http://youtu.be/e2bWLEjIf6I

Musica de Gil gravada por Gal no album: O Sorriso Do Gato De Alice (1993)
Beleza !

(VHS)

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BOA NOITE!!!


Eliana em foto de Nelson Barros Neto/Folha

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DEU NA FOLHA

A ex-corregedora de Justiça Eliana Calmon assume nesta quinta-feira (17) como presidente em exercício do STJ (Superior Tribunal de Justiça) até o fim do recesso do Judiciário no final de janeiro.

A ministra será a primeira mulher a ocupar a presidência da Corte, mesmo que temporariamente. Calmon é vice-presidente interina do tribunal e substitui o titular do cargo, o ministro Gilson Dipp, que está em licença médica.

No ano passado, quando era corregedora, Calmon se tornou bastante popular por protagonizar diversos embates com as entidades representativas dos juízes e por suas investigações contra magistrados.

Segundo o STJ, a presidente em exercício responderá por pedidos que demandem decisões urgentes nos processos, quer já estejam em trâmite ou sejam iniciados no período.

Em seu período de interina, ela acumula a Presidência e a vice-presidência do Tribunal e a diretoria-geral da Enfam (Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados). Calmon é originária da magistratura federal na Bahia e chegou ao STJ em 1999, tornando-se sua primeira ministra.

No Supremo Tribunal Federal, esse revezamento também foi feito. Na segunda-feira (14), o ministro Ricardo Lewandowski assumiu a presidência no lugar de Joaquim Barbosa, que vai aproveitar o final de janeiro para viajar de férias.

jan
17
Posted on 17-01-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-01-2013

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Grazzielli Brito

A uma semana do carnaval de Juazeiro, ainda existe indefinição quanto a sua realização no novo circuito indicado pela Prefeitura Municipal. Para a organização do evento, que este ano tem como tema “O carnaval da Bahia começa aqui”, o impasse parece não existir. A estrutura já está sendo montada no percurso, que passa na BR 407, o problema é que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) ainda não decidiu se autoriza ou não que os foliões festejem o carnaval, interditando parte de uma rodovia federal.

Em reunião realizada ontem (16) na sede do Ministério Público Federal em Petrolina, conversaram: Procuradoria Federal de Justiça, representantes da Prefeitura de Juazeiro, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e Associação dos Blocos de Carnaval. Dessa reunião esperava-se um consenso sobre a realização ou não do Carnaval no novo percurso. Mas, a PRF disse que só vai dar resposta, se autoriza ou não, no dia 23 de janeiro, véspera das festividades segundo programação divulgada ontem pela organização do evento.

A polêmica parece não incomodar aos organizadores do evento, que em nenhum instante pararam de desenvolver suas atividades para a realização da festa, que tanto agrada ao juzeirense. A Prefeitura de Juazeiro acredita que a PRF vai liberar o novo corredor de trios elétricos.

O palco alternativo, que tem como objetivo relembrar os antigos carnavais e outros ritmos, ficará no Parque Lagoa de Calu, onde também haverá uma praça de alimentação. Serão colocadas duas arquibancadas com capacidade para mil pessoas cada uma, também com acesso gratuito. No circuito haverá um palco fixo. Algumas atrações sairão nos trios elétricos. Mais de 50 atrações devem se apresentar na festa, desses 20 artistas locais.

Quem passa longe da indecisão da PRF é o bloco “As poderosas”, que sai neste sábado (19), no ‘antigo’ percurso Adolfo Viana/ Orla.

Grazzi Brito é jornalista, mora em Juazeiro, no lado baiano do Rio São Francisco

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Clipe de Armandinho no You Tube: Montagem, edição de imagens e finalização: Alex Gomes
alexartedit@hotmail.com
Realização: X Filmes

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BOA QUINTA-FEIRA!!!

(VHS)


Vice-prefeita vestida de “baiana” entre ACM Neto
e Nilo: atraçção

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Após o Culto Ecumênico realizado em frente à Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, uma queima de fogos iniciou a caminhada dos fiéis em direção à Colina Sagrada. Dezenas de baianas puxam o cortejo de baianos, turistas e autoridades até a Igreja do Bonfim, que será animada por 34 entidades culturais, entre bandas de sopro, afoxés, grupos de samba e percussão, além dos 1.500 integrantes do Bloco Afoxé Filhos de Ghandy, formando um imenso tapete branco pela Cidade Baixa.

O culto reuniu milhares de fiéis que desde o início da manhã desta quinta-feira, 17, aguardavam em frente à Conceição da Praia, no Comércio. Participaram da cerimônia representantes de diferentes religiões, entre católicos, evangélicos, mulçumanos, espíritas e do canbdomblé, além políticos e autoridades locais, como o governador em exercício, Otto Alencar, do chefe da Casa Civil, Rui Costa, da senadora Lídice da Mata e do prefeito de Salvador, ACM Neto. “Esta é uma das festas mais importantes da nossa cidade, que faz parte do calendário de festas e da cultura da Bahia”, ressaltou o prefeito.

Após a abertura feita pelo Coral de São Francisco, os fiéis assistiram aos pronunciamentos do padre Valson Santos Sandes, vigário da Basílica da Conceição da Praia; Ida Meireles, coordenadora da Organização Brahma Kumaris para a região Nordeste; Marcelo Mariano Cadidé, representante da Federação Espírita da Bahia; Tata Anselmo Santos, sacerdote do terreiro Mokambo; e do pastor Charleston Soares, da Igreja Batista Avivamento Profético.

