Cesar Borges:ex-carlista (com Neto e Souto)
assume Transportes de Dilma

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DEU NO IG

O ex-governador da Bahia, ex-senador e atual vice-presidente do Banco do Brasil César Borges (PR) substituirá Paulo Sérgio Passos no comando do Ministério dos Transportes. Embora seja um nome da da cota pessoal da presidente Dilma Rousseff, o que desagrada um pouco alguns integrantes do PR na Câmara, que queriam um deputado como ministro, a executiva nacional da legenda não fez restrições a Borges. “O importante é o Ministério ficar com o partido”, afirmou um dos líderes nacionais da legenda ao iG .

A avaliação é de que Transportes volta, agora, para um quadro político do partido. Borges é presidente do PR na Bahia. Passos era contestado pelas lideranças por ser membro de um quadro técnico da legenda. A Secretaria de Comunicação Social não informou a data da posse do novo ministro.

A presidente começou a reforma ministerial no mês passado , com a troca de comando nos ministérios da Agricultura e do Trabalho e nas secretarias de Aviação Civil e de Assuntos Estratégicos. O deputado federal Antônio Andrade (PMDB-MG) substituiu Mendes Ribeiro à frente do Ministério da Agricultura. O secretário-geral do PDT, Manoel Dias , ficou no lugar do de Brizola Neto no Trabalho, e o peemedebista Moreira Franco trocou a Secretaria de Assuntos Estratégicos e assumiu a Secretaria de Aviação Civil.

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abr
01

Bahia em Pauta pública texto escrito pelo jornalista Nelson Barros Neto, correspondente da Folha de S. Paulo na Bahia, e lido na cerimônia de sepultamento de dona Teresinha Barros e Barros (original a começar pelo nome) avó querida do repórter, Domingo de Pascoa, no Jardim da Saudade, em Salvador.

Bela vó! Belo texto-depoimento!

(Vitor Hugo Soares)

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CRÔNICA/DESPEDIDA

A MELHOR VÓ DO MUNDO

Nelson Barros Neto

Também conhecida como a “melhor vó do mundo”, Teresinha Barros e Barros fez a última de suas famosas viagens –ao menos neste plano– por volta das 22h30 deste sábado (30), aos 77 anos, no Hospital Português, em Salvador. A despedida do sem-número de amigos e familiares aconteceu neste Domingo de Páscoa, no Jardim da Saudade, antes de uma cerimônia de cremação ao som de “O que é o que é”, de Gonzaguinha; “Emoções”, de Roberto Carlos; e “Deixa a vida me levar”, de Zeca Pagodinho.
Todas haviam sido exaltadas por ela, há uma semana.

Especial e irreverente até no nome, sempre ria ao contar a história de que não tinha certeza se o seu Teresinha era, afinal, com “s” ou com “z”. Na dúvida, dizia escrever um ‘sí’ com o rabinho do ‘zê’, “enganchado um no outro”.
Vítima de um câncer no pulmão, após quatro dias na UTI, esta autodidata professora de história da arte e, ao mesmo tempo, à frente de cada detalhe de sua casa, na Rua Flórida, também se afirmava “brahmeira” e “capaz de qualquer coisa” se mexessem com alguém “dos dela”.

“Era uma Mulher de verdade, com ‘m’ maiúsculo. Uma das pessoas mais fantásticas que tive a honra de conhecer”, afirmou a publicitária Lara Thomazini, colega de um dos cinco netos, em discurso que deu o tom das várias manifestações de afeto nas redes sociais.
Natural do antigo povoado de Macuco, hoje Buerarema, no sul da Bahia, Teresinha prezava pela generosidade e exibia um tipo apaixonante de rebeldia encantada.

Na adolescência, quase fugiu com o circo que estava na cidade. Vira e mexe, repetia estar “como Deus quer e o diabo gosta”. Em um dos derradeiros contatos com a família, já bem debilitada e sem conseguir falar, pegou uma caneta com a ponta dos dedos e usou o sarcasmo para reclamar da vigília de dezenas no local: “Deixem de ‘bestagem’. Vão à merda!”.

