Shoppin Paralela na hora do pânico
foto i-pad de uma colaboradora

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Pânico no Shopping Paralela no começo da noite desta segunda-feira, depois de uma tentativa de assalto e troca de tiros depois de reação de seguranças de um dos bancos que operam no local. Pelo menos uma pessoa, retirada de cadeira de rodas, saiu ferida, sangrando na perna, segundo inforbou uma colaboradora do Bahia em Pauta, que estava no shopping na hora do tumulto que fez as lojas serem fechadas.

A direção do shopping, através de sua assessoria de imprensa, informou por volta das 19h, que o Paralela já funciona “normalmente”. Uma lojista e a colabora do BP afirmam, no entanto, que o ambiente ainda é de medo e tensão, com o prosseguimento das buscas aos bandidos.

O pânico se estabeleceu dentro do shopping com a tentativa de assalto a um carro-forte no início da noite, dentro do estacionamento. Houve troca de tiros entre os bandidos e seguranças de uma empresa de transporte de valores.


DEU NO CORREIO

Da Redação

Em assembleia na tarde desta segunda-feira (17), os rodoviários decidiram aceitar a proposta feita pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) que diminui o reajuste de 15% para 9%. Com a decisão, a categoria suspendeu a greve que está marcada para esta terça-feira (18).

Um representante dos empresários também levou a proposta do TRT para ser discutida. Às 17h, acontece uma nova reunião entre as partes. “Os trabalhadores aceitaram a proposta e suspenderam a greve. Nós tivemos informações extras oficiais de que os empresários também aceitaram”, diz o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Hélio Ferreira.

Pela proposta apresentada, os rodoviários terão reajuste salarial de 9% retroativo a 1º de maio, data-base da categoria. O ticket alimentação terá aumento no mesmo percentual e passa a ser concedido aos funcionários das empresas também no mês de férias. Os demais itens da convenção coletiva dos rodoviários ficariam mantidos. A proposta não inclui mudança na jornada de trabalho, ponto de discórdia entre rodoviários e empresários.

A negociação de 17h será intermediada pela presidente do TRT da 5ª Região, desembargadora Vânia Chaves. Em nota, o Ministério Público do Trabalho, que também participou da conciliação, considera que a nova proposta “praticamente encaminhou uma solução” e foi “inicialmente bem recebida por ambas as partes”.

O procurador regional do trabalho, Jairo Sento-Sé, que ajudou a formular a proposta, diz em nota que “as condições apresentadas levam em conta a premissa de que não haverá reajuste na tarifa de transporte urbano em função deste reajuste”.

DEU NO IG

O comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, Benedito Roberto Meira, sugeriu aos representantes do Movimento Passe Livre (MPL) que incluíssem na pauta de protestos pedido de prisão dos condenados do processo de Mensalão, segundo relato ao iG de dois participantes da reunião.

Segundo participantes da reunião, Meira teria dito que foi um erro da polícia (ação da Tropa de Choque), que é a favor das manifestações não só pelas passagens, mas que tem muita coisa errada, como os mensaleiros. Ainda conforme os relatos, os representates do MPL, ignoraram a sugestão do coronel, que foi interpretada como uma tentativa de politizar a manifestação.

Por volta das 14h50, o iG foi procurado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) para dar esclarecimentos. Segundo o órgão, Meira falou: “Eu não estou aqui para discutir o mérito da manifestação. Gostaria que vocês fizessem outras manifestações como, por exemplo, contra a impunidade e pela prisão dos mensaleiros”. Ele fez a afirmação como cidadão, segundo a SSP, a fala pessoal não reflete a posição do governo do Estado.

“Ele queria demarcar uma posição”, explicou Mayara Vivian uma das representantes do MPL, que também participou do encontro. Manifestantes rejeitaram também todos os pedidos feitos pelo secretário de Segurança Pública do Estado, Fernando Grella.

O secretário abriu a reunião em tom amistoso, reiterando a proibição de uso de balas de borracha durante o protesto e em seguida fez alguns apelos. “Ninguém aqui vai fazer nenhuma imposição, são apenas sugestões”, disse o secretário segundo os participantes do encontro.

Em seguida, pediu que o trajeto fosse informado às autoridades, o que foi recusado pelos manifestantes. Eles disseram que vão informar o percurso momentos antes do ato. Depois, o secretário pediu que os manifestantes orientassem os integrantes do movimento a usar camisas brancas, para que a polícia pudesse identificar mais facilmente quem estava participando.

Grella também sugeriu que fosse proibido o uso de máscaras. Ambos os pedidos foram categoricamente recusados pelos manifestantes do MPL. Além da cúpula da segurança no Estado de São Paulo e das lideranças do MPL, participaram da reunião integrantes de outros movimentos sociais como a Central de Movimentos Populares (CMP), Resistência Urbana, Pastoral dos Povos da Rua, Educafro.

