Multidão no Leme se diverte no “Mulheres de Chico”
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DEU NO G1

O carnaval no Rio de Janeiro termina bem depois da quarta-feira de cinzas. No fim da tarde deste sábado (16), uma multidão foi à Praia do Leme, na Zona Sul da cidade, para curtir o bloco Mulheres de Chico. Composto apenas pela ala feminina, o grupo toca músicas de Chico Buarque em ritmo de samba, maracatu e funk.

A Riotur estima que 40 mil pessoas compareçam ao bloco, que está programado para terminar às 21h. No repertório do Mulheres de Chico, estão as canções “A banda”, “Apesar de você”, “Deus lhe pague”, “Partido Alto”, entre outras.
Riotur estima público de 40 mil pessoas na apresentação do bloco Mulheres de Chico

Mais cedo, o bloco Quizomba desfilou na Lapa. Com violão, cavaquinho e baixo, além da famosa bateria, o grupo fez a alegria de 20 mil foliões.
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Caracterizados de personagens infantis, como Branca de Neve, He-Man, Shrek, Chaves e Chiquinhas, Betty Boop, entre outros, cariocas e turistas se divertiram

fev
16
Posted on 16-02-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-02-2013

http://youtu.be/MXjqkOudmBk

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O filme “Child’s Pose”, do cineasta romeno Calin Peter Netzer, foi o vencedor do Urso de Ouro do Festival de Cinema de Berlim deste ano, anunciou hoje a organização.

O 63.º Festival de Cinema de Berlim, que este ano contou com quatro filmes portugueses, um dos quais em competição, encerrou este sábado, com o anúncio dos vencedores em cada categoria a concurso.

Ao longo de dez dias, a Berlinale exibiu cerca de 400 filmes, grande parte dos quais em estreia mundial, mas apenas duas dezenas disputaram o prémio máximo, o Urso de Ouro.

Os novos filmes do iraniano Jafar Panahi, cineasta impedido de sair do Irã, e dos norte-americanos Steven Soderbergh, “Side Effects”, e Gus Van Sant, “Promised Land”, foram produções que marcaram esta edição.


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Criado em 2006 pelas cariocas Gláucia Cabral e Vivian Freitas, o Bloco Mulheres de Chico é um bloco feminino que só interpreta músicas de Chico Buarque de Hollanda.O bloco está começando a desfilar agora, às 15 horas, na praia do Leme (Copacabana), na despedida dos blocos do carnaval carioca, com uma homenagem ao rei do Pop, Michael Jackson, e o Bahia em Pauta tem representante no desfile, a moderadora do site blog, Marcia.

Com as cores vermelho e rosa no seu estandarte e formação de 25 batuqueiras, o Bloco Mulheres de Chico movimenta mais de 20 mil foliões no Carnaval do Rio de Janeiro, além de apresentar-se por todo o Brasil, em casas de shows, centros culturais, praças públicas, eventos corporativos e beneficentes, festas, festivais de música, casamentos e aniversários.

Completando seis anos de existência, o Bloco Mulheres de Chico conquistou, em sua trajetória, um público de idades e perfis variados, com charme, animação, figurinos e adereços alegres e descontraídos e prepara-se para uma nova etapa que inclui projetos diversificados e o lançamento de uma carreira internacional.

Trajetória

No ano de 2006, um grupo de batuqueiras se uniu para preparar seu primeiro desfile carnavalesco, pondo em prática a ideia que as cuiqueiras Gláucia Cabral e Vivian Freitas tiveram em 2003: criar um bloco feminino que só interpretasse músicas de Chico Buarque de Hollanda. A ideia amadureceu aprimorando-se para uma releitura original do universo musical criado por Chico. O grupo passou a interpretar suas canções dentro de uma estética inusitada, com destaque para a formação instrumental tradicional das Escolas de Samba.

Assim nasce o Bloco Mulheres de Chico (MDC), que logo chamou a atenção dos foliões que foram assistir ao seu primeiro desfile, no estilo concentra-mas-não-sai, em 2007, na Praça Antero de Quental (Leblon – Rio de Janeiro).

