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Um estudante de Produção Cultural da Escola de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Ufba) foi encontrado morto na manhã deste sábado, 13, no Campo Grande. De acordo com a Superintendência de Telecomunicações das Polícias (Stelecom), o corpo do jovem foi encontrado próximo a uma fonte da famosa praça de Salvador.

Ainda não há informações sobre as circunstâncias da morte de Itamar Ferreira Souza. O pai dele, Manoel Souza, acredita que o filho foi vítima de latrocínio (roubo seguido de homicídio). “Esses marginais que não querem trabalhar tiram a vida de pessoas que são o futuro do país. Meu filho tinha todo um futuro pela frente. É uma dor que não tem limite”, desabafou em entrevista para uma emissora de televisão.

De acordo com a família, Itamar carregava uma mochila com tablet, celular e outros pertences. Os objetos não foram encontrados. Ele ligou para a família por volta de 22 horas desta sexta e disse que estava em um bar com amigos.

Em seu perfil no Twitter, o jovem, que é homossexual, lutava contra a homofobia.

Repercussão – Professores da Faculdade de Comunicação da Ufba (Facom) lamentaram a morte do jovem através das redes sociais. “Hoje, foi encontrado morto um aluno da Facom, na Praça do Campo Grande. Itamar Souza, um menino inteligente, doce. Possivelmente, mais uma vítima do ódio aos homossexuais”, disse o professor Wilson Gomes em seu perfil no Facebook.

“Quantos amigos, filhos, irmãos precisamos ainda perder para a brutalidade antes que qualquer voz, qualquer ato de ódio aos homossexuais seja considerada intolerável e incompatível com os nossos valores? Triste.”, completou Wilson Gomes.

(Com informações do portal A Tarde)

http://youtu.be/Q-qy2Z_j58A

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Flower Festival by Rudolf Nureyev and Maria Tallchief (1962)

Maria, maravilhosa, adeus!

(Vitor Hugo Soares)

abr
13
Posted on 13-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-04-2013


Maria Tallchief: uma lenda do ballet
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DEU NO “PÚBLICO”, DE LISBOA

A bailarina americana de origem índia Maria Tallchief, estrela do New York City Ballet e que foi mulher de George Balanchine, morreu na quinta-feira, aos 88 anos, na sua casa em Chicago. Foi o grande nome do ballet dos Estados Unidos, do mesmo modo que Margot Fonteyn o foi em Inglaterra e Galina Ulanova na União Soviética.

Maria Tallchief – cuja morte foi anunciada pela família, na sexta-feira – nasceu a 24 de Janeiro de 1925 no seio da tribo Osage, em Fairfax, Oklahoma, filha de pai índio nativo americano e mãe de origem irlando-escocesa. Começou a estudar bailado desde cedo, com a sua irmã Marjorie. E continuou a fazê-lo quando, aos oito anos, se mudou com a família para Los Angeles. Aqui teve como mestres, entre outros, a irmã do famoso Vaslav Nijinsky, Bronislava. Aos 17 anos, Maria Tallchief atravessa pela primeira vez o Atlântico, para ingressar no Ballet Russo de Monte-Carlo, onde depressa se tornou uma das principais solistas da companhia.

O encontro com George Balanchine aconteceu em 1946 Tallchief casa-se mesmo com o grande coreógrafo russo, mais velho que ela 21 anos. Acompanha-o, no ano seguinte, no ingresso na Ópera de Paris, mas logo em 1948 regressa com ele aos Estados Unidos, onde ambos se dedicam à fundação do New York City Ballet.

Maria Tallchief torna-se a protagonista de Pássaro de Fogo, de Stravinsky, a rainha de O Lago dos Cisnes e a fada de O Quebra-Nozes, ambos de Tchaikovsky, a Eurídice de Orfeu, sempre sob a direcção do seu marido – de quem viria a divorciar-se em 1950.

