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Vamos nessa, com Leny, galeramada!

BOA TARDE DE DOMINGO!!!

(Gilson Nogueira)

mar
17
Posted on 17-03-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-03-2013

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF (PORTUGAL)

Cinco indianos já confessaram participação na violação de uma turista suíça, em frente ao marido, na parte central da Índia, seundoanunciaram este domingo, 17, as autoridades indianas.

A mulher viajava de bicicleta com o seu marido numa zona empobrecida do Estado de Madhya Pradesh, centro rural da Índia, quando seis homens atacaram o casal.

O ataque aconteceu na sexta-feira à noite, tendo os seis homens violado a mulher em frente ao seu marido e assaltado o casal, explicou a polícia indiana à agência noticiosa francesa AFP.

Os atacantes «amarraram o homem e violaram a mulher na sua presença», disse o agente Afzal da polícia local à AFP, acrescentando que roubaram 10.000 rupias (140 euros) e um aparelho de telefine celular à mulher.

Fonte da embaixada suíça disse entretanto à EFE que a polícia deteve sete pessoas por suspeita da violação da turista.

O casal dirigia-se para o destino turístico de Agra, onde se encontra o icónico Taj Mahal, no norte da Índia, e decidiu acampar na aldeia de Jhadia para passar a noite. Os jornais indianos dizem que os atacantes empunhavam pedaços de madeira na hora do ataque.

DEU EM O GLOBO E A TARDE ESTE DOMINGO, 17. POSTADO NO SITE CONTEÚDO LIVRE.

Um pouco de sensatez

Caetano Veloso

Felizmente a ministra Marta Suplicy recuou da decisão de incluir as TVs a cabo no rol dos produtores de cultura beneficiados por mecanismos do ministério. O artigo de Cacá Diegeues na semana passada deixava claro o absurdo que seria a aplicação da nova norma. TVs a cabo fazem dinheiro grande, são dinheiro grande, e nem traduzem os títulos ingleses das séries, quase todas americanas, que apresentam. Um ministério que deseje incentivar a criação cultural no Brasil não tem por que incluí-las em seus programas de incentivo.

Será crível que Marco Feliciano tenha sido escolhido presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias? Na explicação que ele ofereceu aos fiéis da sua igreja, a África é citada várias vezes como “essse país”, o que mostra ignorância a respeito do assunto que tratou com tanta veemência. Nitidamente ele vê a África como um todo unitário. Bem, a maldição dos que, miticamente, foram popular a África já foi usada antes pelos racistas de vários lugares para justificar a escravidão. Feliciano a usa, sem cuidado, para explicar Idi Amin, a Aids, as faminas etc. Uma autoridade responsável por uma comissão de direitos humanos não pode basear suas falas e atitudes em dogmas religiosos. Menos ainda se ele demonstra simplismo grosseiro na interpretação destes.

É difícil admitir que presida uma comissão que supostamente protege as minorias um homem que grita, irado, que se os homossexuais querem fazer “suas porcarias”, que as façam escondidos dentro de seus quartos, em suas casas, nunca se beijando em locais onde suas filhas possam ver “dois homens barbados, de pernas raspadas, aos beijos”. O pleito de casamento gay é um pleito de minoria representada que deve ser estudado por comissões parlamentares que tratem do assunto com calma, lucidez e isenção. Você pode seguir uma fé que determina que os atos homoafetivos são pecado (na verdade, são O PECADÃO, como observou alguém que meditou sobre o assunto, já que é um pecado que, dentre todos, costumava despertar a ira até dos incréus, sendo incomparável com o falso testemunho, a gula ou mesmo a atividade sexual livre entre pessoas de sexos opostos), mas essa maldição religiosa lançada sobre um tema não pode entrar aos berros num grêmio de legisladores que deveria acompanhar o movimento da sociedade auscultando suas forças e tendências. Há religiosos e ateus que odeiam atos homoafetivos e consideram os africanos uns amaldiçoados, mas isso não representa o movimento da sociedade como um todo. As pesquisas na maioria dos países do Ocidente (inclusive o Brasil) não dizem isso. E, mais importante, para além do aspecto democrático dessas auscultações, há de haver princípios de direitos inegociáveis, como é o direito de igualdade de respeito e de oportunidades. É simplesmente grotesco que um religioso que fala em tom tão fanático se eleja presidente de uma comissão que deveria proteger os que têm carência de respeitabilidade e de oportunidades.

