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Posted on 18-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-04-2013


Na foto, mochilas nas costas, os susoeitos do atentado em Boston,
segundo o FBI

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DEU NO IG

O FBI divulgou na tarde desta quinta-feira (18) fotos e um vídeo dos dois suspeitos de ter realizado o ataque na Maratona de Boston , que deixou três mortos e quase 180 feridos. O agente da polícia federal americana encarregado de investigar o caso, Richard DesLauriers, pediu ajuda à população para descobrir as identidades dos dois homens.

As imagens mostram dois homens aparentemente jovens usando bonés de beisebol, vestindo casacos e carregando mochilas ao longo da rota da maratona, circulando em meio à multidão. DesLauriers afirmou que as imagens foram captadas de câmeras de segurança próximas ao local do ataque, momentos antes das explosões.

O homem que usa boné branco, segundo o agente, é visto deixando uma mochila em um local próximo à linha de chegada. “Consideramos que eles estejam armados e sejam extremamente perigosos”, disse DesLauriers, pedindo às pessoas que não se aproximem dos dois homens.

Mais cedo, a mídia americana já havia afirmado, citando fontes não identificadas, que os agentes trabalhavam com a existência de dois suspeitos vistos em imagens capturadas antes das explosões. Na quarta, a informação é de que havia apenas um suspeito .

http://youtu.be/aUT4c3XtWSw

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Grande Milton! Barco adiante, Joaquim!

(Vitor Hugo Soares)

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, Joaquim Barbosa, conhecido pelo julgamento do esquema de corrupção do “mensalão”, foi eleito pela revista norte-americana Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2013.

Barbosa, de 58 anos, ganhou notoriedade no Brasil especialmente no decorrer do julgamento do “mensalão”, esquema de corrupção ocorrido durante o primeiro mandato do Governo de Lula da Silva, cujo julgamento foi realizado no ano passado.

No texto, a publicação brinca com o fato de que, este ano, a máscara de carnaval mais vendida no Brasil não ter sido o rosto de um jogador de futebol ou de um grande astro ‘pop’, mas a de um juiz.

A revista recorda ainda que Barbosa foi o primeiro negro a tornar-se presidente do supremo tribunal do país e que representa o símbolo de um Brasil comprometido com a igualdade racial e o combate à corrupção.

O outro brasileiro que mereceu destaque na revista foi o chef de cozinha Alex Atala, de 44 anos.

A lista de pessoas mais influentes da Time inclui personalidades públicas que vão desde a política até ao mundo artístico e religioso.

( TSF )

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DEU NO JORNAL DO BRASIL ONLINE

Zeca Pagodinho já falava há quase meia hora na coletiva de lançamento de seu novo CD e DVD, Vida que Segue, quando, resignado, pediu um copo de água. Antes que os jornalistas presentes estranhassem, o irreverente cantor se apressou em explicar, dizendo estar constrangido em não pedir cerveja, sua bebida preferida.

“Tomei injeção, estou ruim da garganta, me vê uma água. É só hoje, até eu me vejo constrangido em fazer esse pedido. São ordens médicas. Mas se der bobeira, vou abrir uma escondido”, afirmou.

Foi nesse tom que Zeca lançou Vida que Segue, no qual interpreta, em gravação ao vivo, 19 clássicos do samba. A única inédita é a faixa que dá título à obra. Ao contrário de muitos artistas, Zeca Pagodinho não tem declarações prontas, não é político e não está preocupado em vender sua imagem. Em dado momento, questiona a sua condição de “artista”, já que, como mesmo diz, sai por aí, bebe cerveja e pega ônibus e van, como qualquer pessoa.

“Esse DVD mostra onde comecei com minha paixão pelo samba, pela música brasileira. A partir daí, a vida me levou para esse lado. Não me fiz artista, a vida me fez artista, se é que posso ser considerado artista”, afirmou, em entrevista coletiva na qual apresentou seu novo trabalho.

