Correição no TJ-BA começou esta segunda-feira,8
Foto:G1 (Ruan Melo)

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DEU NO G1-BA

As unidades administrativas e judiciais do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) são alvos de um processo de correição, feito pela Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desta segunda-feira (8) até a sexta-feira (12). Serão inspecionados denúncias de corrupção, improbidade administrativa, nepotismo cruzado e deficiência de pessoal, além dos setores de precatórios, recursos humanos, de informática, de licitações e de contratos.

O descumprimento de determinações da Corregedoria após inspeção de julho de 2012 na Bahia é um dos motivos da inspeção. “São verificados todos os atos administrativos e judiciais que, por ventura, eles queiram. Após 15 dias, eles fazem um relatório e nos encaminham, mostrando se há alguma deficiência”, explicou o presidente do TJ-BA, o desembargador Mario Alberto Hirs. Na ocasião, a Corregedoria chegou a apontar que a Justiça baiana avançou 40% em quatro anos.
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É a terceira correição realizada na Bahia. Segundo o corregedor Nacional de Justiça, o ministro Francisco Falcão, há a expectativa de contar com o apoio do Tribunal no trabalho.”Precisamos averiguar e, para isso, é que nós estamos fazendo a correição. Não tenho nenhuma dúvida que vamos contar aqui com o apoio”, afirmou.

As deficiências encontradas devem ser corrigidas pelo TJ sob orientação do CNJ. “Quando há alguma falha, algum resultado negativo, eles advertem para que a gente conserte, para que se resolva o problema”, acrescentou o desembargador e presidente do Tribunal.

Segundo o ministro do CNJ, o papel da corregedoria não é só apontar os erros, mas orientar para que as deficiências sejam resolvidas. “Feita a inspeção, vamos ter uma conversa com o presidente, o corregedor do interior. O papel da corregedoria não é só um papel disciplinar, é um papel orientador”.


“Pai Joel”:crise no Bahia o traz de volta

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DEU NO IG

Menos de 24 horas depois de anunciar a demissão do técnico Jorginho, goleado por 5 a 1 no clássico de reabertura da Fonte Nova, contra o Vitória, o Bahia anunciou a contratação de seu novo comandante para a sequência do Campeonato Baiano, Copa do Brasil e Série A do Campeonato Brasileiro: Joel Santana.

“Conheço todos eles, Titi, Toró, Souza… São todos meus filhos”, disse Joel em entrevista ao Fox Sports, citando jogadores com quem já trabalhou. Os jogadores costumam chamá-lo de “Papai Joel”.

Considerado “experiente e vitorioso” na nota oficial divulgada pelo clube, o treinador de 63 anos começa sua quarta passagem no clube.

O tempo de contrato do novo comandante não foi divulgado, mas já está definido que Joel chega ao Bahia sozinho, sem auxiliares ou outros membros de comissão técnica. Em 2012, logo após sua saída do Flamengo, o treinador se afastou do futebol para uma cirurgia no quadril e ficou “lendo, indo ao cinema e conversando com os amigos” no Rio de Janeiro, à espera de um convite.

Sua chegada é aguardada em Salvador para o treino desta terça-feira, quando viaja com a delegação para São Luís, mas não comanda o Bahia na abertura da Copa do Brasil, contra o Maranhão Atlético Clube

abr
08
Posted on 08-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 08-04-2013

DEU NO SITE CONGRESSO EM FOCO

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, fez críticas nesta sexta-feira (5) à Proposta de Emenda à Constituição 37/2011, a PEC 37, que atribui exclusivamente às polícias Federal e Civil a competência para a investigação criminal, além de determinar que o Ministério Público não tem como atribuição conduzir apurações sobre indícios de crime. A proposta foi aprovada em comissão especial, com relatoria do deputado Fábio Trad (PMDB-MS).

Joaquim Barbosa condenou o propósito da PEC 37, de autoria do deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA), ao participar de aula magna na Universidade de Brasília (UnB). “Acho péssimo, péssimo. A sociedade brasileira não merece uma coisa dessas”, afirmou o magistrado, em rápida entrevista a jornalistas que o abordaram no evento, sem explicar as razões para tal opinião.

Defendida principalmente pelos delegados de polícia, a PEC 37 sofre forte oposição tanto do Ministério Público (MP) quanto de diversas entidades da sociedade civil, que a batizaram de “PEC da Impunidade”. Eles entendem que a emenda, se aprovada, aumentará a interferência política em inquéritos policiais (já que as polícias Federal e Civil são subordinadas ao Executivo); retirará da investigação um organismo – o MP – que em praticamente todo o mundo civilizado participa da apuração criminal; e representará um retrocesso no combate ao crime.

