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Posted on 31-01-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-01-2013

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Miltinho, que completa 85 primaveras hoje,31/1, aqui com Zeca Pagodinho.

Beleza pura!

(Maria Olívia Soares)


DEU NO BLOG DE MÁRIO – METRO1

O Jornal A Tarde mostra hoje mais uma falcatrua da administração João Henrique. “Transações com créditos tributários são suspensas pela prefeitura”. Há indícios de irregularidade em processos de desapropriação feitos em 2009. O prejuízo do município estimado, ainda de acordo com o A Tarde, é de R$ 300 milhões.

Esse crédito é um saldo que empresas e pessoas físicas têm para abater das dívidas de tributo com o município. Parece que faziam essas desapropriações fantasmas em área de proteção ambiental, pagando um preço muito alto em crédito tributário. E esse crédito permite que a empresa, ao invés de pagar o imposto, chegue lá com esse papel forjado pela prefeitura, deixe de pagar os tributos e passe esse papel que não vale nada.

Cada dia a administração de ACM Neto descobre mais coisas de JH. E vai ficar tudo por isso mesmo?

Leia mais notícias no Blog de Mario

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DEU NO “PÚBLICO” (PORTUGAL)

A petrolífera angolana Sonangol anunciou nesta quinta-feira o início da produção petrolífera em três poços do Bloco 31 do offshore angolano, em que prevê atingir a produção diária de 70 mil barris.

Em comunicado, a empresa refere que o Bloco 31, situado em águas ultra-profundas, é operado conjuntamente pela Sonangol Pesquisa e Produção (20%) e pela britânica BP (26,37%), e os direitos de exploração estão atribuídos a um consórcio que integra a Sonangol (25%), a norueguesa Statoil (13,33%), a norte-americana Marathon (10%) e a empresa sino-angolana China Sonangol (5%).

A extracção de petróleo começou a ser feita em três poços do campo Plutão, que faz parte do Projecto PSVM (Plutão, Saturno, Vénus e Marte).

Segundo o comunicado da Sonangol, o Projecto PSVM deverá atingir uma produção máxima diária de 150 mil barris de petróleo, com a entrada em produção dos restantes campos: Saturno e Vénus em 2013, e Marte em 2014.

A produção do “PSVM” é feita através de uma Unidade Flutuante de Armazenamento e Descarga, com uma capacidade de armazenamento de 1,6 milhões de barris de petróleo, a primeira a operar em águas ultra-profundas em Angola, destaca o documento.

A Sonangol refere ainda no comunicado que 40 poços produtores e de injeção de água e gás submarinos serão ligados àquela Unidade Flutuante de Armazenamento através de 15 colectores e equipamentos associados.

Angola é o segundo maior produtor de petróleo do continente africano, depois da Nigéria.

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Da Comunika Press ?@ComunikaAgencia, no Twitter

Canção nova da banda Cascadura. Mesmo evidenciando as mazelas, é uma ode a Salvador e suas particularidades.

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Na mosca! Beleza!

CONFIRA!!!

(Vitor Hugo Soares )

http://youtu.be/tGuLK5gID-Y

O cantor e compositor baiano, Paquito, no Programa Ensaio da Tv Cultura, em 2004. Acompanhado por Eduardo Luedy (baixo) e Gilberto Santiago (bateria)

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DEU NO TERRA MAGAZINE

Roqueiros Baianos

Paquito

Eles são muitos, uma multidão de solitários.

Exilados na própria terra, mas baianos como nunca, pois são abusados, atrevidos e maliciosos.

No trato pessoal, podem ser doces e tímidos.

Bem que a solidão e isolamento em que viveram – e vivem, não tanto quanto antes – lhes traz uma aura de (anti) heroísmo.

Ao contrário do que possam pensar os que os conhecem só de ouvir falar, são vastos e variados, espécimes diferenciadas.

Quando se aproxima o carnaval, aí é que eles somem mesmo. Alguns ficam em casa, fechados. Outros partem. E uns poucos admitem curtir a festa de leve.

Tem a fama de barulhentos, mas, se comparados aos decibéis dos trios elétricos, seu lamento soa débil.

Débil, mas pulsante.

O pulsar quase mudo de que fala o poeta Augusto de Campos, abraço de anos-luz

Filhos ilegítimos e abastardados da boa terra, são o que existe e falta, parafraseando Rogério Duarte.

Invisibilizados, de vez em quando, um mais atrevido assoma à superfície, faz uma graça pra chamar a atenção, mas não lhe dão tanta trela, e ele volta ao casulo.

