abr
17

DEU NO PORTAL METR1

Depois de muita enrolação, a Câmara Municipal de Salvador finalmente votou – e rejeitou – as contas de 2010 da administração do prefeito João Henrique. A votação começou por volta das 15h e teve a presença de todos os vereadores – embora, no princípio dela, oito deles estivessem ausentes.

A sessão começou com a aprovação do pedido de urgência para o caso do ex-prefeito. Em seguida, o presidente da Casa, Paulo Câmara (PSDB) iniciou o processo de votação. Depois que todos os presentes puseram seus votos na urna, os líderes foram chamados para a contagem. João Henrique precisava de 29 votos para se safar, mas teve “apenas” 25. Sim, 25 edis votaram pela aprovação das contas e contra o parecer do Tribunal de Contas dos Municípios, enquanto 18 vereadores foram a favor do TCM. Assim como no ano passado, a minoria fez valer a vontade do povo.

No ano passado, as contas de 2009 do ex-prefeito também foram rejeitadas, tornando João Henrique inelegível por oito anos. O político, entretanto, jura que será candidato ao governo do estado em 2014. Só não se sabe como.

* Com redação de Felipe Paranhos – Metro1

abr
17


Morte de Martin e tragédia da família comovem americanos

====================================================

Um repórter do Boston Globe lembrava na terça-feira o cartaz que Martin Richard fizera para a escola primária há um ano e que mostrava, orgulhoso, numa fotografia.

Apenas quatro palavras: “No more hurting people” (Basta de feridos). O cartaz era ilustrado por pequenos corações que formavam a palavra “Peace (Paz)”.

Martin, de oito anos, estava segunda-feira na rua para ver o pai cortar a fita de chegada da Maratona de Boston. Quando as bombas explodiram, Martin morreu logo. Ao seu lado, a mãe foi atingida na cabeça e a irmã perdeu uma perna. Estão ambas no hospital em perigo de vida.

(Deu no Diário de Notícias, de Portugal)

abr
17
Posted on 17-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-04-2013

==============================================================

MARIA APARECIDA TORNEROS

Do Rio de Janeiro para o BP

Ataque terrorista em Boston, ameaça de guerra nas Coreias, atentados suicidas no Iraque, terremoto no Irã, descongelamento dos polos terrestres, gripe aviaria contamina humanos na China, desastres violentos com transportes coletivos, no Rio e em Salvador, roubos audaciosos com assassinatos em troca de pares de tênis ou celulares, sequestros relampagos, julgamento dos assassinos da Juiza, dos criminosos do massacre em Carandiru, do ex goleiro Bruno e seus comparsas, as noticias aterrorizantes nos invadem e suprimem nosso real impulso de felicidade.

Talvez, o que nos reste, seja o consolo de que, no mundo pré globalizado, tudo isso acontecia mas a informação era escassa.

Agora, somos bombardeados com os fatos on line, ao vivo, é possivel acompanhar a queda das torres gêmeas em Nova York ou assistir ao resgates de criaturas mutiladas no atentado em Boston. Sem contar os inumeros casos de refens e seus algozes que em dado momento passam a ser estrelas do audio visual, enquanto o publico tenso vai vivenciando um fenómeno da vida moderna: estar plugado num processo extremo, pois ainda se somam as chamadas redes sociais, os smartphones, etc, etc.

Olhar para os proprios umbigos ate parece estranho pois enquanto se produz ou se trabalha, misturam-se em nós, os sentidos aguçados que atraves de adrenalina pura, se armam para viver perigosamente as tensoes e o estresse midiatico, que nos afeta, sem dó nem piedade.

Que sociedade a nossa, consumista das fortes emoções, embalada pela ansiedade cuja dinâmica tem escapes, como o alcoolismo, a obesidade, as diversas dependencias quimicas e emocionais, as lavagens cerebrais e fugitivas, que vao desde as praticas fanaticas de esportes, de religioes, etc, etc.

Uma panela de pressão parece ter sido usada para montar um dos artefatos detonados em Boston, o que demonstra que a segurança humana caminha na vulnerabilidade sutil que perpassa as mentes doentes dos que elegem o terror como caminho covarde para extravasar suas guerras internas , sobretudo sua sede de destruicao, vingança, ódio, ou o que o valha, em atos hediondos, isentos de comiseracao, sem piedade alguma, pois os alvos serao sempre as pessaoas inocentes atingidas porque lhes ocorre a falta de sorte, ao se encontrarem nos lugares errados, na hora errada. Os riscos podem ser calculados em tese, mas torna-se inviável a protecao de todos os cidados de bem, em todos os eventos ou em todas as ocasioes.

