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DEU NO PLANTÃO DA TV ARATU ONLINE

O ex-prefeito de Salvador, João Henrique, sofreu um acidente na manhã desta quarta-feira (24). Segundo informações da Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador), João Henrique estava dirigindo um veículo, modelo Pálio, e perdeu o controle da direção, colidindo contra um poste, na Avenida Oceânica, no bairro da Barra, em frente ao antigo Clube Espanhol.

O ex-prefeito teve ferimentos leves e foi socorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

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Jussara Silveira gravou dois clipes da música “A Volta da Xanduzinha” (Tom Zé), um em Luanda e o outro na Bahia. Este registro é da Bahia que aconteceu na época do álbum “Jussara’ de 2002, produzido por Chico Neves” (You Tube)

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Maravilha é isso! Bravissimo, Tom Zé!!!

(Vito Hugo Soares)



Noite de gala para presidente do Supremo

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DEU NO GLOBO.COM

NOVA YORK – No mesmo dia em que começou o prazo para que as defesas dos condenados no processo do mensalão apresentem seus recursos, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, participou em Nova York da cerimônia de gala que celebra, há dez anos, a edição da revista “Time” que lista as 100 pessoas mais influentes do mundo. O ministro foi um dos eleitos pela publicação americana, ao lado de personalidades como o papa Francisco, a jovem ativista paquistanesa Malala Yousafzai e o cineasta Steven Spielberg. Outro brasileiro, o chef paulista Alex Atala, também figura na relação de 2013.

— É uma honra extraordinária para mim, para o órgão ao qual eu pertenço e para o meu país —limitou-se a dizer o ministro, evitando qualquer pergunta sobre o mensalão.

Joaquim Barbosa chegou de motorista, vestindo um terno cinza, e entrou pelo tapete vermelho estendido na porta do Time Warner Center, em Columbus Circle, logo atrás de outros homenageados como a jornalista Arianna Huffington e o ator e apresentador de TV Jimmy Fallon. O ministro figura na categoria “Pioneiros” da revista – as outras são “Titãs”, “Líderes”, “Artistas” e “Ícones” –, para quem ele“simboliza a promessa de um novo Brasil”. A “Time” lembrou ainda que Barbosa é o primeiro negro a comandar o Judiciário brasileiro e destaca seu papel durante o julgamento do mensalão.

O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e alguns outros nomes listados na edição especial da publicação fizeram discursos na noite, que teve shows de Christina Aguilera e Miguel, também presentes no elenco.

Entre a multidão de curiosos que se aglomeravam na porta do Jazz at Lincoln Center nesta terça-feira para ver os homenageados estava o casal de gaúchos Solange Brum e Vanderlei Pires, de férias em Nova York.

— Joaquim Barbosa é o brasileiro mais confiável no momento. Talvez o único — disse Pires.

Mais cedo, Joaquim Barbosa fez palestra na Universidade de Princeton, em Nova Jérsei, onde falou sobre questões como o sistema de cotas em universidades, a união estável entre pessoas do mesmo sexo e as pesquisas com células-tronco.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/

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OPINIÃO POLÍTICA

Marina, o PT e o punhal

Ivan de Carvalho

Foi concluída ontem, na Câmara dos Deputados, a votação do projeto que pretende inibir a criação de novos partidos, restringindo meios vitais de atuação, a exemplo de recursos do Fundo Partidário e do tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão. O projeto ainda precisa passar pelo Senado, onde, em princípio, sua aprovação parece certa.

Mas forças políticas interessadas em participar das eleições de 2014, principalmente as presidenciais, intensificam articulações para tentar impedir que o projeto se torne lei. A atuação dessas forças deverá ocorrer no âmbito político e de convencimento da opinião pública, bem como no Judiciário, ao qual ontem já foi levado com o mandado de segurança impetrado no Supremo Tribunal Federal por iniciativa do PSB, logo que a votação do projeto foi ultimada na Câmara.