Na obra, Zeca interpreta grandes sucessos do universo sambista, compostos por nomes lendários como Candeia, Cartola, Mário Lago, Noel Rosa, Ataulfo Alves e João da Baiana, entre outros. Para auxiliar nas interpretações, Zeca tem participações especiais de artistas do naipe de Paulinho da Viola e a Velha Guarda da Portela, Marisa Monte, Yamandú Costa, Hamilton de Carvalho e Roberto Menescal. Da nova geração, Leandro Sapucahy marca presença, numa escalação que conta até mesmo com Xuxa, a Rainha dos Baixinhos.

Estão lá versões refinadas de Gosto de me Enrosco, de Sinhô; Preciso me Encontrar (Candeia), ao lado de Marisa Monte, Yamandú Costa e Hamilton de Carvalho; Diz que Fui por Aí, de Zé Keti; O Sol Nascerá, de Cartola e Elton Medeiros; Foi um Rio que Passou em Minha Vida, de Paulinho da Viola; Trem das Onze, de Adoniran Barbosa; e Aquarela do Brasil, de Silas de Oliveira, entre diferentes clássicos.

“Muita música que está ali eu cantava em casa, mas só sabia o refrão, a parte mais marcante. Na segunda parte, tinha que perguntar à minha mãe, aos meus primos. O grande medo era chegar na hora da gravação e começar a errar”, confessou.

Esse medo era particular por Mascarada, de Zé Keti e Elton Medeiros. No usual tom descontraído, Zeca a apelidou de a canção “lexotan” do disco, pelo temor em não conseguir aprender a cantá-la. Segundo o cantor, a canção foi tão ouvida que seus filhos se cansaram dela e pediam que a faixa fosse mudada.

“Fiquei sem dormir, tive que tomar calmante por causa dela. Não ia estragar uma música que Emilio Santiago e Zé Keti gravaram. E se eu errasse? Mas eu gravei de primeira. Antes, ouvi umas 500 mil vezes. Uma vez fomos para Búzios e as crianças diziam para eu tirar. Elas já sabiam, e eu não” comentou.

Escolher 19 músicas consideradas clássicas em meio a centenas de canções famosas do mundo do samba poderia ser uma tortura para muitos. Não para Zeca Pagodinho. Segundo o cantor, o grande número de músicas colocadas em pauta possibilitou que várias reuniões fossem feitas para se chegar a um número final. E reunião, para Zeca, significa risadas, conversas e muita cerveja.

“A gente sentava para beber, comer e falar do disco. Então, quando não fechava, a gente ia lá de novo. Reunia, conversava e bebia. Gosto quando tem muita música, que aí dá para ter mais reuniões, dá para festejar mais”, salientou.

Zeca tem muitos ídolos no samba e pôde contar, no palco, com boa parte deles na homenagem à Portela, escola de seu coração. Em Foi um Rio que Passou em Minha Vida, dividiu o palco com Paulinho da Viola, autor da canção que exalta a azul e branco de Madureira, e a Velha Guarda da escola. O cantor mostra um brilho nos olhos ao falar dos sambistas antigos da agremiação que mais vezes ganhou o Carnaval carioca.

“Quando a gente vê a Velha Guarda cantando, impressiona. Eles têm a organização própria deles. Há um respeito, uma coisa meio mística, aqueles caras são como entidades. A roupa ajeitada, todos engomadinhos. É uma preciosidade”.

Em 2013, Zeca completa 30 anos de carreira. Questionado sobre as principais lembranças e os altos e baixos de sua trajetória, faz piada com sua predileção por cerveja, lembra de certos exageros, mas garante que faria tudo novamente.

“Quando boto a cabeça no travesseiro, tenho altos e baixos porque bebo muito durante o dia, e tenho altos e baixos à noite. Mas, musicalmente, tenho muitas lembranças boas. Saía e voltava sete dias depois. Mas faria tudo outra vez. Quando conheci o Beto Sem Braço (sambista já falecido), fiquei dois meses sem ir em casa. Na minha, porque ia na dos outros”, contou, arrancando gargalhadas da plateia.