Leia mais sobre o assunto no IG

GRAZZI BRITO

De Juazeiro (BA e Petrolina(PE) para o BP

A onda de protestos, que começou pela melhoria do transporte público em São Paulo e contra o aumento de tarifas, chegou ao Vale do São Francisco. A exemplo do que tem acontecido em todo o país, aqui, os manifestantes têm se organizado através das redes sociais onde, até a manhã de hoje (17), 2.451 pessoas confirmaram participação no ato marcado para às 15 horas desta quinta-feira (20), na praça da Bandeira em Juazeiro.

O movimento cobra das autoridades melhores condições de transporte, revitalização do sistema de saúde, incentivo a cultura, educação pública de qualidade, entre outros.

Uma primeira reunião aconteceu neste domingo (16), onde foram discutidos os pontos principais do manifesto. Na terça-feira (18), acontecerá mais uma reunião, no parque Josefa Coelho, em Petrolina, às 16h, onde serão confeccionados faixas, camisas e etc.

Grazzi Brito é jornalista, mora em Juazeiro, na margem baiana do Rio São Francisco, de onde colaboa com o Bahia em Pauta

DEU NO PORTAL A TARDE

Os trabalhadores da rede hoteleira de Salvador decretaram greve por tempo indeterminado. A paralisação atinge o Gran Hotel Stella Maris, onde a Seleção Brasileira vai se hospedar, e do Catussaba Resort Hotel, que recebe nesta segunda-feira, 17, os jogadores do Uruguai, além do Catussaba Business, de acordo com José Ramos, presidente do sindicato da categoria (Sindhoteis).

“A greve é geral, mas começamos nesses três hotéis a pedido dos trabalhadores”, explica Ramos. De acordo com ele, 90% dos funcionários desses empreendimentos aderiram ao movimento.

A informação é negada pela gerência dos estabelecimentos. A gerente comercial do hotéis de rede Catussaba, Socorro Alcoforado, disse que não houve adesão. “Estamos funcionando normalmente. Não houve adesão no Catussaba Resort e no Catussaba Business”, disse. De acordo com a ela, a greve não vai afetar a estada da seleção do Uruguai no Catussaba Resort.

Esse é o mesmo discurso do Gran Hotel de Stella Maris. “Não está tendo greve, apenas uma 15 pessoas fazendo motim. Cerca de 95% dos funcionários estão trabalhando normalmente”, disse Paula Stella, coordenadora de marketing do Gran Hotel.

Os funcionários da rede hoteleira de Salvador pedem 10% de reajuste, enquanto o patronato oferece 5%.
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Vai para Graça e Lauro Tonhá, amigos do BP, que preparam a bagagem para embarcar para o animado São João de Campina Grande, na Paraiba, terra de Elba

Muita animação e grandes forrós à vista.

(Vitor Hugo Soares)


Geraldo Azevedo:dono da festa no fim de
semana em Recife/IG

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DEU NO IG

Com um público estimado em quatro mil pessoas, o Parque Dona Lindu, um dos polos do São João do Recife, foi o palco no fim de semana para as bandas Coral Águas Passam, Gennaro e Geraldo Azevedo, que fechou a noite e foi ovacionado pela plateia. Quem chegou cedo, no sábado, pode conferir ainda a transmissão do jogo do Brasil num telão montado para o período junino e da Copa das Confederações.

Com músicas como ABC do Sertão, Dona da Minha Cabeça, Forrozar, Riacho do Navio, Princípio do Prazer e Bicho de Sete Cabeças, Geraldo Azevedo encantou seu público, que pediu bis quando ele anunciou o término no espetáculo. Para ficar com clima de fim de festa, o músico encerrou a apresentação com a Canção da Despedida.

“É sempre difícil dizer o tempo da minha carreira. Pra se ter uma ideia, faz 42 anos que eu e Alceu Valença lançamos nosso 1° trabalho fonográfico”, comentou Geraldo, com exclusividade ao Portal LeiaJá. “Neste São João já fiz show em todo o Nordeste e ainda vai ter muita apresentação: em Aracaju, Timbaúba e outros locais. Sempre fecho as festividades juninas lá no Arraial do Circo Voador (no Rio de Janeiro), que este ano vai acontecer no próximo dia 6 de julho”, revelou o artista.

Perguntado sobre qual o valor das festas juninas para a sua trajetória como músico, Geraldo foi enfático: “O São João é pra mim a melhor festa do Brasil. Voltar ao Recife é sempre muito importante porque foi nesse lugar que eu comecei a beber da cultura. Minha vida pra capital pernambucana determinou minha carreira artística. Então toco aqui sempre com muito orgulho”, disse o cantor.

Montagem da programação – Williams Santana, diretor do Parque Dona Lindu, comentou sobre o processo de escolha das bandas para participar deste polo. “Eu participei da montagem da programação do São João aqui porque este é um espaço diferenciad. Às 22h o show tem que acabar devido ao grande número de residências no entorno do parque. Desta forma, o local não tem capacidade para abrigar grandes eventos”, disse Williams.