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O adeus ao Ziriguidum e a Bento 16

Janio Ferreira Soares

Zeca Pagodinho, desiludido com o atual Carnaval, pegou mulher e filhos e se isolou em seu sítio, onde uma banda tocou antigas marchinhas em meio a confetes, serpentinas e muito chope, que ninguém é de ferro. Enquanto isso, milhares de “jovens” brincavam nas ruas do Rio de Janeiro ao som das mesmas marchinhas que ele ouviu durante seu retiro momesco. Já seus filhos, se não fugiram, devem ter ficado ligados nas redes sociais, morrendo de vontade de estar no meio da muvuca com os amigos.

João Jorge, presidente do Olodum, disse que o Carnaval da Bahia virou uma festa de um artista só (Ivete Sangalo) e que, a continuar assim, já era. Enquanto isso, nas ruas da velha São Salvador milhares de “jovens” pulavam e beijavam como se não houvesse amanhã.

Nação Zumbi e outros artistas pernambucanos que ficaram de fora do Carnaval, andaram se queixando de que a folia de Recife anda diferente. Enquanto isso, milhares de “jovens” se acabavam no Galo da Madrugada e no Marco Zero, onde a fuzarca foi de Caetano a Milton Nascimento, passando por Titãs, Lenine e muito frevo.

Fiz questão de aspear “jovens” nos parágrafos acima para deixar bem claro que são eles os verdadeiros responsáveis pelo Carnaval continuar sendo a maior festa do País, independente da qualidade musical, das estruturas dos blocos e da eterna reclamação de uma turma que pensa que o que faz a folia são as marchinhas, as mortalhas e as serpentinas, quando na verdade o que faz a diferença é a testosterona que à época habitava seus corpos cinturados de mentes fresquinhas, nem aí para contas a pagar, colesteróis e toques retais.

Mas agora que acabou a folia, o assunto é outro. É que junto com Ziriguidum e Largadinho, Bento 16 também está dando adeus aos holofotes. Sem dizer a que veio, há rumores de que um brasileiro poderá substituí-lo. Com Lula fora do páreo (ele jamais diria numa celebração “mea maxima culpa”), sobra Sarney, que, dizem, já enviou Geddel (disfarçado de Capuchinho) e uma tropa de cardeais do PMDB ao Vaticano. Oremos.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura, Turismo e Esportes de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco

fev
16

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DICA DA JORNALISTA MARIA OLIVIA SOARES PARA OS LEITORES E OUVINTES DO BAHIA EM PAUTA

O compositor e pianista João Donato é o convidado do projeto Tamar Cultural, na sua primeira edição de 2013, neste sãbado, 16, na Praia do Forte. Autor das canções ‘A Paz’, ‘A rã’, ‘Bananeira’, dentre tantas pérolas da música brasileira, João Donato traz para a Bahia o repertório do álbum ‘Sambolero’, vencedor do Grammy Latino de Melhor Disco de Jazz Latino de 2010, além de melodias inspiradas em obras de Claude Debussy e Maurice Ravel.

O espetáculo começa às 21h, no Centro de Visitantes do Projeto Tamar. Na abertura, vai rolar o show da banda Tamarear. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10, preço justo, é só se programar e pegar a linha verde.

fev
16
Posted on 16-02-2013
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Divulgação

DEU NO IG

O documentário brasileiro “Hélio Oiticica”, dirigido pelo cineasta César Oiticica Filho, foi premiado no 63º Festival de Berlim pela Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) nesta sexta (15).

O filme, uma das únicas maneiras de ver alguns dos trabalhos do artista plástico destruídos após um incêndio, ocorrido em 2009, foi exibido na sessão alternativo do Fórum do evento. Além do prêmio dado pelos críticos, “Hélio Oiticica” venceu o Galigari, honraria entregue aos filmes mais experimentais.

O grande vencedor da crítica na competição oficial foi o drama romeno “Child’s Pose”, de Calin Peter Netzer. Já o escolhido dentro da mostra Panorama foi “Inch’Allah”, de Anais Barbeau-Lavalette.

fev
16
Posted on 16-02-2013
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Jarbas, hoje, no Diário de Pernambuco


Fernando Lyra:coragem, bom humor e competência

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ARTIGO DA SEMANA

A morte de Lyra e a “topada” de Dilma

Vitor Hugo Soares

Um sábio chinês disse no passado: “há indivíduos cuja morte pesa menos que uma pena para a humanidade. Há outros, porém, cujo desaparecimento tem o peso de toneladas”.

