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Leio na área de comentários do YouTube, assinado pela ouvinte Maria Eugenia Brito Marins:

“Que saudades da minha infância! Minha mãe tocava? essa música para mim no violão!”

E recordo neste 30 de abril de 2013, também com saudade e agradecimento:

Aprendi esta rara canção de Caymmi ( Jô Soares costuma falar dela, sem lembrar a letra, em suas entrevistas na madrugada da Globo) ainda menino das barrancas do Rio São Francisco, pertinho da cachoeira de Paulo Afonso.

Escutava Alaor Soares, meu pai, canta-la no banheiro com a perfeição de voz e interpretação de um consumado artista do canto, que nunca foi, mas sempre sonhou.

Depois, quando passava de trem pela estação de Alagoinhas,em viagens para Juazeiro e Petrolina, eu mesmo a cantava baixinho (meio envergonhado) da janela do vagão da locomotiva.

Não dá para esquecer. Nunca!

Salve Dorival Caymmi, mágico da canção, no dia de seu aniversário! E os cantores de banheiro. Sempre!.

(Vitor Hugo Soares, duplamente com saudades, daquelas das boas como a do baião de Luiz Gonzaga, “pro mode o cabra aprender que é feliz sem saber, e não sofrer” )

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