Presidente Dilma cancela viagem a Pernambuco

A presidente Dilma Rousseff cancelou a ida, na próxima segunda-feira, 25, para o Recife, onde participaria da inauguração de um lote das obras de duplicação da Rodovia BR-408, ao lado do governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos. Campos é visto dentro do governo federal como um potencial rival de Dilma na eleição de 2014. Pela manhã, no entanto, ela mantém a agenda prevista no Estado, com a entrega de um sistema adutor em Serra Talhada, a 415 quilômetros da capital de Pernambuco.

Em vez de ir à capital, Dilma segue na tarde da segunda-feira para Petrópolis, na região serrana do Rio, onde deverá participar de missa em homenagem às vítimas de deslizamentos na cidade. Pelo menos 30 moradores morreram na região.

Campos encontrou-se com o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), no dia 15, em mais um movimento para tornar viável a própria candidatura presidencial. A aproximação ocorre no momento em que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) enfrenta insatisfações no PSDB. Segundo um assessor da administração federal, o encontro de Campos com Serra deve preocupar mais Aécio do que Dilma.

mar
23
Posted on 23-03-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-03-2013

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Dica de Maria Olívia para leitores e ouvintes do BP

Confirmadíssimo: Gal Costa canta e encanta no dia 13 de abril, às 19h, na Concha Acústica do TCA. Gal trás para Salvador seu elogiado álbum ‘Recanto’, trabalho concebido e dirigido por Caetano Veloso. Os ingressos vão custar R$ 70 e R$ 35.

No show, como no disco, Gal Costa apresenta canções novas e clássicas, a exemplo de ‘Madre de Deus’ e ‘Mansidão’, e ‘Da Maior Importância’, ‘Divino Maravilhoso’, ‘Folhetim’,
‘Barato Total’, ‘Dom de Iludir’, ‘Baby’, ‘Vapor Barato’, ‘Força Estranha” e ‘Meu Bem, Meu Mal’. A banda que acompanha Gal é formada por Domenico Lancellotti, na bateria e MPC, Pedro Baby, na guitarra e no violão, e Bruno Di Lullo, baixo. Imperdível.

Maria Olivia Soares, jornalista, colabora com o BP

http://youtu.be/5e-nlhOLoZg

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Mesa de Bar

Letra:Gonzaguinha

Interpretação:Alcione

Mesa de bar
É lugar para tudo que é papo da vida rolar
Do futebol, até a danada da tal da inflação
É coração, fantasia e realidade
É um ideal paraíso adonde nós fica a vontade

Mesa de bar
É cerveja suada matando a pau o calor
Vamos cantar aquela cantiga que fala da luta e do amor
Mas antes brindar em homenagem
Aqueles que já não vem mais
Saúde pra gente, moçada, que a gente merece demais
Em torno de um copo a gente inventa um mundo melhor
A dona birita levanta a moral de quem está na pior
A água da mágoa se enxuga no pano daquela toalha
Pra acabar com a tristeza
Esse remédio não falha
Na mesa de um bar todo mundo é sempre o maior
Todo mundo derrama as tintas da sua alegria
Copos batendo na festa da rapazeada
Se bem que a gente não esquece que a barriga anda meio vazia
É que mesa de bar é onde se toma um porre de liberdade
Companheiros em pleno exercício de democracia

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Esta música, no sábado do BP, vai para o poeta e blogueiro de Marília, São Paulo, Luis Fontana.

Sem mais palavras, além daquelas que o próprio Gonzaguinha escreveu.

E um brinde de saidaeira, que esperamos seja daqueles que se repetem sem conta na mesa de bar:

Tim Tim!!!

(Vitor Hugo Soares)


O ministro Coelho, o governador Wagner e o senador
Walter Pinheiro em marcha de campanha no interior
Fotos:Blogde Geralo José
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Grazzielli Brito

Na manhã de hoje (22), os municípios de Juazeiro e Curaçá, no interior da Bahia, receberam o Governador do Estado, Jaques Wagner (PT) e o Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra (PSB), para que eles anunciassem a inauguração de sistemas de distribuição de água para as duas cidades.

A obra foi realizada em uma parceria dos governos federal e estadual, através do Programa Água para Todos, com recursos do PAC 2 e foi executada pela Codevasf. Na ocasião, o governador deu ênfase à presença do senador Walter Pinheiro em sua comitiva, indicando a intenção do PT de levar o nome do senador para as urnas como candidato a governador em 2014.

Já a senadora Lídice da Mata, responsável por direcionar recursos, através de emendas, em especial para a comunidade de Salitre, em Juazeiro, onde aconteceu a primeira inauguração do dia, não veio. Na ultima visita do governador à região Norte do estado, há um mês, em Uauá, a senadora esteve em seu palanque, isso antes do PSB anunciar seu nome como pré-candidata ao governo do estado.

