maio
31

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Viajanda no carro de Regina pela Freeway entre San Francisco e Santa Rosa explode, de repente, a voz de Bevinda que vem do CD espetacular “Terra e Mar”, adquirido po minha mana por pouco mais ou nada em um lote de “discos latinos”. No carro, a cantora que faz enorme sucesso no circuito Lisboa-Paris e na Europa inteira (passando por Tokio) interpreta “Aqui em Evora”. Uma maravilha que recomendo, mas cujo videoinao consegui baixar para o BP.

Vai aqui outra maravilha na voz de Bevinda:”Liberdade~, que fala da Bahia e do carnaval de Salvador.

Ate a proxima postagem. Quando for possivel.

(Vitor Hugo Soares e a turma do BP na California, em preparativos para o retorno)

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Deu no Estadão

A caxirola, chocalho criado pelo músico Carlinhos Brown e apelidado de “vuvuzela brasileira”, está vetada para a Copa das Confederações, confirmou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, nesta sexta-feira, 31.

“Houve uma posição técnica da Secretaria Extraordinária de Segurança de Grandes Eventos de que, do ponto de vista de segurança pública, a caxirola não é adequada nos estádios. Esse estudo técnico está mantido, foi encaminhado para a coordenação da Copa e, acredito eu, deve ser mantido”, disse Cardozo.

Ele visitou, ao lado do governador Sérgio Cabral, o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), que integrará polícias estaduais e federais, Forças Armadas e Corpo de Bombeiros e começa a funcionar no próximo domingo, 2. A decisão de proibir a caxirola dos jogos da Copa das Confederações já havia sido anunciada pelo Comitê Organizador Local (COL) e foi reforçada pelo ministro.

A decisão foi influenciada por um episódio ocorrido no Campeonato Baiano, no fim do mês passado. Revoltados com a derrota do Bahia para o Vitória por 2 a 1, torcedores do Bahia arremessaram caxirolas, que haviam sido distribuídas antes da partida, no gramado. Depois disso, a Polícia Militar proibiu a entrada do instrumento nos estádios.

maio
31
Posted on 31-05-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-05-2013


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Sid, hoje, no Metro1

DEU NO IG

A visita do vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ao Brasil confirmou o estreitamento de laços entre os dois países em comparação com a gestão Luíz Inácio Lula da Silva. Em pronunciamento oficial nesta sexta-feira (31) em Brasília, Biden reforçou o exemplo da democracia brasileira e afirmou que quer aprender com o País e firmar entendimentos para “multiplicar por sete” o comércio entre os dois países.

Dilma conversou com vice-presidente americano Joel Biden por 40 minutosDurante a sua passagem pelo Brasil, Biden visitou o Rio de Janeiro e nesta sexta-feira teve um encontro com a presidente Dilma Rousseff (PT) e almoçou com o vice-presidente, Michel Temer (PMDB). Entre as conversas, Biden reforçou a importância do Brasil no cenário internacional, principalmente por conseguir aliar os princípios do liberalismo e do estado social, tendo como principal exemplo o programa social Bolsa Família. Biden também reforçou os elogios em relação às políticas de combate à violência contra a mulher. Geopoliticamente, citou como positiva a posição do governo brasileiro de ratificar sua posição contra a guerra civil na Síria, o mesmo posionamento dos norte-americanos.

Já na área econômica, Biden disse que quer trocar informações com o País, principalmente as relacionadas à tecnologia empregada na área energética, já que o Brasil caminha para a sustentabilidade após descoberta do pré-sal. Nessa área, os EUA ofereceram tecnologia para ajudar a explorar áreas ultraprofundas, citando, por exemplo, o trabalho de exploração de gás de xisto.

Os EUA também já sinalizam com outras formas de flexibilização das regras para imigração e intensificação dos intercâmbios educacionais, principalmente por conta do programa Ciência sem Fronteiras, que hoje concede 5.028 bolsas de pós-graduação e graduação para estudantes brasileiros nos EUA. O vice-presidente brasileiro, do outro lado, reiterou os pedidos para que o Brasil tenha um assento no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e apoio para que São Paulo seja escolhida como cidade sede da Expo 2020, exposição universal com pavilhões nacionais de vários países. A capital paulistana compete com Dubai (Emirados Árabes) e Izmir (Turquia). O Brasil nunca realizou uma Expo, que é realizada desde o século 18.

maio
30
Posted on 30-05-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-05-2013


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Sid, hoje, no Metro1 (BA)


O deputado estadual Carlos Geilson apresentou moção de congratulações na Assembleia Legislativa da Bahia pelo aniversário de 171 anos de emancipação política de Irará, comemorado ontem (27). “Parabenizo toda a população local pela data e desejo ainda mais progresso à terra de Tom Zé, Dida e de tanta gente digna”, afirma o deputado.

