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Posted on 04-02-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-02-2013
 
DEU NO JORNAL DO BRASIL
O jornalismo brasileiro perdeu hoje um dos maiores repórteres que já se conheceu: Fritz Utzeri, de 68 anos, morreu na manhã desta segunda-feira (4), no Hospital Quinta D’Or, após lutar bravamente contra um linfoma (câncer nos gânglios).

Como jornalista, firmou-se na profissão através do Jornal do Brasil, onde ingressou em 1968. Ali não apenas mostrou-se um excelente profissional na elaboração de reportagens, mas participou ativamente da luta pela redemocratização do país. Em 1978. teve participação ativa quando os jornalistas do Rio retomaram o controle do Sindicato da categoria que estava em mão de pelegos.

O corpo de Fritz começou a ser velado às 17hs  desta segunda-feira, na Capela 6 do Memorial do Carmo, no Caju, zona portuária do Rio, até ao meio dia de terça-feira, quando  será levado para o Crematório do Rio de Janeiro.

Ao longo da carreira fez diversos amigos que se tornaram quase irmãos, como Sérgio Fleury, que com ele convivia desde os primeiros momentos no JB. É dele, o texto abaixo contando um pouco da vida de Fritz.

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Fritz, o amigo de Timmendorferstrand

Sergio Fleury

De médico e louco todos nós temos um pouco, diz o ditado. Médico ele já era, formado pela UERJ com opção pela Psiquiatria, profissão que não chegou a exercer e que abandonou para ser jornalista. Louco alguns pensavam que era, pelo jeito vibrante de ver e dizer as coisas. Na verdade, ele era um grande boa praça, um amigo, uma figuraça que conquistava as pessoas pela maneira simples, inteligente e direta de se comunicar com a vida.

Por onde passou usou seu jeito informal de ver os problemas que, de uma forma incomum, rápida e precisa, procurava resolvê-los. Era um descomplicador de coisas, inclusive da própria história iniciada há 68 anos na cidade de Timmendorferstrand província de Sleswig Holstein, Norte da Alemanha, um “balneário ipanemense”, como sempre comparou.

Ele nasceu Fritz Carl, nome herdado do pai alemão que não chegou a conhecer porque morreu em sua motocicleta com side car na explosão de uma bomba durante a guerra na Polônia, no dia 11 de setembro de 1944, quatro meses antes do seu nascimento (10 de janeiro de 1945).

Sua mãe Elza, italiana, já tinha fugido para o Norte da Alemanha, como fizeram todas as mulheres grávidas naquela época de guerra. Certamente essa aventura foi a primeira de suas muitas estórias de vida! Com dois anos de idade veio para a América Latina com a mãe, direto para Assunção, Paraguai. Ao Brasil, chegou com sete anos (1952) indo morar no bairro paulista de Higienópolis, mais precisamente à Rua São Vicente de Paula, 152. Mas não parou ali: veio para o Rio de Janeiro, foi para Lima (Peru), La Paz (Bolívia), Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina), acompanhando a mãe e o padrasto italiano Otello, que na verdade o criou e se meteu a montar fábricas e hidroelétricas pelo continente latinoamericano. Das andanças latinas pegou o hábito de entremear expressões em espanhol – um dos cinco idiomas que dominava – no meio de suas animadas conversas.

De volta ao Rio, foi morar na Tijuca, anos 60/70, época em que o bairro ainda era aprazível. Foi na então bucólica Avenida Paulo de Frontin, repleta de flamboyants, que passeava com a namorada Liége, depois sua mulher por mais de 50 anos, e com a qual teve dois filhos, Ana e Pedro (de quem teve um casal de netos, Gabriela-Gabi e André).

A troca da Psiquiatria pelo jornalismo no ano de 1967/68 lhe rendeu um comentário que fez parte do seu folclore: “se continuasse médico e fosse para uma cidadezinha do interior, abrisse um consultório, colocasse o diploma na parede e na porta o nome Dr. Fritz, ficaria rico e famoso. Iam me confundir com o médium”. Como jornalista, começou repórter estagiário do Correio da Manhã época em que viveu uma de suas ótimas histórias. Um dia entrou no elevador da Revista Manchete, na Glória, junto com o dono Adolpho Bloch que, pensando falar com um dos seus jornalistas gritou: – o senhor está demitido por não usar gravata. Fritz com seu ar debochado retrucou: ora, isso é impossível, eu não sou seu funcionário! E saiu gargalhando “a la Fritz”…

Ao naturalizar-se brasileiro, em 1970, de Fritz Carl, registrado na rebuscada certidão de nascimento alemã, passou a chamar-se Federico Carlo Utzeri. Mas ele já era mesmo o Fritz Utzeri, nome com o qual se firmou nas funções de repórter especial do JORNAL DO BRASIL e de seu correspondente nas cidades de Nova Iorque (82/85) e Paris (85/89).