Saindo de Juazeiro a comitiva seguiu para Curaçá, onde em tom de campanha, Pinheiro citou o nascimento de seus netos trigêmeos, fazendo relação com as ações do governo para melhorar a vida do homem do interior. “Essa era uma reclamação histórica na região, ter o Rio São Francisco tão próximo e não ter oportunidade de utilizar dessa água. Água é vida, estou vivendo uma experiência interessante, há quinze dias ganhei três netos (trigêmeos), dentro do útero da mãe os bebês ficam protegidos pela água, ela é necessária durante toda vida do indivíduo. É obrigação do governo dar essa proteção. A água para o consumo humano, para o animal, para produção da terra. E todos os outros direitos do cidadão segurança, saúde e educação”, disse.

O prefeito de Curaçá, Carlinhos Brandão (PPS), não se intimidou e aproveitou a presença das autoridades para solicitar água para comunidades que não foram beneficiadas por outra obra, a Adutora do Forró. “A adutora vai servir a muita gente, o problema é que essa água passa por muitas propriedades que não poderão usufruir dela, além disso, peço que essa água chegue também aos distritos de Mundo Novo e Patamuté”, dirigindo-se também ao ministro pernambucano, ele cobrou maior apoio para a região. “Vamos ajudar aos baianos. Nos ajude, nosso povo é trabalhador precisa de oportunidade”, falou o prefeito que foi bastante ovacionado pela população.

Em resposta, o Ministro da Integração pediu calma e falou da obra. “Essa obra inaugurada hoje, em Curaçá, custou 13 milhões e tem 5 mil pessoas beneficiadas, mas como o prefeito disse, ainda tem comunidade sem ser atendida. Wagner tem muito prestígio com Dilma, é o governador que lidera o nordeste”, disse Fernando Bezerra (PSB) ignorando, o também socialista, Eduardo Campos e sua força política na região nordeste.

Já o governador Wagner ressaltou o fortalecimento e a união do Nordeste. “De um lado do São Francisco está Pernambuco do outro a Bahia, mas ele não nos divide ele nos une, também aos outros estados nordestinos. Somos nove governadores com uma visão moderna, nos unimos para que tenhamos mais força. Se o nordeste se dividir ele se acaba. O ano passado a economia do Brasil cresceu menos de 1%, mas o nordeste cresceu acima disso porque a política federal teve uma visão melhor para o Nordeste”.

Grazzi Brito é jornalista, mora em Juazeiro, no Vale doSâo Francisco, de onde colabora com o BP

mar
23
Posted on 23-03-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-03-2013


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Mário, hoje, na Tribuna de Minas (MG)


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Mario Vargas Llosa e sua obra prima

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ARTIGO DA SEMANA

Enquanto o “descrente radical” não chega

Vitor Hugo Soares

Leio no jornal “O Estado de S. Paulo” que o escritor Mario Vargas Llosa está a caminho do Brasil. Ele desembarca em São Paulo, no mês de abril, como convidado especial para falar na abertura do mega-evento cultural, científico e jornalístico Fronteiras do Pensamento.

Antes de pegar o avião, Llosa serviu um contundente e delicioso aperitivo. O Nobel de Literatura deu, por telefone, uma entrevista ao repórter Ubiratan Brasil, publicada no diário paulistano, na qual fala de livros e personagens, política, corrupção na América Latina e no mundo, redes sociais na Internet, erotismo e outros temas. Incluo a conversa entre o que melhor se produziu no jornalismo brasileiro esta semana para não esquecer, no começo do outono de 2013 no Hemisfério Sul.

Dias pontuados pelo transcendente início do pontificado do papa Francisco (a numerosa e mal justificada comitiva da presidente Dilma Rousseff hospedada em hotel romano de luxo foi um dos raros aspectos negativos e destoantes ) e pela severa lancetada do ministro presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça-CNJ, Joaquim Barbosa, no tumor dos “conluios e das relações promíscuas” – não raramente também corruptas – entre juízes e advogados no Brasil.Bofetada, sem luvas de pelica ou meias palavras, aplicada pelo comandante do Poder Judiciário, contra a hipocrisia e a cumplicidade que grassam em Brasília e país afora.

Retorno ao ponto de partida:

Na estante de meus maiores afetos literários (são muitos e variados) o romance “Conversa no Catedral”, do escritor peruano tem lugar de destaque. E não sem motivo, pois mesmo quando comparado a muitos daqueles que os críticos costumam incluir na relação dos maiores e melhores títulos da literatura do continente e mundial, a grandeza do romance de Vargas Llosa se sobressai..