Com nome indígena que significa “nascido da luz do dia”, o município baiano pertence à Microrregião de Feira de Santana e é banhado pelos rios Seco e Paramirim. No passado colonial, foi explorado pelos padres Jesuítas. No século XVIII registraram as primeiras explorações das terras no centro atual do município, onde Antônio Homem da Fonseca construiu a capela de Nossa Senhora da Purificação. Em 27 de maio de 1842 foi criada a Vila da Purificação dos Campos, elevada à categoria de cidade em 1895. Atualmente o município tem cerca de 28 mil habitantes.
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http://youtu.be/T-W8sffyALw

A turma do Bahia em Pauta , na California, manda pela voz e poesia de Gil e Caetanoum vivas fervorosos para Irara e sua gente, de todas as familias.

(Vitor Hugo Soares)

na

Baião Atemporal
Gilberto Gil
No último pau-de-arara de Irará
Um da família Santana viajará

Levará uma semana até chegar
Junto com mais dois ou três outros cabras que estarão lá
No último pau-de-arara de Irará

Se essa viagem comprida fosse um cordel
Seria boa saída acabar no céu

Só que este conto que eu canto é pra lá de zen
Não tem sentido, não serve pra nada e é pra ninguém
Pra ninguém botar defeito e não ter porém

Basta pensar que Irará poderá não ser
Que os paus-de-arara de lá já não têm porquê

Porque os tempos passaram e passarão
Tudo que começa acaba, e outros cabras seguirão
Cruzando o atemporal do tao do baião


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A 19 dias do início da Copa das Confederações, parte da cobertura da Arena Fonte Nova não resistiu à forte chuva que cai sobre Salvador desde a noite passada e cedeu na manhã desta segunda-feira (27). Não há registro de feridos.

A cobertura, feita de um tecido especial, cedeu à pressão da água acumulada nas últimas hora e se soltou da armação. Por consequência, um buraco se abriu em um dos trechos do teto do estádio que foi inaugurado no dia 5 de abril em evento que contou com a presença da presidente Dilma Rousseff e do governador da Bahia, Jaques Wagner.

Depois do acidente, funcionários da arena utilizavam baldes para tentar escoar a água que se acumulou em diversos ‘gomos’ da cobertura. A administração da Arena Fonte Nova ainda não se manifestou oficialmente sobre o incidente.

O estádio será um dos palcos da Copa das Confederações, em junho, e da Copa do Mundo, no próximo ano. A estreia da arena nas competições organizadas pela Fifa será no dia 20 de junho, na partida entre Nigéria e Uruguai. O estádio receberá mais dois jogos da Copa das Confederações. No Mundial, serão seis partidas.

Antes destes torneios, a Arena Fonte Nova está sediando alguns jogos do Vitória e do Bahia no Campeonato Brasileiro, que teve início no fim de semana.

(Deu no A Noticia)

maio
27


DEU NO PUBLICO, DE LISBOA

As expectativas confirmaram-se e La Vie d’Adèle Chapitres 1 et 2, do franco-tunisino Abdellatif Kechiche, foi o vencedor da Palma de Ouro da 66.ª edição do Festival de Cannes.

O júri quis, com este premio, homenagear não apenas o trabalho do realizador, mas das duas atrizes, Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos, nesta adaptação de uma novela gráfica, Le Bleu est une couleur chaude, de Julie Maroh, que conta a educação sentimental e sexual de uma jovem, no filme chamada Adèle, a partir do coup de foudre por uma Emma de cabelos azuis. A Palma, frisou Steven Spielberg, o presidente do júri, foi para premiar o trabalho de três artistas.

O Grande Prémio foi para Inside Llewyn Davis, dos irmãos Coen, uma recriação da cena folk em Nova Iorque no final dos anos 1950 antes da explosão do fenómeno Bob Dylan.

O júri considerou como Melhor Realizador o mexicano Amat Escalante, que em Heli filma a violência extrema num país, o México, consumido pelo medo.

O prémio de Melhor Interpretação Masculina foi para Bruce Dern, um dos tesouros do cinema americano dos anos 1970, que em Nebraska, de Alexander Payne, faz o papel de um homem que acredita que ganhou um milhão de dólares e obriga o filho a levá-lo do Montana ao Nebraska.

O prémio de Melhor Interpretação Feminina foi para Bérénice Bejo, pelo seu papel em Le Passé, do iraniano Ashgar Farhadi – uma mulher envolvida num drama conjugal entre o marido de quem se vai divorciar e a nova relação que iniciou.

