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Posted on 01-05-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-05-2013


De Claudio Leal para o Bahia em Pauta:

“Essa aula de Brown é massa!

CONFIRA!


Jutahy:exemplo da vitória de ACM Neto

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA E NO IG

Responsável pela costura – inicialmente a contragosto – entre PSDB e DEM nas eleições de 2012 em Salvador, o deputado federal Jutahy Magalhães Jr. (PSDB) voltou a defender a união das oposições como alternativa para disputar o pleito de 2014 contra o PT e a base aliada do governador Jaques Wagner.

Segundo ele, o resultado na capital baiana, quando ACM Neto (DEM) acabou eleito com o apoio do PMDB, mostra que é possível criar uma opção divergente do atual mandatário do Palácio de Ondina, ancorado ainda numa ampla aliança envolvendo o PTN, o PV e o recém-criado MD, resultado da fusão entre PPS e PMN.

O tucano assegura que será esse o ponto de vista defendido pelos correligionários para a próxima eleição. “A estratégia que o PSDB vai adotar é a mesma que nós adotamos na eleição de Salvador. Nós procuramos a solução que fosse mais viável para vencer o PT aqui em Salvador. Nós gostaríamos de fazer em 2014 uma estratégia semelhante, incluindo o PMDB já no primeiro turno, já que em Salvador nós tivemos uma estratégia que acabou dando certo”, avaliou Magalhães Jr.

O projeto, na opinião dele, está garantido com os primeiros passos dados com o lançamento do nome do ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto, apresentado recentemente como pré-candidato do PSDB ao governo da Bahia.

“E esse nome como pré-candidato possibilita que a gente divulgue as ideias do partido, faça seminários, visite, viaje e, em cada lugar, leva-se o nome do candidato para dizer também que nós queremos a unidade”, completa o parlamentar.

O discurso da aliança política com as principais forças da oposição na Bahia foi apresentado em entrevista à rádio CBN, citando nominalmente os partidos que compuseram o arco de apoios do agora prefeito ACM Neto, reforçando apenas a expectativa de ter a composição com o PMDB já no primeiro turno. Para Magalhães Jr., mesmo tendo um pré-candidato divulgado, “na hora “H”, que é 2014, vamos sentar com o DEM, com o PMDB, com o PTN, com o novo partido, o MD, com o PV, e vamos buscar a chapa completa”. De acordo com ele, o momento é “esperançoso” para que haja a integração entre os opositores ao governo Wagner.

Magalhães Jr. comentou ainda dois fatores que devem influenciar nos números da eleição de 2014, a seca e a configuração do cenário político nacional. “Há um sentimento na Bahia claro, de cansaço em relação ao PT. Há um sentimento de frustração. Essa dramaticidade que a Bahia está passando em relação à seca demonstra o tanto que o governo não fez”, avalia o tucano.

maio
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Posted on 01-05-2013
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Pelicano, hoje,no Bom Dia(SP)

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DEU NO YOU TUBE

Em 1937 o presidente Getúlio Vargas Vargas baixou um decreto (que dura até hoje) obrigando os enredos de Escolas de Samba a só falar de temas “históricos e patrióticos”. As letras de música eram censuradas pelo DIP. O exemplo mais famoso é O Bonde de São Januário, de Ataulfo Alves e Wilson Batista. A letra original exaltava a figura do “malandro” esperto, que vivia na boemia, que não era trouxa de virar operário e entrar “no bonde de São Januário” (bairro industrial) que “leva mais um otário” para trabalhar. A letra teve que ser mudada. Veja abaixo ´como ficou:

O Bonde São Januário

(Ataulfo Alves e Wilson Batista/1940)

Quem trabalha
É quem tem razão
Eu digo
E não tenho medo
De errar
(bis)

O Bonde São Januário
Leva mais um operário
Sou eu
Que vou trabalhar
(bis)

Antigamente
Eu não tinha juízo
Mas resolvi garantir
meu futuro
Vejam voces
Sou feliz
vivo muito bem
A boemia
Não dá camisa
A ninguém
É, vivo bem

———————————————-

Caros ouvintes e leitores do BP:

Faça a sua escolha entre as duas versões do samba de Ataulfo.

e viva o 1º DE MAIO, quaquer que seja a sua opção.

