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DEU NO PORTAL A TARDE

Finalmente chegou ao fim a expectativa dos baianos mais apaixonados por futebol: os ingressos para o Ba-Vi inaugural da Arena Fonte Nova, marcado para o dia 7 de abril, começarão a ser vendidos nesta sexta-feira, 29.

Na noite desta terça-feira, 26, o consórcio que administra a Arena divulgou também que os ingressos custarão entre R$45 e R$90. A partir de sexta, as entradas para o clássico serão vendidas das 10 às 17h nas bilheterias da própria Fonte Nova e na página oficial da Arena.

As bilheterias localizadas no setor Norte – Ladeira Fonte das Pedras – serão destinadas para a torcida do Bahia; e as bilheterias do setor Sul – Dique do Tororó – para os torcedores do Vitória. Ao todo, são 92 bilheterias, sendo 46 em cada setor. Nelas, só será permitida a compra de dois ingressos por pessoa, mediante apresentação e cadastro do RG.

Capacidade reduzida – Após reunião com a Polícia Militar e com representantes das torcidas de Bahia e Vitória, o consórcio decidiu por fixar em 40 mil a capacidade para o primeiro evento da nova praça esportiva baiana. O número representa 80% da capacidade máxima do Estádio, que pode abrigar até 50 mil pessoas.

Como o primeiro Ba-Vi, válido pela segunda fase do Campeonato Baiano, terá mando de campo do Bahia, 58% dos ingressos serão destinados à torcida tricolor, enquanto 42% estarão à disposição dos rubro-negros.

A reunião avançou também no sentido de setorizar as torcidas: os torcedores do Bahia deverão acessar a Arena pelo setor Norte (Ladeira Fonte das Pedras) e ficar acomodados atrás do gol. Já os do Vitória deverão entrar pelo setor Sul (Dique do Tororó) e ficar do lado esquerdo da Arena.

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“Comparar, quem há de?”, como diria o grande colunista baiano, Silvio Lamenha, se vivo estivesse.

(VHS)

DEU NA FOLHA.COM/PODER


TAI NALON
DE BRASÍLIA

Após enfrentar as pressões do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para que deixasse o cargo, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), disse nesta terça-feira que a reunião do colegiado marcada para esta quarta está mantida e que tomará “algumas cautelas” para que não seja inviabilizada.

Sem conseguir presidir nenhuma sessão da comissão sem protestos desde que assumiu, no início do mês, Feliciano afirmou que houve “sabotamento” na semana passada. Na ocasião, permaneceu menos de dez minutos à frente do colegiado, retirando-se em seguida para a realização de uma audiência pública. Sem controle, a reunião acabou suspensa.

“A agenda [amanhã] é normal. Vamos tomar algumas cautelas que da outra vez não tivemos. Houve um sabotamento da sessão anterior”, disse.

O deputado disse ainda que irá nesta quarta-feira (27) pela manhã à Embaixada da Indonésia. O objetivo é interceder por dois brasileiros que estão no corredor da morte.

“Vou enviar uma carta de clemência em nome do Congresso para que esses brasileiros tenham sua pena pelo menos um pouco mais flexibilizada. Prisão perpétua, não sei. Menos a pena de morte”, disse.

“Vou pedir ao ministro Antônio Patriota, ao Itamaraty, se for preciso até mesmo à própria presidenta para que interfira. São dois brasileiros e nosso país é um país democrático. O direito à vida é um direito que tem de ser preservado”, completou.

Feliciano não quis comentar sobre as pressões vindas da presidência da Câmara. Ainda nesta terça-feira, líderes dos partidos irão se reunir para discutir a decisão do PSC, tomada mais cedo, de manter o pastor à frente da Comissão de Direitos Humanos.

O PSC prometera na semana passada dar uma solução ao impasse no colegiado. Eleito no início do mês para o cargo, Feliciano ainda não conseguiu presidir as sessões do colegiado sem protestos. O prazo dado por Alves vencia hoje, mas, segundo a Folha apurou, o PSC não havia encontrado solução.

ULTIMATO

Na semana passada, Alves deu um ultimato ao partido para que convencesse Feliciano a renunciar ao comando da comissão.


DEU NO JORNAL DA MIDIA

Paula Laboissière
Da Agência Brasil

Brasília – O Ministério da Saúde pretende vacinar este ano 31,3 milhões de brasileiros contra a gripe. O número representa 80% de um total de 39,2 milhões de pessoas que integram os chamados grupos prioritários – gestantes, idosos com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, profissionais de saúde, índios, população carcerária e doentes crônicos.

Uma das novidades anunciadas pela pasta é a inclusão de mulheres em puerpério (período de até 45 dias após o parto) nos grupos prioritários para vacinação. Outra mudança vai possibilitar que pessoas com doenças crônicas tenham acesso ampliado à vacina por meio de postos de saúde e não apenas centros de referência. Basta apresentar uma prescrição médica no ato da imunização.