Espero que a menção feita por Marina Silva, a quem tanto admiro, à troca “de um preconceito pelo outro”, no caso da discussão sobre a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, não signifique que opor-se à escolha de Feliciano, nos termos em que o faço, é uma mera troca de preconceitos. Contra quê, aliás, seriam os preconceitos de quem discute a escolha? Contra evangélicos? Contra pastores? Contra religiosos em geral? Sim, sem dúvida há. Vejo em filmes e piadas de TV, em conversas e em textos publicados, intolerância contra a vitalidade com que as igrejas neopentecostais se impõem no Brasil. A hipocrisia dos pregadores, a ganância de dinheiro, enfim, tudo o que se pode apontar em toda organização religiosa é quase sempre o aspecto ressaltado. Mas eu nunca me identifiquei com essa atitude. Vejo o crescimento das igrejas evangélicas como uma forma de progresso no nosso caminho para onde devemos ir. Não admiti nunca as campanhas anticandomblé que elas alardeavam. Mas isso serenou. Religião é assunto imenso. Leio Mangabeira. Penso. Acompanho pessoas íntimas que são profundamente religiosas. Umas católicas, outras evangélicas e ainda outras espíritas ou candomblezeiras. Eu próprio não sigo religião. Mas, mesmo que seguisse, teria de entender que Comissão de Direitos Humanos deve tratar dos temas pertinentes de modo não sectário.

Será que o Brasil, além do mini-PIB, terá que passar agora por papagaiadas como essas? São muitas maluquices que podem atrasar nossa caminhada. Ao contrário do que diz Feliciano, o continente africano está se erguendo. O Brasil, tão cheio de promessas desde sempre, será que vai ficar entalado?
Pelo menos Marta viu a luz.

mar
17
Posted on 17-03-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-03-2013

Pelicano, hoje, no Bom Dia (SP)

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DEU NO TERRA

O primeiro ministro da Economia da última ditadura argentina, José Alfredo Martínez de Hoz, morreu neste sábado aos 87 anos na cidade de Buenos Aires. Ele estava sendo processado pelo sequestro com extorsão dos empresários têxteis Federico e Miguel Gutheim e se encontrava sob prisão domiciliar desde 2010, afirmou a agência oficial Télam.

O ex-ministro da ditadura vivia em um luxuoso edifício no centro da capital argentina e seu corpo será sepultado no cemitério Memorial, 50 quilômetros ao oeste de Buenos Aires.

De família de fazendeiros, Martínez de Hoz ocupou seu primeiro cargo público como ministro da Economia da província nortista de Salta no final da década de 1950 e, após o golpe de Estado de 1962, foi secretário e ministro da Agricultura e Pecuária do presidente José María Guido.

Durante sua gestão econômica durante a última ditadura militar (1976-1981), impulsionou políticas de liberalização e desregulação dos mercados que quadruplicaram a dívida externa argentina e prejudicaram notavelmente a indústria nacional.

O programa econômico impulsionado por Martínez de Hoz provocou também uma grande transferência de capitais ao exterior e a perda de poder aquisitivo para as classes médias e baixas argentinas.

Após o retorno da democracia em 1983, Martínez de Hoz foi preso por sua cumplicidade com a repressão, mas o ex-presidente Carlos Menem lhe indultou em 1990.

A Justiça argentina declarou em 2006 a nulidade de seu indulto e reabriu a causa pelo sequestro do empresário Federico Gutheim e seu filho Miguel, que foram detidos por um decreto do Poder Executivo em novembro de 1976 e libertados em abril do ano seguinte.

A ordem de detenção foi assinada pelo primeiro presidente da ditadura, Jorge Rafael Videla, mas durante seu cativeiro mantiveram reuniões com um representante da Secretaria de Comércio Exterior por disposição de Martínez de Hoz.

O ex-ministro tentou em várias ocasiões que a Justiça suspendesse a prisão domiciliar que pesava sobre ele “por motivos de saúde”, mas a Câmara Federal voltou a negar seu pedido em dezembro passado.

“La Violetera”, com Sarita Montiel, um clássico da canção espanhola, vai para todos os ouvintes e leitores do Bahia em Pauta, mas especialmente para três grandes amigos e estimuladores do BP que , neste domingo de março, passeiam por Madri, a caminho de Barcelona: Gracinha, Lauro e Kaká .

Com a Bahia na cabeça e a Espanha no coração!

(Vitor Hugo Soares)

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