mar
09
Posted on 09-03-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-03-2013

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

Segundo o jornal Estado de São Paulo, Efromovich pediu ajuda ao governo brasileiro para comprar a TAP e Brasília pretende dar apoio oficial a este negócio.

O governo brasileiro poderá vir a apoiar o empresário German Efromovich a comprar a TAP através da Avianca, noticiou o jornal Estado de São Paulo, que cita fontes da empresa colombiana e do executivo brasileiro.

De acordo com estas fontes, Efromovich pediu ajuda ao governo brasileiro para comprar a TAP e Brasília pretende dar apoio oficial à compra da companhia portuguesa para abrir espaço para a criação de uma super-aérea luso-brasileira.

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Sapos goela abaixo

Maria Aparecida Torneros

Aquela sombra de sonho ainda me fareja a alma inquieta quando o balanço dos últimos dias me faz lembrar do carismático político gaúcho Leonel Brizola quando aludia à figura de engolir sapos!

Deles, de variados tamanhos, senti-me entalada , com sufocação e perplexidade nos dias recentes.
Como aceitar o julgamento espetaculoso do goleiro Bruno e suas nuances monstruosas em meio à semana dedicada a cada mulher contemporânea que merece respeito e dignidade?

Terá sido obra do acaso observar a marcha da violência proposta pelo governante da Coreia do Norte em contraponto ao desdobramento da agonia, morte e embalsamento do polémico e idolatrado Hugo Chaves, cuja Venezuela nossa vizinha e aliada busca conquistas sóciais entre arroubos nacionalistas ?

Somos observadores de velorios dolorosos em que fãs se despedem tanto de líderes políticos como de artistas do rock como o Chorao famoso entre seus pares e seguidores.

Vi uma delegada entrevistada a falar sobre o goleiro Bruno lembrando que o fato de ter sido um ídolo era um agravante para alguém como ele cometer crime tão bárbaro!

Então me pergunto onde está a responsabilidade social dos que lideram ao agir e dar exemplos?

Ídolos nos esportes de repente viram assassinos! Comandantes de governos surtam e podem levar seus povos a guerras insanas ! Artistas de grande penetração na juventude sucumbem na triste derrocada da droga também assassina!
De resto, a vida segue no mundo múltiplo e há esperança para a posdigestao de tantos salões!

Deixo-me envolver por canção antiga como defesa pessoal e busco a paz onde ela pode estar: na torcida paraque o ser humano não atribua tantos predicaados de super heróis a quem pode ser tão frágil e se tornar um decepcionante gerenciador de sapos!

Cida Torrneros, jornalista e escritora. mora no Rio de Janeiro.

mar
09

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O restaurante dinamarquês Noma eleito como o «melhor do mundo» anunciou este sábado, 9, que vai reembolsar os 63 clientes que sofreram uma intoxicação alimentar.

Segundo a equipe do restaurante em Copenhague, as análises concluíram que na origem dos vómitos e da diarreia esteve um norovírus, causa comum de gastroenterite viral, tendo os clientes sido informados em seguida.

A direção do Noma ofereceu também uma nova refeição aos clientes, como forma de reembolso, e afirmou que «um certo número de pessoas já aceitou voltar ao Noma».

Um jantar no Noma custa 1.500 coroas dinamarquesas, cerca de 200 euros por refeição, sem bebidas.

Ao todo, 63 pessoas sofreram uma intoxicação alimentar após terem comido no restaurante dinamarquês entre os dias 12 e 16 de fevereiro.

O restaurante, de duas estrelas Michelin e localizado no porto de Copenhague, capital da Dinamarca, conquistou este ano pela terceira vez consecutiva a distinção de Melhor Restaurante do Mundo, concedida anualmente pela prestigiada revista britânica “Restaurant Magazine”.


Kim Jong-un ascendeu ao poder depois da morte do pai em 2011
Foto: Reuters
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DEU NO PÚBLICO (PORTUGAL)

A Coreia do Norte rejeitou formalmente uma resolução do Conselho de Segurança (CS) da ONU votada na quinta-feira a exigir o fim do programa nuclear norte-coreano. A China, que se juntou a essa votação, ao lado dos Estados Unidos, apelou à calma das várias partes. O chefe da diplomacia chinesa defendeu o cumprimento das sanções mas considerou que estas não são a via “fundamental” para resolver tensões na Península coreana.

Um dia depois de ter anunciado o fim dos pactos de não agressão com o Sul e a disponibilidade para desencadear “uma guerra total”, Pyongyang disse este sábado que vai prosseguir o seu objetivo de reforçar a sua capacidade nuclear, apesar das sanções adotadas de forma unânime pelo CS da ONU na quinta-feira – sanções que reforçam restrições financeiras e outras ao regime norte-coreano.

