Do YouTube:

“De acordo com a lenda, Jorge teria nascido na antiga Capadócia, região do centro da Anatólia que, atualmente, faz parte da República da Turquia. Ainda criança, mudou-se para a Palestina com sua mãe após seu pai morrer em batalha.
No Candomblé Ogum é o Orixá guerreiro dono de todos os caminhos e encruzilhadas junto com seu irmão Exu, também é tido como irmão de Oxossi e uma ligação muito forte com Oxaguian de quem é inseparável, aparece como o Senhor das guerras e demandas, suas cores são Azul cobalto e o verde e na Umbanda sua cor é o vermelho.”

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Olhaí, Maria Olívia

Hoje aí no Rio de Janeiro que você ama tanto , seja mais que nunca uma representante deste site blog baiano nas festas em louvor ao santo guerreiro dos católicos, o Ogum abridor de caminhos dos terreiros de candomblé .

Peça por todos e por nós.

Viva Jorge!

Viva o Rio e a também linda Ilhéus, no sul baiano, no dia do santo e poderoso padroeiro das duas belas e simbólicas cidades brasileiras.

Para os devotos e para os ateus que acreditam em milagres, com este editor do BP.

(Vitor Hugo Soares)

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OPINIÃO POLÍTICA

Matando no peito

Ivan de Carvalho

Esse tipo de coisas talvez só aconteça no Brasil.

O ex-ministro José Dirceu disse no começo deste mês que foi “assediado moralmente” durante seis meses pelo então ministro do STJ, Luiz Fux, que pretendia ser nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal. Dirceu garantiu que Fux prometeu absolvê-lo.
Há algum tempo, quando a campanha de Luiz Fux para chegar ao STF foi tema de noticiário, o hoje membro deste tribunal admitiu que realmente procurou pessoas em busca de apoio, entre elas José Dirceu. Mas Fux nega que haja prometido absolvição a alguém e mais especificamente a Dirceu no processo do Mensalão.

Fux admitiu que, em algum momento, quando o Mensalão foi posto na conversa por um de seus interlocutores, comentou como resposta: “Isso eu mato no peito”. Explicou à imprensa que isso significava que julgaria sem dificuldade, pela ampla experiência que tinha como magistrado. Se – aqui já é observação deste repórter – entenderam que matar no peito era absolver, que bom para Fux e que azar para os interlocutores menos inteligentes.

Aliás, se Luiz Fux houvesse “assediado moralmente” José Dirceu, inclusive com a promessa de absolvê-lo, o ex-ministro deveria, se alguma comprovação pudesse fazer, denunciar de público ou nas instâncias formais adequadas o então ministro do Superior Tribunal de Justiça. Se não conseguisse obter prova desse “assédio” e especialmente da oferta de absolvição, Dirceu poderia ter usado sua ainda enorme influência política para evitar que alguém que faz esse tipo de jogo fosse afinal elevado à Suprema Corte do país. Isto sim, seria patriotismo e espírito público.

Volto aos fatos. E o que dentre eles mais chama a atenção é que, já ministro do STF, durante todo o julgamento do Mensalão Luiz Fux fez exatamente o contrário do que Dirceu disse que ele havia antecipado que faria. Fux não só votou pela condenação de Dirceu nos dois crimes pelos quais ele foi condenado – formação de quadrilha e corrupção ativa – como foi um juiz duro em todo o julgamento, dando sempre apoio firme ao ministro-relator Joaquim Barbosa.

Só para se ter uma idéia bem nítida do entendimento do ministro Luiz Fux, refletido em seus votos. Segundo ele, José Dirceu comandou uma quadrilha que tinha como finalidade viabilizar “um projeto de poder de longo prazo de ilicitude amazônica”. Foi assim que Fux matou no peito.

Com a publicação, ontem, do acórdão de 8.405 páginas com os votos dos ministros do STF no processo do Mensalão, começa a partir de hoje a correr o prazo de dez dias para os advogados de defesa dos réus não absolvidos apresentarem embargos de declaração e/ou infringentes. A aposentadoria de ministros no curso do julgamento, modificando a composição do STF, está criando bastante expectativa quanto ao julgamento de embargos infringentes, que poderão ser usados por 12 dos réus com sentenças condenatórios, inclusive José Dirceu. Os embargos infringentes, eventualmente, podem transformar uma condenação em absolvição.

Essa expectativa não é apenas popular. Ela existe também nos meios jurídicos. Um elemento novo no julgamento dos embargos será o novo ministro Teori Zavascki, que não votou no julgamento. Ele foi pinçado pela presidente Dilma Rousseff no Superior Tribunal de Justiça e nomeado, após a aprovação do Senado, por ela para o STF.
Do STJ é também a ministra (baiana) Eliana Calmon, que se destacou com sua atuação como corregedora do Conselho Nacional de Justiça, cargo que ocupou até recentemente. Ontem ela disse acreditar que, depois de acompanhar “todo o processo como se estivesse assistindo a uma novela”, a população “vai ficar frustrada se as decisões do Supremo Tribunal Federal não forem cumpridas pelos condenados na Ação Penal 470, o processo do Mensalão”. Ela acrescentou que, como cidadã, também estará frustrada. “O STF terá que dar uma satisfação ao público, se o que decidiu vale ou não”.

