http://youtu.be/zJaUyrVzRn4

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PUBLICADO NO YOUTUBE

Diogo Nogueira invade Cuba com o samba brasileiro. Em um show memorável gravado ao vivo em Havana, ele interpreta grandes sucessos do seu repertório e da MPB que vão de Jorge Ben Jor, Chico Buarque, Gonzaguinha, Djavan, Ivan Lins a Martinho da Vila e ao imprescindível João Nogueira. Tudo isso com direito ao encontro extraordinário do samba com a salsa dos ídolos cubanos do Los Van Van na faixa “El Cuarto de Tula”. Na porção documentário deste DOC.SHOW você confere lindas imagens do país de Fidel, depoimentos e a rica cultura de Cuba — um país caribenho cheio de suingue e sensualidade com o samba verde e amarelo de Diogo Nogueira. Destaque para as faixas: “Verdade Chinesa”, “Madalena”, “Que Maravilha”, “Ex-Amor”, entre outras pérolas.

Faixas do DVD:

1) Verdade Chinesa (Carlos Colla /Gilson)
2) Deixa Eu Te Amar (Mauro Silva/Camillo/ Agepê)
3) Que Maravilha (Toquinho/Jorge Bem Jor)
4) Vázio (Está Faltando uma Coisa Em Mim)- Nelson Rufino /Todo Menino É um Rei (Nelson Rufino / Zé Luiz)
5) Ex-Amor (Martinho da Vila)
6) Sou Eu — (Ivan Lins/Chico Buarque)
7) Homenagem Ao Malandro – (Chico Buarque)
8) El Cuarto de Tula (feat. Los Van Van) — (Sergio Eulogio Gonzales Y Siaba)
9) Madalena (Ivan Lins/Ronaldo Monteiro)
10) Tanta Saudade (Djavan/Chico Buarque)

11) Fé em Deus – (Flavinho Silva)
12) É (Gonzaguinha)
13) O Que É o Que É (Gonzaguinha)
14) Acreditar / Sonho Meu (Yvonne Lara/Delcio Carvalho) / Coração Em Desalinho (Monarco/Ratinho) / Deixa a Vida Me (Eri do Cais/ Serginho Meriti)
15) Mineira (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro) / Samba de Arerê (Arlindo Cruz/Xande de Pilares/Mauro Jr.)
16) Portela Na Avenida (Mauro Duarte/Paulo Cesar Pinheiro) /Vou Festejar (Jorge Aragão/Neoci Dias/Dida)
17) Doc. Show / Citação: Samba De Orly — (Toninho Geraes/Serginho Beaga)

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BP recomenda a ouvintes e leitores do site blog. Comfira o show completo. Vale a pena!

(VHS)

mar
15
Posted on 15-03-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-03-2013


DEU NO IG

O governo prepara para muito em breve o anúncio dos primeiros nomes escolhidos pela presidente Dilma Rousseff para a reforma ministerial.

Uma das primeiras confirmações é do deputado Antonio Andrade (PMDB-MG), que irá para o Ministério da Agricultura, em substituição ao atual titular Mendes Ribeiro (PMDB-RS).

Manoel Dias (PDT-SC) assumirá o comando do Ministério do Trabalho, em substituição a Brizola Neto (PDT-RJ). E Moreira Franco (PMDB-RJ) deixa Assuntos Estratégicos e vai comandar a pasta da Aviação Civil.

Na manhã desta sexta-feira (15) Dilma havia evitado falar sobre o tema reforma ao ser abordada por jornalistas na cerimônia em que anunciou medidas em comemoração ao Dia do Consumidor.

mar
15
Posted on 15-03-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-03-2013

Os Novos Baianos – Luiz Galvão, Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantor, Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Dadi, Jorginho, Baixinho e Bolacha.
Farol Da Barra Galvão e Caetano Veloso

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É preciso cantar, apesar das más notícias para o Porto da Barra.

(Vitor Hugo Soares)


Porto da Barra:pedaço baiano do céu, impróprio
para banho de mar
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DEU NO TERRA MAGAZINE ESTA SEXTA-FEIRA, 15, COM CARA DE 13:

PAQUITO ( músico, compositor e intérprete da Bahia)

Na Bahia, tudo é anunciado com trombetas, menos o Apocalipse. Este vem discreto, ardiloso, como quem não quer nada.