A resolução, a quinta desde 2006 que visa pôr fim ao programa nuclear da Coreia do Norte, acontece quando se intensificam as tensões entre as duas Coreias, sobretudo depois do teste nuclear efetuado (pela terceira vez) pelo Norte no dia 12 de Fevereiro passado.

O aliado principal da Coreia do Norte, a China, através do ministro dos Negócios Estrangeiros Yang Jiechi, concorda que as sanções devem ser integralmente cumpridas. O responsável, por outro lado, afirmou numa conferência de imprensa em Pequim, este sábado, que a melhor maneira de resolver diferenças era o diálogo.

“Acreditamos que as sanções não representam o fim das ações do Conselho de Segurança, nem que as sanções são a via fundamental para resolver questões relevantes”, afirmou Yang Jiechi apelando à calma e à contenção das várias partes. “A única maneira correcta de resolver a questão é manter uma abordagem de conjunto e resolver as preocupações de todas as partes envolvidas de uma forma equilibrada através do diálogo”, concluiu.

mar
09
Posted on 09-03-2013
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Simanca, hoje, no jornal A Tarde


Dilma, Lula e Wagner diante do corpo de Chavez em Caracas

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ARTIGO DA SEMANA

Sucessão no vôo Brasília – Caracas

Vitor Hugo Soares

Em Salvador da Bahia, na pernambucana Recife, em Brasília e outros recantos do País, não poucos políticos, jornalistas, marqueteiros e mais gente, no entorno do poder, se roeram com vontade de virar a mosca do rock famoso do baiano Raul Seixas.Queriam estar no vôo do avião presidencial que saiu do Planalto Central na última quinta-feira, com destino a Caracas, para as homenagens fúnebres à Hugo Chávez.

Não uma mosca chata que pousa na sopa ou azucrina passageiros o percurso inteiro.Apenas uma que se aboletasse discretamento em um canto qualquer do avião, para assim poder escutar as conversas entre a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e o governador da Bahia, Jaques Wagner (petistas os três) que viajaram juntos para as cerimônias fúnebres na capital da Venezuela – centro nervoso das atenções da política internacional e da curiosidade geral do planeta nestes dias efervescentes de março de 2013.

Não é raro nem difícil, em oportunides como estas,na política,embutir encontros, conversas e acordos de outra ordem, mal disfarçadas entre as lembranças e tributos à memória do morto esquentado, polêmico e revolucionário. Amigo comum e companheiro dos três passageiros ilustres do Brasil na rota do Caribe.

Antes que alguém reclame, ou faça cara feia de quem não gostou da observação (puramente jornalística), digo como os franceses: “Amaldiçoado quem pensar mal destas coisas”. E sigamos em frente com esta história “da hora”, como no rock do saudoso grupo de Guarulhos “Mamonas Assassinas” (liderado por Dinho, um baiano de Irecê, legitimo herdeiro artístico de Raul).

O embarque do ex-presidente Lula no vôo Brasília – Caracas era previsível, embora o autor destas linhas de informação e opinião desconheça os detalhes das confabulações que resultaram na carona privilegiada. Quanto a Jaques Wagner – pelo grande número de testemunhas – o convite para a viagem veio por acaso. E, como se sabe, “se o assunto é viajar, é com Wagner mesmo que se resolve”, dizem os soteropolitanos, sem pedir muito segredo.

Na quarta-feira, 6, o governador da Bahia participava, em Brasília, com outros colegas, ministros, parlamentares e demais interessados (não poucos), da solenidade para mover o programa PAC-2 e tentar destravar o gargalo nacional da infra-estrutura deficiente e cada vez mais emperrada. Sem perder de vista a esperada colheita de alguns frutos ainda antes das eleições sucessórias para a presidência da República e governos dos estados, em 2014.

No meio da cerimônia, o Palácio do Planalto e a diplomacia brasileira acertaram para quinta-feira, 7, o embarque da presidente Dilma às homenagens derradeiras ao ex-líder morto em Caracas. Com Wagner à sua frente, Dilma não perdeu tempo nem a chance: convidou o governador para seguir no seleto vôo presidêncial, sob pretexto “das profundas ligações de Chávez com a Bahia, onde ele esteve duas vezes em seu governo”. Principalmente Salvador e Praia do Forte, onde o agitado e agitador da revolução bolivariana deixou históricas recordações.

