fev
18

==========================================

DEU NO SITE DA TV CULTURA

Nesta segunda-feira (18/2), o Roda Viva entrevista, ao vivo, a ex-senadora Marina Silva. Entre os assuntos em foco, ela deve falar sobre seu novo partido, projetos políticos, Mensalão, Lula, Dilma e Renan Calheiros. O programa da TV Cultura vai ao ar às 22h.

Apresentado pelo jornalista Mario Sergio Conti, o Roda Viva conta com uma bancada de entrevistadores formada por Ricardo Gandour (diretor de Conteúdo do Grupo Estado), Daniela Pinheiro (repórter da revista Piauí), Marina Amaral (jornalista e diretora da Pública – Agência de Jornalismo Investigativo), André Luiz Costa (diretor de Jornalismo Bandnews FM) e Ricardo Balthazar (editor do caderno Poder do jornal Folha de S. Paulo). O programa conta também com a participação do cartunista Paulo Caruso.

O programa será transmitido ao vivo pela TV Cultura e pelo portal cmais+. Os internautas também podem participar do programa mandado perguntas e fazendo comentários pelo twitter com a hashtag #rodaviva, ou ainda pela própria página do programa no portal cmais.com.br/rodaviva. Assista e participe!

Be Sociable, Share!

Comentários

jader on 19 Fevereiro, 2013 at 12:37 #

Coisas da Política
Hoje às 06h59
Os limites da pátria
Jornal do BrasilMauro Santayana
É difícil saber se a senhora Marina Silva é uma pessoa ingênua e de boas intenções, ou se optou, conscientemente, por defender os interesses das grandes potências que, sob o comando de Washington, exercem o solerte condomínio econômico do mundo e pretendem o absoluto império político. Há uma terceira hipótese que, com delicadeza, devemos descartar: desmesurada ambição de poder, sem as condições concretas para obtê-lo e exercê-lo.
Os admiradores lembram sempre sua origem modesta, o que não quer dizer tudo, mas não podem, com a mesma convicção, dizer que ela tenha mantido, ao longo da carreira, o que os marxistas chamam “consciência de classe”. Suas alianças são estranhas a esse sentimento. Ela se tornou uma figura homenageada pelos grandes do mundo mas, sobretudo, do eixo Washington-Londres. Se ela mantivesse a consciência de classe, desconfiaria desses mimos. Para dizer a verdade, nem mesmo seria necessária a consciência de classe: bastaria a consciência de pátria.
A senhora Silva, como alguns outros brasileiros que se pretendem na esquerda, é uma internacionalista. O meio ambiente, que querem preservar tais verdes e assimilados, não é o do Brasil para os brasileiros, mas é o do Brasil para o mundo. Quando a Família Real Inglesa e os círculos oficiais e financeiros norte-americanos cercam a menina pobre dos seringais de homenagens, usam de uma astúcia velha dos colonialistas, e fazem lembrar os franceses na aliança com a Confederação dos Tamoios, e os holandeses em suas relações com Calabar.
Quando uns e outros cercam a menina pobre dos seringais de homenagens, usam de uma astúcia velha dos colonialistas
Os tempos mudam, os interesses de conquista e domínio permanecem, com sua própria dinâmica e solércia. Os limites intransponíveis da razão política são os da pátria. Todos os devaneios são admissíveis, menos os que comprometam a soberania nacional. Não são apenas os estrangeiros que adoçam os sonhos da defensora da natureza. São também brasileiros ricos e conservadores que, é claro, procuram dividir a cidadania, para que fiéis servidores políticos mantenham sua posição no Parlamento e nos outros poderes. Há informações de que grande acionista de banco poderoso se encarregou das despesas do espetáculo de lançamento do partido de dona Marina, que não quer ser chamado de partido. E não se esqueça de que quem sempre a financiou é um industrial enriquecido com a biodiversidade amazônica.
Não há coincidências em política. Os mentores da senhora Silva querem que seu movimento, como ela anunciou, não seja de direita, nem de esquerda, e muito menos de centro — que é o equilíbrio pragmático entre as duas pontas do espectro. É interessante a ilogicidade da proposta. Como é possível dissociar a ideologia da política e, ainda mais, a ideologia do viver cotidiano? Esquerda e direita existem na vida dos homens desde as primeiras tribos nômades, e são facilmente identificáveis na postura solidária de alguns e no egoísmo de outros. Sempre que pensamos em igualdade, somos, menos ou mais, de esquerda; sempre que pensamos na superioridade, de qualquer natureza, de uns sobre os outros, estamos na direita. Mais ainda: ideia é a imagem que construímos previamente na consciência, seja a de um objeto, seja a de uma conduta social e política.
Não é possível viver sem um lado. A doutrina da mal chamada Rede (apropriação apressada e ingênua do mundo da internet, que é um meio neutro) oferece essa aporia: é um partido sem partido, uma realidade sem geometria, uma ideia sem ideia.


rosane santana on 19 Fevereiro, 2013 at 18:40 #

Até nas práticas, os petistas se aproximam, cada vez mais, dos chefes de igrejas evangélicas mundo afora. Idem para os militantes em relação aos fiéis dessas religiões. Aqueles não acreditam nadica de nada no que falam, pregam, inventam porque rende muito, muito dinheiro, dólares em meias, cuecas e paraísos fiscais. Estes, porque são, majoritariamente, figuras de uma indigência mental dolorosa, gado humano, como dizia o extraordinário Nestor Duarte.


Deixe um comentário
Name:
Email:
Website:
Comments:

  • Arquivos

  • Fevereiro 2013
    S T Q Q S S D
    « jan   mar »
     123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    25262728