http://youtu.be/zEX2-Ke1PxI

Lewandowski: o devorador do Madri comemora quatro vezes
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DEU NO JORNAL DO BRASIL

A Liga dos Campeões da temporada 2012/13 está perto de ter uma final alemã. Um dia após o Bayern de Munique atropelar o Barcelona por 4 a 0 em casa pela primeira partida da semifinal, o Borussia Dortmund recebeu o Real Madrid e conseguiu uma imponente vitória por 4 a 1. Com o resultado, a equipe da capital espanhola precisa vence por 3 a 0 para ter chances de voltar à final.

O grande nome da partida foi o polonês Robert Lewandowski, autor dos quatro gols do Borussia. De quebra, entrou para a história, uma vez que foi o primeiro jogador na história a marcar quatro vezes em uma semifinal de Liga dos Campeões.

Tentando repetir o sucesso do conterrâneo Bayern, o Borussia Dortmund começou o jogo superior, apertando muito o Real em sua saída de bola e já criando perigo. Gotze ignorou a pressão por conta de sua ida ao rival alemão e era um destaques da equipe da casa, assim como Marco Reus.

Esportes
Hoje às 17h49 – Atualizada hoje às 17h55
Lewandowski arrasa Real, e Borussia encaminha final alemã na Champions
Portal Terra
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A Liga dos Campeões da temporada 2012/13 está perto de ter uma final alemã. Um dia após o Bayern de Munique atropelar o Barcelona por 4 a 0 em casa pela primeira partida da semifinal, o Borussia Dortmund recebeu o Real Madrid e conseguiu uma imponente vitória por 4 a 1. Com o resultado, a equipe da capital espanhola precisa vence por 3 a 0 para ter chances de voltar à final.

O grande nome da partida foi o polonês Robert Lewandowski, autor dos quatro gols do Borussia. De quebra, entrou para a história, uma vez que foi o primeiro jogador na história a marcar quatro vezes em uma semifinal de Liga dos Campeões.

Tentando repetir o sucesso do conterrâneo Bayern, o Borussia Dortmund começou o jogo superior, apertando muito o Real em sua saída de bola e já criando perigo. Gotze ignorou a pressão por conta de sua ida ao rival alemão e era um destaques da equipe da casa, assim como Marco Reus.
O Borussia Dortmund recebeu o Real Madrid e conseguiu uma imponente vitória por 4 a 1O Borussia Dortmund recebeu o Real Madrid e conseguiu uma imponente vitória por 4 a 1

Não demorou muito para que o Borussia abrisse o placar. Aos 7min, Gotze cruzou da esquerda para Lewandowski, que se antecipou em relação a Pepe e completou para o fundo das redes. Curiosamente, essa foi uma jogada de dois atletas que viram seus nomes ligados a uma transferência ao Bayern, sendo que, no caso de Gotze, o desfecho foi confirmado.

O Real Madrid demorou a se soltar em campo, mas pouco a pouco conseguiu equilibrar a partida. O Dortmund era quem mais criava chances de gol, mas o resultado no primeiro tempo foi um empate. Aos 42min, Hummels vacilou feio e perdeu a bola para Higuaín. O argentino avançou pela esquerda e cruzou para Cristiano Ronaldo empatar.

O intervalo fez bem para o Borussia, que voltou superior e conseguiu marcar em apenas cinco minutos. Lewandowski recebeu passe entre a marcação do Real, girou com a bola e finalizou no canto esquerdo de Diego López. A equipe espanhola reclamou de impedimento, que não houve. O show do polonês prosseguiu e, aos 10min, escapou da defesa adversária e arrematou forte para ampliar.

Lewandowski ainda queria mais. Aos 21min, Reus foi deslocado por Xabi Alonso e a arbitragem viu pênalti. O polonês foi para a cobrança e superou López com um chute firme. O Real não conseguia ir para o ataque, enquanto o atacante seguia terrível. Aos 32min, Lewandowski arriscou de fora da área e obrigou López a fazer ótima defesa.

DEU NO PORTAL “POR ESCRITO” (E NO TWITTER) , EDITADO PELO JORNALISTA LUIZ AUGUSTO GOMES.

O senador Walter Pinheiro (PT), que age nas sombras para viabilizar-se como candidato ao governo do Estado, reuniu-se em Brasília com cinco pesos-pesados do PP, pedindo-lhes apoio com o argumento de que, saindo do Senado, deixaria a vaga para o suplente Roberto Muniz, que é do PP.

Seria uma força expressiva, uma vez que o PP é o terceiro partido da base, mas o deputado João Leão, em nome dos demais presentes – deputados Mário Negromonte, Ronaldo Carletto, Luiz Argôlo e Roberto Britto –, respondeu: “Não, essa vaga já é nossa pela aliança da eleição passada”.