De Paris voltou para o JB, mas foi logo convocado para ser o editor de Ciência e Tecnologia da TV Globo, onde mesmo depois de sair matou as saudades do telejornalismo ao participar da edição especial do programa Globo Repórter sobre o Caso Riocentro, assunto por ele apurado junto ao falecido repórter Heraldo Dias e que rendeu à equipe do JB o Prêmio Esso de Jornalismo. Com o companheiro ainda ajudou a desvendar o caso do desaparecimento e assassinato do deputado Rubens Paiva.

No período 1991/95 trabalhou, como Diretor de Comunicação na multinacional de telecomunicações Alcatel, mas a vida na Ponte-Aérea o deixava longe da família e dos seus brinquedinhos: as coleções de trens elétricos, de livros – era um leitor voraz – de antigos LPs e CDs, de carros em miniatura e os de verdade, como um MG 1966, original, que conservou por anos na garagem junto a um Karmhan-Ghia e a um Alfa Romeo ‘Spider”.

Trabalhou, também, como Diretor de Comunicação da Fundação Roberto Marinho e Diretor de Redação do JB na fase semifinal da edição impressa. Escreveu os livros “Aurora” (ficção) e “Dancing Brasil” (crônicas) e editou o seu blog “Montbläat”.

Nos últimos três anos lutou bravamente contra um raro linfoma (câncer nos gânglios) que nem um transplante de medula e remédios experimentais lhe deram a confortável sobrevida sem dor.

Até nesse período muito difícil sua fome de informação aliada à memória privilegiada fazia com que esse germano-ítalo-carioca sempre tivesse um “causo” a contar. Era imbatível em Cultura geral ou na do tipo inútil, do gênero “você sabia”? Pudera: para quem nasceu em Timmendorferstrand nada lhe era impossível, inclusive “desaparecer“ nesta manhã deixando uma profunda saudade em todos nós. Esse era o nosso amigo Fritz.

* Sérgio Fleury foi companheiro de trabalho e amigo de Fritz desde 1968

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Fritz Utzeri: grande repórter, grande figura!

BAHIA EM PAUTA, TRIBUTO A UM GRANDE REPÓRTER:
Fui colega de Fritz Utzeri durante os quase 18 anos que passei no Jornal do Brasil. Ele era tudo o que Fleury escreve na homenagem acima, e um muito mais, como figura humana e profissional de jornalismo.
Era um grande prazer revê-lo sempre que ia de Salvador para reuniões na sede do Jornal, no prédio faraônico do JB na Avenida Brasil, onde o conheci  por volta dos anos 70.

Um tipo inconfundível da mistura de alemão com carioca, que deu certo. Grande repórter, profissional de garra e consciência, figura contagiante e indispensável em qualque boa redação de jornal.

Não há preço que pague, nem morte que apague a lembrança de ver e ouvir Fritz, naquela imensa e estrelada redação. Ao lado de Oldemário Touguinhó, João Saldanha, Juarez Bahia, Beatriz Bonfim, Ana Maria Machado (imortal ex-radio JB), Rosental Calmon Alves, Felix Athayde entre dezenas de outros ( que partiram ou que ainda estão por aí).

Estive com ele pela última vez na festa dos 50 anos do Prêmio Esso de Jornalismo, no Rio. Continuava o mesmo, ou melhor ainda, se fosse possível.

Perde muito o jornalismo brasileiro com a partida de Fritz. Quem trabalhou e conviveu com ele no JB, perde muito mais ainda.

Saudades!!!

(Vitor Hugo Soares)


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Alves festeja vitória na Câmara com petista Maia

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DEU NO JORNAL DO BRASIL (ONLINE)

Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) é o novo presidente da Câmara dos Deputados para o biênio 2013/2014. Ele foi eleito com 271 votos nesta segunda-feira (4). Em seu discurso, Alves prometeu aprovar o Orçamento impositivo, distribuir as relatorias de projetos para os deputados de forma proporcional ao tamanhos das bancada e fazer mudanças nos veículos de comunicação da Câmara.

O peemedebista prometeu ainda limpar a pauta de vetos do Parlamento, apesar de o presidente da Câmara não fazer parte da Mesa do Congresso. Sobre as denúncias contra ele veiculada nas últimas semanas, o potiguar disse que “não há fogo que chamusque o alicerce que construí a vida inteira”.