Sobram os medos, os esquemas de segurança, as estrategias da inteligencia, a paranoia da suspeicao, os gastos bilionarios com tecnologias ou armamentos detectores da previsibilidade de defesa, enquanto seres mortais e insanos engendram ataques de grande, medio ou pequeno porte, para atingir seus objetivos excusos, que mancham de sangue as calçadas, as escolas, as cidades, os ares, os ceus e a terra por onde caminha uma humanidade perplexa.

Prisioneira de um bem discutivel, que é o excesso agonizante de informação, a soedade americana e a audiencia mundial, se encontram entre surtos quando se irrompem pesadelos e traumas, paralizantes sensacoes de impotencia, atentados assinados por talibã s ou por neuroticos anonimos, por chefes militares engalanados de medalhas, pouco importa, pois os efeitos de bombas nucleares ou bombinhas de fundo de quinal, ao fim e a cabo, sconcorrem para ceifar vidas e mutilar pessoas , em todos os rincoes da Terra, como Afganistao, Iraque, Coreias, Africa, Americas, e na terra do Pentagono, lugar onde o Oscar vai para o efeito mas especial de violência estupida mas lucrativa, tal o poder economico da industria de armas de fogo no pais onde a informacao tenta ser sinonimo de democracia mas virou expressao de panico generalizado.

Maria Aparecida Torneros, jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Cida e colabora com o BP.

==============================================

Este tangaço de Piazzolla vai para você, Patrícia França, Repórter (com R maiúsculo, mesmo) do jornalismo da Bahia, amiga leal, querida e admirada por todos os que pensam e fazem o Bahia em Pauta, neste 17 de abril, data querida de seu aniversário.

Com o abraço forte e do tamanho da nossa amizade, agradecimentos e admiração.

(Vitor Hugo, Margarida e Olívinha, em nome do BP)

====================================================

Dica da jornalista Maria Olívia Soares,com informações do site Salvador Update, para o Bahia em Pauta

Anote na agenda para não esquecer, porque esta é uma dica verdadeiramente: imperdível

Vanessa da Mata faz homenagem a Tom Jobim, no dia 21 de abril, às 16h, no farol da Barra, (ENTRADA FRANCA). Depois, a turnê passa por Recife (28 de abril – Parque Dona Lindu), Brasília (5 de maio – Parque da Cidade Dona Sarah Kubtschek), Porto Alegre (19 de maio – Anfiteatro Por do Sol) e São Paulo (26 de maio – Parque da Juventude). Data, local e horário do show do Rio de Janeiro serão informados…Ver mais
— com Salvador De Bahia Brasile, Naasson Oliveira e Circulô Salvador.

======================================

Enquanto a chuva, com raios e trovões, desabam sobre Salvador, vai aqui nesta quarta-feira de outono em Salvador, um tributo ao poeta e boemio Carlos Sampaio, fonte permanente de inspiração deste Bahia em Pauta.

Atenção para o poema de Sampaio declamado por Wilson Aragão e a vibra.cão do publico no TCA

Saudades

(Vitor Hugo Soares)

abr
17
Posted on 17-04-2013
Filed Under (Charges) by vitor on 17-04-2013


======================================
Jader, hoje, no O CORREIO (RS)

abr
17
Posted on 17-04-2013
Filed Under (Newsletter) by vitor on 17-04-2013


O Senado aprovou, em votação simbólica realizada ontem, 16, o projeto de resolução (PRS 4/2012) que declara nula a resolução da Mesa que extinguiu o mandato do senador Luiz Carlos Prestes e do seu suplente, Abel Chermont. A decisão de cassar o mandato de Prestes, eleito pelo Partido Comunista do Brasil em 1945, foi tomada em 9 de janeiro de 1948. As informações são da Agência Senado.

De acordo com o relator, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), “o projeto repara a inconstitucionalidade e as máculas jurídica e política de um ato antidemocrático de cassação de parlamentar eleito pelo povo”. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) afirmou que o Senado promove um ato de justiça ao aprovar a devolução simbólica do mandato de Prestes.
Em 1945, Prestes foi eleito senador pelo Partido Comunista do Brasil, com 157.397 votos e obtendo a maior votação proporcional da história política brasileira até então. Ao fim do debate, o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) leu carta de Maria Prestes, viúva do líder, que defendeu a devolução dos mandatos de todos os parlamentares comunistas.

abr
17

========================================

OPINIÃO POLÍTICA

Maduro radicaliza

Ivan de Carvalho

Henrique Capriles, principal líder da oposição na Venezuela e candidato a presidente da República derrotado em eleição extremamente controversa pelo presidente chavista Nicolas Maduro por uma diferença de 235 mil votos, muito menos do que o governo esperava, cancelou a manifestação que havia convocado para hoje em Caracas para exigir a recontagem geral de votos.

