataformas de ônibus.

Governador de Pernambuco e provável candidato a presidente em 2014, Eduardo Campos (PSB) lançou durante a semana um edital de licitação de linhas da região metropolitana do Recife.

Em São Paulo, o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou um aumento do bolsa-aluguel pago a famílias de sem-teto, o cancelamento do reajuste do pedágio e cortes de gastos. (FELIPE BÄCHTOLD, ESTELITA HASS CARAZZAI e NELSON BARROS NETO)

jul
01
Posted on 01-07-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-07-2013


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Sid, hoje, no portal da Metrópole


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OPINIÃO POLÍTICA

A distração

Ivan de Carvalho

De tão espetacular, vale bem lembrar. Em março, a aprovação do governo Dilma Rousseff, em sua mais alta marca em pesquisas de opinião pública do Instituto Datafolha, desfrutava de 65 pontos percentuais. Na primeira semana de junho, antes das manifestações de rua, a aprovação, com a grande perda de oito pontos percentuais, havia caído para 57 por cento. No sábado passado, dia 29 ainda de junho, nova pesquisa mostrou que essa aprovação do governo (a soma dos que o consideram bom ou ótimo entre os 4.717 entrevistados) despencara 27 pontos percentuais.
Assim, o conceito público do governo começou a desabar, num ritmo severo que lhe retirou oito pontos percentuais entre março e o começo de junho. E, a partir daí – vergastado no restante de junho pelas manifestações de rua e a sintonia com elas dos que ficaram em casa – lhe foi acrescentada a perda de 27 pontos, totalizando queda de 35 pontos percentuais desde a pesquisa de março até a do fim de junho. A primeira imagem que me vem à mente é a de uma tempestade derrubando um poste.
O pano de fundo de toda a coisa é o aumento de preços dos produtos e serviços e o desempenho mais do que medíocre da economia, com direito ao pibinho de 0,9 por cento do ano passado e uma expectativa popular com viés pessimista da redução da inflação e do desempenho da economia daqui por diante. Essa é a principal causa da insatisfação difusa, que ganha densidade e traços mais definidos com a péssima qualidade dos serviços públicos essenciais, com absoluto destaque para a saúde, a segurança pública, a educação e a locomoção (desculpem não usar mobilidade) urbana. Ao que se somam a corrupção e os gastos evitáveis em estádios de luxo quando poderiam os polpudos recursos ser aplicados em hospitais, escolas, segurança pública.
Noam Chomsky é um linguista, filósofo e ativista político americano que se define como um “socialista libertário” e é crítico frequente de políticas internas e da política externa dos Estados Unidos. Mas aqui está sendo agora citado por seu decálogo das “Estratégias de Manipulação” da população. Ele se refere à manipulação por intermédio da mídia e o primeiro item desse decálogo é a Distração.
Deixemos a mídia de lado, embora grande parte dela haja participado de estratégias de manipulação nos eventos do momento. Como assinalou ontem a jornalista Eliane Cantanhêde, da Folha de S. Paulo, “telejornais e jornais resistiram a admitir que a crise batia à porta da presidente, mesmo com o Planalto cercado na quinta-feira aguda”, para acrescentar com ironia: “Não foi só o Exército que protegeu Dilma…”.
Deixemos a mídia, por hoje, em paz, embora grande parte dela esteja docemente envolvida pela “estratégia de distração” que a presidente da República adotou como prioridade para enfrentar (tentar driblar) a crise. A Distração é a reforma política.
Mas que reforma? A mesma que vem sendo discutida intermitentemente há uma década ou talvez mais e cujo carro-chefe, sob o aspecto do marketing político, é o “financiamento público exclusivo de campanha”. A presidente inicialmente agarrou-se na proposta não original, mas escancaradamente inconstitucional, de uma “constituinte exclusiva” para fazer a reforma política. Bronca geral nos meios políticos e jurídicos, ela trocou depressa a “constituinte exclusiva” por um plebiscito e algumas das questões que dele constariam ou constarão são bem conhecidas.
O financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais, uma bandeira do PT que conta com amplo apoio entre quase todos os partidos – o que não é de admirar, pois se trata de tomar o dinheiro dos cidadãos-contribuintes, não para aplicar em saúde pública, segurança, educação, mas nas campanhas eleitorais dos partidos. Alega-se (este é o grande argumento) que isso seria um golpe na corrupção. Conversa fiada. Deixariam de existir as doações legais privadas, de indivíduos ou empresas. Mas subsistiriam as doações ilegais (o chamado Caixa Dois), que há muito são proibidas e persistem.
Outras questões entrariam ou entrarão no plebiscito, caso este realmente aconteça. Algumas podem ter até alguma relevância, mas no contexto atual não passam de espertas abobrinhas que o governo quer jogar nas ruas para distrair o povo que está nelas e tirá-lo de lá.

Vamos lá, torcida brasileira! Mais um motivo para continuar nas ruas.
LINDO DOMINGO! BELA SEGUNDA-FEIRA!

(Vitor Hugo Soares)

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