DEU NO IG

Um tiroteio ocorrido na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, resultou na morte do pastor da Assembleia de Deus, Edvaldo Pereira. Ele era irmão do vice-presidente do PSC, Pastor Everaldo, cotado para disputar a Presidência da República pelo partido em 2014.

Edvaldo passava de carro pelo local, acompanhado da esposa, quando foi atingido na cabeça por um tiro. De acordo com pessoas próximas ao pastor, ele chegou a ser socorrido e foi levado ao Hospital Getúlio Vargas, mas não resistiu ao ferimento.

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” Por Causa de Você”, de Tom Jobim e Dolores Duran, com Eliane Elias, para bossanovar, agora… E sempre!

Boa semana, em Tom Jobim, amigos!!!

(Gilson Nogueira)

Dirce participou do programa “Mulheres Ricas” da TV Band

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DEU NO PORTAL A TARDE

Faleceu na tarde de sábado, 20, Dirce Camargo, viúva do fundador do grupo Camargo Corrêa, Sebastião Camargo, aos 100 anos. Com uma fortuna estimada em US$ 11,5 bilhões, segundo a edição deste ano do ranking de bilionários da Forbes, ela era considerada a mulher mais rica do Brasil. Na lista global, ela ocupa a 87ª posição, conforme a publicação americana.

Dirce deixa três filhas do casal: Regina, Renata e Rosana. Ela ainda era a controladora do conglomerado Camargo Corrêa, comandado pelos genros Luiz Nascimento e Carlos Pires os negócios da holding, com a ajuda de uma equipe de executivos profissionais. O terceiro genro, Fernando Arruda Botelho, morreu num acidente de avião no ano passado.

A Camargo Corrêa é uma holding familiar de capital fechado e tem mais de 73 anos de atuação. O grupo opera nas áreas de construção, infraestrutura, indústria e também na gestão de algumas marcas no Brasil e no exterior, como Alpargatas, fabricante da marca Havaianas, da qual tem o controle da companhia com 44,12% de participação.

Além disso, a Camargo Corrêa detém 25,7% do controle da CPFL Energia e 17% da CCR. Com atuação em 20 estados brasileiros, o grupo Camargo Corrêa opera em 17 países e emprega 58,4 mil pessoas.

A informação foi confirmada oficialmente pela assessoria de imprensa do grupo Camargo Corrêa.

DEU NO IG

A Kroton e a Anhanguera, os dois maiores grupos de educação do País, anunciaram uma fusão nesta segunda-feira (22), numa operação que cria o maior conglomerado do setor do mundo. A companhia resultante teria faturamento bruto de R$ 4,3 bilhões, mais de um milhão de alunos e valor de mercado próximo a R$ 12 bilhões.

A Kroton terá cerca de 57,5% da empresa combinada, enquanto os acionistas da Anhanguera ficarão com 42,5%. As ações da Anhanguera serão incorporadas pela Kroton. Os atuais acionistas da Anhanguera receberão 1,364 ação da Kroton após a aprovação da fusão, que depende de análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O presidente da empresa será Rodrigo Galindo, atual presidente da Kroton, e o conselho de administração passa a ser comandado por Gabriel Mário Rodrigues, que lidera o conselho da Anhanguera. “Será uma empresa maior e mais eficiente, os dois grupos têm complementaridade geográfica e possibilidade de sinergias relevantes”, disse Ricardo Scavazza, atual presidente da Anhanguera, que fará parte do conselho da empresa resultante, em teleconferência com o mercado financeiro nesta manhã.

A Anhanguera tem forte presença em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A Kroton está mais estabelecida no Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia, Santa Catarina e Paraná. Na empresa resultante, 73% da receita virá do ensino superior em campus, 23% do ensino superior em polos associados e 4% de educação básica. O grupo terá cerca de 800 unidades de ensino superior e 810 escolas associadas.

Além de aumentar a área de atuação, a complementaridade geográfica faz os administradores acreditarem que não haverá maiores problemas no Cade. “Nosso market share [ participação de mercado ] nacional é baixo, e os múnicipios onde há sobreposição de atuação [ ou seja, onde essa participação subiria ] são muito poucos”, diz Galindo.

“Teremos valor de mercado próximo a US$ 5,9 bilhões (R$ 12 bilhões), o dobro da segunda maior empresa do setor [ a chinesa New Oriental, que vale cerca de US$ 3 bilhões ]. O ebitda [ lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ] será de cerca de US$ 1 bilhão, seremos uma empresa bastante relevante”, afirma Galindo.