O meu Apocalipse chegou, não bastasse Salvador estar se tornando uma metrópole moderna, com assaltos a condomínios; nada a ver com o que se esperaria da primeira capital, em um país que se jacta de ter melhorado as condições sociais da população pobre.

O anjo anunciador me veio na forma de um sujeito de quem não sei o nome, mas vejo de vez em quando flanando nas ruas, sempre simpático, e um tanto reservado.

Me deparei com ele, segunda pela manhã, após nadar na praia do Porto da Barra, que frequento há mais de 20 anos, quase todos os dias. Desta vez, nos cumprimentamos e até apertamos as mãos, quando ele comentou:

– O Porto da Barra agora é praia imprópria para o banho, saiu no jornal de ontem! Nunca vi isso na Bahia. Outras praias, sim, nunca o Porto!

Ressalte-se que eu tinha acabado de me banhar, feliz da vida, mas com a pulga atrás da orelha, vendo espuminhas diferentes na água, sem me dar conta do que eram exatamente.

Incrédulo, apesar das sensações descritas anteriormente, perguntei:

– Saiu em que jornal? Mas é o Porto mesmo?

Ele não soube especificar, mas confirmou a notícia e nos despedimos, lamentando o ocorrido.

Sempre que vem um amigo à Bahia, faço questão de levá-lo para conhecer a praia do Porto, pequeno e discreto oásis perto do centro da cidade, de onde se vê o pôr do sol, e se pode nadar – é uma enseada – pois o fundo já se anuncia quando a gente põe os pés na água, ao contrário da maioria das praias.

O Porto já foi assunto de muitos textos meus aqui no Terra Magazine, pois é parte integrante do meu dia a dia, e da minha vida, sendo meu lugar preferido em Salvador.

É a praia citada por Caetano e Moacir Albuquerque nos versos da canção Qual é, baiana?:

Domingo no Porto da Barra/ todo mundo agarra/ mas não pode amar

A Praia do Porto já foi considerada, pelo jornal inglês The Guardian, a terceira melhor praia do mundo.

Também foi onde nosso primeiro governador geral, Tomé de Souza, aportou quando veio à Bahia pela primeira vez, esperado por Diogo Álvares, o Caramuru.

Na época, havia só umas casas, que constituíam a Vila do Pereira, sem sombra de Jet-skis.

Mas nada disso é novidade.

A novidade, como disse meu anunciador de Apocalipse, é que ela está imprópria para o banho.

A classificação de que praias são próprias ou impróprias é dada pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (INEMA), mas a sigla também dá nome à praia baiana, de propriedade da marinha, frequentada por Fernando Henrique e Lula, enquanto presidentes, e pela atual presidenta, Dilma

Coincidência ou não, em Tupi, Inema parece significar “água parada”.

As praias são consideradas próprias quando têm, no máximo, em 80% das amostras colhidas, 1.000 coliformes fecais ou 800 Escherichia coli, ou ainda 100 enterococos por 100 mL de água. São nomes assustadores de coisas que, na verdade, estão bem próximas de nós, dividindo o espaço das águas, e não fazem necessariamente mal, mas, em número maior, indicam a possibilidade de contaminação por doenças. Acima dos números listados, a praia já é considerada imprópria.

Liguei pro INEMA e fui bem atendido por Cláudia Lima, especialista em meio-ambiente, que me deixou um pouco mais tranquilo: na última amostragem, o número de coliformes fecais já havia diminuído, mas será preciso esperar as pesquisas seguintes pra checar se o padrão se mantém.

Segundo Cláudia, não há esgotos que desaguem na praia do Porto da Barra, daí a mesma estar, com frequência, nas pesquisas, na condição de própria.

Provavelmente, no entanto, após o carnaval, como a sujeira é muita naquela área da cidade, próxima ao circuito Barra-Ondina, há que se fazer a limpeza de escadarias e das ruas.

Limpeza feita, a sujeira vai pros bueiros, que acabam invadindo as águas do Porto, onde pititingas em cardume enchem nossos olhos, quando se nada com dia claro, o que não é aconselhável fazer nesses dias, principalmente crianças e idosos.

Pra quem, como eu e muitos outros, se dá ao luxo de ir diariamente à piscina de água salgada e densa, que é a Praia do Porto, parece um ensaio do fim dos tempos..