Os delegados rebatem, argumentando que o Ministério Público brasileiro acumulou poderes excessivos, e que não pode, ao mesmo tempo, investigar e oferecer a denúncia criminal à Justiça. A investigação, alegam os defensores da PEC 37, fica contaminada quando exercida por quem tem a incumbência legal de acusar.

A palestra de Joaquim Barbosa marcou o início do semestre letivo na UnB. Em meio a intensa tietagem, o ministro falou sobre diversos temas afeitos ao Judiciário para a comunidade acadêmica da UnB. Um dos temas abordados foi o acórdão sobre o julgamento do mensalão, com a condensação de todos os votos dos ministros do STF sobre a Ação Penal 470, documento que ficará pronto nos próximos dias, segundo Joaquim. Trata-se do maior julgamento da história do Supremo, em que políticos como os deputados José Genoino (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP) e o ex-ministro José Dirceu, além do publicitário mineiro Marcos Valério, foram condenados à prisão e ao pagamento de multas milionárias. De 37 réus inicialmente arrolados na ação, 25 foram condenados e 12 absolvidos.

Marco Feliciano

Joaquim Barbosa também fez comentários, sem abordar detalhes ou emitir juízo de valor, sobre a situação do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos sob acusações de racismo, homofobia e até estelionato – ele é réu em ação penal instalada no STF por essa última denúncia. Para Joaquim, a controvérsia do assunto é natural no ambiente de democracia vivido pelo Brasil.

“É simples: o deputado Marco Feliciano foi eleito, pelos seus pares, para assumir um determinado cargo dentro do Congresso Nacional. Perfeito. Os deputados o fizeram porque está previsto regimentalmente. Agora, a sociedade tem o direito de se exprimir – como tem feito – contrariamente à presença dele neste cargo. Isso é democracia”, opinou o ministro, primeiro negro a presidir o STF.

Sara Montiel Duo com Montserrat Caballé “La Violetera”
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Sarita: uma espanhola do mundo

Maria Aparecida Torneros

Sara Montiel, uma espanhola atraente pela arte, beleza e sensualidade.
Conservava seus belos traços alem dos 80 e muitos. Era carismatica, tinha bela voz e intensa interpretacao. Foi grande seu sucesso pelo mundo, atraves da musica e do cinema. Uma estrela de muitos amores e vida bisbilhotada, mae de filhos adotados, muito antes disso virar moda. Sarita, como era chamada cainhosaments, despontou com a jovem violetera, vendedora de flores em Madri, na virada de 1900, em historia cult, onde cantou, dançou e encantou a um publico que se tornou fiel po decadas áquela que retribuiria com glamour, talento e extrema sensibilidade.

Nos ultimos anos, participou de diversos programas de entrevistas em televisao e surpreendia sempre, como por exemplo ao fumar charutos. Excentrica, bela com olhar profundo, Sarita deixa saudades e inesqueciveis interpretações. Passou pela musica espanhola, pelos boleros, pelo tango, sempre com garbo e boa dose de tragedia ou de graça, como é o caso de “polichinela”, cena do filme la viletera em que a jovem Sarita brinca com a marionete, enquanto movimenta nossos sentido em apreciar sua belissima carreira que naquele tempo estava só começando.

Sara Montiel tinha um nome enorme, mas para todo o seu brilho ainda pareceu pequeno. Vaya com Dios, Maria Antonia Alejandra Vicenta Elpidea Isidora Abad!

CidaTorneros, escritora , jornalista e professora universitária de Comunicação, mora no Rio de Janeiro, onde edita o blog da Cida e colabora com o BP.

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Que vida formidável e que golpe triste para a Espanha, para a música e para Hollywood!

Beijos de saudade para a inesquecível Violetera de Madri

(Vitor Hugo Soares)

abr
08

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DEU NO G1

A atriz espanhola Sara Montiel, um ícone de Hollywood, faleceu nesta segunda-feira (8) em Madri aos 85 anos.

Nascida em 10 de março de 1928, Montiel, que também teve uma importante carreira como cantora, é considerada a atriz espanhola mais famosa de Hollywood.

Ela trabalhou em quase 50 filmes, alguns deles de grande sucesso comercial.

