Tiro ao prato; Obama afina a mira em Camp David

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Deu no iG

São Paulo

Dois dias antes da viagem de Barack Obama para promover o controle de armas, a Casa Branca divulgou uma foto do presidente atirando com um arma, ele estaria participando de um tiro no prato.

A imagem seria uma resposta à conservadores que questionaram a veracidade das afirmações de Obama à revista The New Republic. Em entrevista, o presidente americano admitiu que já havia disparado uma arma, o que causou surpresa para muitas pessoas.

“Sim, de fato, em Camp David, fazemos tiro ao prato o tempo todo”, disse Obama em entrevista, referindo-se à residência presidencial de descanso de Camp David, em Maryland, que ele visitou pela última vez em outubro, durante a campanha para a reeleição. Perguntado se a família toda participava da atividade, o presidente respondeu: “As meninas não, mas com hóspedes que recebo no local “.

A foto oficial divulgada pela Casa Branca neste sábado (2) foi tirada no dia 4 de agosto de 2012. A legenda diz que Obama está atirando alvos de barro sobre a grama em Camp David. Na imagem, o presidente americano aparece segurando uma arma contra o ombro esquerdo, com o dedo indicador esquerdo no gatilho. Ele usa óculos escuros e protetores de ouvido.

Na entrevista da edição de 11 de fevereiro da revista The New Republic, Obama disse que os defensores do controle de armas devem ser melhores ouvintes neste último debate sobre armas de fogo. Ele também declarou o seu profundo respeito pela tradição de caça nos Estados Unidos.

“Eu tenho um profundo respeito pelas tradições de caça que remontam gerações neste país”, disse Obama. “Se você cresceu e seu pai te deu um rifle de caça quando você tinha 10 e passou a sair com ele e seus tios, isto se tornou parte das tradições familiares, é fácil ver porque algumas pesspas querem proteger isso”.

“Então está se tentando fazer esta ponte que eu acho que será a maior tarefa ao longo dos próximos meses. E isso significa que os defensores do controle de armas têm que ouvir um pouco mais”, disse Obama.

Suas medidas para o controle de armas, que incluem a proibição de armas de assalto e a venda de pentes de munição de alta capacidade, além da verificação de antecedentes para qualquer pessoa que queira comprar uma arma de fogo. A proposta tem encontrado resistência no Capitólio e também desafia a Associação Nacional de Rifle, o mais poderoso lobby de armas do país e financiador-chave de muitos políticos republicanos.

(Com informações da AP)


Harvard:escândalo sem precedentes

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DEU NO “PÚBLICO”, DE PORTUGAL

Todos os anos são afastados de Harvard cerca de 17 alunos por “desonestidade acadêmica”, um número pouco expressivo num universo de 21 mil estudantes. Mas desta vez o caso foi longe demais: 125 alunos foram castigados com penas que variam entre um aviso disciplinar e o afastamento da instituição, num escândalo sem precedentes nos 337 anos de vida de uma das mais importantes universidades do mundo.

O caso foi denunciado em finais de Agosto do ano passado, mas foram precisos cinco meses para se conhecer a decisão. Num email enviado esta sexta-feira,1, o reitor da Faculdade de Artes e Ciências, Michael D. Smith, escreve que “mais de metade” dos 125 alunos que estavam sendo investigados por suspeitas de terem dado respostas iguais num exame da cadeira de Introdução ao Congresso foram afastados da universidade.

Os casos de afastamento resultam de uma “conduta inaceitável”, que força o aluno em causa a ser “separado da universidade, com o objetivo de refletir sobre as suas ações”. Segundo os regulamentos da instituição, os alunos sancionados desta forma devem sair da universidade, trabalhar durante pelo menos seis meses consecutivos num emprego não relacionado com a instituição e fora do seu ambiente familiar, antes de poderem voltar a candidatar-se. Um segundo afastamento leva, na maioria dos casos, à expulsão definitiva da escola.

“Dos restantes casos”, escreve o reitor Smith, “cerca de metade dos alunos foram suspensos, enquanto os outros não foram alvo de nenhuma ação disciplinar”.

Em causa estavam as respostas dos 279 alunos de Introdução ao Congresso, uma cadeira opcional e considerada de fácil aprovação – uma espécie de atalho para se obter uma média mais elevada. O teste era para ser feito em casa, mas o professor da cadeira, Matthew B. Platt, garante que as regras eram claras: estava proibida a colaboração com professores, assistentes “ou com qualquer outra pessoa”.

Num comunicado escrito em finais de Agosto do ano passado, o responsável pelas licenciaturas da Universidade de Harvard, Jay Harris, alertava os alunos para “as perturbadoras alegações de desonestidade académica que envolvem um número significativo de estudantes da Universidade de Harvard”, que iam desde “a colaboração imprópria ao plágio descarado”.