No casulo, entretanto, preparam pacientemente a saída do estado larvar.

Alguns já saíram desse estado, conseguiram alcançar a condição de mito, mesmo à custa da morte, e, contrariando os prognósticos, têm o túmulo visitado todos os anos em datas de aniversário de vida e de morte.

Alguns têm trabalho alternativo, fazendo de conta que mudaram e se juntaram aos legitimados, mas, na verdade, continuam ensaiando um retorno que talvez nunca aconteça, feito Prometeu que, por ter dado fogo aos homens, tem o seu fígado comido eternamente.

Eu sou um deles, às vezes nem me reconhecendo como tal.

Mas quando vejo, casualmente, deslocados do contexto de onde os conhecia, outros da mesma espécie, sinto-me estranhamente irmanado.

Deve ser o que chamam de pertencimento.

Ou sensação de despertencimento, deslugar.

Sensação, no entanto, que nos mantém vivos.


Lula, com Rosa e médico de Chavez em Cuba

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O ex-presidente da República do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva,se encontrou ontem (30) com a filha do presidente Hugo Chavez, da Venezuela, Rosa Virginia, o chanceler venezuelano Elias Jaua e médicos da equipe que atende Hugo Chávez em Havana. Eles informaram o ex-presidente que Chávez tem se recuperado bem da cirurgia que fez em dezembro do ano passado.


Gabrielli (com Wagner):ponte de cifras
astronômicas e poucas explicações

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CRIATIVIDADE DE COMISSÁRIOS ATRAVESSA A PONTE

Claudio Leal

Não é o caso de pensar mal: na semana de novo apagão no sistema ferryboat, o governo da Bahia anuncia licitações e um cronograma de atividades para viabilizar a bilionária ponte Salvador-Itaparica, agora pernosticamente amarrada ao objetivo de criar “um novo dinamismo no eixo litorâneo sul”, sob a liderança do secretário do Planejamento, José Sérgio Gabrielli, pré-candidato petista à sucessão de Jaques Wagner. Sem qualquer covardia, o português do romancista João Ubaldo Ribeiro costuma ser mais preciso: apesar das estonteantes intenções, a ponte esboçada por grandes empreiteiras pode transformar a Ilha de Itaparica em uma “patética Miami de pobre”. Outras fatias paradisíacas entrarão no balaio do “projeto indutor de desenvolvimento econômico e social, que é o Sistema Viário Oeste (SVO)” – sem mais pormenores, convém esquecer as ambições de empreiteiros no acesso a resorts de luxo, por ora limitados à vida de prancheta.

Nessa nova etapa, o projeto com cifras megalômanas – orçado em R$ 7 bilhões ao melhor sabor latinoamérica – abandona a camuflagem da expansão urbana de Salvador ou o bom-mocismo das facilidades viárias aos moradores de Itaparica, para adotar a roupagem do economês. Manobra de jogador experiente, sem dúvida. Começa a ruir, porém, a arrogância inicial do ex-comissário de infraestrutura João Leão, para quem “os escritores estão de um lado e o povo está de outro”: o professor Gabrielli anunciou “a publicação de editais para contratação de estudos de engenharia e de impactos ambientais”. Os perigos para o meio ambiente eram minimizados pelo governo Wagner e por construtoras, ambos apressados em banhar vigas de concreto na Baía de Todos os Santos, muito embora desaconselhados pelas cautelas legais e por estudos obrigatórios de correntes marítimas e dos danos ao ecossistema.

Antes dos comissários deitarem concreto, movidos pelo espírito progressista que em 1933 demoliu a Igreja da Sé, há tempo para perguntas inadiáveis, além de dezenas de outras cabíveis ao sonho de petistas e empreiteiros:

1. Por que contratar uma consultoria internacional, de 40 milhões, a McKinsey & Company, para realizar a “modelagem econômica e financeira” do projeto?

2. Não é da competência estratégica e vital do Estado estimar, razoavelmente, a viabilidade financeira de seus próprios projetos?

3. Haverá consulta popular (uma bandeira do PT) sobre a legitimidade do projeto bilionário numa capital de carências assombrosas de infraestrutura, a começar pela urbanização e pelo saneamento de bairros populares?

4. Qual será o impacto ambiental sobre a Ilha de Itaparica e as cidades banhadas pela Baía de Todos os Santos, desde sempre ameaçadas pela expansão imobiliária predatória que já abocanhou a orla de Salvador?