Apesar da separação, Maria Tallchief manteve-se no New York City Ballet até meados da década de 1960, tendo paralelamente trabalhado como bailarina convidada em companhias como o American Ballet Theatre, de novo o Ballet Russo de Monte Carlo, ou o Ballet da Ópera de Hamburgo, em 1965, ano em que decidiu abandonar os palcos. Mas isso não significou o abandono do mundo do bailado. Em 1981, Maria Tallchief fundou, com a sua irmã Marjorie, o Chicago City Ballet, que dirigiu durante seis anos.

Sobre a carreira de Maria Tallchief, o bailarino e coreógrafo americano Jacques d’Amboise, em declarações ao The New York Times, comparou-a aos nomes das grandes estrelas Margot Fonteyn e Galina Ulanova. “Quando pensamos no ballet russo, ele é Ulanova; no ballet britânico, é Fonteyn; no ballet americano, é Tallchief. Ela foi grande entre as maiores.”

No momento do anúncio da morte de Maria Tallchief, a sua filha, a poeta Elise Paschen, declarou, em comunicado citado pela AFP: “A minha mãe era uma lenda do ballet, e tinha orgulho na sua origem índia. O seu dinamismo iluminava a cena. A sua paixão, o seu comprometimento com a sua arte e a sua devoção à família vão-me fazer muita falta. Ela colocou a barreira muito alta, procurava sempre a excelência em tudo o que fazia”.

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CRÔNICA/

Um brinde às Três Marias

Janio Ferreira Soares

CRÔNICA/ GENTE

Da minha infância lembro bem de Ernesto, um rapaz que andava delicadamente pelas ruas de Glória, e de Cícero, um mulato afeminado que morava na casa de minha avó. Os dois eram zoados abertamente pelos meninos e mais discretamente pelos adultos. Também recordo que tinha um pé-atrás com certos padres que gostavam de passar seus dedos ainda cheirando a galinha assada em minha cabeça, embora na sequência, alertado pelo lado beato da consciência que dizia ser pecado mortal desconfiar de reverendos,mudasse rapidamente de opinião com medo de arder para sempre nas chamas rubras do quinto dos infernos. Quanto às mulheres, elas existiam, sim, e levantavam suspeitas. Solteironas, passavam grande parte do tempo na igreja de Santo Antônio, ora orando para serem absolvidas das tentações, ora implorando a consumação do amaldiçoado desejo de roçar seus lábios em lábios tão delicados quanto os seus.

Mais tarde, já adolescente em Paulo Afonso, toda vez que eu passava em frente ao Hotel Cacique, um sujeito que lembrava Stanley, o Magro da dupla com o Gordo, me mandava beijos com sua boca banguela e piscava seus olhos orientais para mim. Eu apenas ria e seguia em frente. Seu apelido era Zé dos Pratos e sofria horrores nas mãos da moçada.

No começo dos anos 80, eu fazia Direito na Ufba e certa vez cheguei a São Lázaro com minha velha calça vermelha e um amigo, hoje juiz, sentenciou: “você só não é viado porque seus primos tomaram todas as vagas da família. Mas é fresco!”. Ele defendia a tola tese de que em toda família havia uma cota reservada para homossexuais e, se algum fosse muito afetado, o próximo da fila perderia a sua vez.

Os fatos acima aconteceram numa época em que “homo” e “fobia” ainda dormiam em camas separadas e nem imaginavam que um dia se juntariam para nominar essa turma que quer porque quer impedir casais do mesmo sexo de tomar um bom pinot noir nessas luminosas noites de outono, seja brindando à vida, ao amor ou àquelas três estrelas alinhadas que misteriosamente são chamadas de Marias.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco.

abr
13
Posted on 13-04-2013
Filed Under (Charges) by vitor on 13-04-2013


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Simanca, hoje, no jornal A Tarde


Eduardo Campos, cidadão baiano, dá o que falar

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ARTIGO DA SEMANA

Eduardo Campos, o baiano

Vitor Hugo Soares

“Eduardo Campos vem aí”. Espalhava-se aos quatro cantos e becos de Salvador, com euforia incontida de uns e preocupação mal disfarçada de muitos, a notícia, confirmada até o meio dia de ontem(12), de que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, e nome de peso no tabuleiro da sucessão presidencial em 2014, desembarcaria no começo da próxima semana na cidade da Bahia.