Há 42 anos na Câmara, Henrique Alves disse ser capaz de promover as mudanças pelas quais a Casa precisa passar por conhecer todas as “entranhas, qualidades, defeitos e imperfeições”. “Essa Casa é a mais injustiçada dos Poderes, a mais injustiçada não pelos seus defeitos, mas por ela se expor, se abrir e ser transparente”, discursou Alves.
Henrique Eduardo Alves é saudado por Marco Maia após ser eleito presidente da CâmaraHenrique Eduardo Alves é saudado por Marco Maia após ser eleito presidente da Câmara

Da tribuna, Henrique Alves prometeu ainda promover modificações na TV Câmara para que a emissora da Casa seja “mais Câmara e menos TV”. “Não quero ver nunca mais uma imagem do plenário vazio”, disse Alves. Segundo ele, isso passa para a sociedade a ideia de que os deputados não trabalham, o que, para ele, não é verdade.

Henrique Alves disputava o posto máximo da Câmara, segundo na linha sucessório do país, com Júlio Delgado (PSB-MG), que obteve 165 votos, Rose de Freitas (PMDB-ES), dona de 45 votos, e Chico Alencar (PSOL-RJ), lembrado por 11 colegas.

O parlamentar do Rio Grande do Norte chegou à Câmara aos 22 anos. Foi lançado na política por seu pai, o ex-deputado, ex-ministro e ex-governador do Rio Grande do Norte Aluízio Alves, (falecido em 2006). Ele é o parlamentar com o maior número de mandatos consecutivos na Casa — 11 — e está a um mandato de atingir o recorde do ex-deputado Manoel Novaes (BA), que participou de 12 legislaturas não consecutivas entre 1933 e 1982

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Preta: solta no Rio, como antes em Salvador
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CRÔNICA/ RIO-BAHIA

Preta no pré-carnvaval carioca

Maria Aparecida Torneros


As notícias são muitas a respeito do bloco da Preta. Meu filho , que dá aulas de raciocínio lógico para concurseiros, postou assim: “apesar do bloco da Preta atrapalhar, tivemos aula hoje, em pleno domingo, para os candidatos à prova do BNDES”.
A amiga jornalista me liga na segunda cedo e me conta como gostou da alegria e da postura da comandante Preta que ia dando toques na multidão, enquanto seguia com suas acompanhantes famosas no alto do trio elétrico, num frenesi pré-carnavalesco carioca com axé baiano.

Numa informação assinada por Léo Martinez, leio assim :

‘Preta Gil comandou uma multidão de foliões com seu bloco no Centro do Rio, neste domingo, 12. “Estou muito emocionada e está difícil até pra cantar.”, disse ela. Segundo a Polícia Militar, cerca de 500 mil pessoas curtiram o Bloco da Preta. A cantora falou sobre o figurino, que tinha uma segunda pele cheia de cristais e um esplendor de penas.

“Hoje estou de diva. Uma coisa meio Beyoncé, toda trabalhada no poder”, brincou Preta, que vai comandar dois blocos este ano. Carolina Dieckmann, madrinha do bloco, foi ovacionada pelo povão como “Teodora gostosa”, em referência à personagem da atriz em “Fina Estampa”. Fernanda Paes Leme foi a musa do bloco, e David Brazil, o muso. A ex-BBB Lia Khey ganhou a faixa de rainha.

Sheron Menezzes, a Miss Simpatia do bloco, chegou acompanhada do namorado, Saulo Bernard, e foi logo se jogando para o povo.”

Maria Aparecida Torneros, escritora e jornalista, mora no Rio de Janeiro e colabora com o BP.

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1972 – Quando o carnaval chegar

Pode apostar, Chico !

Chegaremos como o bloco Madeira do Rosarinho, no carnaval de Recife:

“Não vem pra fazer barulho, mas prá dizer, e com satisfação: queiram ou não queram os juizes, o nosso bloco é de fato o campeão!”

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 04-02-2013
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Lila, hoje no Jornal da Paraiba

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Posted on 04-02-2013
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Espanha: a crise nas ruas

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O Governo espanhol revelou hoje que o país teve mais 132.055 desempregados em janeiro, num total de 4,98 milhões de pessoas registadas nos centros de emprego.

Os números divulgados pelo Ministério do Emprego e Segurança Social confirmam que o aumento mensal foi de 2,72% e que o crescimento do desemprego num ano foi de 8,28%.

A perda de emprego ocorreu em todos os setores, com destaque para a descida de 8,15% na agricultura e de 3,64% no setor de serviços.

Os dados hoje revelados confirmam também que o número de trabalhadores no ativo caiu em 263.243 pessoas em janeiro, ou menos 1,60% que em dezembro do ano passado.

Comparativamente a janeiro de 2012, o sistema perdeu mais de 778 mil trabalhadores, o que significa um recuo de 4,59%.