5. O que pensa o prefeito ACM Neto a respeito da ponte Salvador-Itaparica?

6. Na Bahia, ainda há jornais e jornalistas dispostos a molestar comissários pouco empolgados com explicações?

7. Qual o impacto da ponte sobre o centro de Salvador, devastado por carros pesados, pela poluição, pela violência e pela ausência de conservação?

8. Por que não há empenho governamental para recuperar o centro histórico de Salvador, o maior atrativo da primeira capital brasileira?

9. Embarcações modernas e gerentes competentes não resolvem o abacaxi da ligação marítima Salvador-Itaparica?

10. Afinal, qual o objetivo que move o projeto do governo do Estado, depois de tantas mudanças de argumentos?

Que seja concedida a licença de perguntar.

Claudio Leal é jornalista.

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Posted on 31-01-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-01-2013


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Frank, no jornal A Notícia (SC)

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OPINIÃO POLÍTICA
Assembléia e Congresso
Ivan de Carvalho

A eleição, amanhã, da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa será consensual, apesar do voto secreto. Isso não impede que ocorram alguns votos divergentes – é até uma rotina. Por motivos os mais diversos, inclusive nenhum, o fato sem causa, impossível na física, possível na política.

O que terá relevância amanha é a reeleição do deputado Marcelo Nilo para o quarto mandato consecutivo de presidente da Assembléia Legislativa. Isso cobre duas Legislaturas, num total de oito anos. Ele poderá não cumprir os oito anos no cargo, caso consiga viabilizar seu objetivo político declarado e pelo qual vem trabalhando intensamente, com todos os instrumentos de que dispõe – o de ser candidato ao governo baiano em 2014, com o apoio do governador Jaques Wagner. Caso não alcance esse evidentemente ambicioso objetivo, aí restarão mais duas ou, no máximo, três hipóteses. Mas isso já é outra história.

Se a paz reina na eleição para a Mesa Diretora da Assembléia, o mesmo não se pode dizer das eleições para as Mesas Diretoras da Câmara dos Deputados e Senado Federal.

Na Câmara, embora parecendo mais sujo do que pau de galinheiro, Henrique Eduardo Alves vai trocar a liderança do PMDB pela presidência da Casa. Isto, por força de um acordo do PMDB, que o está indicando, com o PT, que contou com o apoio peemedebista para eleger o atual presidente, o despreparado e insensato (proclamou que não cumpriria eventual decisão do Supremo Tribunal Federal) deputado Marco Maia.
Há um candidato desafiante na Câmara, o deputado Júlio Delgado, do PSB de Minas Gerais, mas ele vai perder. Mais amplamente ainda porque a quase totalidade da oposição vai votar em Henrique Eduardo Alves para garantir uns lugares na Mesa.

Mais lambuzado que o pau de galinheiro acima referido está o candidato favorito (praticamente eleito) a presidente do Senado, o líder do PMDB, Renan Calheiros, apoiado pelo PT – e provavelmente pelos principais partidos de oposição, PSDB e DEM, também para não perderem cargos e postos no Senado. O procurador geral da República, Roberto Gurgel, ingressou na sexta-feira, no Supremo Tribunal Federal, com uma denúncia contra o senador Renan Calheiros. Ela envolve fatos suspeitos que levaram esse parlamentar, anteriormente, a renunciar à presidência do Senado, em um acordo para salvar o mandato e não incorrer na pena acessória de suspensão de direitos políticos.

O procurador geral da República qualificou sua denúncia como “extremamente consistente”.
Há resistência simbólica. Houve algum esforço (pouco) para pressionar a bancada do PMDB a escolher outro peemedebista para candidato a presidente da Casa. Foi sugerido Pedro Simon. A posição crítica de Simon em relação ao governo Dilma Rousseff tornou as coisas ainda mais difíceis para a sugestão ganhar adeptos. Renan nem deu bola e a bancada do PMDB é quase totalmente controlada por ele.

Os quatro senadores do PSB, liderados pela baiana Lídice da Mata, propuseram ontem que o PMDB indique um candidato capaz de “recuperar a credibilidade” do Senado. PMDB e PT nem ligaram. Randolfe Rodrigues, do PSOL, é candidato desafiante, mas sem chance. Alguns senadores tentam articular a candidatura de Pedro Taques, do PDT. Com chances de vitória inexistentes.

O Congresso Nacional começa o ano legislativo da pior maneira possível.

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Neste vídeo o registro raro de um dos maiores sucessos da Sapoti , limdamente interpretado em dupla com Catano Veloso.

BRAVO!!!

(VHS)

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