abr
03


Daniela Mercury:“Malu agora é minha esposa,
minha família, minha inspiração pra cantar”.
(Instagran)
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DEU NO SITE INFO DIRETAS

A cantora de axé Daniela Mercury postou uma montagem no Instagram com fotos dela e da nova namorada, a jornalista baiana Malu Verçosa. Com imagens carinhosas entre elas e até mostrando as alianças, Daniela postou: “Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar”.

Em pouco tempo, o post já contava com mais de 200 comentários sobre a nova relação da cantora. A maioria deles de fãs apoiando o relacionamento. Além disso, algumas celebridades também comentaram, como a Valesca Popozuda, que publicou em seu Twitter: “Meu status é: apaixonada pela Daniela Mercury, que assumiu publicamente seu casamento com outra mulher! Desejo felicidades ao casal”.

Em fevereiro de 2013, o colunista Léo Dias, do jornal “O Dia”, publicou em sua coluna que Daniela foi flagrada aos beijos com Malu pela ex-namorada da jornalista, Fabiana, que foi assessora de imprensa da cantora. Na época, não houve comentários sobre o caso.

Daniela se separou do empresário italiano Marco Scabia em novembro de 2012. A cantora tem cinco filhos, sendo os biológicos Gabriel, 26 anos e Giovanna, 25, e as meninas Márcia, 14, Analice, 10 e Ana Isabel, 2, adotadas durante o casamento com Marco.

A assessoria de imprensa da cantora não comenta sobre a vida pessoal dela. No momento, Daniela está em Portugal para a realização de alguns shows e deve voltar ao Brasil na semana que vem.


Dilma: festa para Borges no Palácio do Planalto
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A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (3) que César Borges, empossado como novo ministro dos Transportes, traz ao governo sua experiência como administrador e homem público e consolida a participação do Partido da República (PR) na coalizão do governo. Ex-governador da Bahia, Borges deixou o cargo de vice-presidente de Governo do Banco do Brasil para assumir a pasta.

“César Borges consolida a participação do Partido da República na nossa coalizão de governo, o que, para nós, é muito importante, e o faz de forma extremamente qualificada. O PR é um partido que está conosco desde o dia em que o grande brasileiro José Alencar concorreu à vice-presidência da República em dobradinha com o ex-presidente Lula, o que nos levou à vitória nas três eleições que se seguiram”, disse Dilma durante discurso no Palácio do Planalto.

Segundo a presidenta, Borges terá, a partir de agora, a “desafiadora missão” de “transformar o Brasil em um país moderno e eficiente, mais competitivo, cada vez mais justo e desenvolvido”. Ela falou dos desafios na manutenção e duplicação de rodovias e da ampliação da malha ferroviária do país.

Dilma disse que o Brasil nunca teve um “surto ferroviário”, a exemplo de países como os Estados Unidos, a Inglaterra e a Índia, que tiveram seu desenvolvimento baseado na expansão de ferrovias. “Um país que tem uma vocação para produzir minério, para produzir, consumir e exportar grãos, é um país que precisa de uma estrutura ferroviária que corte de Norte a Sul, de Leste a Oeste.”

A presidenta também agradeceu o trabalho de Paulo Sérgio Passos, que comandava o Ministério dos Transportes desde a saída de Alfredo Nascimento (PR) em 2011. Ela encaminhará ainda hoje ao Senado a indicação do nome de Passos para ocupar a diretoria-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “Quero agradecer a Paulo Sérgio Passos, a sua dedicação, sua competência e sua seriedade”, disse

(Com informações da Agência Brasil)

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Uma canção e um filme para não esquecer, como dizia minha mãe,Dona Jandira, sobre o documentário “Jango” ,de Tendler ( um dos únicos que a fizeram sair de casa entes de partir, para ver mais de uma vez no cinema) e da música de Milton Nascimento no filme, em cópia integral, que marcará a abertura da décima oitava edição do Festival “É Tudo Verdade”, no Rio de Janeiro.

Jango (com “seu sorriso de menino”), o político e a personalidade humana, era outra das maiores admirações de dona Jandira.

Um filme imperdível. Sempre.

(Vitor Hugo Soares)


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Antonio Balbino

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DEU NA FOLHA

ELEONORA DE LUCENA

ENVIADA ESPECIAL AO RIO

Quando o filme “Jango” estreou, em 1984, foi um sucesso. A ditadura militar estava se esvaindo, e a campanha pelas Diretas-Já ganhava as ruas. As salas de cinema se encheram e a música da fita -“Coração de Estudante”, de Milton Nascimento- virou a trilha sonora do momento.