Depois do sexto mês consecutivo de descidas neste indicador, o número total de trabalhadores em Espanha era, no final de janeiro, de 16.179.438 pessoas.

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OPINIÃO POLÍTICA

Parem com isso

Ivan de Carvalho

Enquanto a Câmara dos Deputados elege hoje seu novo presidente, que vai substituir o valente petista gaúcho Marco Maia, que, em outras palavras, andou chamando o STF pro tapa, vale a pena olhar para o Senado, no lado oposto das torres gêmeas que se interpõem entre as duas Casas do Congresso Nacional.
Lá, o senador Renan Calheiros, que era líder do PMDB, foi eleito presidente do Senado Federal, cargo que já ocupara antes e ao qual renunciara em um acordo para não ter seu mandato cassado e suspensos, como pena acessória e automática, seus direitos políticos.

Calheiros fora acusado de “deixar” que uma empresa privada pagasse, a uma jornalista com a qual tivera uma filha, a pensão devida a esta última. Era uma pensão polpuda. O presidente do Senado, durante uma investigação interna, disposto a repelir a acusação do pagamento de despesa pessoal por uma empresa privada, o que seria fatal, alegou ser pecuarista e dispor de meios próprios para o pagamento. E então apresentou como prova notas fiscais da venda de vacas realizada para o pagamento da pensão.

Logo os maledicentes – e em Brasília são mais numerosos que em qualquer outro lugar do mundo – cismaram que as notas fiscais apresentadas eram (e continuariam sendo) frias, assim como eram frias também as vacas. Aí a Procuradoria Geral da República mete o nariz onde não é chamada e, faltando oito dias para a eleição de Renan Calheiros para o mesmo alto cargo ao qual renunciara antes, apresenta, por intermédio do procurador geral Roberto Gurgel, uma denúncia contra o teimoso senador ao Supremo Tribunal Federal. Uma denúncia por peculato (desvio de dinheiro público, com pena de 2 a 12 anos de prisão), falsidade ideológica (1 a 5 anos de prisão) e o uso de documento falso (2 a 6 anos de prisão).

Um absurdo. Como é que se acusa o então futuro e já agora atual presidente do Senador e do Congresso, além de terceira pessoa na linha de sucessão do presidente da República? É muita maldade. Uma denúncia dessa certamente deixa a cidadania brasileira cabisbaixa, macambúzia, sorumbática e meditabunda. E compromete profundamente a já abalada imagem do nosso país em âmbito internacional.
Mas essa atitude impensada do procurador geral da República não é tudo. Por mais que se chegue ao fundo do poço, pode-se continuar cavando. No caso do presidente Renan Calheiros, pior que a denúncia é a defesa. Não me refiro à defesa judicial que ele terá de fazer caso a denúncia seja aceita pelo Supremo Tribunal Federal. Aí, não tem problema, tem as vacas frias. Refiro-me à defesa que já está sendo feita por alguns políticos.

Um deles, José Sarney, que no discurso em que pela quarta vez se despediu de mandato de presidente do Senado, ignorou os escândalos ocorridos durante sua presidência, como o dos atos secretos, decisões que não obedeciam ao imperativo constitucional da publicidade e não eram, assim, publicadas no Diário Oficial da União. Mas não ignorou as excelsas qualidades de seu correligionário e sucessor Renan Calheiros. Disse que a eleição dele garante ao Senado continuar “seu caminho de transparência e equilíbrio democrático”. Não ficou claro se Sarney ironizava o desempenho dele mesmo ou o futuro desempenho do sucessor.

Outro amigo da onça que esmerou-se em defender publicamente Renan Calheiros foi o ex-presidente da Câmara federal, deputado João Paulo Cunha, condenado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo STF no processo do Mensalão. “O Renan é um quadro político que já há muitos anos tem demonstrado sua capacidade. O PT fez certo em apoiá-lo”, sentenciou o sentenciado.

Antes, em seu blog, o ex-presidente do PT e ex-ministro-chefe da Casa Civil do presidente Lula, José Dirceu, condenado por formação de quadrilha e corrupção ativa, já havia defendido Renan Calheiros, melhor dizendo, havia jogado pedras nos seus “detratores”, acusando haver uma “ofensiva midiática” respaldada pelo Ministério Público Federal e um “falso moralismo” do tipo udenista, que…

Ah, parem! Isso é um abuso com o novo presidente do Senado.

Deu na área de postagem deste clip no You Tube

Vozes com sabores de baunilha e mel, na mais bela rendição ao bolero de uma da maiores cantoras americanas, Eydie Gorme, acompanhada pelo famoso trio mexicano Los Panchos.

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BRAVO!!! BRAVO!!!

Boa semana para todos

(VHS)

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