As duas empresas são listadas no Novo Mercado da BM&F Bovespa e, segundo Galindo, existe expectativa de que agora o grupo passe a fazer parte do IBovespa, índice de referência da bolsa paulistana. O anúncio da fusão fez os papéis da companhias dispararem. Perto do meio dia, a ação da Kroton saltava 9,17%, a R$ 27,45, enquanto o da Anhanguera disparava 8,2%, a R$ 36,95. Ambos não fazem parte do Ibovespa, que subia 0,19%.

Após a aprovação do negócio, serão emitidas 198,8 milhões de ações da Kroton. No dia 30, a empresa vota em assembleia um desdobramento de ações, que poderia alterar a relação de troca dos papéis – os acionistas da Anhanguera passariam a receber 0,45 ação da Kroton.

“Foi um negócio entre iguais, o espírito é de uma fusão”, disse Galindo. “Poderia haver emissões tanto de uma empresa quanto de outra, mas vimos vantagens jurídicas na emissão da Kroton”, afirmou.

Até a aprovação do Cade, as empresas se mantêm independentes. “Não haverá, por enquanto, troca de informações estratégicas e nenhuma integração”, afirma Galindo. “O time de integração terá representantes das duas companhias, que têm várias integrações e captações de sinergia em seus históricos”, lembra, uma vez que os grupos cresceram em parte com fusões e aquisições .


Sussuarana urgente:quando o bairro terá de
volta a sua creche pública Cecy Andrade?

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As mães que têm filhos na CRECHE ESCOLA CECY ANDRADE, da Prefeitura Municipal, localizada na Rua Flávio Cavalcante, próxima ao 6° Batalhão da PM, em Sussuarana Velha, vizinhanças do Centro Administrativo da Bahia, querem saber: quando a unidade voltará a funcionar?.

O 1° semestre letivo 2013 está para acabar e nem informações têm se a creche vai reabrir. O desespero silencioso é grande pois a maioria das mães, de poucos recursos, não têm com quem deixar os filhos para ir trabalhar.

E da obra, efetivamente, as mães não enxergam sinais.

A revolta maior é que o ano letivo 2012 foi encerrado, antecipadamente, no início do mês de dezembro último, sob alegação de que a creche escola que homenageia a ex-primeira dama do municipio na administração Cleriston Andrade, única pública do bairro, e imediações, seria alvo de uma boa reforma para atender melhor as crianças. Anunciaram, inclusive, o retorno das aulas para fevereiro.

“Daí em diante ninguém mais deu as caras. Não se encontra diretora, vice, professora ou atendente para dar uma satisfação. Cada dia é uma informação nova, dada por vigias que de nada ao certo sabem. Ficam até acanhados quando a gente procura saber. A situação é triste, principalmente para outras mães que não têm nem com quem deixar seus filhos para trabalhar”, disse ao Bahia em Pauta uma das mães, que se mostra preocupada, também, com o ano escolar da filha.

Quem responde por isso ( e mais coisas assim) na adfministração municipal?

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BOAS NOVAS

Maria Helena RR de Sousa

Fiquei animada com a fundação do Partido da Mobilização Democrática.

Precisamos de mais partidos? Não, claro que não. Os que temos já ultrapassam em muito as nossas necessidades. Então minha animação é fruto de falta do que fazer?

Não, não é.

Minha animação deriva do fato dos responsáveis pelo novo partido terem se posicionado, de cara, como de oposição ao atual governo. Não se apresentaram como “quem sabe, então, pode ser, depende, talvez, vou, não vou”.Declararam logo que farão oposição ao PT e coligados.

Lembro-me da irritação que fiquei nas últimas eleições, com José Serra se derramando em elogios ao governo Lula. Dava a impressão que fazia parte da campanha da Dilma. Custei a decidir que votaria nele. Foi mesmo por absoluta falta de opção.

Há cerca de uns 15, 20 dias, tive a mesma sensação ao ler empenhados elogios de Eduardo Campos aos governos Dilma/Lula. Concluí: assim, ele perde um voto, o meu. E como de grão em grão…

Pois é. Não é hora de perder nenhum voto.

É preciso que os candidatos saibam que quem não gosta do governo que o PT vem fazendo não quer votar em quem acha que o país está muito bem entregue. Fica sempre a dúvida: se fizessem um bom acordo, esse candidato seria vice de Dilma?

Eis, portanto, a razão de minha animação: o surgimento de um partido que se posiciona decididamente na oposição. Além de contar com nomes que respeito.

E segundo notícias ainda muito em gestação, Eduardo Campos seria o candidato à presidência da República por esse novo partido. Gosto dele. Gosto de seu DNA: do avô, do pai e dos tios. Minhas dúvidas: ele já se definiu ou estão usando seu nome? E, tão importante quanto sua definição, seu vice, quem seria?