“Outro critério é a diversidade cultural. Temos ótimos músicos e fazemos aqui uma pesquisa mais direcionada, pois o público aqui é mais exigente e gosta de ouvir boas músicas” concluiu o diretor do Parque.

Por Marcus Fernandes

jun
17
Posted on 17-06-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-06-2013


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Sid, hoje, no portal Metro1(BA)

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OPINIÃO DE POLÍTICA

Sinais para 2014

Ivan de Carvalho

Absolvido no processo do Mensalão, o publicitário Duda Mendonça quebrou a discrição que vinha mantendo e deu entrevista ao programa “Poder e Política”, da Folha de S. Paulo e do UOL. Estima que Dilma Rousseff é favorita nas eleições de 2014, mas se não vencer no primeiro turno corre o risco de perder no segundo. O argumento principal: se ela está hoje “com 70 por cento” – índice de aprovação pessoal em algumas pesquisas, pois, segundo o Datafolha, a aprovação a sua administração é de 57 por cento – e não se elege no primeiro turno, isso significará “que tem alguma coisa que está mexendo aí”.
Duda Mendonça citou as manifestações de rua em São Paulo e outras capitais para destacar que há uma “insatisfação difusa” da população, “ainda mais quando tem uma eleição de presidente por perto”. Ele não diz que tais manifestações tenham cunho eleitoral, mas ressalta que as eleições estão próximas, já estão “na rua” e tudo isso forma um conjunto de emoções. “Mistura tudo, é uma emoção só”.
A entrevista de Duda, publicada somente ontem, aconteceu no dia 12. A presidente Dilma ainda não havia sido, de corpo presente, vaiada três vezes na abertura da Copa das Confederações, no Estádio Nacional Mané Garrincha, apesar do esforço do governo do Distrito Federal de distribuir gratuitamente ingressos (a Terracap comprou mil ingressos), com o aparente e naturalmente não declarado intuito de garantir a presença de pessoas predispostas a aplausos que, eventualmente, poderiam neutralizar parcialmente os efeitos de vaias.
Houve magros aplausos e raros “muito bem” – não se sabe a que, já que Dilma, ante o som das vaias, limitou-se a “declarar aberta a Copa das Confederações”, fechando-se em seguida em copas, enquanto o presidente da Fifa, Joseph Blatter, ignorante do espírito nacional e do humor atual da população, resolveu fazer discurso e com isso atrair vaias também para ele e mais para Dilma, ao citar o nome da presidente.
Se não puderam ser escondidas no estádio e chegaram a ser ligeiramente mencionadas por Galvão Bueno na transmissão oficial da Rede Globo, as vaias foram exibidas no Jornal Nacional, mas com uma edição que preservava Dilma quase totalmente, focando mais Joseph Blatter como alvo.
Pior é que no vídeo de seis minutos que a Globo distribuiu aos veículos de comunicação, as vaias foram absolutamente eliminadas. Supostamente teriam ocorrido em Marte ou, quem sabe, em alguma galáxia distante de um Universo paralelo de cuja existência não temos a menor percepção.
Uma reclamação da Folha e do UOL e uma notícia no UOL acabaram levando a Globo a distribuir aos veículos de comunicação “não detentores de direitos”, que são os veículos independentes da Fifa, algo sobre o episódio das vaias, mas com um atraso que evidentemente nimizava o caráter de notícia das primeiras vaias presidenciais da Copa das Confederações.
O esforço – parcialmente bem sucedido – de manipulação da informação ficou evidente.
Resta acrescentar que, na verdade, é fácil acontecerem vaias a autoridades nos estádios, no Brasil. Bom lembrar que Nelson Rodrigues dizia que “no Maracanã se vaia até minuto de silencio”. Mas uma presidente com popularidade cantada em prosa e verso por seus admiradores e apoiadores ser levada à desagradável honraria de inaugurar as vaias no Estádio Nacional Mané Garrincha sugere que “alguma coisa está se mexendo aí”, na linha da hipótese levantada por Duda Mendonça.
A inflação, o carrinho de supermercado cada vez menos cheio, o pibinho do ano passado, as previsões e as promessas não cumpridas, em contraposição ao mundo dourado em que parece ou imaginar ou finge imaginar o governo que vive o país. A irritação com a outra versão das coisas (no último Datafolha, a popularidade – aprovação pessoal – de Dilma caiu oito pontos) leva governistas a partir para a ignorância de acusar os críticos ou simplesmente o relato dos fatos pela imprensa de “terrorismo informativo”, de “vendedores do caos” e de “velhos do Restelo”, personagem símbolo do pessimismo criado por Camões. E a quererem aprovar um projeto de lei casuísta para dificultar a montagem de uma estratégia eleitoral eficaz pela oposição. Um golpe abaixo da linha da ética.

http://youtu.be/yewSrPAxD6g

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Polaco Goyeneche, que cantor!

Enrique Santos Discepolo, que poeta e compositor!

“Cafetin de Buenos Aires”, que tango!

Boa segunda-feira

(Vitor Hugo Soares)

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