Frustrou-se, assim, o passo seguinte de Pinheiro, que seria negociar com o deputado Marcelo Nilo (PDT) sua inclusão na chapa como candidato a vice-governador, fechando-se o pacote, naturalmente, com Otto Alencar (PSD) para o Senado.


Marisa Monte:Ilusões em Portugal, na véspera do 25 de Abril
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DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, LISBOA

Hoje e amanhã no Porto, sábado e domingo em Lisboa. Cantora brasileira Marisa Monte apresenta “show” que une música e artes plásticas.

Um show não serve apenas para irmos lá ouvir a cantora, mesmo que a cantora, a sua voz e a sua música valham muito a pena. Para isso temos o disco. Marisa Monte acredita que um show deve ser também “uma experiência multissensorial, onde a música e os suportes visuais se interligam para potenciar os significados das canções”. Isso já era claro nos espetáculos anteriores da brasileira mas é ainda mais visível em “Verdade uma Ilusão”, o concerto que Marisa estreou em maio do ano passado no Brasil e que agora chega a Portugal para quatro concertos – hoje e amanhã no Coliseu do Porto, sábado e domingo no Coliseu de Lisboa.

Desta vez, Marisa Monte, com a ajuda da curadora Luísa Duarte, escolheu 15 artistas plásticos contemporâneos brasileiros e associou cada obra a um tema diferente. “Todo o cenário foi pensado para integrar essas obras de arte, em diversos suportes. Não são apenas quadros que ilustram canções. Procuramos ligações e somamos essas duas linguagens para criar um novo significado”, explicou à imprensa brasileira.

Marisa Monte chama-lhe “uma espécie de exposição de arte itinerante”. Para o público português, os nomes dos artistas serão praticamente desconhecidos. Há alguns, muitos jovens, que nem a própria Marisa conhecia antes de iniciar esse trabalho, como Jonathas Andrade ou Guilherme Peters. Mas há alguns que são nomes grandes, como José Damasceno, Thiago Rocha Pitta ou Janaina Tchäpe, mesmo se todos relativamente novos.

abr
24
Posted on 24-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-04-2013


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Casso, hoje, no Diário do Pará

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DEU NO PLANTÃO DA TV ARATU ONLINE

O ex-prefeito de Salvador, João Henrique, sofreu um acidente na manhã desta quarta-feira (24). Segundo informações da Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador), João Henrique estava dirigindo um veículo, modelo Pálio, e perdeu o controle da direção, colidindo contra um poste, na Avenida Oceânica, no bairro da Barra, em frente ao antigo Clube Espanhol.

O ex-prefeito teve ferimentos leves e foi socorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

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Jussara Silveira gravou dois clipes da música “A Volta da Xanduzinha” (Tom Zé), um em Luanda e o outro na Bahia. Este registro é da Bahia que aconteceu na época do álbum “Jussara’ de 2002, produzido por Chico Neves” (You Tube)

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Maravilha é isso! Bravissimo, Tom Zé!!!

(Vito Hugo Soares)



Noite de gala para presidente do Supremo

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DEU NO GLOBO.COM

NOVA YORK – No mesmo dia em que começou o prazo para que as defesas dos condenados no processo do mensalão apresentem seus recursos, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, participou em Nova York da cerimônia de gala que celebra, há dez anos, a edição da revista “Time” que lista as 100 pessoas mais influentes do mundo. O ministro foi um dos eleitos pela publicação americana, ao lado de personalidades como o papa Francisco, a jovem ativista paquistanesa Malala Yousafzai e o cineasta Steven Spielberg. Outro brasileiro, o chef paulista Alex Atala, também figura na relação de 2013.

— É uma honra extraordinária para mim, para o órgão ao qual eu pertenço e para o meu país —limitou-se a dizer o ministro, evitando qualquer pergunta sobre o mensalão.

Joaquim Barbosa chegou de motorista, vestindo um terno cinza, e entrou pelo tapete vermelho estendido na porta do Time Warner Center, em Columbus Circle, logo atrás de outros homenageados como a jornalista Arianna Huffington e o ator e apresentador de TV Jimmy Fallon. O ministro figura na categoria “Pioneiros” da revista – as outras são “Titãs”, “Líderes”, “Artistas” e “Ícones” –, para quem ele“simboliza a promessa de um novo Brasil”. A “Time” lembrou ainda que Barbosa é o primeiro negro a comandar o Judiciário brasileiro e destaca seu papel durante o julgamento do mensalão.

O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e alguns outros nomes listados na edição especial da publicação fizeram discursos na noite, que teve shows de Christina Aguilera e Miguel, também presentes no elenco.

Entre a multidão de curiosos que se aglomeravam na porta do Jazz at Lincoln Center nesta terça-feira para ver os homenageados estava o casal de gaúchos Solange Brum e Vanderlei Pires, de férias em Nova York.