Tinha livros raros e verdadeiros compêndios sobre temas como Renascimento, formação da baianidade e a relação das letras de Chico Buarque com a ditadura militar. Tudo feito à mão.
Eleita “rainha da primavera” na época de colégio, completaria 58 anos de casada no próximo dia 13 com o médico Nelson Barros, professor emérito da Ufba. Ainda deixa três filhos, uma irmã, um milhão de admiradores e um legado incomparável, único, em todas as esferas da vida de quem a cercou. (Nelson Barros Neto)


Nelson Barros Neto

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DICA DA JORNALISTA MARIA OLÍVIA SOARES PARA O BAHIA EM PAUTA (COM INFORMAÇÕES DA TV CULTURA)

O governador da Bahia, Jaques Wagner será o entrevistado desta segunda-feira, ao vivo, às 22 horas, no programa Roda Viva, da TV Cultura, de São Paulo.Em Salvador, o programa é transmitido pela TVE. Na roteiro, o governador Wagner falará das ações do Governo para combater os efeitos da seca, economia e política.Fora do roteiro, tudo pode acontecer. A conferir.

O Roda Vida é mediado pelo jornalista Mário Sergio Conti.

DEU NA FOLHA

NELSON BARROS NETO

DE SALVADOR

O estádio que receberá os jogos da Copa do Mundo e das Confederações em Salvador irá se chamar Itaipava Arena Fonte Nova. A confirmação ocorreu na manhã desta segunda-feira (1º), seis dias antes da partida de abertura. Há duas semanas, a Folha antecipou a informação.

Até hoje, o governo da Bahia e as empresas envolvidas negavam o acordo.

O contrato pelos direitos do nome da Fonte Nova custará R$ 10 milhões por ano até 2023 –totalizando R$ 100 milhões– ao Grupo Petrópolis, do Rio de Janeiro, que controla a Itaipava e outras cinco marcas de cerveja, duas de energético e outras duas de vodca.

A ideia é fortalecer a marca Itaipava no Estado. A companhia está instalando uma fábrica em Alagoinhas (a 108 km de Salvador), onde já existe uma unidade da rival Schincariol. Um acordo semelhante para batizar a Arena Pernambuco também está sendo costurado pela Itaipava.

Porém, nos períodos de competição da Fifa neste e no próximo ano, o nome não poderá ser usado porque a entidade que gere o futebol mundial é patrocinada pela americana Budweiser e não permite a publicidade de empresas concorrentes durante os seus eventos.

A partida inaugural do estádio, no próximo domingo (7), será feita com um jogo entre Bahia e Vitória em que todos os cerca de 41 mil ingressos foram vendidos em menos de três horas, na última sexta-feira (29), quando houve tumulto e seis pessoas feridas na confusão.

A arena era um espaço público e se tornou uma PPP (parceria público-privada) em 2009, quando o consórcio formado por OAS e Odebrecht venceu a licitação do estádio. O presidente do consórcio, Frank Alcântara, afirma que não vê problema em ter a arena associada a uma marca, “seja ela qual for”.

“Porém não vamos descaracterizar o nome Fonte Nova, pois é uma marca forte e deve ser preservada como patrimônio público”, afirma. O Estatuto do Torcedor veta a venda de bebida alcoólica nas praças esportivas do país.

No domingo (7), portanto, haverá venda de cerveja Itaipava sem álcool nas cantinas do estádio. Além disso, como a Ambev já patrocina a seleção brasileira, o futebol da Rede Globo e ações de marketing em clubes como Bahia e Vitória, as marcas acabarão se misturando no estádio.

A Lei Geral da Copa, sancionada em junho de 2012 pela presidente Dilma Rousseff, liberou a comercialização de cerveja no Mundial e na Copa das Confederações.

abr
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Posted on 01-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-04-2013


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Cau Gomes, hoje, no jornal A Tarde (BA)

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OPINIÃO POLÍTICA

Bandidos procuram prisão

Ivan de Carvalho

Se o ex-governador Otávio Mangabeira nada mais houvesse feito – nem mesmo o estádio que recebeu seu nome e o apelido de Fonte Nova e no qual, reconstruído, querem agora pespegar o apodo de Arena – teria valido a sua passagem neste mundo pela reflexão lapidar que com cada vez maior frequência têm as pessoas sido levadas a reconhecer e repetir: “Pense um absurdo. Na Bahia tem precedente.”

Bandidos são o assunto, mas, abrindo um parêntesis – deve ser longo – vamos dedicar umas linhas às arenas. Arena, como se sabe, foi a sigla do partido governista no bipartidarismo obrigatório criado no rastro do Ato Institucional nº 2 pelo regime autoritário, sob o governo do marechal Castelo Branco, o que não chega a ser uma boa recomendação na opinião geral e especialmente na opinião dos companheiros.