Passados quase 30 anos, o documentário de Silvio Tendler é destaque na retrospectiva que o 18º festival É Tudo Verdade mostra a partir desta semana e que inicia as discussões sobre os 50 anos do golpe que derrubou João Goulart (1919-1976) em 1964.

Herdeiro político de Getúlio Vargas, Jango morreu em circunstâncias não esclarecidas, que serão investigadas pela Comissão da Verdade.

Há indícios de que ele tenha sido assassinado pela Operação Condor (ação conjunta das ditaduras da América do Sul), e a exumação de seus restos mortais, autorizada pela família, pode ser feita.

“Jango era o homem das reformas sociais, ele dividia, tinha um estigma forte”, afirma Tendler, ao lembrar hoje os dilemas para a produção do filme, iniciada em 1981.

No ano anterior, ele tinha lançado “Os Anos JK”, sobre Juscelino Kubitschek, e conhecido as pressões de militares sofridas pelo seu produtor, o empresário do setor naval Hélio Ferraz.

“JK era mais unanimidade, pegava bem na classe média, nos industriais. Se eu tinha tido dificuldades com JK, imagina com Jango?”, diz o diretor. Mas o dinheiro apareceu. A primeira cota veio de Denize Goulart, filha de Jango. Ela fez interferências no filme? “Nenhuma”, declara.

A segunda cota foi de um doador que pediu anonimato, mas que Tendler agora revela àFolha. Trata-se de Antônio Balbino (1912-1992), que foi governador da Bahia e ministro nos governos Vargas e Goulart.

“Ele era um advogado muito rico. Quando assinou o cheque, me disse: ‘Estou dando esse dinheiro em homenagem ao doutor Getúlio'”, conta o cineasta.
Para fechar as contas, entraram o empresário Ferraz e os artistas e técnicos envolvidos no trabalho. Em valores de hoje, Tendler calcula que a fita tenha custado cerca de R$ 200 mil.

“Ninguém fez o filme para ganhar dinheiro. Ele nasceu da paixão”, diz. Mas “Jango” acabou dando “muito dinheiro, se pagou em um mês ou dois. Estávamos com 17 cópias pelo país inteiro. Era o filme das Diretas”, recorda

abr
03
Posted on 03-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-04-2013


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Clayton, hoje, no jornal O Povo (CE)

abr
03
Posted on 03-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-04-2013


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DOR

Maria Helena RR de Sousa

“O caso da turista estrangeira que no último sábado foi sequestrada e estuprada por pelo menos três homens após tomar uma van no bairro de Copacabana, zona sul do Rio, não foi um episódio isolado. O número de estupros no Estado cresceu 23,8% em 2012 em relação ao ano anterior”. BBC Brasil, 01/04/2013

O que houve conosco? As estatísticas de estupro no Rio de Janeiro assustam, indignam, revoltam. No ano passado foram 12 por mês. E este ano o número já está maior.

Agora foi o caso da turista americana estuprada com violência e seu namorado espancado por três animais. A notícia voou até o noticiário internacional. O Rio de novo nas capas dos jornais…

O policial civil que participou dos interrogatórios está, visivelmente, chocado com o que ouviu. Tenho certeza que o longo caminho até a detenção será pontuado por homens de bem que ficarão tão chocados quanto o policial que vi hoje na TV.

Os criminosos receberão uma pena adequada ao crime que cometeram? E que não foi a primeira vez? Foi a primeira vez que estupraram uma americana, isso parece que foi.

Não sei se prejulgo, mas das outras vezes será que as delegacias não foram acionadas? Será?

Voltando aos bichos que se satisfazem com o sofrimento das mulheres. É isso que buscam, sim: o sofrimento, a dor, o terror da mulher. São uns monstros.

Quanto tempo eles ficarão detidos? E enquanto detidos, receberão a visita da mamãe, da vovó, da namorada? Elas levarão o celularzinho de praxe para a alegria de seus meninos? Eles poderão sair no Natal?

Sabem o que me angustia muito? Desejar, ao ler notícias desse tipo, que tivéssemos pena de morte. Em seguida fico envergonhada e muito, muito aflita pelo pensamento hediondo que tive. E peço perdão a Deus.

Mas não consigo deixar de pensar: será que Deus perdoa esses animais?