— Joaquim Barbosa é o brasileiro mais confiável no momento. Talvez o único — disse Pires.

Mais cedo, Joaquim Barbosa fez palestra na Universidade de Princeton, em Nova Jérsei, onde falou sobre questões como o sistema de cotas em universidades, a união estável entre pessoas do mesmo sexo e as pesquisas com células-tronco.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/

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OPINIÃO POLÍTICA

Marina, o PT e o punhal

Ivan de Carvalho

Foi concluída ontem, na Câmara dos Deputados, a votação do projeto que pretende inibir a criação de novos partidos, restringindo meios vitais de atuação, a exemplo de recursos do Fundo Partidário e do tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão. O projeto ainda precisa passar pelo Senado, onde, em princípio, sua aprovação parece certa.

Mas forças políticas interessadas em participar das eleições de 2014, principalmente as presidenciais, intensificam articulações para tentar impedir que o projeto se torne lei. A atuação dessas forças deverá ocorrer no âmbito político e de convencimento da opinião pública, bem como no Judiciário, ao qual ontem já foi levado com o mandado de segurança impetrado no Supremo Tribunal Federal por iniciativa do PSB, logo que a votação do projeto foi ultimada na Câmara.

Ontem mesmo, dois dos aspirantes à Presidência da República, o senador tucano Aécio Neves e a ex-ministra e ex-senador Marina Silva se uniram para tentar evitar a aprovação do projeto pelo Senado. Ex-candidata a presidente em 2010 e que obteve 20 por cento dos votos no primeiro turno, Marina Silva, que se esforça para criar a legenda Rede Sustentabilidade foi extremamente ácida com o partido que controla o poder federal e lidera o rolo compressor no Congresso com o objetivo de transformar o projeto em lei.

Marina Silva disse que o PT quer usar o mesmo “punhal” do qual foi vítima no período do regime autoritário. “Não imaginei que o PT ia usar o mesmo punhal enferrujado que eles (os governos militares) usaram para ferir o Lula na época da criação do PT”. Marina, que já foi filiada ao PT e senadora pelo partido, bem como ministra do Meio Ambiente do governo Lula, atribui à presidente Dilma Rousseff e ao Palácio do Planalto as articulações para a aprovação do projeto que combate. Ela disse que a presidente Dilma “não precisa disso”, pois tem a máquina do governo. Ficou claro que Marina considera que a presidente, até por motivos éticos, por controlar a máquina governamental, não deveria encabeçar as articulações para aprovar esse evidente golpe legislativo em benefício da própria candidatura à reeleição.

E Marina Silva atacou mais: “A presidente não precisa disso. Ela tem um partido forte, tem ao seu lado quase todos os outros partidos, 39 ministérios, o PAC, o Bolsa Família, o José Sarney e o Renan Calheiros. Não sei porque ser contra 30 segundos na TV de uma força política que está começando agora. Talvez eles saibam de coisas que não sabemos”, disse.

Com o estímulo de Marina Silva, senadores contrários ao projeto lançaram um movimento suprapartidário para evitar que a proposta seja analisada com urgência no Senado (como ocorreu na Câmara) e tentar conseguir que só entre em vigor após as eleições de 2014, para que não se faça o casuísmo de mudar as regras durante o jogo.

O movimento de resistência é integrado por Aécio Neves, considerado virtual candidato do PSDB a presidente da República, além de outros senadores do PSDB, do PSB (o governador de Pernambuco e presidente nacional desta legenda, Eduardo Campos, é outro aspirante a presidente da República), PMDB e PDT. A análise política que está se fazendo é de que o projeto prejudica as candidaturas de Marina, Eduardo Campos e Aécio, favorecendo exclusivamente a tentativa de reeleição de Dilma Rousseff e reduzindo o risco de saída de políticos com mandato do PSD para novas legendas.

A luta dos possíveis candidatos de oposição (Aécio, Marina e Eduardo Campos) e do novo partido Mobilização Democrática, criado pela fusão do PPS com o PMN, além de alguns aliados eventuais em outras legendas, é difícil no âmbito do Senado. No Judiciário, por enquanto, tenta-se impedir a tramitação do projeto no Senado, sob o argumento de que é inconstitucional. Há um risco grande de o STF dizer que se trata de assunto interno do Congresso, ou do Senado, eximindo-se assim de entrar no mérito. Aí, ficaria para apreciar a inconstitucionalidade depois da transformação do projeto em lei, se for novamente acionado. Isso deixaria os políticos na dúvida sobre as condições em que poderão atuar os novos partidos, o que seria prejudicial a estes.

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Polaco Goyeneche e Piazzola, combinação perfeita . Nada mais Buenos Aires, nada mais arentino.