BOM FERIADO DO DIA DO TRABALHO

(Vitor Hugo Soares)

DO G1

Na conversa com senadores do grupo independente, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, disse que a tramitação da PEC que limita o poder da corte serviu para unir todos os ministros do STF. Mendes manifestou preocupação com a necessidade de concluir o julgamento do mensalão.

Segundo relatos dos senadores, a avaliação do ministro é que enquanto a ação penal 470 não for encerrada, alguns setores políticos farão medidas de retaliação política ao Supremo Tribunal Federal. De forma reservada, outros ministros também fazem uma avaliação semelhante.

Os senadores foram ao gabinete de Gilmar Mendes para manifestar apoio a decisão de suspender a tramitação do projeto de lei que inibe a criação de novos partidos. O consenso entre os parlamentares independentes é de que ao explicitar o movimento do Palácio do Planalto para dificultar a candidatura de Marina Silva, os governistas ficaram fragilizados.

A constatação de líderes governistas é que a partir de agora, muitos integrantes da base ficarão constrangidos em votar a matéria, caso o plenário do STF decida pelo retorno da tramitação do projeto. Além disso, o governo corre o risco de ser derrotado quando for analisada a constitucionalidade da matéria.

maio
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Posted on 01-05-2013
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DEU NO TERRA MAGAZINE R NA TV GAZETA (SP)

Bob Fernandes

Nas manchetes a questão da maioridade penal aos 16 anos. Assunto recolocado depois da barbaridade que foi o assassinato da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, queimada viva por assaltantes que se enfureceram ao encontrar apenas R$ 30 em sua conta bancária.

Maioridade penal aos 16 anos. Esse é um daqueles debates em que, a princípio, argumentos soam razoáveis de parte a parte. Por exemplo: milhares e milhares de pessoas tiveram seus filhos, pais, irmãos assassinados e foram obrigados a engolir menores assumindo a culpa. Culpados ou não. Como no caso da dentista. Ou em tantos outros.

Na oposição à maioridade penal aos 16 anos haverá dezenas de argumentos. Vale, então, examinar os fatos, a realidade. A polícia de São Paulo está investigando grupos de extermínio. Esquadrões da Morte, para ser exato. Só na região de Osasco tais grupos seriam responsáveis por mais de 40 assassinatos nos últimos meses. PMs são investigados.

A Polícia Civil suspeita que, em outros pontos da Grande São Paulo, grupos de extermínio estão agindo há anos. Também com PMs entre os suspeitos. Muitos dos executados são menores de idade, às vezes, com menos de 16 anos. Muitas vezes, executados ao acaso. Por estarem no lugar errado, na hora errada.

Nisso tudo, uma certeza: nenhum PM é menor de idade. São todos maiores de idade. E a própria polícia investiga e admite: PMs estão executando pessoas. Cabe então uma primeira observação: o Estado quer mudar a maioridade penal, mas o Estado não consegue controlar seus policiais que matam.

Se agentes do Estado, policiais, se disfarçam, se agem como assassinos, que autoridade moral tem o Estado para propor esse debate, o da maioridade penal aos 16? Por mais que existam, e existem, argumentos também a favor.

No Rio de Janeiro, as milícias, o conluio de bandidos, policiais e políticos. Na Bahia, policiais são suspeitos em dezenas de execuções. Idem em Alagoas. Brasil afora, agentes do Estado são suspeitos de integrar grupos de extermínio. De matar aos montes, sejam bandidos ou apenas adversários no tráfico ou em questões pessoais, o que for.

Quando alguém pesquisar, descobrirá: nas últimas décadas, milhares de pessoas foram executadas no Brasil por grupos de extermínio. Uma pergunta que todos deveríamos nos fazer: como é possível debater maioridade penal a sério se nossas polícias, ou seja, o Estado, que deveria garantir a segurança dos cidadãos, ainda abriga grupos de extermínio?

Todos sabemos que agentes da lei, policiais cometem assassinatos e ficam impunes. Quase sempre, com amplo e cego apoio da sociedade. Antes de debater a maioridade penal o Estado deveria dar uma resposta e o Brasil deveria se perguntar: por que tantos menores de idade e tantos policiais matam impunemente?

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