Este pensamento oriental segue atualíssimo. Para comprovar, basta olhar ao redor no Brasil e no resto do planeta. Em sua segunda parte, se encaixa com perfeição ao perfil e à história política e humana do ex-parlamentar e ex-ministro da Justiça, Fernando Lyra. Um brasileiro exemplar, nascido em Pernambuco, que morreu quinta-feira, 14, depois de largo e complicado período de internamento em hospitais de Recife e São Paulo.

Muitos conheceram Fernando (assim ouvi muitas vezes o ex-deputado Chico Pinto chamar com afeto e admiração o amigo e companheiro de grandes combates no extinto MDB). Outros com ele conviveram mais prolongada e intensamente. Alguns irão, seguramente, falar sobre esta figura humana verdadeiramente plural e admirável, como definiu em linhas brilhantes e emocionadas o senador do PDT e conterrâneo, Cristóvão Buarque, no artigo publicado no Blog do Noblat.

Preciso esclarecer e contextualizar este escrito. Nasci no lado baiano do Rio São Francisco. Passei a infância e parte da juventude em cidades de onde podia ver Pernambuco (e ouvir através das ondas potentes da Radio Jornal do Comércio, falando para o mundo) na outra margem do rio da minha aldeia. Por sentimento, verdade e reconhecimento pessoal e profissional, não me sentiria bem se deixasse de fazer este registro póstumo.

Afinal, além do destemido e digno combatente político contra a ditadura durante décadas, foi Fernando Lyra quem ao chegar ao poder, na condição de ministro da Justiça, por escolha de Tancredo Neves, aplicou o golpe mortal na censura que durante décadas amordaçou a imprensa e a liberdade de expressão no Brasil.
Portanto, sem poder me considerar seu amigo, como sempre almejei, segui de perto a sua palavra ardente e seus discursos candentes. Testemunhei exemplos e ações. Acompanhei o bom combate de Fernando Lyra.

Jornalista profissional (chefiando durante quase duas décadas primeiro a redação, depois a sucursal do Jornal do Brasil em Salvador), amigo pessoal do ex-prefeito de Feira de Santana e ex-deputado Chico Pinto (outro símbolo autêntico da resistência no velho MDB de Ulysses e Tancredo), não raramente estive ao lado do grande político pernambucano. Principalmente quando de suas frequentes visitas a Salvador e Feira da Santana, onde ele sempre foi admirado, aplaudido e considerado grande amigo da Bahia.

Algumas vezes participei diretamente de seu combate contra a violência e a intolerância. Até na cela de um quartel do Exército, em Salvador, passei temporada por causa disso. Sinto honra e orgulho de poder falar destas coisas e sobre este homem de combate permanente na construção da democracia em seu país, mas que nunca deixou de sorrir, sempre manteve incrível bom humor nos palanques e na vida. Morre sem perder a ternura, jamais.

Na nota oficial de governo sobre a morte de Fernando Lyra, a presidente Dilma Rousseff assinala: “a democracia brasileira perdeu um de seus mais expressivos defensores”. Linhas adiante, destaca: “Primeiro ministro da Justiça da redemocratização, Lyra foi o responsável pelo fim da censura oficial, passo fundamental na conquista da liberdade de expressão no País”.

Mais da nota: “Exímio articulador político, Fernando Lyra foi um dos expoentes da formação da Aliança Democrática. Teve atuação relevante na Assembléia Nacional Constituinte e representou com brilho os eleitores de Pernambuco na Câmara dos Deputados por 28 anos”. E a conclusão da mensagem assinada por Dilma Rousseff: “Em nome de todas as brasileiras e de todos os brasileiros, apresento meus votos de pesar a sua mulher, Márcia, suas três filhas, familiares e amigos, neste momento de dor”.

O sábio chinês citado no começo deste artigo sintetizaria: “Um peso sem tamanho, o da perda de Fernando”.

EM TEMPO: Antes de receber a notícia da morte de Fernando Lyra, iniciei este artigo com a intenção de falar sobe “as últimas da presidente Dilma na Bahia”, e contar que não foi sem tropeços a mais recente temporada de repouso da presidente da República no privilegiado cenário cinematográfico onde fica situada a Base Naval de Aratu.