Compreendi isso quando, ainda jovem, iniciava a carreira de jornalista (em A Tarde) e adquiri um bem cuidado exemplar de “Conversa na Catedral” (título incorreto nessa edição brasileira), no antigo “Sebo de Loureiro”, na Ladeira da Praça, em Salvador. Foi apego indissolúvel à primeira vista. Uma dessas sensações de leituras que marcam o sujeito como ferro em brasa. Para sempre.

Quando Vargas Llosa esteve na Bahia, pouco tempo depois, o sentimento cresceu e se enraizou ainda mais. Então eu já estava na sucursal do Jornal do Brasil e o escritor peruano iniciava seus levantamentos e anotações, conversava com o saudoso pesquisador e historiador José Calasans e outros estudiosos baianos. Llosa preparava-se para produzir mais uma de suas obras primas: “A Guerra do Fim do Mundo”, magistral romance sobre os conflitos de Canudos no final do Império e começo da República, o universo conflagrado do sertão baiano onde vivi parte da minha infância.

Fiz várias reportagens para o JB sobre a passagem de Llosa em Salvador e no sertão, até a publicação do romance que assombraria o mundo. Mas isso é outra história. Miudezas, para lembrar Graciliano Ramos. O que vale registrar neste artigo é que fiquei particularmente emocionado e feliz ao ver o escritor afirmar na entrevista ao Estado de S. Paulo:

“Se tivesse que salvar do fogo apenas um de meus romances, salvaria “Conversa no Catedral.”

Bati palmas, intimamente, ao saber desta escolha radical do notável escritor. Confesso que diante de tantos e tão belos e impactantes escritos de Vargas Llosa que já li e reli, faria provavelmente a mesma escolha. Mas confesso: vacilaria um bocado antes de afirmar isso de público.

Dizer de “Conversa no Catedral”, que se trata de um livro revolucionário na forma e no conteúdo, é pouco.E óbvio . O romance é, de fato, obra referencial, de incrível atualidade. Esplêndida construção intelectual de um escritor como poucos.Exuberante e complexo painel político, social, moral e de comportamento humano.

Tudo construído com maestria a partir das conversas de um jornalista , carregado de conflitos e vacilante em suas convicções pessoais e ideológicas (Zavalita) na mesa de um bar, o Catedral. Reduto boêmio de Lima, a agitada capital peruana, por onde trafegam personagens carregados de todas as misérias e maravilhas do Peru e do continente. Na verdade, um reduzido universo de sua gente (políticos, governantes, jornalistas, juízes, advogados e intelectuais incluídos) nos anos de fogo em que se passa a trama do romance.

Antes do ponto final, um trecho da entrevista de Vargas Llosa esta semana ao Estadão, sobre sua obra preferida:

“É um tema atual. Um dos grandes problemas do nosso tempo é a corrupção, que afeta, por igual, países ricos e em desenvolvimento, democracias e ditaduras. Há um desrespeito generalizado da ética, o que provoca delinquência, especialmente na política”.

E sobre o personagem jornalista:

“Zavalita é mais passivo, menos lutador, mas um personagem épico. Há uma frase vulgar no livro que o define bem: “Quem não se f…, f… os demais”. Ele não quer triunfar, pois, no país em que vive, só progride quem prejudica os outros. Prefere ser vítima. Assim, embora ético, é um homem medíocre por opção e ele se destaca, sim, no contexto de meus personagens, mas é uma forma que encontrei para protestar contra a delinquência mundial”.

Que venha abril, e traga ao País em suas asas o descrente radical, Vargas Llosa.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

Vídeo da gravação do tema “Músico” incluído no disco e no documentário “O Milagre do Candeal”, produzido no bairro do Candeal, em Salvador, com a participação do notável músico cubano que morreu esta sexta-feira. No vídeo aparecem Marisa Monte, Carlinhos Brown, Bebo Valdés e o guitarrista Cézar Mendes.
Tristeza não tem fim!

(Vitor Hugo Soares)
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MÚSICO

Carlinhos Brown

Eu me recuso
Eu me acuso
Não quero fim
Sou mais feliz se tem você perto de mim
No sol açoite quis ser noite pra ser sei bem
Veja você que até sonhei com esse horário

Eu sou um músico
Eu sou acústico
Eu sei do tom
Foi Deus quem deu
Quem deu foi Deus, pois Deus é dom

Quis ser o mar
Não sei ser mar
Quis ser o mar
Mas pra se mar sem ter você é ter saudade
Caminhos como esse violão libera
Levo você a tira-colo
Livre das guerras

E peço a Deus
Que me lançou em pleno carnaval
O teu amor

Eu me recuso
Eu me acuso
Não quero fim
Sou mais feliz se tem você perto de mim
No sol açoite quis ser noite pra ser sei bem
Veja você que até sonhei com esse horário