A Campanha Nacional de Vacinação começa no dia 15 de abril e segue até o dia 26 do mesmo mês. No dia 20 de abril (sábado), todos os 65 mil postos de saúde do país vão funcionar para um dia de mobilização. Ao todo, 240 mil profissionais de saúde devem participar da ação, além de 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

Serão distribuídas cerca de 43 milhões de doses que, este ano, protegem contra os seguintes subtipos de influenza: A (H1N1) ou gripe suína, A (H3N2) e B. Além dos R$ 330 milhões gastos com a vacina, o governo federal vai enviar aos estados e municípios R$ 24,7 milhões para apoiar ações de mobilização e preparação de equipes de saúde.

O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, destacou que a vacina é segura e só é contraindicada para pessoas com alergia severa a ovo. Ele lembrou que, no ano passado, a cobertura entre gestantes, por exemplo, foi baixa em razão da falta de conhecimento sobre a importância da imunização. “Muitas vezes, o obstetra não está familiarizado e não recomenda”, explicou.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou que a dose contém o vírus em sua forma inativa, mas que não há risco de uma pessoa contrair gripe em razão da imunização. O que pode ocorrer, segundo ele, é a pessoa tomar a vacina com o vírus em período de incubação no corpo e apresentar um quadro gripal logo em seguida.

“A vacina contra a influenza é o melhor método que temos para reduzir o risco de casos graves e de internação”, disse Padilha. “É importante que a gente mantenha altas taxas de cobertura vacinal”, completou.

http://www.youtube.com/watch?v=X0EA7a5LqDg

Do leitor, ouvinte, comentarista e amigo do Bahia em Pauta, que assina Vangelis:

A cantora preferida de Burt Bacharach, ninguém canta melhor do que ela essa canção. No final do vídeo os marmanjos que a assediam
parecem agentes do fisco americano atrás da grana, é a vida imitando a arte….

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Bravo, Vangelis. BP aplaude e agradece a sugestão.

Regina, em tempo:

Você com a palavra e o “translate” (é isso mesmo?), aí da Califórnia, para a gente ir treinando o Inglês-Portuhol, antes de maio chegar, qaundo a turma do BP espera aportar no Pacífico, à beira da baia de Frisco, com passagem por Santa Rosa, Hollyood (L.A.), Las Vegas (que vc diz ser o que há atualmente nos states) e, quem sabe(?) Ciudad de Mexico! A sorte está lançada!!!

(Vitor Hugo Soares)


Caetano, Wylys (Preta Gil e Freixo ao fundo) na ABI-Rio contra Feliciano
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DEU NO GLOBO.COM

Um ato que reuniu na noite de ontem (25), no Rio, artistas como Caetano Veloso e Wagner Moura, além de parlamentares e lideranças religiosas de vários segmentos pediu a saída do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. O evento, realizado no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), foi organizado pelo deputado federal Jean Wyllys e pelo deputado estadual Marcelo Freixo, ambos do PSOL.

No local, foram recolhidas assinaturas para um abaixo-assinado contra Feliciano, que será entregue nesta terça-feira ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Alves, inclusive, já disse que a situação de Feliciano ficou “insustentável” e que o caso seria resolvido amanhã. Em seu discurso, Caetano Veloso afirmou que o momento é de união:

– Não é admissível que essa Comissão de Direitos Humanos e de Minoria esteja sendo dirigida e presidida por um pastor que expressou nitidamente a intolerância, tanto da ordem sexual como racial. É fato conhecido e notório. Esse é um momento que nós deveríamos estar reunidos para tentar defender o que significa ter um Congresso. Porque o maior perigo é levar o povo brasileiro a desprezar esse nível do exercício do Poder Legislativo. Isso pode criar uma má impressão do que é democracia. Estamos reunidos aqui hoje para dizer que no Congresso não se pode fazer coisas absurdas, significa também dizer que nós não queremos viver sem o Congresso – afirmou o músico e compositor, muito aplaudido pela plateia de pelo menos 600 pessoas, que lotaram o auditório da ABI.

O ato contou ainda com a participação de entidades como a ONG Justiça Global e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além dos deputados Chico Alencar (PSOL) e Alessandro Molon (PT). As atrizes Leandra Leal e Dira Paes, a cantora Preta Gil, índios da Aldeia Maracanã e ativistas do grupo Femen também foram à ABI. Ativistas do movimento negro, representantes da Igreja Católica, da Igreja Presbiteriana, da Ubanda e judeus também estiveram no local.

Jean Wyllys ressaltou que a iniciativa do protesto não é apenas lutar contra a permanência de Marco Feliciano à frente da comissão, mas também, segundo o parlamentar, lutar contra o “projeto fundamentalista” que Feliciano representa. Ele disse ainda que os possíveis pré-candidatos à Presidência da República em 2014, Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB), Marina Silva (REDE) e Eduardo Campos (PSB) deveriam participar deste debate.

– Toda a sociedade está engajada. E o comportamento dessas quatro pessoas potenciais candidatos no ano que vem é ignorar esse movimento. Isso é inadmissível – declarou o deputado, lembrando de questões referentes aos direitos LGBT e à religião. Para ele, este tema foi ignorado na última eleição para a Presidência da República, em 2010.