Mas não sejamos radicais, fundamentalistas, essas coisas de que os companheiros andam acusando os evangélicos e outros cristãos, mesmo segmentos consideráveis da Igreja Católica, mas sempre com o cuidado de livrar a cara dos muçulmanos, todos eles tão barbudos como os companheiros e, como estes, caracterizados por um estilo light, mesmo quando da hierarquia teocrática dominante no Irã de Khamenei e Rafsanjani. Nem é preciso demonstrar, dá para todo mundo notar.

Arena não foi apenas a sigla do “partido da Revolução”. Tem sido ou continua sendo várias outras coisas. Por exemplo, a arena nos teatros de arena. A arena nos picadeiros de tantos circos onde os palhaços são o espetáculo, restando ainda alguém entender se os palhaços são os que se rebolam em piadas no picadeiro ou os que riem delas nas arquibancadas. Até porque os do picadeiro ganham para fazer o que fazem e os das arquibancadas pagam pelo que nem fazem – já que as piadas são tão conhecidas e repetidas que a maioria delas já nem provoca risos. E as arenas das touradas, uma crueldade, como as arenas dos rodeios realizados inclusive no Brasil, não raro com enorme sofrimento para os animais.

Mas houve arenas mais sérias. Bem como incomparavelmente mais tenebrosas que a sigla do “partido da Revolução”. A arena no circo de Roma e de outros circos do império, onde gladiadores eram obrigados a matar uns aos outros ou deixar-se matar e onde os leões eram convidados a devorar cristãos, aquelas feras ameaçadoras de antigamente, hoje atacadas na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

Bem, mas voltemos a Otávio Mangabeira e aos absurdos precedentes baianos, dos quais a Arena ali da Fonte Nova não seria um. Voltemos a tratar da questão dos bandidos.

Normalmente, os bandidos são desarmados e detidos pela polícia e, após uma passagem por alguma delegacia para cumprimento de certas formalidades legais, levados para um presídio. Às vezes, a prisão é relaxada – diversos são os motivos –, às vezes não. Se não, aguardam presos o desenvolvimento do inquérito e eventual denúncia do Ministério Público seguida, se aceita, de processo e julgamento. Isto quando os presos não são desviados, por força das espetaculares deficiências de nosso sistema prisional, para a carceragem da referida delegacia, onde permanecem por tempo incerto e não sabido, em condições ainda mais incertas e não sabidas, o que é também o caso no restante no sistema prisional brasileiro.

Bem, mas na Bahia há o precedente absurdo. Nem sempre são os bandidos desarmados pela polícia, detidos e levados para a prisão. Há vezes, como ocorreu na madrugada de domingo na Unidade Especial Disciplinar do Complexo Penitenciário, em Mata Escura, em que seis bandidos armados desarmam três policiais, dão uma surra em um deles, e aprestam-se a ingressar na prisão, chegando a usar explosivo para entrar em uma das celas. Provavelmente não para lá permanecer (mas garantir, quem pode, se não foram presos e interrogados?), mas, segundo teoriza a administração prisional, para libertar colegas. Para suposto azar destes e dos invasores, um terceiro PM percebeu a movimentação e conseguiu inviabilizar a suposta tentativa de resgate de presos por supostos candidatos a presos… bem, deixa prá lá.

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Canção gravada primorosamente no No Cd “Sangre de Mi Alma”, no qual Nana Caymmi se debruça de corpo e alma sobre o bolero. Arranjos marcantes do maestro Cristovão Bastos, o disco conta com grandes boleros clássicos, repaginados e revistados na voz de Nana.

Bom começo de semana para todos!

(Postado por vitor Hugo Soares, com informações do You Tube)

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abr
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Posted on 01-04-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-04-2013

DEU NO “PUBLICO”, DE PORTUGAL

O Departamento de Patentes e Marcas Registadas dos Estados Unidos recusou um pedido da Apple para registar a marca iPad Mini. Aquele departamento informou a Apple da sua decisão por carta enviada em Janeiro, na qual argumenta que o termo “mini” é meramente descritivo.

De acordo com o departamento, a marca que a Apple pretendia registar “limita-se a descrever uma função ou característica” e, por conseguinte, não cria “um significado único”. A Apple pode ainda recorrer da decisão.

A Apple apresentou em Outubro o iPad Mini, uma versão menor, mais leve e mais barata do iPad, com prestações semelhantes ao iPad2, e com o qual quis entrar no mercado de tablets menores, dominado pelo sistema Android, desenvolvido pelo Google.

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