Espero que essa notícia se confirme e que o governador de Pernambuco assuma que é oposição. Grato ao que o Governo Federal fez por Pernambuco? Sim, e a gratidão é um belo sentimento. Mas sem esquecer que o Governo Federal não fez mais que sua obrigação.

E tem mais: a ‘paura’ que a Situação mostrou com a criação desse novo partido é muito significativa. A tentativa de sufocá-lo ainda no berço foi infame. E de nada adiantará.

Para comemorar o nascimento dessa nova agremiação, que tal ouvir Doris Day com sua linda voz nos dizendo ‘Que será, será’?

Maria Helena RR de Sousa, cronista e articulista , mora no Rio de Janeiro, de onde escreve para o BP.

abr
22
Posted on 22-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-04-2013


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Miguel, hoje, no Jornal do Comércio (PE)

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OPINIÃO POLÍTICA

Comida enganosa

Ivan de Carvalho

O aumento da renda dos habitantes do Norte e Nordeste do Brasil e alterações de hábitos alimentares provocadas principalmente por esse aumento da renda levou a um salto nas taxas de mortalidade por doenças cardíacas nessas regiões.
Um estudo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná analisou as mortes por infarto e angina ocorridas no Brasil entre 2000 e 2010 – um total aproximado de 1 milhão de casos, superada apenas pelo número de mortes por acidentes vasculares cerebrais (AVCs).
O estudo, objeto de reportagem de Estelita Carazzai divulgada no site da Folha de S. Paulo, demonstrou que, enquanto os índices de mortalidade por doenças cardíacas se manteve estável no conjunto do país, caindo até 25 por cento no Sul e Sudeste, eles aumentaram no Norte e Nordeste. Entre os homens nordestinos, por exemplo, o aumento representa um salto que se pode chamar até de espetacular – 34 por cento.
Uma das explicações para o notável aumento do percentual de óbitos constatado pelo estudo – e sem dúvida a mais importante delas – foi a mudança de hábitos alimentares induzida, principalmente, pelo aumento da renda dos habitantes das duas regiões.
Nortistas e nordestinos passaram a consumir mais alimentos industrializados, hipercalóricos e ricos em sódio, que agravam fatores de risco cardíaco como a hipertensão, a obesidade e elevação das taxas de colesterol. O pesquisador José Rocha Faria Neto, cardiologista e professor da universidade que fez o estudo, assinala que “O Brasil tem bons programas, como a oferta de medicamentos gratuitos para diabéticos e hipertensos, mas a coisa tinha que ser mais embaixo”, disse ele, completando: “Educar o povo a comer, por exemplo”.
Ensinar o povo a comer. Dar-lhe informações. Os governos federal, estaduais e municipais poderiam destinar uma parte considerável do dinheiro dos impostos que gasta com propaganda para fazer uma campanha sobre alimentação saudável.
Mas o poder público não faz isto nem pensa nisto. Muito pelo contrário, a União tem, por exemplo, uma legislação que conduz o consumidor a erro.
Editada em 2003 e com aplicação obrigatória a partir de 2006, a Resolução nº 360 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que torna obrigatória a rotulagem nutricional, permite à indústria de alimentos dar um drible espetacular no consumidor, quando estabelece as exigências sobre informações a respeito da nociva gordura trans nos rótulos.
Como? Assim: quando você pegar um produto e ler, em letras graúdas, que ele tem “ZERO gordura trans na porção”, significa, na verdade, que ele contém gordura trans na porção. O contrário do que o regulamento da Anvisa permite seja informado no rótulo.
Claro que tem uma “explicação”. É que a Anvisa estabeleceu que quando o conteúdo de gorduras trans na porção for igual ou inferior a 0,2 grama, a informação nutricional será expressa como “zero”, ou “não contém”. Pode botar “zero gordura trans na porção” ou “não contém gordura trans na porção”, mas contém. Estão, governo e indústria, enganando o consumidor e a indústria ainda aproveita a brecha maliciosa no regulamento da Anvisa para fazer propaganda enganosa, pondo em grande destaque nas embalagens ou rótulos o ZERO, como já assinalado. E, é claro, a indústria ajusta a “porção” de cada produto de modo que a quantidade de gordura trans não ultrapasse, nela, 0,2 grama. Se cinco biscoitos ultrapassam ligeiramente o limite, a “porção” será fixada em quatro biscoitos – e o Zero ou o “Não Contém” enganosos estarão lá. A gordura trans, uma “gordura plástica”, segundo o cardiologista e nutrólogo Lair Ribeiro, é rejeitada pelo corpo e acaba indo para o fígado que, em um esforço “para se limpar, aumenta a produção de colesterol”.

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