De imponente beleza e voz grave e sensual, a atriz, de uma família humilde de Ciudad Real, sul da Espanha, conquistou fama mundial com o western “Vera Cruz”, filmado em 1954 em Hollywood ao lado de Gary Cooper e Burt Lancaster, assim como com “La violetera” (1958) e “A última canção” (1957). Este último é o um dos filmes de maior bilheteria do cinema espanhol.

Sara Montiel, que na realidade se chamava María Antonia Abad Fernández, estreou no cinema com um pequeno papel no filme “Te quiero para mi” (1944), antes de participar em 48 produções até 1974. Em 1975, abandonou a carreira no cinema para dedicar-se à música.

Em um trecho de uma entrevista (sem data) difundida pela rádio pública espanhola RNE, a estrela se definiu como “uma mulher muito tranquila, muito modesta, muito normal”. Em outra entrevista à emissora Onda Cero, a atriz recordou suas experiências em Hollywood, especialmente seu encontro com Marlon Brando, em 1951.

“Fui idiota. Não dei nenhuma atenção a ele. Ele estava com Frank Sinatra fazendo ‘Eles e elas’, e fiquei conversando com ele a tarde toda”, contou. Também contou como conheceu a grande estrela da época, Greta Garbo, diante do jardim de sua casa.

“Estava em minha casa. Eu me levantei tarde porque continuava no fuso da minha vida espanhola. Vivi anos nos Estados Unidos, mas tomava café da manhã ao meio-dia, enquanto todos almoçavam.”

Casada entre 1957 e 1963 com o diretor americano Anthony Mann, um de seus quatro maridos, Montiel, muito cobiçada pelo público masculino, foi a primeira atriz espanhola a fazer sucesso em Hollywood.

Em 1975, abandonou a carreira no cinema para dedicar-se apenas à música, gravando músicas que entraram para a história, como o tango “Fumando espero”, na qual evocava notável elegância uma de suas grandes paixões: fumar charutos cubanos.

Seu segundo marido foi o industrial Vicente Ramírez Olalla. Em 1979, casou-se com outro empresário espanhol Pepe Tous, falecido em 1992, com quem adotou seus dois filhos, Thais e Zeus. Também viveu conhecidos romances com o escritor Ernest Hemingway, o ator James Dean e o próprio Gary Cooper.


João Santana: uma trejetória inusual

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DEU NO IG

Considerado um dos maiores nomes no marketing político da América Latina, o jornalista baiano João Santana Filho consolida sua posição e é reconhecido até pelo sisudo New York Times . Neste fim de semana, João foi o destaque maior da publicação, na página nobre de sua edição de sábado (no Saturday Profile), onde o conceituado jornal americano faz um grande perfil de personalidades internacionais.

Há muito tempo o NYT não dá tamanho destaque ao trabalho de um brasileiro. Por décadas, as eleições presidenciais na América Latina sempre envolveram certas figuras carimbadas da paisagem das tevês a cabo dos Estados Unidos : os consultores políticos americanos. Nos anos 1970, David Sawyer, um pioneiro neste campo, trabalhou para o candidato venezuelano Lorenzo Fernández. (Ele foi trucidado).

James Carville, o ex-conselheiro de Clinton e agora celebridade da mídia, trabalhou para a campanha vitoriosa de Fernando Henrique Cardoso, em 1994, e Tad Gavine, estrategista de Al Gore, ajudou Manuel Zelaya a ganhar a eleição presidencial de Honduras, em 2005. Porém, numa seqüência que reflete o declínio de influência de uma nação poderosa e o crescimento da influência de uma outra, consultores políticos brasileiros começaram a competir com seus colegas americanos, comandando campanhas pela America Latina e outras regiões do planeta. Ninguém encarna melhor esta mudança nos ventos políticos da região do que João Santana.

No ano passado, Santana, 60 anos, um hipercompetitivo ex-letrista de uma banda de rock de vanguarda, que costuma se referir a eleições como “quase um combate sangrento”, logrou o feito incomum de comandar, simultaneamente, três campanhas presidenciais vencedoras : a de Danilo Medina, na República Dominicana; Hugo Chávez, na Venezuela; e José Eduardo dos Santos, em Angola.

Igual a alguns estrategistas que vieram antes dele, João Santana e outros consultores politicos brasileiros também sabem como atrair controvérsias. Enquanto voava incessantemente através do Atlântico para coordenar campanhas na América Latina e na Africa, ele também consolidou, nos bastidores, seu papel como o mais influente conselheiro do PT, o poderoso partido governista brasileiro. Ao ponto de, no seu papel de eminência parda, ser descrito pela revista Veja como “capaz de mapear as fragilidades dos adversários com a precisão de um acupunturista”.

