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DEU NO G1

Morreu nesta segunda-feira (15) a atriz Cleyde Yáconis, de 89 anos. Ela estava internada no hospital Sírio Libanês, na região central de São Paulo.

A assessoria do Sírio Libanês havia confirmado a internação, mas não estava autorizada a revelar o quadro de saúde tampouco a data na qual Cleyde havia dado entrada no hospital.

Em julho de 2010, a atriz sofreu uma queda e fraturou a cabeça do fêmur. Na época, Cleyde passou por uma cirurgia no Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e ficou internada por seis dias.

No mesmo ano, ela foi destaque da novela “Passione”, do autor Silvio de Abreu. A atriz interpretou a personagem Brígida. Casada com o rabugento Antero (Leonardo Villar), ela tinha um relacionamento misterioso com seu motorista, Diógenes (Elias Gleiser).

Trajetória

Cleyde Becker Yáconis nasceu em Pirassununga, São Paulo, em 14 de novembro de 1923. De acordo com seu perfil publicado no site da Fundação Nacional de Arte (Funarte), ela cursou enfermagem, com a ideia de se formar em medicina.

Em 1950, foi incentivada por sua irmã Cacilda Becker a trabalhar no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), onde substitui Nydia Licia no papel de Rosa Gonzalez, em “O anjo de pedra”, de Tennessee Williams.

Em 1951, foi premiada como atriz-revelação do teatro paulista pela Associação Paulista de Críticos Teatrais (APCT), pela peça “Ralé”, de Maximo Gorki. De 1950 a 1964 participou de 35 montagens no TBC.

Em 1958, ao lado de Cacilda Becker, Ziembinski, Walmor Chagas e Fredi Kleeman, fundou o Teatro Cacilda Becker, com a estreia de “O santo e a porca”, de Ariano Suassuna. Em 1965, após desligar-se do TBC, viveu a prostituta Geni de “Toda nudez será castigada”, a convite de Nelson Rodrigues.

No cinema, Yáconis estreou em 1954, com “Na senda do crime”, de Flamínio Bollini Cerri. Ela ainda atuou em filmes como “A Madona de Cedro” (1968), de Carlos Coimbra; “Parada 88 – O Limite de Alerta” (1977), de José de Anchieta; “Dora Doralina” (1982), de Perry Salles; e “Jogo duro” (1985), de Ugo Giorgetti.

The Boston Globe – Vídeo das explosões(You Tube)

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DEU NO IG

São Paulo

Duas bombas explodiram nesta segunda-feira (15) perto da linha de chegada da Maratona de Boston, nos EUA, deixando ao menos dois mortos e 23 feridos, informou o Departamento de Polícia de Boston. Citando hospitais, a rede americana CNN indicou que as explosões deixaram 28 feridos. Ainda não está claro o que causou as detonações.

Em coletiVa, a polícia de Boston afirmou que houve uma terceira explosão sem feridos na Biblioteca JFK, mas ainda não há confirmação de que tenha relação com os eventos relacionados à maratona.

oupen Bastajian, um policial de Rhode Island que participava da competição, disse ter visto mais de 20 pessoas com vários ferimentos graves, incluindo membros amputados. “Comecei a correr em direção à explosão, e havia pessoas em todo o chão”, disse. “Começamos a pegar torniquetes e a prender as pernas. Vários amputados … ao menos 25 a 30 pessoas estavam sem ao menos uma perna, ou sem o pé na altura do calcanhar ou sem as duas pernas.”

Por causa das explosões, autoridades desviaram os retardatários da área que ficou sob fumaça no percurso de 40 km da maratona. De acordo com autoridades de Inteligência citadas pela Associated Press, mais dois explosivos foram encontrados no local e foram desativados em explosões controladas. Uma terceira explosão foi ouvida uma hora depois das duas primeiras depois que as autoridades alertaram os espectadores para esperar um forte barulho de um canhão de água.

Competidores e voluntários da maratona choravam ao fugir do caos. Espectadores com sangue nas roupas foram carregados para tendas médicas que haviam sido montadas no local para tratar corredores que passassem mal durante a prova.

“Há muitas pessoas no chão”, disse um homem, cujo número 17.528 o identificava como Frank Deruyter. Ele não ficou ferido, mas voluntários que trabalhavam na maratona carregavam uma mulher – que não aparentava ser uma corredora – para uma tenda enquanto sangue jorrava de sua perna.

