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Da Redação

O Leão vai voltar com moral quando o Brasileirão recomeçar após a Copa das Confederações. Isto porque na noite deste domingo, o Vitória recebeu o Atlético Paranaense no Joia da Princesa, em Feira de Santana, e venceu o Furacão por 3 a 2, subindo novamente para as primeiras posições da tabela. Caceres, Maxi Biancucchi e Escudero, nesta ordem, marcaram os gols no jogo em que só estrangeiros balançaram a rede pelo rubro-negro. Ederson e Luiz Alberto fizeram os dos Atlético, que saiu atrás e chegou a empatar duas vezes.

O Vitória foi a dez pontos e saiu de campo na vice-liderança do Brasileirão, um ponto atrás do líder Coritiba, e garantiu o lugar no G-4 até o retorno da competição. O Atlético-PR permanece com cinco e caiu para a 14ª posição. A sexta rodada do Brasileirão só acontece depois da Copa das Confederações. Na volta da competição nacional o Leão vai até o Centro-Oeste e encara o Goiás no Serra Dourada. A partida acontece às 16h do domingo, dia 7 de julho. No mesmo dia, às 18h30, o Atlético Paranaense recebe o Grêmio jogando no Paraná.

Atlético correu atrás do empate duas vezes, mas Leão garantiu vitória no fim

DEU NO IG


Um americano de 29 anos que trabalha como empregado terceirizado na Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) é a fonte que o jornal britânico Guardian usou para revelar os programas de monitoramento pelos quais os EUA coletam em massa registros telefônicos americanos e de uso da internet por estrangeiros .

Os vazamentos reabriram o debate posterior aos ataques do 11 de Setembro sobre as preocupações de privacidade versus o aumento de medidas para proteger os americanos de atentados terroristas e levaram o NSA a pedir ao Departamento de Justiça que conduza uma investigação criminal no caso.

O Guardian afirmou que publicava a identidade de Edward Snowden, um ex-assistente técnico da CIA (agência de inteligência dos EUA) e atual empregado da empresa de defesa Booz Allen Hamilton, a seu próprio pedido. “Não tenho nenhuma intenção de esconder quem sou porque sei que não fiz nada de errado”, Snowden disse, segundo citação do jornal britânico.

O direitor de Inteligência Nacional, James Clapper, caracterizou a revelação dos programas de compilação de informações de inteligência como deplorável , e nos últimos dias adotou a rara medida de levantar a confidencialidade sobre eles para responder a reportagens sobre as técnicas contraterrorismo empregadas pelo governo.

Um programa que vasculha a internet, chamado de prism, permite à NSA e ao FBI (polícia federal americana) acessar diretamente os servidores de grandes companhias de internet dos EUA, como o Google, Apple, Microsoft, Facebook e AOL, obtendo emails, chats de vídeo, mensagens instantâneas e mais para rastrear estrangeiros suspeitos de terrorismo ou espionagem.

A NSA também coleta os registros telefônicos de milhões de clientes americanos, mas não suas conversas. O presidente dos EUA, Barack Obama , Clapper e outros disseram que os programas foram autorizados pelo Congresso e são submetidos à rígida supervisão de uma corte secreta.

O Guardian cita Snowden como dizendo que sua “única motivação é informar o público sobre o que é feito em seu nome e o que é feito contra ele”.

O jornal britânico informou que Snowden trabalhava no escritório da NSA no Havaí quando copiou os últimos documentos que planejava revelar e disse a supervidores que precisava se afastar por algumas semanas para receber tratamento por epilepsia.

Ele partiu em direção a Hong Kong em 20 de maio, onde permanece desde então, segundo o jornal. Ao jornal, Snowden disse que escolheu essa cidade “porque ela tem um forte compromisso com a liberdade de expressão e o direito ao dissenso político” e porque acredita que é um dos lugares do mundo que poderia e resistiria aos ditames do governo americano.

Segundo o jornal, Snowden afirmou esperar que a publicidade que os vazamentos desataram lhe garantam alguma proteção e avalia o asilo, talvez na Islândia, como uma possibilidade. “Sinto com satisfação que valeu a pena. Não tenho nenhum arrependimento”, disse Snowden ao Guardian.

Há informações de que ele trabalhou na segurança de TI para a CIA e, até 2007, ficou em Genebra com disfarce diplomático, responsável por manter a segurança da rede de computação. Isso lhe deu acesso a vários documentos confidenciais, de acordo com a publicação britânica.

“Muito do que vi em Genebra realmente me decepcionou sobre como o governo funciona e qual o impacto que produz no mundo”, disse. “Percebi ser parte de algo que fazia mais mal do que bem.”

Com AP


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Por Cláudia Carvalho
( Do jornal Público, de Lisboa)

Ele não precisou ser músico para ser considerado o quinto Ramone. Arturo Vega, o designer responsável pelo referencial logotipo dos Ramones, imagem de tantas t-shirts (canisetas), morreu neste sábado, 9. As causas da morte do homem que acompanhou a banda famosa durante 22 anos não são conhecidas. Tinha 65 anos.