O líder pernambucano chegaria com agenda cheia na quinta-feira, 18, na “área sagrada da Bahia de Todos os Santos e de quase todos os pecados” ( na definição feliz do falecido escritor e jornalista Nelson Gallo). Viria em viagem de prospecção estratégica nos sensíveis e minados terrenos da economia e da política locais.

De manhã, na Associação Comercial da Bahia, mais antiga e simbólica entidade corporativa do gênero na América Latina – ativamente atuante desde a Guerra do Paraguai ou da grande seca de 1900 no Nordeste -, o político e candidatIssimo até aqui, à sucessão da presidente Dilma Rousseff, iria fazer palestra e debater com os empresários sobre gestão governamental e conjuntura econômica do País.

À tarde, na Assembléia Legislativa, em ato político cujos preparativos já começam a fazer tremer o solo do Centro Administrativo da Bahia (CAB) – com reflexos mais que evidentes, apesar dos disfarces, no prédio próximo da governadoria estadual, onde manda o petista Jaques Wagner -, o neto socialista e herdeiro político de Miguel Arraes receberia o título de Cidadão Baiano.

Para a noite, estava marcado “uma conversa” e debate com estudantes, na Universidade Jorge Amado.

Estranhamente, mesmo para os padrões da política baiana, telefonemas começaram a ser disparados, desfazendo convites e tudo antes acertado para a visita do dia 18.Depois da 15hs de ontem, O PSB baiano distribuiu uma nota via redes sociais:

“A entrega do Título de Cidadão Baiano ao governador do Estado de Pernambuco e presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Eduardo Campos, que aconteceria na próxima quinta-feira (18), no Plenário da Assembleia Legislativa, foi adiada, em princípio, para o dia 24/04.
De acordo com assessoria do deputado estadual Cacá Leão, proponente da homenagem, o governador pernambucano informou que estará em uma reunião extraordinária na cidade de Washington (EUA)”.

Ponto final? A conferir!Afinal, ontem, sexta-feira, o governador estava na capital americana, onde, na véspera, falou sobre sua gestão , como noticia o Diário de Pernambuco. Estranho, não?

Enquanto isso, “prepare seu coração”, como recomendam há décadas os versos imutáveis de “Disparada”, a canção militante de Geraldo Vandré. As simples preliminares da visita, nos últimos dias da política baiana, nordestina e nacional, fazem da visita de Campos à Bahia, semana que vem ou em outra data, um acontecimento especial e revelador(mesmos nas questões e motivações escondidas) no célere e antecipado calendário das movimentações prévias com vistas a 2014.

Desde já, a visita de Campos demonstra poder de fogo, força política e interesse jornalístico ainda maiores que os recentes avanços da presidente Dilma (decidida a disputar a reeleição para permanecer por mais quatro anos como ocupante do Palácio do Planalto) nos seus comícios-inaugurações na região Nordeste, naco do universo eleitoral do País mais acerbamente disputados até agora.

Ao jornalista que assina estas linhas informativas e de opinião (nascido nas barrancas baianas do Rio São Francisco cujas águas cortam Bahia e Pernambuco), o ambiente de efervescente movimentação destes dias, tudo isto lembra as campanhas embaladas pelo frevo “Arraes Taí”, nas grandes campanhas nordestinas comandadas pelo avô de Campos.