O governador viajou, logo em seguida ao convite, para arrumar a bagagem no Palácio de Ondina e, na manhã do dia seguinte, já estava sentado com Lula e Dilma (sem a mosca de Raul ao que se sabe) voando para a Venezuela. Que chance inestimável para recordações mútuas de causos e feitos de/ou com Hugo Chávez, o amigo e companheiro comum!

A ainda tempo de sobra para acertar ponteiros atrasados da política brasileira. Um deles, o convite à espera de resposta definitiva, feito por Dilma a Wagner (com as bênçãos de Lula ) no começo do ano, para que ele permaneça à frente do governo baiano até o último dia do mandato, sem disputar nenhum cargo eleitoral.

Assim Wagner poderia exercer plenamente a coordenação, na estratégica região Nordeste, da campanha para reeleição de Dilma. Complicada ultimamente com a disposição, aparentemente firme, do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, guia nacional do PSB, aliado governista descontente, para disputar o lugar de mando de Dilma no Palácio do Planalto.

Uma viagem, como se vê em parte, e em parte se deduz, das mais interessantes e, quem sabe, produtiva em seus resultados de futuro. Apesar das circunstâncias fúnebres da sua realização. A mosca do rock de Raul seguramente iria “se lavar”, como dizem os baianos da capital.

Daí, talvez, a frustração de tanta gente da política, da comunicação e dos negócios, por não embarcar também, mesmo transmutada e escondida em um cantinho qualquer do avião presidencial, no vôo que saiu quinta–feira da Base Aérea de Brasília com destino à Caracas.

Repito, antes do ponto final, o que disse no meio do artigo: “Amaldiçoado quem pensar mal dessas coisas”.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com. br

DEU NO IG

A presidente Dilma Rousseff anunciou na noite de sexta-feira (8) que o governo federal deixará de cobrar o IPI e o PIS/Confis sobre todos os produtos da cesta básica. Com isso, disse a presidente, o objetivo é que os preços desses itens diminuam pelo menos 9,25%. No caso do creme dental, o corte de impostos será de 12,5%.

“Conto com os empresários para que isso signifique uma redução de pelo menos 9,25% no preço das carnes, do café, da manteiga, do óleo de cozinha, e de 12,5% na pasta de dentes, nos sabonetes, só para citar alguns exemplos”, pediu a presidente em seu pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV.

Ao deixar de cobrar o imposto federal sobre os produtos da cesta básica, o governo deixará de arrecadar, de acordo com a presidente, R$ 7,3 bilhões ao ano (só neste ano serão R$ 5,4 bilhões). “O governo abre mão de mais de R$ 7,3 bilhões em impostos ao ano, mas os benefícios que virão para a vida das pessoas compensam esse corte na arrecadação”, disse.

Alguns produtos já estavam isentos do IPI, mas ainda pagavam o PIS/Cofins. O percentual, nesses casos, cairá a zero. Já o IPI deixará de ser cobrado sobre o açúcar e o sabonete, os dois únicos produtos sobre os quais incidia, com alíquota de 5%.

A decisão do governo, se por um lado diminui a arredacação federal, por outro deve ter um impacto significativo no controle da inflação. O tema tem tirado o sono da equipe econômica. “Não descuido um só momento do controle da inflação, pois a estabilidade da economia é fundamental para todos nós”, disse a presidente.

Dados desta sexta-feira (8) mostram que a inflação dos últimos 12 meses até fevereiro fechou em 6,31%, próximo do teto da meta do governo, de 6,5% pelo IPCA.

“Não será cobrado mais nenhum imposto federal sobre carnes bovina, suína, aves e peixes, nem sobre o café, o açúcar, o óleo de cozinha, a manteiga, o sabonete, o papel higiênico e a pasta de dentes, o que significa que todos os produtos da cesta básica estão livres de impostos federais”, disse a presidente.

Dilma afirmou ainda que espera que a medida tenha um impacto importante entre produtores e comerciantes que atuam nas pequenas comunidades, cujos negócios giram principalmente em torno de produtos básicos, beneficiados pelo corte de impostos. “Espero que isso baixe o preço desses produtos e estimule a agricultura, a indústria e o comércio, trazendo mais empregos”, afirmou.

Consumidor

Na próxima semana, o governo federal vai anunciar mudanças sobre as relações de consumo. Dilma vai aproveitar o Dia do Consumidor (15 de março) para, segundo ela, anunciar que o governo pretende aplicar multas mais adequadas a empresas que andam fora da linha. Ela lembrou no pronunciamento que o País ganhou nos últimos anos, graças à inclusão social, novos consumidores, e que é preciso exigir mais transparência das empresas e do governo.