“Temos de trabalhar em conjunto para construir uma comunidade que veja a integridade como a base de toda a aprendizagem e descoberta. Sem integridade não pode haver conquistas genuínas”, escreveu o responsável.

Os alunos defendem-se com o argumento de que as regras do exame não eram claras e alguns deles dizem que se viram forçados a desistir do curso por motivos psicológicos, acusando os responsáveis da universidade de terem demorado muito tempo a investigar o caso.

Estas acusações são repetidas por alguns professores da própria instituição, como Howard Gardner, que tem investigado casos de plágio. Ao The New York Times, Gardner diz que o reitor Michael D. Smith deveria ter dado “uma explicação muito mais completa sobre o que se passou exactamente”.

Fundada em 1636, a Universidade de Harvard formou mais alunos que viriam a tornar-se Presidentes dos EUA do que qualquer outra instituição. Ao todo, foram sete: Barack Obama, George W. Bush, John F. Kennedy, Theodore Roosevelt, Franklin D. Roosevelt, Rutherford B. Hayes, John Quincy Adams e John Adams.

A lista de alunos que desistiram dos seus cursos e que vieram a tornar-se mundialmente famosos é também impressionante, com nomes como Mark Zuckerberg e Bill Gates.

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Pepeu Gomes – Sexy Yemanjá

“Simplismente lindo”, diz o autor da postagem di vídeo no You Tube.
E, na verdade, não precisa dizer mais nada. É só ver, ouvir…e delirar.
Magnífica composição! Magnífico Pepeu!

Confira.

ODOYÁ!!!

(Vitor Hugo Soares)


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CRÔNICA/ RETORNOS

Django livre, Renan solto

Janio Ferreira Soares:

Nesses tempos em que os cinemas estão basicamente dominados por anéis mágicos, bruxinhos de franjas e poderosos vampiros corneados – na ficção e na vida real -, alvíssaras! Quase meio século depois de Franco Nero arrastar um caixão de defunto diante de meus olhos ainda assimilando Brigitte Bardot, eis que finalmente surge outro Django para honrar a tradição e mandar bala nessas ondas de tons acinzentados que estão despertando um viço repentino numa moçada que, pelo visto, perderia o eixo diante dos catecismos do mestre Carlos Zéfiro. E o responsável por me trazer de volta aquela sensação de gritar “xô!” para espantar o condor antes de a sessão começar é Quentin Tarantino, que faz parte de um seleto grupo de cineastas que sabem entregar sangue e pudins com a mesma habilidade com que o poeta Abel Silva costurava as roupas dos querubins.

Só um louco por cinema e música poderia criar um Django negro e colocá-lo para cavalgar por entre vales e montanhas com o sol triscando seus pinos e Jim Croce cantando I Got I Name, uma antiga canção que parece ter sido feita para acompanhar caubóis em busca de um grande amor. Em sua companhia viaja Dr. Schultz, um caçador de recompensas interpretado pelo espantoso Cristoph Walts, responsável por diálogos de um humor afiadíssimo, uma das qualidades de Tarantino (a cena do pessoal de uma pré-Ku Klux Klan reclamando de seus capuzes é sensacional). Mas o que me pegou de jeito foi a participação especialíssima de Franco Nero perguntando a Django o seu nome. Ao dizê-lo, o mocinho atual enfatiza que o “D” é mudo. “Eu sei”, responde Nero, com a propriedade de quem já o foi muito antes de ele sê-lo.

Outro que está de volta à presidência do Senado – depois das vadiações do primeiro mandato – é Renan. Conterrâneo de Djavan (que também tem o “D” mudo, mas o talento solto), o “R” de seu nome, como a gramática prevê, continua com o som de “rê”. De rato, de raposa e de Rousseff, que eu imaginava diferente no trato com rapineiros. Pena ter puxado ao Rei que lhe criou.

fev
02
Posted on 02-02-2013
Filed Under (Charges) by vitor on 02-02-2013


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Paixão, hoje, na Gazeta do Povo (PR)


Dilma e Déda: “brincadeira” do governador
de Sergipe azedou festa política no NE

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ARTIGO DA SEMANA

Déda e Dilma: Cajazeiras em Sergipe

Vitor Hugo Soares

“Palanque político é bicho perigoso em qualquer tempo. Comício fora de época, então, pode ser mais perigoso ainda, e geralmente dá bolo: Mexe com quem está quieto e pode queimar a língua de quem fala além da conta”.