Ontem mesmo, dois dos aspirantes à Presidência da República, o senador tucano Aécio Neves e a ex-ministra e ex-senador Marina Silva se uniram para tentar evitar a aprovação do projeto pelo Senado. Ex-candidata a presidente em 2010 e que obteve 20 por cento dos votos no primeiro turno, Marina Silva, que se esforça para criar a legenda Rede Sustentabilidade foi extremamente ácida com o partido que controla o poder federal e lidera o rolo compressor no Congresso com o objetivo de transformar o projeto em lei.

Marina Silva disse que o PT quer usar o mesmo “punhal” do qual foi vítima no período do regime autoritário. “Não imaginei que o PT ia usar o mesmo punhal enferrujado que eles (os governos militares) usaram para ferir o Lula na época da criação do PT”. Marina, que já foi filiada ao PT e senadora pelo partido, bem como ministra do Meio Ambiente do governo Lula, atribui à presidente Dilma Rousseff e ao Palácio do Planalto as articulações para a aprovação do projeto que combate. Ela disse que a presidente Dilma “não precisa disso”, pois tem a máquina do governo. Ficou claro que Marina considera que a presidente, até por motivos éticos, por controlar a máquina governamental, não deveria encabeçar as articulações para aprovar esse evidente golpe legislativo em benefício da própria candidatura à reeleição.

E Marina Silva atacou mais: “A presidente não precisa disso. Ela tem um partido forte, tem ao seu lado quase todos os outros partidos, 39 ministérios, o PAC, o Bolsa Família, o José Sarney e o Renan Calheiros. Não sei porque ser contra 30 segundos na TV de uma força política que está começando agora. Talvez eles saibam de coisas que não sabemos”, disse.

Com o estímulo de Marina Silva, senadores contrários ao projeto lançaram um movimento suprapartidário para evitar que a proposta seja analisada com urgência no Senado (como ocorreu na Câmara) e tentar conseguir que só entre em vigor após as eleições de 2014, para que não se faça o casuísmo de mudar as regras durante o jogo.

O movimento de resistência é integrado por Aécio Neves, considerado virtual candidato do PSDB a presidente da República, além de outros senadores do PSDB, do PSB (o governador de Pernambuco e presidente nacional desta legenda, Eduardo Campos, é outro aspirante a presidente da República), PMDB e PDT. A análise política que está se fazendo é de que o projeto prejudica as candidaturas de Marina, Eduardo Campos e Aécio, favorecendo exclusivamente a tentativa de reeleição de Dilma Rousseff e reduzindo o risco de saída de políticos com mandato do PSD para novas legendas.

A luta dos possíveis candidatos de oposição (Aécio, Marina e Eduardo Campos) e do novo partido Mobilização Democrática, criado pela fusão do PPS com o PMN, além de alguns aliados eventuais em outras legendas, é difícil no âmbito do Senado. No Judiciário, por enquanto, tenta-se impedir a tramitação do projeto no Senado, sob o argumento de que é inconstitucional. Há um risco grande de o STF dizer que se trata de assunto interno do Congresso, ou do Senado, eximindo-se assim de entrar no mérito. Aí, ficaria para apreciar a inconstitucionalidade depois da transformação do projeto em lei, se for novamente acionado. Isso deixaria os políticos na dúvida sobre as condições em que poderão atuar os novos partidos, o que seria prejudicial a estes.

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Polaco Goyeneche e Piazzola, combinação perfeita . Nada mais Buenos Aires, nada mais arentino.

Boa quarta-feira.

(Vitor Hugo Soares)

abr
24
Posted on 24-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-04-2013

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DEU NO ESTADÃO

Ariel Palacios, correspondente

BUENOS AIRES – O refúgio financeiro preferido dos desconfiados argentinos, os colchões, estão cada vez mais cheios de dólares que saem do sistema financeiro nacional.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), em média, mensalmente em 2012, US$ 1 bilhão partiu em êxodo do sistema para formar parte daquilo que os economistas na city financeira portenha chamam de “riqueza oculta” da Argentina.

No total, atualmente, os argentinos contariam com US$ 170,7 bilhões nos mais variados refúgios. Mais além do simbólico colchão – cada vez mais king size – os argentinos, para esconder seus dólares recorrem livros nas estantes, potes velhos de conservas e buracos embaixo do assoalho, entre outros.

Além destas alternativas improvisadas, guardam suas economias em lugares ortodoxos como caixas de segurança dentro de território nacional e contas bancárias no exterior.