“O Brasil vai fiscalizar com mais rigor, aplicar multas mais adequadas, vai conscientizar empresas, consumidores e toda a sociedade sobre as vantagens, para todos, da melhoria das relações de consumo”, afirmou Dilma.

A isenção integral de tributos federais para a cesta básica será publicada ainda nesta sexta-feira em edição extra do Diário Oficial, e tem efeito imediato.

mar
09

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NOVOS RUMOS

Maravilhosamente, Paulinho da Viola!

Grande sábado para todos!

(VHS)

mar
09


Lenin
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OPINIÃO POLÍTICA

OST – Os Sem Tumba

Ivan de Carvalho

O polêmico governo da Venezuela anunciou que Hugo Chávez, presidente do país durante 16 anos, até que a morte o separou do cargo, não será sepultado. Seu corpo será embalsamado e ficará exposto à visitação pública, enquanto for possível.

Não são muitos os casos semelhantes conhecidos. Não se pode identificar o caso de Chávez com os das múmias tradicionais, entre as quais as mais conhecidas e famosas são as egípcias. Ainda que, no sentido figurado de coisa antiga, Chávez, quando em vida, podia ser considerado uma múmia, em relação aos seus mais ostensivos aspectos ideológicos e políticos.

Tinha, e isto há de lhe ser reconhecido, um forte viés de ajuda aos pobres, mas forçoso é admitir-se também que disso vinha uma imensa parte de sua força político-popular. Não era uma doação incondicional, mas uma via de mão dupla, algo do tipo toma lá, dá cá. Aliás, no Brasil convivemos com um esquema muito parecido, capitaneado pelo Programa Bolsa Família e completado por alguns coadjuvantes, como o iniciante e no futuro talvez poderoso Brasil Sem Miséria.

Sei não, mas tenho uma forte impressão, talvez pelas caras das três principais pessoas (cada uma com a sua), que na Venezuela havia, pelo menos até a morte de Chávez (não creio que continue depois), mais sinceridade, mais espontaneidade e menos esperteza que aqui. Não quero fazer uma afirmação sob risco de erro de avaliação, mas ao menos confirmo a forte impressão que referi no começo deste parágrafo.

Bem, voltando às múmias, elas não eram preparadas para serem expostas, mas para viverem no mundo dos mortos, em seus túmulos não raro com armadilhas contra os muito vivos, com tesouros, alimentos, água e às vezes escravos. Lá ficavam escondidas do mundo e – se eram faraós – ai daqueles que lhes perturbassem o sono, pois sobre eles a morte viria “com asas ligeiras”, como constatou, para infelicidade própria, lord Carnavon, chefe da expedição arqueológica que perturbou o sono de Tutancamon.

Mas que fiquem em seu recato as múmias antigas, egípcias, hindus, incas e outras, que não hajam sido contra sua vontade levadas para museus. Ponha-se o foco nas múmias modernas – pela própria idade não se sabe se tão resistentes ao tempo que as outras – a começar pela “mãe de todas as múmias contemporâneas”, a de Lenin (desatendido no pedido de que o enterrassem ao lado da mãe), ainda exposta na Rússia, atração popular e mesmo turística (por isto o fornecedor da matéria prima não esperava, certamente), mas com número minguante de visitantes, se comparado ao dos áureos tempos da União Soviética.

Stalin também foi mumificado, mas enquanto a múmia de Lenin foi exposta ao público em um mausoléu, a de Stalin, por uma imperdoável pirraça do irascível Kruchev, foi confinada a algum lugar no interior do Kremlim. A mesma falta de sorte não teve Mao Tsé-tung (Mao Zedong), cuja múmia permanece glorificada, em exposição na Praça da Paz Celestial, em Pequim. Foi nessa praça que o exército chinês matou pelo menos cinco mil manifestantes (quase todos, estudantes), que pediam liberdade. A múmia testemunhou tudo.

Essa tara comunista pela mumificação teve seguimento entusiasta na Choréia do Norte, onde estão mumificados e expostos diariamente à visitação de silenciosos e não raro discretamente chorosos visitantes o fundador do regime comunista no país, Kim Il-sung e seu filho e sucessor, Kim Jong-il. Ainda está vivo o filho de Kim Jong-il, Kim Jong-un, aquela trouxa com uma erupção de piaçava na cabeça e brandindo numa das mãos um míssil balístico no qual garante que há uma ogiva nuclear.

Ora, resolveram, no esforço de dar uma sobrevida maior ao chavismo, fazer grande maldade com o corpo dele. Nicolás Maduro e Diosdado Cabello não merecem tanto.

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