Recorda, igualmente, as agitadas e polêmicas arregimentações do tempo do aviso “Pinto vem aí”, conduzidas na baiana e heróica cidade de Feira de Santana das lutas eleitorais e contra a ditadura, pelo ex-prefeito , arrancado a força do cargo, e depois deputado Chico Pinto, resistente e brilhante parlamentar do Brasil. Feitos que até resultaram no filme “Pinto vem aí”, do saudoso cineasta-documentarista, Olney São Paulo, premiado no primeiro Festival de Curta Metragem do Jornal do Brasil.

“Isso é passado”, dirão alguns, com certa razão, mas com prejuízo evidente da memória, que sempre deixa grandes lições para os que acreditam e confiam na história.

Voltemos então ao presente, às vésperas da anunciada visita do mais novo cidadão baiano à capital, para receber com pompas e circunstâncias o título aprovado na Assembléia por indicação do jovem deputado Cacá Leão, do PP.

O impacto político da visita anunciada, além do adiamento na data inicial prevista para a próxima semana do governador de Pernambuco, até já causou o primeiro estranhamento sério entre o PT e o PSB, forças fundamentais de apoio ao governo petista no Estado. O governador Jaques Wagner, provavelmente “por simples acaso ou coincidência”, sugeriu às vésperas da chegada do colega Eduardo Campos em seu terreiro: “só haverá espaço para um presidenciável do governo na eleição de 2014”.

A senadora socialista Lídice da Mata – ex-prefeita de Salvador, nome de maior embocadura política e eleitoral do PSB para a sucessão de Wagner e para dar densidade a um eventual palanque presidêncial do governador pernambucano , embora uma das mais presentes e firmes aliadas do governador baiano até aqui – não gostou do que ouviu do Palacio de Ondina.

Lídice reagiu, de imediato, em entrevista candente concedida à jornalista política Patrícia França, publicada esta semana no jornal A Tarde. A senadora discorda de Wagner e aponta pelo menos dois nomes que ela vê com plenas condições de disputar a presidência e que, segundo ela, não podem ser acusados de “traidores ou inimigos do governo”: Marina Silva e Eduardo Campos”.

Na defesa do presidente nacional de seu partido, Lídice foi incisiva e sem meias palavras:

“O governador de Pernambuco é um socialista. Não é ingrato nem traídor. Não se pode pegar a história de Eduardo Campos, que ajudou a eleger Lula, foi seu ministro, e trabalha pelo governo Dilma, e dizer que é um candidato de oposição”.

Xeque mate! Quem atira a próxima pedra, antes de Eduardo Campos desembarcar na Bahia?

Em tempo: muito estranha mesmo esta trânsferência da data inicial para a visita de Eduardo Campos.O tempo seguramente vai revelar o que a mudança esconde de fato.

A conferir.

Vitor Hugo Soares, jornalista, edita o Blog Bahia em Pauta em Salvador.

E-mail: vitors_soares1@terra.com.br

http://youtu.be/wZu0GCqQvjM

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Do Blogbar do Fontana – Nos balcões dos bares da vida – para o Bahia em Pauta.

Severino Araújo e sua Orquestra Tabajara – 12 Ritmos Brasileiros

PHONODISC 1976 (Gravação original – CONTINENTAL 1959)

Música – “Dora” (Dorival Caymmi)

ÓTIMO SÁBADO A TODOS, COM OS AGRADECIMENTOS DO BP AO POETA PAULISTA DO BLOGBAR.

(VHS)

abr
13

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OPINIÃO POLÍTICA

Apoio, dengue, Imbuí

Ivan de Carvalho

1A. Uma notícia boa. De acordo com nota do jornalista baiano Leonel Rocha, na revista Época, o PP da Bahia, comandado pelos deputados Mário Negromonte e João Leão, avisou ao governador Jaques Wagner que o partido apoiará um candidato petista ao Palácio de Ondina, desde que ele seja o senador Walter Pinheiro. O PT, que bom, tem a chance de ganhar o apoio do PP se escolher Pinheiro para candidato a governador.

