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Postado em 05-03-2013
Arquivado em (Artigos) por vitor em 05-03-2013 12:30


Deu no portal europeu de notícias TSF

A edição inpressa desta terça-feira, 5, do diário italiano La Repubblica destacou o período de “Sé vacante” que se vive no Vaticano, sem um papa, depois da renúncia histórica de Bento XVI, e em Roma, onde as eleições legislativas não resultaram numa maioria.

“Sé vacante” é o período entre a morte/renúncia e a eleição de um novo papa e foi usado por Ezio Mauro do La Repubblica num editorial sobre a crise política italiana: na ausência de maioria clara no parlamento, ninguém sabe que solução vai apresentar o presidente italiano, Giorgio Napolitano, para escolher o próximo chefe do Governo.

No Vaticano, quatro dias após a renúncia de Bento XVI a 28 de fevereiro, nenhum favorito se destaca entre os possíveis candidatos a papa.

A data do conclave vai ser decidida pelos cardeais, reunidos desde segunda-feira de manhã em reuniões preparatórias, denominadas “congregações”. Os “media” italianos falam já da próxima segunda-feira, 11 de março.

Na Itália, a nomeação de um primeiro-ministro vai seguir-se à primeira reunião das duas câmaras do parlamento, inicialmente prevista para 15 de março, mas que poderá ser antecipada para 12.

Os dois escrutínios não estão em nada relacionados, mas nos dois casos, os escândalos abriram caminho à crise: o Vatileaks e a pedofilia na Igreja Católica, a corrupção e o abuso dos bens públicos, na classe política italiana.

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