Foi há quase 40 anos que Arturo Vega, um mexicano que no início da década de 70 decidiu emigrar para Nova Iorque, criou aquela que é hoje considerada uma das imagens mais icônicas do punk: o logo dos Ramones, a histórica banda nova-iorquina.

Amigo próximo dos Ramones, Arturo Vega não foi apenas o designer da banda. Abriu as portas de sua casa a Joey e Dee Dee Ramone no início da banda, acompanhando assim a gravação dos primeiros trabalhos. Nos últimos anos, Vega tornou-se ainda numa espécie de zelador da banda, reproduzindo uma e outra vez as muitas histórias de Joey, Dee Dee, Johnny e Tommy Ramone, o único elemento vivo. O vocalista Joey morreu em 2001, vítima de um linfoma, Dee Dee e Johnny desapareceram em 2002 e 2004. O apelido Ramone era usado por todos como pseudónimo.

A história de Arturo Vega e a importância que teve para a banda de Blitzkrieg Bop está muito bem documentada na biografia I Slept With Joey Ramone, assinada por Legs McNeil e Mickey Leigh, o irmão de Joey Ramone.

“O Arturo estava totalmente enamorado pelos Ramones, e investiu muito do seu tempo a fazer tudo o que pudesse para os ajudar, artisticamente ou outra coisa qualquer. E apesar de eles não lhe pagarem, ele continuou a desenvolver novos designs para flyers, cartazes, banners, cenários e, mais tarde, t-shirts”, lê-se no livro, que poderá vir a ser adaptado ao cinema.

Numa recente entrevista à Rolling Stone, Arturo Vega explicou este seu amor à banda. “Sinto-me responsável por continuar o legado dos Ramones. O rock and roll tem sido o meu farol e a minha fonte de motivação, uma arma para mudar o mundo”, disse há pouco mais de três meses Vega, explicando que a mudança para Nova Iorque aconteceu porque estava à procura de “fazer alguma coisa relacionada com arte”.

É então que conhece Dee Dee, com quem partilha casa. Mais tarde Joey, que não estava contente com a casa onde vivia, muda-se para o loft dos seus amigos, hoje conhecido como “o loft dos Ramones”. Fica perto do bar CBGB, onde a banda começou a dar os primeiros concertos. “E assim começou a minha história com os Ramones”, rematou Vega, acrescentando que o seu trabalho “era parte do espectáculo”, até porque foi durante muito tempo responsável pelas luzes dos concertos da banda. “Nós fomos os primeiros a usar a luz branca pura”, gabava-se.

Mas a sua maior marca, e que ainda hoje, já longe da existência da banda, continua a render dinheiro, é o logo. Está por todo o lado e deixou mesmo de ser uma imagem do punk underground para se tornar num ícone comercializado em grande escala. Não é por acaso que se podem encontrar t-shirts e casacos com este logo em algumas lojas de roupa bem conhecidas, como a H&M ou a Primark. Há quem diga que foram mesmo as t-shirts que durante muito tempo foram a principal fonte de receitas dos Ramones e Arturo Vega nunca desmentiu.

“As t-shirts vendiam-se como pães quentes”, disse na entrevista à Rolling Stone, explicando que a banda de fato não vendeu muitos discos, ao contrário do que aconteceu com as t-shirts. E outra vez pioneiros: “Fomos os primeiros a vender as t-shirts metodicamente em concertos e nunca negociámos com uma empresa de merchandising”.

E como surgiu o logo? A história é muito simples, dizia Vega, que tantas vezes foi questionado sobre isto. A inspiração vem de um logo de uma loja que ainda hoje existe, a Kaufman’s. Mas a águia, que aparece no centro da imagem, já existia antes disso na cabeça de Vega. “Está na bandeira do México”, explicou o designer, acrescentando ainda que “desde os romanos que a águia é vista como algo majestoso”. “Nunca fazem coisas estúpidas como chupar ‘as bolas’, o que um leão faria”, justificou. A imagem definitiva, em que aparecem os nomes dos quatro Ramones, inspirada também pela moeda de dólar de Eisenhower de 1972, ficou concluída em 1976.

“Descansa em paz meu querido amigo, tu foste o mais optimista, alegre e divertido companheiro que alguém pôde desejar. Eu não sei como será o mundo sem ti, nem quero sequer imaginar… Mas sei que encontrarás a felicidade eterna estejas onde estiveres”, escreveu Legs McNeil, o autor da biografia e amigo, no seu Facebook, ao mesmo tempo que partilhou algumas fotos ao lado de Arturo Vega. “Se não fosse o Arturo, o Joey e eu teríamos morrido de fome nos primeiros anos”, escreveu num outro post, acrescentando que Vega “tornava qualquer coisa numa aventura”.

http://youtu.be/TYh1lRR1m6Y


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O Conselho Consultivo do IPHAN aprovou, por unanimidade, o registro da Festa de Nosso Senhor do Bonfim no rol dos bens protegidos como Patrimônio Imaterial do Brasil. O evento, apontado como uma das grandes marcas do espírito festivo e do sincretismo religioso dos baianos, junta-se ao Samba de Roda do Recôncavo Baiano, ao Ofício das Baianas de Acarajé e à Capoeira no acervo baiano baiano acolhido no país.