1B. Uma notícia ruim. O candidato preferido pelo governador Wagner à sua sucessão, como sabem Deus e o mundo, não é Pinheiro, mas o deputado Rui Costa, chefe da Casa Civil do governo e ex-secretário de Relações Institucionais. Costa é amigo-irmão de Wagner desde os tempos de sindicalismo no Pólo Petroquímico de Camaçari.

O senador Walter Pinheiro, que numa análise fria tem alguns trunfos para acabar sendo o candidato do PT à sucessão de Wagner (entre eles, o principal, mas não o único, é a vantagem do recall de duas eleições majoritárias recentes, uma para prefeito de Salvador, em 2008, perdida e outra para senador, em 2010, vitoriosa), não somente não é o nome predileto do governador como está muito longe disso.

Pinheiro também não é o nome preferido do ex-presidente Lula. Na época que explodiu o escândalo do Mensalão e o governo petista de Lula, então no seu primeiro mandato, foi aplastrado ao rés do chão, o na época deputado federal Walter Pinheiro, que tinha bastante destaque na bancada, não deu um pio em solidariedade ao chefe máximo e a seu governo, intensamente bombardeados pela oposição na CPI dos Correios e em todas as ruas e esquinas do país. Pinheiro chegou até a levantar a hipótese de deixar o PT. Lula nunca o perdoou por uma razão muito simples, já explicitada por Hélio Bicudo, quando falava de seu próprio relacionamento cortado com o ex-presidente: “Ele nunca perdoa”.

Na Bahia, o aspirante a governador preferido e apadrinhado por Lula e pelo próprio comando nacional do PT é o ex-presidente da Petrobras e atual secretátrio estadual de Planejamento, José Sérgio Gabrielli. Mas no momento são escassos, quase esquálidos, os instrumentos com que conta Gabrielli para incrementar sua aspiração de suceder a Wagner. A Ponte João Ubaldo Ribeiro (Salvador-Itaparica) é a única coisa de visibilidade, mas, até onde a vista pode alcançar, só pode ter sua majestade observada mediante recursos digitais ou maquetes.

2A. Uma notícia ruim. A Bahia registrou, nos três primeiros meses de 2013, mais casos de dengue do que a soma de todos os casos notificados ao Ministério da Saúde pelos outros oito Estados nordestinos. Supondo que os nove Estados em foco hajam sido igualmente honestos nas notificações, temos uma situação realmente vergonhosa para a Bahia. Números. O balanço do Ministério da Saúde dá conta de 29.899 casos nesse período na Bahia, o que representa 63 por cento dos casos registrados no Nordeste. Também temos aí um aumento de 60,5 por cento dos casos de dengue na Bahia em relação ao mesmo período (os três primeiros meses) do ano passado. Há uma atenuante? Há. A Bahia tem, tomada isoladamente, mais gente que qualquer outro Estado nordestino. Portanto, tem mais alvos para os mosquitos aedes aegypti infectados. No entanto, vamos combinar: temos muito mais mosquitos também e isto não ocorre graças a Deus.

2B. Uma notícia boa. Conta o site bahiatodahora.com.br que, em seguimento a um processo iniciado em março, houve nova reunião – com a presença do vereador Euvaldo Jorge, do PP – para tratar da instalação do Conselho de Segurança do Imbuí, importante bairro de Salvador, pertinho do Centro Administrativo da Bahia. Estiveram presentes o comandante do 39º CIPM e a delegada titular da 9ª Delegacia de Polícia. O encontro reuniu dirigentes de associações de moradores. Ficou decidido que haverá “reuniões periódicas” para “debater e avaliar ações que possam aprimorar o policiamento no bairro”. A próxima reunião está prevista para segunda-feira.

A notícia parece boa. Mas aparências enganam. Se o bairro do Imbuí está criando um Conselho de Segurança é porque a coisa ali tá preta.

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