Isso aprendi menino, na cidade de Santo Antonio da Glória, à beira da Cachoeira de Paulo Afonso, no lado baiano do São Francisco, palco de grandes comícios e de notáveis palanqueiros entre Bahia e Pernambuco: Antonio Balbino, Miguel Arraes, Waldir Pires, Cid Sampaio, Josafá Marinho, Agamenon Magalhães e Vieira de Melo, para citar apenas alguns dos maiores e melhores que já vi em ação nas barrancas do rio da minha aldeia.

Esta semana, dia 29/1, a verdade do ensinamento popular se reproduziu mais uma vez. Agora, na inauguração, em Sergipe, da Ponte Gilberto Amado, politizada pelo governador petista Marcelo Déda, em”ato público administrativo” com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff.

De novo, entre discursos, foguetório, conversas e arranjos ao pé de ouvido no confessionário do poder, ficam os ciúmes, as mágoas, os problemas previsíveis de uma campanha eleitoral antecipada demais. Seqüelas e fraturas que custam a cicatrizar, apesar dos ungüentos e panos quentes aplicados, esta semana, nas feridas provocadas pela festa na beira da ponte entre Sergipe e Bahia.

Vamos aos fatos, para contextualizar melhor o que alguns já batizaram – dentro e fora dos governos petistas da República, da Bahia e de Sergipe – de “Cajazeiras sergipana”. Irônica referência ao desastroso comício, com a participação da presidente, no famoso bairro popular de Salvador,na recente campanha municipal.

O ato baiano, marcado por equívocos e agressivas “piadas de palanque” sobre o tamanho do candidato oposicionista a prefeito, praticamente selou a derrota do deputado Nelson Pelegrino, na disputa do comando da terceira capital do País, contra o “baixinho” vencedor ACM Neto, do DEM.

Desta vez, “na terra do Condor”, faltando ainda quase dois anos para as eleições de 2014, o que estava programado para ser uma “calorosa festa de confraternização e união nordestina”, acabou virando um complicado bafafá de vizinhos.

Isso, apesar da imediata entrada em campo da turma do deixa disso e do silêncio obsequioso da imprensa regional, ou do pouco caso da mídia nacional diante do episódio. Tratado como “pinimba local”, bem ao contrário da ampla repercussão nacional alcançada pelo comício de Pelegrino, com a presença explosiva da presidente da República, em Cajazeiras, periferia de Salvador.

O governador sergipano Marcelo Déda, reconhecidamente um político competente e eficiente administrador público, “gente boa”, como muitos o definem, tem lá suas manias. À exemplo dos ex-presidentes Lula, entre os petistas, e FHC, entre os tucanos, Déda é do tipo que, em reunião ou no palanque, prefere perder um amigo (ou vários) a perder a piada.

Foi assim na inauguração da bela ponte que reduz a distância entre os dois estados vizinhos do Nordeste pela estrada litorânea, de simbolismos evidentes. Ao lado da presidente Dilma, o governador de Sergipe afirmou que a obra seria bem iluminada para que os baianos não se perdessem no caminho de ida ou de volta.

“Toda a ponte será iluminada com olhos de gato para os baianos não se perderem. Não é que eles sejam menos inteligentes, só não enxergam bem”, frisou Déda na coletiva que concedeu em seguida. Estava assim consumada a piada infeliz que azedaria o humor dos baianos na “festa de união nordestina”.

O site Bahia 247 (sucursal do Brasil 247) tratou de jogar mais pimenta no assunto: “Governador de Sergipe afirma que baiano não é burro, apenas não enxerga bem”, disse no título da cobertura da festa.

Estava consumado o desastre.

Marcelo Déda tratou de pedir desculpas, via Twitter: “Fiz brincadeira com a sinalização da rodovia dizendo que os baianos enxergariam mal. Foi de extremo mau gosto. Peço desculpas pelo mau gosto da brincadeira com os irmãos baianos. Sou filho e neto de baianos e respeito a Bahia”; postou o governador em seu perfil no micro blog, quando o bafafá já se alastrava descontrolado nas redes sociais, estrada afora. Nordeste e país adentro .

Fica demonstrado de novo: Palanque fora de época é mesmo o diabo. Desta vez arruinou a “festa da unidade nordestina” ao lado da presidente Dilma em Aracaju. Resta agora saber a extensão da queimadura na língua do governador Déda, de Sergipe. A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

http://youtu.be/wgi8f2HWqjQ

Prece de Pescador
Canto à Yemanja
Mariene de Castro
video sem finalidade lucrativa
imagens da internet
creditos: Léia Reis

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Salve a rainha do mar em seu grande dia de festa na Bahia

Hoje todos os caminhos em Salvador levam ao Rio Vermelho.

