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DEU NO IG

LILIAN MACHADO (REPÓRTER DE POLÍTICA DA TRIBUNA DA BAHIA)

Em meio ao grande número de pré-candidaturas petistas para a sucessão ao governo do Estado, em 2014, o secretário estadual de Planejamento, José Sérgio Gabrielli, um dos nomes que tenta conquistar esse espaço, começa a entrar em campo.

A partir desta quinta-feira (21/2), ele inicia o primeiro dos 27 encontros a serem realizados no interior, intitulados de “Diálogos Territoriais”. O ponto de partida será o município de Conceição do Coité, região do Sisal, sendo o evento realizado na Uneb.

O objetivo, segundo sua assessoria, é discutir “a efetividade da gestão pública, as ações de governo, e o atendimento das demandas populares”, mas nos bastidores, os encontros são vistos, como uma forma de aproximação do secretário com as lideranças do interior. Gabrielli esteve presente ontem na festa de 33 anos de aniversário do PT, em São Paulo.

Embora desconverse sobre o seu possível ingresso na disputa estadual, o secretário tenta viabilizar o próprio nome tendo como apoiadores alguns aliados petistas, como os deputados estaduais Marcelino Galo e o líder do PT na Assembleia Legislativa, Rosemberg Pinto.

O líder petista na AL ressalta a defesa em torno de Gabrielli. Segundo Rosemberg, entre os pré-candidatos, o secretário de Planejamento é aquele que mais consegue “aglutinar a massa política e o apoio do partido”.

Há uma movimentação entre alguns integrantes da sigla para que evolua mais rapidamente o “consenso” em torno de um nome. Conforme Rosemberg, essa teria sido uma das resoluções da reunião realizada pela Executiva Estadual. “A ideia é que isso ocorra até junho. Se o PT quer ser protagonista e entende que tem legitimidade para disputar na chapa majoritária, não podemos chegar em junho com quatro nomes”, disse.

O deputado defendeu o “entendimento” para que não haja interferência do Processo de Eleição Direta (PED), que vai escolher o presidente estadual do partido na condução de 2014. “É ruim para o partido entrar em uma disputa interna no mesmo período em que a grande discussão política gira em torno da sucessão ao governo do Estado”, explicou.

No conjunto de nomes ele reforça que Gabrielli “é o mais preparado, agora não significa dizer que essa preferência não possa ser substituída. Apoiarei quem o governador Jaques Wagner escolher”.

Alvo de críticas de setores da imprensa nacional, referente à sua gestão na Petrobras, que segundo rumores estariam sendo estimuladas pelo “fogo amigo”, Gabrielli deve enfrentar pré-candidatos de peso que também encontram alentos em seus sonhos de brigar pela cadeira da Governadoria.

Além dele, não seria mais novidade que o chefe da Casa Civil, Rui Costa e o senador Walter Pinheiro também estão no páreo. O ex-prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, também já avisou que vai tentar convencer os aliados.

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