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PETROLINA E JUAZEIRO – GERALDO AZEVEDO E MORAES MOREIRA

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA- COLUNA CONTEXTO (OPINIÃO)

Adiberto de Souza

O ‘Velho Chico’ não é mais aquele caudaloso rio que empurrava furiosamente o Oceano Atlântico, espalhando suas águas barrentas por quilômetros mar adentro. Represado para garantir a produção de energia elétrica e seriamente assoreado, em alguns trechos o São Francisco já não assusta ninguém.

O quadro é tão grave que na divisa de Sergipe e Alagoas é possível atravessá-lo montado num cavalo.

Esta situação pode se agravar ainda mais, pois a Chesf deve reduzir a vazão, dos atuais mil e trezentos metros cúbicos por segundo, para apenas mil e cem metros cúbicos por segundo. Lamentavelmente, se continuarem tratando desta forma o moribundo Rio da Integração Nacional, quando o governo concluir as obras de transposição, não haverá água suficiente em seu leito para abastecer os enormes e longos canais. Lastimável!

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