Não ligo pra eleição do novo papa ou se o Brasil vai ser campeão de futebol em 2014, só queria nosso Porto limpo.

Mais uma vez, a cidade precisando ser repensada.

mar
15
Posted on 15-03-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-03-2013


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Sid, hoje, no portal Metro1

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BOA SEXTA-FEIRA PARA OUVBINTES E LEITORES

(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

Política e cesta básica

Ivan de Carvalho

A desoneração de oito itens da cesta básica, anunciada com muita pompa e circunstância no dia 8, deve dar um alívio de R$ 10 nas despesas do consumidor paulistano. Esta é, segundo o R7, a conclusão de uma simulação feita por ClóvisPanzani, ex-coordenador de Política Tributária da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo e hoje consultor especializado em tributação. A pedido da reportagem, fez uma simulação do impacto das desonerações determinadas pela presidente Dilma Rousseff na cesta básica calculada pela Fipe, que mede o custo de vida na cidade de São Paulo.

Todos os produtos da cesta estão desonerados do PIS/Cofins e do IPI. Isso é um avanço, mas não grande. É que já havia uma desoneração parcial. Oito produtos da cesta básica sobre os quais incidia o PIS/Cofins foram desonerados desse tributo. Quanto ao IPI, o importante Imposto sobre Produtos Industrializados, somente dois dos produtos contemplados na cesta básica oficial ainda o pagavam e ficaram agora livres do gravame.

Cumpre, portanto, assinalar, que quando o governo federal anuncia essa coisa tão simpática de que desonerou “os produtos da cesta básica”, essa desoneração atinge apenas, quanto ao IPI, dois produtos e, quanto ao PIS/Cofins, oito. Não é lá esse balaio todo.

E logo começam a aparecer os senões. Vai um só. A Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), que reúne as torrefadoras e processadoras de café, informou ontem aos supermercados que não tem condições de reduzir o preço de seus produtos em 9,25 por cento, conforme anunciado na sexta passada pelo governo. O setor já tem um regime de tributação especial e alega que foi cancelado “o crédito presumido de 7,4 por cento concedido pelo governo para a indústria na desoneração prevista na MP nº 609”. Aí, complicou.

Vamos a outra seara. A da política. Aparentemente minimizando a importância da medida no bolso do consumidor, o já citado consultor Clóvis Panzani afirma que “o maior ganho da desoneração é político”. A presidente Dilma Rousseff afirma que a medida, além de beneficiar o consumidor, ajudará a reduzir a inflação e vai melhorar o poder de compra “dos assalariados e de qualquer brasileiro”. Podemos dizer, sem excluir esta última alegação e sem medo de errar, que houve dois objetivos determinantes para a medida do governo. Um, secundário, de reduzir a inflação (pois a influência será mínima) e outro, principal, de fazer média com os consumidores-eleitores mais pobres, à medida que as eleições, inclusive presidenciais, se aproximam.

O que não houve foi sinceridade política, para não usar expressão mais pesada. Como lembrou o deputado Roberto Freire, presidente nacional do PPS, no programa Roda Viva, a desoneração total dos tributos federais da cesta básica foi proposta por um deputado do PSDB – o líder tucano na Câmara, Bruno Araújo – e, aprovada pelo Congresso, vetada pela presidente da República. Vetada. Posteriormente, lembrou Freire, alguns deputados do PT, partido da presidente, articularam uma proposta determinando a desoneração, mas foram convencidos a desistir.

Agora, no entanto, a presidente Dilma Rousseff faz o que vetou antes e o que convenceu seus próprios correligionários a não fazerem – e se apossa de todos os créditos, apresentando-se em rede nacional obrigatória de rádio e televisão na sexta-feira passada, Dia Internacional da Mulher, falando da desoneração como se a idéia lhe houvesse caído na cabeça como um raio. De luz, claro. Na verdade, acrescentou apenas papel higiênico, sabonete e pasta de dente aos produtos que o Congresso aprovara por proposta do PSDB – carne de boi, porco, peixe, arroz, feijão, ovo, leite integral, café, açúcar, farinhas, pão, óleo, manteiga, frutas e legumes.

Bem, este artigo não é sobre direitos intelectuais ou autorais. Acaba aqui.

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