ótimo sábado para todos
ODOYÁ

(Vitor Hugo Soares)

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OPINIÃO POLÍTICA

PR quer ministério

Ivan de Carvalho

É apenas uma hipótese exploratória, sem nenhuma base em informação objetiva, mas esse exercício também é válido em política. O nome do ex-senador César Borges, atualmente vice-presidente de governo do Banco do Brasil, além de presidente estadual do PR na Bahia, pode surgir para o caso de seu partido voltar a integrar o ministério da presidente Dilma Rousseff.

O ba-fa-fá é o seguinte. Ontem, o deputado e ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, teve sua escolha para a liderança da bancada do PR na Câmara federal oficializada pelos 31 deputados presentes. A bancada tem um total de 37 deputados.

Após a decisão da bancada, Garotinho disse que vai trabalhar para definir rapidamente o rumo do partido – se fica com o governo ou se passa à oposição. Desde que perdeu o Ministério dos Tranportes em 2011, com a exoneração do então ministro Alfredo Nascimento, que teve de deixar o cargo ante acusações de irregularidades, o PR não conseguiu indicar outro nome (a presidente Dilma Rousseff botou no lugar um interino, Paulo Sérgio Passos, que era secretário geral do ministério e hoje é ministro efetivo).

O PR não se considerou representado e se declarou independente até que o problema fosse resolvido. Não foi resolvido. Já passou muito tempo, mas tudo continua na mesma. Nesse período, o PR ficou mais ou menos como aquilo n’água. Boiando sem rumo certo, não é realmente independente como se declarou, mas não é realmente governista e muito menos realmente oposicionista. Não é nada, muito pelo contrário.

Garotinho, que é um parlamentar bastante rebelde em relação ao governo, mas nada tem de radical, fez uma declaração mais incisiva que as habitualmente feitas pelos políticos brasileiros – “Vi que é o desejo da bancada ir para a base do governo. Vou me despir de qualquer vaidade e projeto pessoal para ir para o governo, mas não hesitarei se tivermos que ser oposição”.

Garotinho evitou falar em ministério, mas tem afirmado que o seu partido, uma vez integrando a base governista, merece o mesmo tratamento e espaço que os demais aliados. “Nosso partido pode crescer de mãos dadas com o governo ou fora dele. O que não podemos é ir para lugar nenhum”, avisou.

Mas se, ao mesmo tempo que proclama a inclinação da bancada de reingressar na base governista, a liderança do PR avisa que não sendo o partido bem acolhido, irá para o lado oposto, as chances de ser levado a sério pelo governo aumentam. E pode, assim, afinal, aparecer um ministério. Neste caso, um nome que o PR não poderia deixar de considerar para indicar é o do ex-senador e ex-governador da Bahia, César Borges, como já dito, presidente da seção baiana do partido e vice-presidente de Governo do Banco do Brasil.

É claro que há muitas coisas a considerar. A política baiana e seu sistema de pesos e contra-pesos dentro da coalizão governista é uma delas. Outra, a possível existência de outros nomes que o PR possa indicar. E, em terceiro, claro, a disposição do senador de deixar o cargo tranquilo em que está e migrar para outro em que estará novamente na linha de frente da política e do próprio governo, sem tranquilidade, mas com a compensação de ganhar muito mais visibilidade e status político. Desde que não lhe ofereçam um ministério de brinquedo, como alguns que seus titulares supõem que existem, se é que eles próprios não duvidam.

TEMPO PERDIDO – PP e PR brigaram ontem no Senado pela terceira secretaria da Mesa Diretora. O PP, que tem cinco senadores, ganhou a vaga na votação pelo plenário com o senador Ciro Nogueira, que venceu o republicano Magno Malta, do PR, que tem seis deputados. O presidente do PR, senador Alfredo Nascimento (aquele que teve de sair do Ministério dos Transportes) disse que vai ao STF, pois não foi respeitada a proporcionalidade. Tempo perdido. Se os cargos da Mesa são preenchidos por eleição (votação secreta), não há como impor o princípio

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

Nicolás Maduro anunciou ESTA sexta-feira (1) na televisão estatal venezuelana o fim da fase de pós-operatório de Hugo Chávez e garantiu que o presidente começou uma nova fase de tratamento.

O vice-presidente da Venezuela garantiu que o presidente “recupera lentamente a força” e que, à hora EM que dava esta notícia na VTV, Chávez estava reunido com o presidente do parlamento, Diosdado Cabello, e com o ministro da Defesa, Diego Molero. “Daqui a pouco tempo teremos novidades”, afirmou Nicolás Maduro.

O vice-presidente assegurou ainda que Hugo Chávez iniciou uma nova fase de tratamento contra o canCER, depois do pós-operatório complicado por que passou após a quarta cirurgia.

O presidente venezuelano está internado em Cuba desde 10 de janeiro.

A oposição acusa o governo de “mentir descaradamente” sobre o seu estado de saúde.

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