Cerca de duas horas depois que os vencedores cruzaram a linha de chegada, houve uma forte explosão na parte norte da rua Bolyston. Outra explosão foi ouvida poucos segundos depois, deixando a praça Copley cheia de fumaça. A corredora Laura McLean de Toronto disse ter ouvido duas explosões de fora da tenda médica. “Há pessoas realmente sangrando muito”, disse.

A polícia em Nova York e em Londres aumentaram as medidas de segurança depois das explosões. O porta-voz chefe da polícia de Nova York, Paul Browne, informou que equipes de resposta crítica foram posicionadas ao redor da cidade até que haja mais informações sobre o incidente. A segurança também foi elevada em hotéis e áreas sensíveis. A polícia britânica afirmou estão sob revisão os planos para a Maratona de Londres, no domingo.

Com AP

http://youtu.be/5k2v1cFeEjI

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Boniteza é issoI Músicas, letras e imagens. Confiram!

BOA TARDE

(Vitor Hugo Soares)


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Cada terra com seu uso…,

por Maria Helena RR de Sousa

Londres é uma cidade misteriosa. Ela não se entrega como Paris, ou como o Rio. Vai sendo descoberta aos poucos. Penetra lentamente em nossa alma. E nunca mais sai. Finca raízes.

Não falo em meu nome. Falo em nome de muitas pessoas que lá moraram ou moram. No início, a dificuldade em se adaptar é enorme. Maior talvez que a área da cidade…

Começando pela língua. Cheguei lá falando inglês para ser surpreendida pelo fato de que achava que falava inglês… Mas aos poucos essa barreira é vencida e aí começam as outras.

No entanto, não conheço quem, tendo morado lá, não se apaixone pelo modo de viver do inglês.

Talvez gostar de sua literatura ajude. E aí estou em muito boa companhia: Jorge Luís Borges era um apaixonado pela literatura inglesa. Que é, realmente, apaixonante.

Os ingleses são surpreendentes. Logo que cheguei, um senhor amigo de minha família, que tinha morado por muitos anos no Rio, onde nasceu sua filha caçula, foi me procurar em meu local de trabalho para me convidar a passar o week-end em casa da família, num vilarejo muito simpático. Deu-me um cartão com tudo anotado: o trem que eu devia tomar, em qual estação, que tipo de agasalho levar e, para minha enorme surpresa, duas passagens de trem, a da ida e a da volta! Fiquei muito sem graça, queria recusar as passagens, mas pelo espanto em seus olhos, vi logo que isso seria mal visto. Aceitei.

Outro, casado com uma brasileira, tinha a casa praticamente aberta para brasileiros. Com uma regra: ou falava-se inglês se houvesse algum inglês presente, ou falava-se português, nada de misturar as duas línguas. Ele ria muito dos brasileiros que por morarem um período em Londres saiam de lá falando parking em vez de estacionamento e bookar em vez de reservar. Dizia sempre que se havia correspondente em cada língua, não havia motivos para essa tolice.

Foi uma ótima lição.

Pena que o brasileiro não adote esse amor à sua língua e ao que é nosso. Lojas com nomes como New Époque, Le Cappeli, termos como planta em vez de fábrica, massivo em vez de maciço, kisses em vez de beijos, francamente, é patético.

Dizia esse amigo que nesse ponto devíamos baixar a cabeça para os argentinos. Sua língua era um orgulho pátrio. O tango venceu em espanhol e até no mais legítimo lunfardo. Não foi preciso dizer Return em vez de Volver, como tivemos que fazer em Waters of March

O que é verdade. Tenho prima casada com argentino. Têm um filho de 12 anos. Pois o menino é fluente nas duas línguas e não mistura alhos com bugalhos. Aprendeu ambas e se expressa muito bem, por escrito ou oralmente, nas duas. Com uma exceção, segundo o pai: não sabe torcer em espanhol. Futebol, só em português.

Maria Helena RR de Sousa. cronista e articulista, mora no Rio de Janeiro, de onde colabora com o Bahia em Pauta

DEU NO PORTAL A TARDE

A polícia prendeu na noite de ONTEM, 14, uma mulher de prenome Scarlet, acusada de matar o estudante de produção cultural da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Itamar Ferreira Souza, de 27 anos. Um adolescente de 17 anos já tinha sido apreendido e Ricardo Hohlennerger dos Santos preso por envolvimento no crime. A polícia busca um homem conhecido como Índio, que também teria participação no crime. Os quatro são moradores de rua.

O corpo de Itamar foi encontrado neste sábado, 13, dentro de uma das fontes da praça do Campo Grande. A polícia trabalha com a hipótese que Itamar foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte), já que ele carregava uma mochila com tablet, celular e outros pertences, que não foram encontrados.