O volume de dinheiro guardado fora dos bancos nacionais equivale a 40% do PIB da Argentina. O valor já supera em quatro vezes as reservas do Banco Central, que estão em torno de US$ 39 bilhões.

O ato de colocar o dinheiro nos colchões – e fora do país – é um clássico argentino há tempos. Mas, essa tendência acentuou-se desde a crise econômica, política e social de 2001.

Logo antes da explosão da crise em dezembro daquele ano, os argentinos tinham um total de US$ 81,87 bilhões fora do sistema. Desde a crise o dinheiro fora do sistema aumentou em mais de 100%.

Por trás deste fenômeno estão quatro décadas de desconfiança nos governos de plantão (que volta e meia realizavam confiscos) e dos bancos instalados no país (que com frequência fechavam suas portas, deixando os correntistas sem suas economias).

Segundo estimativas, o grau de bancarização dos argentinos é um dos mais baixos do ocidente: em 2010 53% das famílias do país não operam com banco algum.

Na última meia década o dinheiro nos colchões deu grandes saltos, acompanhando os momentos de crises e incertezas políticas. Esse foi o caso do ano 2008, quando o governo Kirchner manteve um duro confronto com os ruralistas.

Nesse ano, o dinheiro fora do sistema aumentou em 23 bilhões. Em 2009, quando a presidente Cristina desatou uma guerra contra a mídia não-alinhada, gerando mais incertezas sobre a segurança jurídica, o volume aumentou em 14 bilhões.

Os analistas afirmam que o volume em 2012 poderia ter sido substancialmente maior ao registrado. Mas, o “corralito verde” (denominação das medidas de restrição para a compra de dólares) provocou uma desaceleração do fenômeno.

Metade do dinheiro fora do sistema estaria nos esconderijos domésticos, afirmam os analistas. A outra metade estaria em contas bancárias no exterior na Suíça, paraísos fiscais do Caribe e no Uruguai.

Uma das alternativas dos argentinos é o de colocar o dinheiro em bancos no Uruguai (país que também foi o tradicional ponto de refúgio de exilados políticos ao longo de quase dois séculos, que ali buscavam a segurança que não obtinham em seu país).

Para fazer isso, as pessoas que moram em Buenos Aires ou sua área metropolitana só precisam pegar um avião e estão em meia hora em Montevidéu. Ou, tomar o ferry-boat no porto de Buenos Aires e desembarcar uma hora depois na cidade uruguaia de Colônia, onde os bancos estão especialmente abertos nos sábados, para atender os argentinos.

Ali, desde milionários, passando por profissionais liberais, comerciantes, autônomos até aposentados colocam suas economias a resguardo. Isto é, desde volume milionários até contas com depósitos de US$ 3 mil.

Nos últimos 40 anos a instabilidade política e econômica da Argentina gerou uma troca constante dos nomes do comando da política econômica que intensificou a desconfiança dos argentinos e os levou a colocar suas economias fora do alcance dos governos e dos bancos.

Nestas quatro décadas a Argentina teve 33 ministros da economia. Coincidentemente, o país também teve 33 presidentes do Banco Central.

O número de presidentes da República foi menor, em um total de dezenove, entre militares, civis eleitos nas urnas, além de civis provisórios colocados pelo Parlamento. Mas, marcados pela constante da instabilidade, somente três completaram seus mandatos.

Os analistas indicam que o motivo para o substancial volume de dinheiro nos colchões não indica uma tentativa de driblar o fisco, mas sim, o temor pela instabilidade econômica do país.

Nestas quatro décadas a Argentina passou por seis graves crises econômicas que incluíram períodos recessivos, confiscos bancários, mega-desvalorizações da moeda e calote dos títulos públicos. Os diversos governos de plantão alternaram fases de políticas estatizantes, privatizações e restatizações.


Olivier Anquier: argumentos contestados
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DEU NA VEJA ONLINE

Os criadores do site BoicotaSP enviaram um comunicado, nesta terça-feira, respondendo às críticas do chef Olivier Anquier, publicadas em um artigo no jornal Folha de S. Paulo, na última segunda-feira. O BoicotaSP reúne reclamações a estabelecimentos que, segundo os consumidores, cobram um valor abusivo por produtos e serviços – o que, segundo Anquier, configura um ato de “neoterrorismo eletrônico covarde e destruidor”.