Capriles diz que tem o registro de mais de 3 mil “incidentes eleitorais” e um balanço de sua campanha afirma que muitos milhares de votos a seu favor não teriam sido computados. O CNE – Conselho Nacional Eleitoral, composto sob a influência avassaladora do ex-presidente Hugo Chávez, recentemente morto – proclamara eleito Nicolas Maduro, desatendendo às reclamações da oposição por uma recontagem.

A conjuntura de forças existente – indo do total controle chavista do Parlamento e da cúpula do Judiciário até o apoio do Exército e da Guarda Nacional ao governo de Maduro assegura a manutenção da proclamada eleição de Maduro e sua permanência no poder, que já assumira com base numa decisão do Tribunal Constitucional totalmente divergente da Constituição elaborada sob o governo de Hugo Chávez.

Claro que há muito de inconformidade, suspeitas e até certezas quanto à lisura dos processos de votação e de contagem dos votos no impulso de protestar e exigir uma recontagem que já se revelara inviável antes a truculência do governo de Maduro ante as primeiras manifestações de protesto, que as forças de segurança reprimiram, com o resultado macabro de sete mortes e 61 pessoas feridas.

A questão é que as eleições puseram a nu um declínio rápido do chavismo (na sua última e recente reeleição, Hugo Chávez já tivera menos vantagem sobre a oposição que em qualquer de suas eleições anteriores). Imaginou-se muito que a comoção gerada pela agonia, morte e funeral teatrais do fundador da imaginosa “revolução bolivariana” impulsionaria Maduro a uma vitória eleitoral acachapante e o governo até vésperas do pleito esteve convencido disso mesmo, ao tempo que a mídia internacional e a mídia venezuelana (esta, muito majoritariamente, governista por convicção, corrupção e pressão) passou esta convicção de ampla vitória ao público.

Este, no entanto, não se deixou influenciar muito, a julgar pelo resultado – mesmo o oficial – da eleição. Foi, para o governo, um anticlímax, uma demonstração de que a Venezuela, políticamente, está dividida, rachada ao meio. A manifestação convocada para hoje pela oposição e cancelada ontem pelo próprio Henrique Capriles não podia ter somente o objetivo de obter uma “auditoria”, isto é, a recontagem dos votos, dada à notória inviabilidade política dessa proclamada exigência.

Buscava-se marcar como duvidosa, suspeita ou fraudulenta a eleição de Maduro, como uma forma de iniciar de dar partida de uma maneira forte à gestão que, justamente ou não, conquistou no pleito e vai exercer durante o mandato de seis anos – salvo acidentes de percurso.
O cancelamento determinado por Capriles, em termos extremamente enérgicos (o leitor pode consultar o noticiário a respeito), visou a evitar mais mortes, pessoas feridas e prisões. Ele disse que o governo quer exatamente isto, mortes, feridos, presos. Evidente que Capriles, como, aliás, chegou a advertir seus partidários, constatando a reação desproporcional do governo aos protestos anteriores, percebeu que ao chavismo agora capenga de Maduro interessa o conflito violento (o governo proibiu a manifestação de hoje) para mostrar força bruta (já que a eleitoral foi menor do que esperava e está sob suspeita) e ter um pretexto para acusar a oposição, como já começara a fazer após os tumultos provocados pelas próprias forças de segurança, de querer dar um “golpe”. Já chama os oposicionistas de “fascistas”.

Maduro enfrenta uma conjuntura de inflação alta, desabastecimento, estagnação econômica e total dependência dos preços do petróleo exportado. Usa discurso e medidas populistas – a exemplo da venda interna de gasolina a preços simbólicos – para agradar a uma parte da população.

========================================

Grão de Amor
Arnaldo Antunes e Marisa Monte
Composição: Carlinhos Brown / Marisa Monte
Me deixe sim
Mas só se for
Pra ir ali
E pra voltar

Me deixe sim
Meu grão de amor
Mas nunca deixe
De me amar

Agora as noites são tão longas
No escuro eu penso em te encontrar
Me deixe só
Até a hora de voltar

Me esqueça sim
Pra não sofrer
Pra não chorar
Pra não sentir

Me esqueça sim
Que eu quero ver
Você tentar
Sem conseguir

A cama agora está tão fria
Ainda sinto seu calor
Me esqueça sim
Mas nunca esqueça o meu amor

É só você que vem
No meu cantar meu bem
É só pensar que vem
Láia laia

Me cobre mil telefonemas
Depois me cubra de paixão
Me pegue bem
Misture alma e coração

=====================================
BOA QUARTA-FEIRA

  • Arquivos