Itamar estava acompanhado de um homem quando os dois foram abordados pelos moradores de rua e espancados. Em seguida, eles foram jogados na fonte. De acordo com a polícia, ao perceber que Itamar estava acordando, o adolescente teria jogado uma pedra na cabeça do estudante.

O corpo do universitário foi enterrado domingo. O jovem estava com formatura prevista para setembro deste ano.

abr
15
Posted on 15-04-2013
Filed Under (Charges) by vitor on 15-04-2013


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Sinfrônio, hoje, no Giário do Nordeste (CE)

abr
15


Maduro comemora com eleitores em Caracas

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DEU NO GLOBO.COM

CARACAS — Com 99,12% das urnas apuradas, e após uma espera de mais de quatro horas, o Conselho Nacional Eleitoral divulgou na madrugada desta segunda-feira a vitória do candidato Nicolás Maduro, como novo presidente da Venezuela. O candidato chavista teve 50,66 dos votos e o opositor Henrique Capriles ficou com 49,07%. Participação dos eleitores foi de 78,71%.

– Hoje podemos dizer que temos uma vitória eleitoral justa, legal, popular – afirmou o candidato logo após a divulgação dos resultados, em um palaque em frente ao Palácio Miraflores.

Os centros de votação começaram a fechar às 18h (19h30 de Brasília) após 12 horas de votação. Segundo as Forças Armadas, 43 pessoas foram detidas.

– Depois de uma intensa jornada eleitoral, queremos felicitar o povo venezuelano por uma jornada de votação tranquila e pacífica que decidiu o destino do país – afirmou Tibisay Lucena, presidente do CNE.

Antes de votar, Maduro convocou uma coletiva de imprensa transmitida ao vivo pelos principais canais públicos, onde aproveitou para reiterar suas promessas de campanha. A transmissão, no dia da votação, provocou indignação nas redes sociais. Os chavistas também fizeram uma força-tarefa para levar os partidários às urnas. Na chamada operação reboque, foram disponibilizados transportes para eleitores que apoiam o candidato governista e até ligações telefônicas estão sendo feitas para que nenhum chavista deixe de votar.

O candidato do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e presidente interino desde a morte de seu mentor, em 5 de março, iniciou sua carreira política longe dos quartéis, ao contrário de muitos dos homens que estiveram perto de Chávez em seus 14 anos de governo. Maduro foi motorista de ônibus e piloto de trem do metrô de Caracas, além de líder sindical. Conheceu o então tenente-coronel Hugo Chávez durante sua prisão, após o levante militar de 1992. Como muitos outros dirigentes de esquerda, buscou aproximar-se do oficial, que começava a surgir como liderança opositora. Foi nessa época que conheceu sua mulher, Cilia Flores, atual advogada-geral da nação e, em 1992, uma das defensoras de Chávez.

Maduro sempre foi um soldado leal à revolução de Chávez. Hoje, diz ser seu “filho”, e atribui a ele tudo o que aprendeu sobre política. O atual presidente venezuelano nasceu em Caracas, numa família humilde que vivia na favela de El Valle. Não tem estudos universitários, e sua falta de formação acadêmica é um dos pontos mais questionados de seu currículo pela oposição. Nos últimos dias de campanha, o candidato do PSUV cometeu alguns erros de geografia, o que redobrou os ataques opositores.

Durante todo o tratamento realizado por Chávez para combater um câncer diagnosticado em junho de 2011, Nicolás Maduro acompanhou o presidente e sua família. O então ministro das Relações Exteriores da Venezuela, cargo para o qual foi designado em 2006, esteve com ele em Cuba e foi um dos poucos que tiveram acesso à intimidade do chefe de Estado. Aos 50 anos, Maduro tornou-se braço-direito do “comandante supremo” da revolução alardeada por Chávez e, em dezembro de 2012, foi escolhido seu sucessor.

Durante a campanha, Maduro recebeu o apoio de líderes como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente argentina, Cristina Kirchner. O candidato do Palácio de Miraflores tem um excelente relacionamento com muitos governos da região, principalmente de Brasil, Argentina, Bolívia, Peru e Cuba, o que lhe garante um importante respaldo. E, internamente, ganhou o polêmico apoio das Forças Armadas.

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A voz e a maravilhosa interpretação de uma artista que foi premiada como a melhor voz feminina da Cuba.No mundialmente famoso Cassino de Palm Beach, en Cannes, em uma de suas passagens pela Europa, dividiu o palco com a legendaria Edith Piaf.