Anquier criticou o site argumentando que os preços são estabelecidos levando em conta uma série de fatores, que vão desde os serviços de segurança e manobristas, até custos com cozinha, estoque, contadores e fornecedores, sem falar na alta carga tributária que os estabelecimentos têm que pagar. Em seu texto, ele também reclama da agressividade do BoicotaSP, e diz que os donos de bares e restaurantes são “guerreiros da economia de serviços do Brasil”.

Em resposta às críticas, o BoicotaSP questiona o significado do termo “neoterrorismo”, usado por Anquier. “Chamar exercício democrático de covardia e neoterrorismo nos faz lembrar uma visão de mundo e de país da qual não gostamos de nos lembrar”, diz a nota. A equipe do site também reafirma que a plataforma foi feita para estimular o diálogo entre consumidores e estabelecimentos – no entanto, em vez do acordo, os donos de bares e restaurantes preferem fazer críticas, com “muitas justificativas retóricas e pouquíssima conversa de igual para igual”.

Para o BoicotaSP, o “boicote” dos usuários do site faz parte de uma postura válida e democrática. Reproduzindo um dos trechos da crítica de Anquier, a equipe do site defende três ideias básicas para construir uma cidade mais acessível. “A gente se vira, valorizando o consumidor com a liberdade de poder discutir a própria cidade e seus custos, a igualdade entre eles e os estabelecimentos que frequentam e, quem sabe, atingirmos a tão valorosa fraternidade entre quem consome e quem produz, todos caminhando na mesma direção: um país melhor para todos”, conclui o comunicado.

Entenda o BoicotaSP – Criado no começo de abril, a plataforma é alimentada com as queixas dos próprios usuários. No site, é possível encontrar relatos de milk shakes que custam 45 reais, cervejas “populares” de 14 reais e ingressos superfaturados, como as entradas do festival Skol Sensation, que chegam a 12,5 mil reais.

O site já conquistou mais de 39 mil fãs no Facebook. Por meio das redes sociais, os usuários também podem enviar seus “boicotes”. O sucesso foi tão grande que os criadores do site estão planejando criar um aplicativo do BoicotaSP para smartphones e ampliar a plataforma para todo o Brasil.

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Composição: Saul Barbosa/Orlando Santa Helena
Disco: O ar, o tempo e o vento
Voz de Nina Panceviskki

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Bahia em Pauta homenageia Ilhéus neste 4 de abril, dia do santo guerreiro dos católicos e do aniversário de fundação de uma das mais belas e marcantes cidades baianas, na costa ensolarada (às vezes também chuvosa) do sul baiano.

Vida e progresso, com felicidade de seu povo, à mui bela e digna cidade dos romances e escritos de Jorge Amado.

(Vitor Hugo Soares)

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Em palestra para estudantes na FGV (Fundação Getúlio Vargas), Graça Foster, presidente da Petrobras, destacou a experiência de quase 60 anos da estatal brasileira (PETR3; PETR4) em meio às incertezas quando ao futuro da OGX Petróleo (OGXP3), de Eike Batista. “Companhia de petróleo não é para qualquer um”, disse a presidente da Petrobras.

Segundo reportagem da Agência Estado, Graça não citou o dono do Grupo EBX, mas disse que “não é para qualquer executivo falar que vai fazer uma companhia de petróleo, chegar lá e fazer. Não é para dois, três anos.”

Ainda segundo a agência de notícias, a executiva elogiou as descobertas feitas por sua companhia no pré-sal, e ressaltou que a maior parte do crescimento da produção diária de petróleo pela empresa, estimado em aumentar para 4 milhões de barris ao final deste ano, virá do pré-sal. “A taxa de sucesso da Petrobras no pré-sal é de 84%. Se juntarmos com as outras áreas é de 64%. No mundo, uma excelente taxa é de 30%”, comentou Graça.

abr
23
Posted on 23-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-04-2013


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Regi, hoje, no Correio Amazonense

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