Marcelo Freixo também ressaltou que o objetivo não é apenas retirar Feliciano do cargo. Ele disse que 11 dos 18 deputados da comissão pertencem ao grupo político de pastor:

– Hoje ou amanhã o Feliciano pode ser trocado e entrar um deputado que não diz tanta coisa que choque, mas pode representar a mesma política de anulação da comissão.

Chico Alencar ironizou a fala de Feliciano ao programa “Pânico na TV”. Ele havia dito que só sairia morto da comissão.

– Ouvi dizer que ele (Feliciano) disse que só sairia morto. Nós, defensores dos direitos humanos, queremos matá-lo politicamente.

Já o ator Wagner Moura criticou a postura de membros do PSC.

– Acho muito desonesto os parlamentares do PSC dizerem que a oposição ao nome do Feliciano à presidência é uma intolerância contra a figura dele. É, portanto, significativa a presença de vários líderes religiosos aqui, inclusive os pastores presbiterianos

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/

mar
26
Posted on 26-03-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-03-2013


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Sid, hoje, no portal Metro1(BA)

mar
26

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Do DVD: Emilio Santiago. “De Um Jeito Diferente” (2007)

Boa terça-feira a todos

(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

Brocotó

Ivan de Carvalho

Não existe a menor dúvida de que, entre os 513 deputados, há, aparentemente, dezenas deles melhor preparados para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara do que o pastor Marco Feliciano, cuja presença e continuação no cargo foram ontem consideradas inaceitáveis em nota divulgada pela Anistia Internacional.

Mas também não existe a menor dúvida de que há dezenas e dezenas de deputados pior preparados do que ele para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias e, nessas dezenas e dezenas, destaco todos aqueles adeptos de ideologias ou desengonçados ideários autoritários, bem como os adeptos do poder autoritário por si mesmo, sem preocupação com utopias, do tipo Idi Amin Dada, Somoza e chega, pois se persisto gasto todo o espaço.

Não estou atacando nem defendendo o pastor Marco Feliciano, até porque existem pessoas e organizações com muito mais influência que este jornalista para fazer as duas coisas. Para atacar e pedir seu afastamento do cargo de presidente da comissão está aí a Anistia Internacional, uma organização reconhecidamente séria e influente, à qual se somam organizações LGBT e vários parlamentares, sob a voz de comando de Jean Willis, que recebeu a adesão até do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves.

Para defender o deputado-pastor do PSC e sua permanência no cargo, tomo a liberdade de fazer duas sugestões. A primeira, a presidente Dilma Rousseff, para quem em 2010 Marco Feliciano fez entusiasmada campanha junto às ovelhas que pastoreia. Em nenhum momento seu apoio foi considerado inconveniente pela candidata a presidente ou por seu partido. A segunda sugestão é a de que o PT cerre fileiras em defesa do representante do PSC (partido aliado) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

Não tanto porque o PSC seja um partido aliado. Mas em gratidão ao apoio dado à candidata Dilma Rousseff por Feliciano. A ingratidão é um sentimento muito mau. Além disso, o pastor só está presidindo a comissão porque o PT abriu mão de indicar o presidente dela em favor do PSC, em um acordo. E o PSC, pimba: indicou o pastor Marco Feliciano, que a maioria dos membros da comissão, apesar dos protestos de alguns membros e de protestos de outras origens, elegeu.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, do PMDB, deu “prazo” até hoje para o PSC, partido que indicou o deputado-pastor para o cargo, resolver o problema, o que, a rigor, só poderia ser feito por três modos: mediante convencimento de Marco Feliciano a renunciar à presidência da comissão; mediante a anulação da eleição (11 votos no total de 18) pelo Supremo Tribunal Federal (ninguém, jurista, oponente ou antipatizante até agora sugeriu uma fundamentação constitucional ou jurídica viável); e mediante morte.

As duas primeiras hipóteses, o deputado-pastor Marco Feliciano já excluiu, em entrevista concedida ao programa Pânico, da Band, gravada no meio da semana e transmitida ontem. Ser convencido a renunciar? Mas como? Seria como confessar, argumenta ele, que é culpado da acusação de racista (a única que parece incomodá-lo ou indigná-lo) e depois ter que explicar aos filhos a razão de terem um pai que na escola deles é chamado de racista.

A anulação da eleição? Ao nem considerá-la, o deputado-pastor já deixou implícito, mas claro, que não é uma hipótese.
O deputado Marco Feliciano admitiu apenas uma hipótese de deixar a presidência da comissão: “Só se eu morresse…”.

Em desespero de causa perante Constituição e Regimento Interno, que é como parecem estar, seus oponentes poderiam estimular os mais furibundos a ressuscitarem e contratarem, com alto salário (ou propina, hoje, a gente nunca sabe) aquele tétrico personagem de Chico Anísio, Urubulino, que conseguia, numa conversa de poucos segundos, levar alguém saudável à morte súbita ou doença terminal.
Aí, como dizia Urubulino, brocotó para o pastor. Mas, se os oponentes não conseguirem a ajuda do personagem, brocotó prá eles.

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