En 1963, a Academia de Artes John F. Kennedy de Hollywood lhe concedeu o prêmio Golden Palm de Melhor Bolerista Latinoamericana. Em 31 de outubro de 1964 fez uma histórica apresentação no Carnegie Hall de New York.

Confira e ótima segunda-feira

(Vitor Hugo Soares)

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OPINIÃO POLÍTICA

Querem nos enganar

Ivan de Carvalho

Lá vem outra vez a mesma história – instituir o financiamento público das campanhas eleitorais, coisa defendida pela grande maioria dos partidos, ansiosos em por mais fundo as mãos nos bolsos dos contribuintes.

E vem na sua forma radical – o financiamento público exclusivo de campanha, proibindo-se absolutamente contribuições privadas voluntárias, seja de pessoas físicas, seja de pessoas jurídicas, contribuições estas que passariam a ser tipificadas como crimes.

O ex-presidente Lula chega à fórmula mais radical, ao defender que o crime de doação para campanha eleitoral seja inafiançável. Já existe até o slogan da campanha – “É dinheiro sujo”.

O ex-presidente Lula. Exatamente ele, que não somente se elegeu por duas vezes com esse “dinheiro sujo”, como, a respeito da primeira dessas vezes, admitiu que o “dinheiro sujo” entrou na campanha do PT não somente na forma legal, prevista em lei e declarada à Justiça Eleitoral, como também na forma ilegal conhecida como Caixa Dois. Para dizer que não houve Mensalão, mas “apenas” Caixa Dois de campanha, ou “dinheiro não contabilizado”.

O PT realiza amanhã, em São Paulo, o ato inicial da campanha pelo financiamento público exclusivo ou proibição total de contribuições privadas para as campanhas eleitorais (são duas formas diferentes de dizer a mesma coisa). Os eventos seguintes serão em Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O partido pretende colher 1,5 milhão de assinaturas de eleitores para a apresentação de um projeto de lei de iniciativa popular que altere a legislação eleitoral e crie o novo crime.

Vamos raciocinar um pouco sobre alguns aspectos da pretendida alteração legal. Hoje, não existe o financiamento público de campanha, o contribuinte de impostos gasta somente com os custos da eleição, o que é natural numa democracia, mas nem um centavo lhe sai do bolso para encher bolsos de candidatos e cofres ou contas bancárias de partidos. Para que nada fique sem ser dito quanto a este ponto, assinalo que a União faz uma renúncia fiscal em troca do tempo obrigatoriamente cedido pelas emissoras de rádio e televisão para a campanha eleitoral eletrônica supervisionada pela Justiça Eleitoral.

Bem, pois agora quer o PT – e querem outros partidos, não necessariamente todos, mas quase – que o contribuinte seja obrigado a pagar as campanhas deles. E por como criminosa, na lei, contribuições privadas às campanhas eleitorais, o que, segundo o presidente nacional do PT, Rui Falcão, é a “melhor maneira de combater a corrupção”. E aparece um senador petista, Jorge Viana, querendo que se faça “a lei do dinheiro limpo”. Os R$ 112 milhões da campanha de Dilma declarados ao TSE foram “dinheiro sujo”? Perguntar não ofende e o senador pode responder.

Ora, se fazem o que querem, certamente não haverá mais doações privadas legais. A lei deixaria de admiti-las. O dinheiro para o financiamento das campanhas eleitorais seria, na teoria, exclusivamente dinheiro público – o que iria pesar no orçamento público (precisarão de financiamento desde as campanhas para presidente da República até as campanhas para vereador) e seria retirado do bolso do contribuinte, acabando mesmo por aumentar mais um pouco a espantosa carga tributária já suportada pela sociedade brasileira.

Mas se as contribuições legais privadas estiverem eliminadas, o mesmo não ocorreria com as ilegais. O “dinheiro não contabilizado” ou Caixa Dois continuaria. Hoje já é crime, continuaria sendo crime, talvez com pena agravada. Mas nada disso eliminaria a prática, no país da impunidade, onde um e outro caso de punição de crimes desse tipo só confirmam a regra geral. O financiamento público de campanha, exclusivo ou não, de nenhum modo contribuirá para reduzir a corrupção na administração pública e no relacionamento desta com instituições privadas, principalmente empresas, mas não só.

Outros são os objetivos, não combater a corrupção. Para isto, estão se lixando. E querem nos enganar, nos fazer de bobos. Pelo modo como têm partidos e políticos insistindo nessa história de financiamento público exclusivo de campanha, acabará acontecendo.

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