O chinês Jia Zhangke venceu o Melhor Argumento com A Touch of Sin, enquanto o Prémio do Júri distinguiu Tel Père, Tel Fils, de Hirokazu Kore-Eda, que regressa uma vez mais ao universo da infância com a história de um pai que descobre que o filho que pensava ser dele não é.

maio
27
Posted on 27-05-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-05-2013


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Duke, hoje, Super Noticia (MG)

maio
27


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DEU NA UOL-FOLHA

O empresário Roberto Civita morreu na noite deste domingo (26) em São Paulo, aos 76 anos, devido à falência de múltiplos órgãos. Presidente do conselho de administração do Grupo Abril, uma das maiores empresas brasileiras de comunicação, ele estava internado no hospital Sírio-Libanês havia três meses para a correção de um aneurisma abdominal.

O velório acontece nesta segunda-feira, a partir das 11h, no crematório Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, São Paulo. Civita deixa a mulher Maria Antonia, os filhos Giancarlo, que desde março responde interinamente pelas funções do pai no grupo, Roberta e Victor, além de seis netos e enteados.

De origem italiana, Civita também era editor da “Veja”, a maior revista semanal do país com circulação de mais de 1 milhão de exemplares, e diretor editorial da Abril S.A., com 9 mil funcionários e faturamento de R$ 2,98 bilhões em 2012, da qual faz parte a Editora Abril. Fundada em 1950 pelo pai de Roberto, a editora publica 52 títulos, entre eles as revistas “Exame”, “Claudia”, “Playboy”, “Quatro Rodas” e “Placar”.

Em entrevista ao jornal “Valor Econômico” em 2012, ao falar sobre as reações fortes provocadas pela “Veja”, revista que com o passar dos anos se tornou mais assertiva e polêmica em suas posições editoriais, Roberto Civita defendeu o título.

“Se você não está gerando reações fortes, está fazendo algo errado. Não acredito em imprensa que quer agradar a todo mundo. Por que você faz uma revista? Só para ganhar dinheiro? Eu acho que vem junto uma responsabilidade. Eu falo isso há 50 anos… Para todo mundo. Para os meus filhos. Eles não gostam, mas eu falo. Se você não quer ter a responsabilidade, vai fazer álcool, vai plantar batata.”

Filho do empresário Victor Civita e de Sylvana Alcorso, Roberto Civita nasceu em Milão em 9 de agosto de 1936. Três anos depois, sua família abandonou a Itália quando o regime fascista intensificou perseguições. Em 1939, partiram para Londres, onde nasceu Richard, irmão de Robert, e a seguir foram para os Estados Unidos.

A família viveu dez anos nos EUA, país em que seu pai se tornou sócio de uma fábrica de embalagens. Em 1949, visitou a Itália, onde Victor reencontrou seu irmão César, que havia se estabelecido na Argentina e lá editava a revista “El Pato Donald”, sob licença da Disney. César lhe disse que o Brasil lhe parecia um mercado promissor. Victor viajou com o irmão para conhecer sua editora na Argentina e, ainda em 1949, estabeleceu-se em São Paulo.

Sua família o seguiu em 1950, quando Victor lançou a edição brasileira de “O Pato Donald”. Roberto concluiu o segundo grau em São Paulo e logo voltou aos EUA. Entrou em física nuclear no Texas, mas se arrependeu e se transferiu para a Universidade da Pensilvânia, onde se formou em economia pela Wharton Business School em 1957, especializando-se em jornalismo com um estágio na revista “Time”.

Retornou ao Brasil em 1958 para trabalhar na editora do pai. Em 1966 Roberto lançou a revista “Realidade”, inspirada na revista “Life”. Um ano depois criou “Exame”, inspirada na “Fortune”. Em 1968 lançou “Veja” e em 1975 criou a “Playboy” brasileira.

Em 1982, o conglomerado foi dividido, e Roberto ficou com as revistas. Após a morte do pai, em 1990, procurou diversificar o grupo: criou a MTV em 1990, a TVA em 1991 e a DirectTV em 1996. As dívidas contraídas, porém, o obrigaram a se desfazer de parte dos empreendimentos. Em 1999, saiu da DirectTV e, em 2012, desfez-se da TVA.

Em 2006, associou-se ao grupo sul-africano Naspers. Na entrevista ao “Valor”, Roberto definiu o sócio estrangeiro como “gentil, afetuoso e amigo”: “Eles têm 30%, menos na [Abril] Educação, e não se metem.” Parte do Grupo Abril, a unidade de educação teve receita líquida de R$ 883,5 milhões no ano passado.

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