Eu sou um músico
Eu sou acústico
Eu sei do tom
Foi Deus quem deu
Quem deu foi Deus, pois Deus é dom

Quis ser o mar
Não sei ser mar
Quis ser o mar
Mas pra se mar sem ter você é ter saudade
Caminhos como esse violão libera
Levo você a tira-colo
Livre das guerras

Viva essa terra que me lançou
Em pleno carnaval do meu amor
Em pleno carnaval do meu amor
Em pleno carnaval do meu amor

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OPINIÃO POLÍTICA

A teoria dos doidos

Ivan de Carvalho

Não vamos tratar de um tema nunca antes abordado neste país. Muito pelo contrário, ele esteve em destaque esta semana, inclusive neste espaço, a partir do momento em que curiosos jornalistas começaram a descobrir conselhos – em alguns casos, velhos de cinco anos – nos sites das polícias Civil e Militar da Bahia. Logo veio a recordação da advertência do ex-governador Otávio Mangabeira: “Pense um absurdo. Na Bahia tem precedente”.

Mas neste caso não se verificou ainda, com certeza, se o precedente é da Bahia ou da Paraíba, onde orientações excelentes estavam sendo exibidas no site da Secretaria da Segurança Pública. Tentou-se até empurrar o espírito criativo para o aparelho de segurança paulista – enquanto o governo da Bahia é petista e o da Paraíba é socialista, o de São Paulo é tucano, o que tornava a “transferência” da invenção bastante conveniente. Mas a manobra malogrou porque nada perecido foi encontrado nos sites dos órgãos de segurança do Estado de São Paulo.

Os aparelhos de segurança dos dois Estados – Bahia e Paraíba –, talvez pela ausência de êxito no combate à criminalidade, especialmente a violenta, estão resvalando para a mais cômoda função de conselheiras, com o que, de certo modo, transferem a responsabilidade pela segurança pública para as potenciais vítimas – nós, os cidadãos-contribuintes-eleitores.

A Polícia Civil da Bahia retirou de seu site oficial um link que levava a instruções sobre como agir de forma menos arriscada em casos de assalto. Uma delas era a que instituía o chamado Imposto Ladrão, ou, para quem preferir, Imposto do Ladrão. Carregar sempre um pouco de dinheiro para satisfazer o ladrão, coisa que muitas pessoas já fazem espontaneamente, aconselhadas apenas pela impotência policial, independente do que haja nos sites oficiais.

Já a Polícia Militar, como aqui antes assinalado, dedicou-se a ensinar em seu site na Internet como proceder o sequestrado posto na mala de um automóvel. “Chute os faróis traseiros até que eles saiam para fora” (sic). Então, “estique seu braço pelos buracos e comece a gesticular feito um doido”. Não entendi bem como seria a anatomia da vítima ou o design do porta-malas para permitir esticar “o braço pelos buracos”, tal como descrito, mas deixa prá lá, que na hora Deus ajuda.
Encerro aqui este resumo da memória das instruções baianas – Ô, Bahia!, diria meu amigo e colega Vitor Hugo Soares – porque importa não negligenciar a Paraíba. Lá, a coisa foi brava, literalmente. Entre as várias instruções, uma se destaca.

“As paraibanas que se sentirem ameaçadas ao andar na rua ou ao saírem de um banco com o dinheiro na bolsa devem “fazer cara de brava, franzir as sobrancelhas e falar alto consigo mesmas”. O site da SSP não explica por qual razão isso funciona para inibir assaltos. Mas é possível construir uma teoria geral que abrangeria os dois casos baianos e o caso paraibano.

É a “teoria dos doidos”. É cientificamente comprovado que “quem rasga dinheiro é doido”. Ora, quem leva dinheiro para satisfazer o ladrão também só pode ser doido. O DNA é obviamente o mesmo – livrar-se inutilmente do dinheiro. O outro item da teoria, relativo ao caso baiano da vítima de sequestro que estica “o braço pelos buracos” e o agita “feito um doido” dispensa fundamentação. Esta é evidente por si mesma na linguagem do site policial. Finalmente, cumpre demonstrar que se enquadra na “teoria dos doidos” a mulher paraibana com “cara de brava” – é pleonasmo, toda paraibana tem cara de brava – sobrancelhas franzidas e falando alto “consigo mesma”. Importa, neste caso, é que o ladrão pense que a vítima em potencial é doida. E, olhando-a, é o que ele vai pensar. “Se eu der voz de assalto, ela não entende e me tamanca a bolsa na cara, pensando que eu quero ousadia. Se eu atirar e levar a bolsa, sujou. Se eu apanhar e correr, vergonha e perco a autoridade no pedaço”. Então, desiste.

A “teoria dos doidos” tem chance de tornar-se a principal estratégia de segurança pública no país. E pensar que tudo começou na Bahia e na Paraíba…

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