Principalmente depois dela sofrer a “topada” que lhe fissurou o dedo grande do pé, logo em seguida à sua chegada à magnífica praia de Inema, na sexta-feira da semana passada. O assunto, mantido no título, fica para ser tratado depois. Se ainda houver atualidade. E sentido.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

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Richard Strauss – Also Sprach Zarathustra, op. 30

l’Orchestra Nazionale di Santa Cecilia – Itália

Ótimo sábado para todos, sem sustos na terra ou no espaço

(Vitor Hugo Soares)

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OPINIÃO POLÍTICA
O quarteto de Wagner

Ivan de Carvalho

1. Seria praticamente obrigatória, não fossem os eventos celestes, a dedicação integral deste espaço, hoje, à mensagem anual lida pelo governador Jaques Wagner, ontem, na Assembléia Legislativa. Ele destacou quatro áreas como o foco de seu governo em 2013 – ano que será o sétimo dele no cargo.

Essas áreas citadas por Wagner são desenvolvimento, emprego, justiça social e combate à violência. Pode-se até dizer que, se tomadas essas áreas em conjunto e levadas em conta as ações necessárias para atuar nelas e os efeitos que se esperaria dessas ações, quase tudo (ainda que não tudo) no governo está incluído. Dá para incluir, em justiça social, por exemplo, até mesmo as cisternas, poços e aguadas da política de atenuação dos efeitos das secas.

Algumas coisas, naturalmente, não podem ser incluídas naquele quarteto. Ficam de fora, entre elas, as “relações institucionais” e as políticas partidária e eleitoral, políticas de apoio ao setor cultural e, talvez, realizações imateriais como a Ponte João Ubaldo Ribeiro e o modo democrático de governar – uma marca inegável e, no Brasil, notável, no comportamento de Wagner, não somente nos seis anos que já cumpriu na chefia do governo baiano, como em fases anteriores, quando foi parlamentar, líder do PT na Câmara e integrante do primeiro escalão do governo Lula.

O governador lembrou as “dificuldades” de 2012, derivadas das “turbulências na economia mundial”, com o “aprofundamento da crise” na Europa, o “crescimento moderado” nos Estados Unidos e o “ritmo menos acelerado” da China. Isenções fiscais “necessárias” concedidas pelo governo federal para reagir a este quadro obrigaram o governo baiano a “fazer ajustes” por causa da queda de receita do Estado, explicou Jaques Wagner.

Quanto a isso, não parece ainda claro o que o governo Dilma Rousseff vai fazer a respeito dos reflexos da crise financeira e econômica global em 2013, mas razões para otimismo não são visíveis, pois esse quadro internacional não apresenta sinais objetivos de recuperação.
O governador, no entanto, parece otimista com a disponibilidade do dobro de recursos para investimentos em relação ao ano passado, graças, principalmente, a empréstimos sempre aprovados pelo Tesouro Nacional e com investimentos muito expressivos do setor privado, esperados para o setor de mineração.

2. Bem, vamos gastar as últimas linhas com os eventos celestes. Um meteoro atravessou os céus da Rússia e explodiu no ar, atingindo uma área de 100 mil metros quadrados, danificando 3 mil prédios e deixando cerca de 1.100 feridos, em Tchlyabinsk, na Rússia. Os feridos o foram por estilhaços de vidro e outros elementos de edifícios e casas.

Horas depois, um asteroide de 45 metros de diâmetro (é de tamanho bem maneiro, mas capaz de provocar uma grande destruição regional) passou a 27 mil quilômetros da Terra, a uma altitude, portanto, inferior à dos satélites estacionários, como os de comunicação e muitos de observação. Ufa, raspou, mas não bateu. As galinhas, jacarés e lagartixas, descendentes dos dinossauros, desta vez sobreviveram.

Apesar de tudo isso, ontem mesmo divulgou-se que astrônomos profissionais e amadores e a Nasa estão em grande alvoroço por causa do cometa Ison, “o cometa do século”. Ele só vai passar pelas vizinhanças, sem risco nenhum, em fins deste ano.

Distração. O mágico chama sua atenção para uma das mãos e faz as coisas com a outra. Porque sobre a massiva estrela anã marrom com vários planetas, (re)descoberta pela Nasa em 1983, anunciada e noticiada por jornais americanos (inclusive o Washington Post), e negada dois dias depois, o mundo científico não dá um pio. É tabu, só quebrado atualmente na Internet.

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