Boa quarta-feira.

(Vitor Hugo Soares)

abr
24
Posted on 24-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-04-2013

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DEU NO ESTADÃO

Ariel Palacios, correspondente

BUENOS AIRES – O refúgio financeiro preferido dos desconfiados argentinos, os colchões, estão cada vez mais cheios de dólares que saem do sistema financeiro nacional.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), em média, mensalmente em 2012, US$ 1 bilhão partiu em êxodo do sistema para formar parte daquilo que os economistas na city financeira portenha chamam de “riqueza oculta” da Argentina.

No total, atualmente, os argentinos contariam com US$ 170,7 bilhões nos mais variados refúgios. Mais além do simbólico colchão – cada vez mais king size – os argentinos, para esconder seus dólares recorrem livros nas estantes, potes velhos de conservas e buracos embaixo do assoalho, entre outros.

Além destas alternativas improvisadas, guardam suas economias em lugares ortodoxos como caixas de segurança dentro de território nacional e contas bancárias no exterior.

O volume de dinheiro guardado fora dos bancos nacionais equivale a 40% do PIB da Argentina. O valor já supera em quatro vezes as reservas do Banco Central, que estão em torno de US$ 39 bilhões.

O ato de colocar o dinheiro nos colchões – e fora do país – é um clássico argentino há tempos. Mas, essa tendência acentuou-se desde a crise econômica, política e social de 2001.

Logo antes da explosão da crise em dezembro daquele ano, os argentinos tinham um total de US$ 81,87 bilhões fora do sistema. Desde a crise o dinheiro fora do sistema aumentou em mais de 100%.

Por trás deste fenômeno estão quatro décadas de desconfiança nos governos de plantão (que volta e meia realizavam confiscos) e dos bancos instalados no país (que com frequência fechavam suas portas, deixando os correntistas sem suas economias).

Segundo estimativas, o grau de bancarização dos argentinos é um dos mais baixos do ocidente: em 2010 53% das famílias do país não operam com banco algum.

Na última meia década o dinheiro nos colchões deu grandes saltos, acompanhando os momentos de crises e incertezas políticas. Esse foi o caso do ano 2008, quando o governo Kirchner manteve um duro confronto com os ruralistas.

Nesse ano, o dinheiro fora do sistema aumentou em 23 bilhões. Em 2009, quando a presidente Cristina desatou uma guerra contra a mídia não-alinhada, gerando mais incertezas sobre a segurança jurídica, o volume aumentou em 14 bilhões.

Os analistas afirmam que o volume em 2012 poderia ter sido substancialmente maior ao registrado. Mas, o “corralito verde” (denominação das medidas de restrição para a compra de dólares) provocou uma desaceleração do fenômeno.

Metade do dinheiro fora do sistema estaria nos esconderijos domésticos, afirmam os analistas. A outra metade estaria em contas bancárias no exterior na Suíça, paraísos fiscais do Caribe e no Uruguai.

Uma das alternativas dos argentinos é o de colocar o dinheiro em bancos no Uruguai (país que também foi o tradicional ponto de refúgio de exilados políticos ao longo de quase dois séculos, que ali buscavam a segurança que não obtinham em seu país).

Para fazer isso, as pessoas que moram em Buenos Aires ou sua área metropolitana só precisam pegar um avião e estão em meia hora em Montevidéu. Ou, tomar o ferry-boat no porto de Buenos Aires e desembarcar uma hora depois na cidade uruguaia de Colônia, onde os bancos estão especialmente abertos nos sábados, para atender os argentinos.

Ali, desde milionários, passando por profissionais liberais, comerciantes, autônomos até aposentados colocam suas economias a resguardo. Isto é, desde volume milionários até contas com depósitos de US$ 3 mil.

Nos últimos 40 anos a instabilidade política e econômica da Argentina gerou uma troca constante dos nomes do comando da política econômica que intensificou a desconfiança dos argentinos e os levou a colocar suas economias fora do alcance dos governos e dos bancos.

Nestas quatro décadas a Argentina teve 33 ministros da economia. Coincidentemente, o país também teve 33 presidentes do Banco Central.

O número de presidentes da República foi menor, em um total de dezenove, entre militares, civis eleitos nas urnas, além de civis provisórios colocados pelo Parlamento. Mas, marcados pela constante da instabilidade, somente três completaram seus mandatos.

Os analistas indicam que o motivo para o substancial volume de dinheiro nos colchões não indica uma tentativa de driblar o fisco, mas sim, o temor pela instabilidade econômica do país.

Nestas quatro décadas a Argentina passou por seis graves crises econômicas que incluíram períodos recessivos, confiscos bancários, mega-desvalorizações da moeda e calote dos títulos públicos. Os diversos governos de plantão alternaram fases de políticas estatizantes, privatizações e restatizações.

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