(Maria Helena RR de Sousa, articulista e cronista, colaboradora do Bahia em Pauta, mora no Rio de Janeiro)

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EMILINHA BORBA

DEIXA QUE AMANHEÇA (COMO NOS VERSOS DE BILAC)

SAMBA DE: OSWALDO SANTIAGO.

Lançada pela Continental em maio-junho de 1949, disco 16036-A, matriz? 2041
(informa no You Tube Samuel Machado Filho)

BOA NOITE! ÓTIMA QUARTA-FEIRA!

(vhs)

abr
03

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OPINIÃO POLÍTICA

Não matarás

Ivan de Carvalho

Ao Quinto Mandamento, dado a Moisés no Monte Sinai, a humanidade carregada de imperfeições, males, egoísmo tem feito exceções. Nas guerras, nos assassinatos ilegais, nas penas de morte, nos abortos.

É este último tipo de exceção, legal ou ilegal, ao Quinto Mandamento – que não permeia somente a fé israelita e a fé cristã, mas outras, a exemplo da budista, da espírita – que pretendo abordar hoje neste espaço. Mais uma vez de quantas forem necessárias.

Não é novo que, na subcomissão do Senado Federal que discute mudanças no Código Penal Brasileiro, tramita uma proposta que, entre outras coisas, tenta instituir a permissão legal para que seja praticado o aborto até a 12ª semana de gravidez.

Convém lembrar que no Congresso já tramitou uma proposta com esse conteúdo, da autorização do aborto até a 12ª semana de gravidez. Então, na 25ª hora, um parlamentar menos desatento descobriu que, com mão de gato, se havia retirado a expressão “até a 12ª semana de gravidez”. A consequência disso seria que não haveria limite de tempo de gestação para o aborto, que poderia ser praticado, portanto, até, digamos, uns minutos antes do parto. Então, aquela criancinha que minutos depois estaria no berçário acabaria indo… pense você mesmo.

A descoberta, em cima da hora da votação, do dispositivo mortal abortou (perdoem o trocadilho) a proposta assassina. Ela foi retirada de pauta e não mais reposta. Mas foi uma vergonha e – convém que a verdade seja dita – petistas estavam mergulhados nela até o pescoço. Vale assinalar, para maior evidência, que o 3º Congresso Nacional do PT incluiu entre as diretrizes programáticas da legenda a descriminalização do aborto. E o partido não para de trabalhar para isto.

Alega-se que a mulher tem o direito de fazer o que quiser com o seu próprio corpo. Até certo ponto. Se uma mulher que não sabe nadar estiver na amurada da Ponte João Ubaldo Ribeiro (aquela que liga Salvador a Itaparica) pronta para lançar-se ao mar e, ainda por cima, com uma pedra de bom tamanho amarrada ao pescoço, você, tendo chance, tentará impedi-la, mesmo que à força, contra o “direito” dela de se matar.

Como, então, você poderia reconhecer-lhe o direito de matar, não a ela própria, mas a outra pessoa que temporariamente se abriga no ventre dela, inocente e indefesa, e sem responsabilidade alguma por estar ali? Está cientificamente provado, especialmente após a genética, que, a partir da fecundação, há um novo ser humano em desenvolvimento. Em qual grau de desenvolvimento, não importa.

Incrível que a maioria dos integrantes do Conselho Federal de Medicina e dos presidentes dos Conselhos Regionais de Medicina haja ignorado tudo isto e optado pelo crime do aborto “até a 12ª semana de gravidez”, sob o argumento de que muitas mulheres (eles apresentaram umas contas, que vi na Tribuna da Bahia) morrem por fazerem abortos clandestinos.

Julguei que ao CFM e aos Conselhos Regionais de Medicina cumprisse sugerir uma intensa campanha permanente de conscientização das mulheres e dos pais e outras medidas para evitar abortos, clandestinos ou não – inclusive com o Estado assumindo responsabilidade ampla por apoio psicológico e de outras naturezas às gestantes em situação difícil e assumindo total responsabilidade pelas crianças, se indesejadas por haverem sido geradas em consequência de estupro.

Mas o CFM e os presidentes dos Conselhos Regionais renegam o esforço que justifica a existência da medicina, que é o de preservar a vida. Traem expressamente o juramento de Hipócrates, inspiram-se talvez em Herodes, e optam pela recomendação da morte dos pequeninos, do massacre dos inocentes.

Dificilmente estarão falando em nome da maioria da categoria. Mas a esta cumpre, se for o caso, desautorizar seus detratores, como já o fez, pelo menos – e em termos vexatórios para o CFM – a Associação Médico-Espírita do Brasil.

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