O panorama do mundo é bastante distinto do observado há 30 anos. Especialmente no campo tecnológico. Zeca, no entanto, dá de ombros e, do alto de sua simplicidade, mostra que desconhece completamente o uso da internet e das redes sociais. Quando é informado que tem 500 mil seguidores no Facebook, não parece se impactar muito com a informação.

“Não tenho nem ideia do que é isso. Agora é tanta coisa, é Orkut, é Facebook, que aporrinhação, meu deus… Poderia ser uma coisa só”, observou.

Questionado sobre como se vê daqui a 30 anos, cita a Velha Guarda da Portela como exemplo, e revela um simples desejo. “Quero continuar tomando um belezol [gíria para cerveja]. Se eu ficar bacana, está tudo bem”, completa, saindo aplaudido da entrevista coletiva.

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NELSON BARROS NETO

de Salvador

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) instaurou ontem uma série de sindicâncias para apurar irregularidades no Tribunal de Justiça da Bahia.

Há suspeita de nepotismo cruzado, pagamento indevido de precatórios e de funcionários que viveriam em outros Estados.

Corregedor do CNJ diz que fará “limpeza” no Tribunal de Justiça
Corregedor Nacional de Justiça define cronograma de correições até outubro

As sindicâncias são resultado de inspeção realizada pelo CNJ na semana passada.

Na ocasião, o corregedor nacional de Justiça, Francisco Falcão, prometeu uma “limpeza” na corte. “A notícia que corre o Brasil inteiro é que é o pior tribunal do Brasil. Precisamos esclarecer se isso é verdade”, disse.

O CNJ identificou uma servidora, com salário de cerca de R$ 9.000, que “residiria em São Paulo e não cumpriria o expediente no órgão”.

Lotada no gabinete do desembargador Clésio Rosa, a servidora é filha da desembargadora Daisy Coelho. Esta, por sua vez, abriga uma servidora com salário de cerca de R$ 15 mil que é irmã do desembargador Rosa.

A prática traz indício de nepotismo cruzado –quando uma autoridade emprega parentes de um colega em troca de tratamento recíproco.

Segundo o CNJ, a irmã do desembargador não foi encontrada no local de trabalho no dia da inspeção Ða justificativa era que estava com conjuntivite. Questionado pelos inspetores, o chefe do gabinete disse não ter o celular da servidora. O relatório do CNJ questiona a assiduidade dos assessores dos gabinetes.

O conselho também apontou que o setor de precatórios (dívidas do poder público reconhecidas pela Justiça) do tribunal “está sem controle”.

Os pagamentos indevidos, oriundos do governo do Estado e da Prefeitura de Salvador, somariam R$ 448 milhões. Enquanto isso, segundo o CNJ, há ªdoentes graves e idososº à espera.

A inspeção apontou ainda que cerca de mil magistrados e servidores (14% do total de funcionários) não têm apresentado declarações anuais de bens e renda Ðuma exigência do conselho.

O presidente do tribunal, Mário Alberto Hirs, e sua antecessora, Telma Britto, terão de responder às sindicâncias.

OUTRO LADO

Hirs e Britto informaram que não comentariam os resultados da inspeção porque não foram notificados e porque o relatório ainda é inicial.

A desembargadora Daisy Coelho está em licença-prêmio de 60 dias, até maio, e não foi localizada ontem.

O desembargador Clésio Rosa negou a prática de nepotismo Ðafirmou que as servidoras foram nomeadas em anos diferentes.

Ele negou que a filha da colega more em São Paulo, mas disse que cobra resultados independentemente do local do expediente. Afirmou que a produtividade dos servidores é “baixíssima” quando se trabalha no tribunal.

“No caso dela, eu faço meu voto todo escrito e ela digita e faz as pesquisas”, disse.

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Posted on 18-04-2013
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Aroeira, hoje, no Jornal do Sul

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Lana Bittencourt canta “Além” de Édison Borges e Sidney de Morais, no filme “As Aventuras de Pedro Malasartes”, produção estrelada e dirigida por Mazzaropi em 1960.

Ótima quinta-feira a todos

(VHS)

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