A celebração, realizada sem interrupção desde o ano de 1745, atrai para a capital baiana o maior número de visitantes, depois do carnaval, e articula duas matrizes religiosas distintas, a católica e a afro-brasileira, assim como envolve diversas expressões da cultura e da vida social soteropolitana. A Festa do Bonfim, que ocorre desde o século XVIII e possui origem na Idade Média (península ibérica), tem fundamento na devoção do Senhor Bom Jesus, ou Cristo Crucificado. Embora se recrie a cada ano, seus elementos básicos e estruturantes permaneceram os mesmos, ou seja, a Novena, o Cortejo, a Lavagem, os Ternos de Reis e a Missa Solene.

O Superintendente do IPHAN na Bahia, Carlos Amorim, destaca que a Festa do Bonfim é uma referência cultural fundamental na formação da identidade, afirmação da baianidade, além de representar um momento significativo de visibilidade para os diversos grupos constituidores da sociedade soteropolitana. Sob todos os aspectos, afirma, a Festa do Bonfim dá noção exata da ideia de Recôncavo, sua profunda relação com a Bahia de Todos Santos e seus saveiros, como o Sombra da Lua – que é tombado, e sobretudo com a Cidade do Salvador, o bairro do Comércio e a Cidade Baixa.

A festa ?

A celebração que integra o calendário litúrgico e o ciclo de Festas de Largo da cidade de Salvador reúne ritos e representações religiosas (além de manifestações profanas e de conteúdo cultural), durante onze dias do mês de janeiro, iniciando-se um dia após o Dia dos Santos Reis, e encerrando-se no segundo domingo depois da Epifania, no Dia do Senhor do Bonfim.

Um dos pontos altos da Festa, e que a individualiza no conjunto das Festas de Santo e Festas de Largo da cidade de Salvador, é a Lavagem do Bonfim, que se segue ao Cortejo, realizada por baianas e filhas de santo e acompanhada por um enorme contingente de moradores, turistas e de devotos do Senhor do Bonfim.

Os rituais e celebrações da Festa ocorrem em diversos espaços da cidade de Salvador, tendo seu ponto focal na Basílica Santuário Senhor Bom Jesus do Bonfim, situada na Colina Sagrada, na península de Itapagipe. Esta igreja, construída para abrigar a imagem do Senhor do Bonfim que foi trazida de Portugal no século XVIII, é monumento tombado pelo IPHAN desde 1938, registrado no Livro de Belas Artes. Como Festa de Largo, incorpora práticas religiosas do catolicismo e do Candomblé, associando o culto dos orixás ao culto católico tradicional.

(Com informações da assessoria do IPHAN)

jun
09
Posted on 09-06-2013
Filed Under (Charges) by vitor on 09-06-2013


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Clayton, hoje, no jornal O Povo (CE)

http://youtu.be/UJBexh9ecI4

Direto da trilha da novela Sangue Bom, que o editor voltou a acompanhar em casa neste sábado, 8, depois da longa travessia aérea entre as costas do Pacífico e do Atlântico (da Baia de San Francisco até desembarcar na Baia de Todos os Santos), a voz de Nana em uma de suas mais empolgantes interpretações.

E alguns agradecimentos inadiáveis e indispensáveis pela acolhida franca e generosa recebida pela turma do BP na viagem de quase um mês pelos Estados Unidos, especialmente na California e Nevada.

A começar pela mana querida e colaboradora  critica e atenta Regina, que nos recebeu em sua casa na simpática e acolhedora cidade de Santa Rosa e saiu conosco a viajar pelos vinhedos californianos de Sonoma e Napa passando por lugares surpreendentes da região das frutas mais saborosas, dos mariscos espetaculares , da música , dos parques nacionais, da comida feita em casa ou servida nos restaurantes. E o sabor do vinho? E a encantadora Sausalito?

E as idas e vindas a San Francisco? E os dias em Los Angeles, no hotel de Hollywood onde la Monroe morou? E a mais que surpreendente Las Vegas? Seriam necessários dias para contar!

Por enquanto ficam apenas os agradecimentos: A Gabbee, a Robert Pasmante, a Pablo,  a Andrews, a Chloe ( com os parabéns pela formatura).

Abraço e agradecimento especial a0 compadre e queridissimo amigo Oscar Vallejos, que, com o afeto e a generosidade dos melhores chilenos, nos recebeu e saiu conosco pelos melhores e belos recantos de Frisco.

Foi bom demais e ficaremos eternamente gratos a todos!!!

(Vitor Hugo, Margarida e Márcia)

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