Estes atributos também ganharam foco na Venezuela, onde tanto Chávez, que morreu de cancer no mês passado, como seu oponente, Henrique Capriles Radonski, terem contratado consultores brasileiros, no ano passado. Alguns críticos de Chávez alegaram que foi uma disputa injusta dado o aparato de propaganda oficial que ele dispunha. Um influente blog político venezuelano, o Crônica de Caracas, chegou ao ponto de chamar João Santana de “Svengali”, reconhecendo seu grande domínio neste tipo de disputa.

“Trata-se de um aerógrafo político na sua finura”, disse Juan Nagel, um economista e colaborador do blog, apontando o talento de Santana em suavizar a imagem de líderes como Chávez, cujas credenciais democráticas foram sempre questionadas.

“A receita brasileira é acima de tudo a vitória, não importa que esteja ajudando a eleger pessoas horríveis”, criticou Nagel. Em uma rara entrevista, Santana rebateu esta crítica sobre seu trabalho com Chávez : “o impacto que nossa campanha teve entre os eleitores venezuelanos fala por si mesmo”, devolveu.

Mais recentemente, sem desembarcar equipe em Caracas, Santana está ajudando, de “forma indireta”, a eleição de Nicolás Maduro, herdeiro apontado por Chávez. Um exemplo deste trabalho é um clip que concebeu, chamado “Ele Nascerá de Novo”, retratando Chávez como uma força que permeia a sociedade venezuelana. Em prova que aceita clientes em um amplo espectro político, Santana vai comandar, em 2014, no Panamá, a campanha do candidato presidencial do Cambio Democrático, um partido de centro-direita. Ele também está montando uma sociedade, com uma agência italiana, para começar a fazer campanhas na Europa.

Santana descreve a política como uma atividade que, desde tempos primordiais, envolve teatro, música e mesmo ritos religiosos, e descreve seu ofício com uma pitada de humor : “assim como os psicanalistas ajudam as pessoas a ter sexo sem culpa, nós ajudamos as pessoas a gostar de política sem remorso”. Antes de entrar no teatro da política, João Santana encarou desafios por vários ângulos.

Sentado em uma mesa reservada por ele no Parigi, um restaurante freqüentado pela elite paulista, ele nos descreve uma trajetória inusual. Nascido no interior da Bahia, um estado do nordeste do Brasil, estudou em escolas jesuítas. Fez, depois, uma incursão no mundo da música, fundando o grupo Bendegó, antes de encontrar o seu caminho no jornalismo. Nesta época, o longo regime militar que durou de 1964 a 1985, caminhava para uma tumultuada transição democrática
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abr
08
Posted on 08-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 08-04-2013


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Bruno Aziz, hoje, no jornal A Tarde


Thatcher: a conservadora que revolucionou o Reino Unido

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A ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher, 87 anos, morreu hoje, anunciou o seu porta-voz.Um Acidente Vascular Cerebral (Derrame) causou a morte de uma das mais firmes e poderosas governantes que o mundo já conheceu;

A conservadora Margaret Thatcher, conhecida como a “Dama de Ferro”, governou o Reino Unido entre 1979 e 1990.

“É com grande tristeza que Mark e Carol Thatcher anunciam que a sua mãe, a baronesa Thatcher, morreu esta manhã, após um ataque”, declarou Tim Bell.

Primeira mulher a ser eleita para a chefia de um Governo, Margaret Thatcher (nascida Margaret Roberts, filha de um comerciante de mercearia), foi eleita deputada por Finchley, no Norte de Londres, em 1959, tendo-se retirado da Câmara dos Comuns em 1992.

Ministra da Educação, desafiou e derrotouo primeiro-ministro Edward Heath na corrida à liderança do Partido Conservador em 1975. Venceu as eleições gerais de 1979, 1983 e 1987.

Durante os anos que passou no Governo, Thatcher privatizou vários setores da economia britânica e liderou o país durante a guerra das Malvinas/Falkland, onde marcou uma de suas maiores vitórias militar e política, que contribuiu para humilhar, enfrquecer e pressar a derrubada da sangranta ditadura implantada pelos generais na Argentina)

(Postada por Vitor Hugo Soares, com informações do Diário de Notícias, de Portugal e da Reuters)

Magnificamente, Billie.

Bom começo de semana para todos!

(VHS)

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