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A tradicional Lavagem do Bonfim reúne baianos e turistas desde cedo na Cidade Baixa, em Salvador, nesta quinta-feira (17). Houve primeiro o ato ecumênico na Igreja da Conceição da Praia, que contou com a presença do vice-governador Otto Alencar, do prefeito ACM Neto, da vice-prefeita Célia Sacramento (que veio vestida de baiana), do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo, do presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Câmara, dentre outras personalidades. A missa durou cerca de meia hora e atrasou um pouco para a chegada do prefeito. Em seguida, todos saíram no cortejo em direção à Igreja do Bonfim.

Diferente do ano passado, marco pela disputa eleitoral, neste ano, a festa registrou menos presença de público. Quem compareceu, encontrou ruas tranquilas e houve pouca confusão.

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Pela primeira vez, o governador Jaques Wagner não esteve presente na festa. No entanto, a primeira dama, Fátima Mendonça, veio e chegou junto com a senadora Lídice da Mata. “Sou a representação feminina do governador”, disse Fátima na Rádio Metrópole.

À frente da multidão puxaram o cortejo as cerca de 1.500 baianas, integrantes do Bloco Afoxé Filhos de Ghandy e políticos governistas. O cortejo chega por volta do meio-dia, quando acontece a lavagem das escadarias da Igreja do Senhor do Bonfim.

Neste ano, presença dos jegues na festa foi liberada, segundo informações do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) nesta quarta-feira (16). A decisão positiva do pleno do Tribunal foi dada em agosto do ano passado com base na questão cultural. “Está decidido pela corte baiana que, por questões de ordem cultural, não há proibição judicial da participação de jegues ou cavalos nos desfiles como Lavagem do Bonfim ou Dois de Julho”, dizia a nota.

Apesar da ausência do governador, que viajou para a China, os professores estaduais, que entraram em greve por mais de 100 dias no ano passado, prometem realizar um protesto durante o cortejo.

Elevador Lacerda

Mesmo com a promessa da administração municipal de que duas cabines do Elevador Lacerda estariam funcionando gratuitamente nesta quinta, devido a problemas com o gerador, vindo do Rio de Janeiro, apenas uma cabine funciona. O superintendente da Transalvador, Fabrizzio Muller, falou à Rádio Metrópole que vias alternativas devem ser utilizadas.

(Com informações dos portais A Tarde e Metro1)

jan
17
Posted on 17-01-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-01-2013


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Sid, hoje, no portal Metro1

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OPINIÃO POLÍTICA

Os ingleses outra vez

Ivan de Carvalho

Lá vêm os ingleses outra vez. O jornal Financial Times, no seu blog Beyond Brics, qualificou os dois principais agentes da equipe econômica brasileira – o ministro da Fazenda, Guido Mantega e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, de “profissionais do jeitinho brasileiro”.

Depois de uma breve explicação sobre o significado de “jeitinho brasileiro”, o Financial Times afirmou que as duas autoridades estão usando artifícios pouco usuais, ainda que legais, na condução da política econômica e financeira do Brasil. “Com crescimento ainda lento e preços subindo mais do que esperado, o presidente do Banco Central e o ministro da Fazenda também estão ficando profissionais do jeitinho, embora de forma legal”.

É evidente que à conta do jeitinho brasileiro, ainda que não haja explicitado, o jornal inglês creditou as recentes cambalhotas financeiras feitas pelo governo para dizer que atingiu – sem haver atingido, na realidade – a meta de superávit primário, destinado ao pagamento do serviço da dívida pública.

De acordo com o jornal inglês, Mantega pode ser considerado um “expert” no jeitinho, pois passou os últimos anos “brincando” com impostos para tentar gerenciar o crescimento econômico e o câmbio. Uma dessas brincadeiras certamente consistiu nas desonerações temporárias de certos produtos (a exemplo do IPI nos automóveis e eletrodomésticos) para, ao lado do crédito fácil e a longo prazo, induzir ao consumo.

Outro exemplo do “jeitinho brasileiro” na economia está sendo dado agora e foi citado pelo jornal britânico. O governo federal pediu às prefeituras de São Paulo e do Rio de Janeiro (cujos prefeitos, o primeiro do PT e o segundo, do PMDB, atenderam) para adiarem o aumento que ia ser aplicado nos valores das tarifas dos ônibus. O objetivo do adiamento para meados do ano é evitar o impacto que esse reajuste de tarifas teria sobre a inflação ela superaria os 0,80 por cento previstos para janeiro, atingindo ou ultrapassando 1 por cento e ficaria muito perto de 6,5 por cento no acumulado dos últimos 12 meses, o que, presume-se, deixaria os investidores desconfiados.

Claro, adiar o aumento das tarifas dos ônibus em São Paulo e no Rio de Janeiro por uns meses é legal, mas se enquadra na filosofia do “jeitinho brasileiro”. Em São Paulo, a tarifa está em R$ 3,00 há dois anos e se fosse reajustada para corrigir toda a inflação do período, iria para R$ 3, 36. No Rio, uma correção de 5,5 por cento e a nova tarifa de R$ 2,90 já haviam sido anunciadas para entrar em vigor a primeiro de janeiro, mas o ministro da Fazenda, arrancando alguns dos últimos fios de cabelo, pediu o adiamento ao prefeito Eduardo Paes. Em tempo: na capital baiana a prefeitura mexeu nas tarifas em junho passado.

O que o Financial Times e, um pouco antes dele, a revista The Economist vêm apontando é um artificialismo financeiro e econômico, praticado dentro da lei, mas com o propósito evidente de driblar a realidade, que certamente estará esperando na próxima esquina para dar o bote. A revista chegou a sugerir, em editorial, a demissão do ministro Guido Mantega como, digamos, um “jeitinho” para a presidente Dilma Rousseff recuperar a confiança dos investidores e conseguir um segundo mandato. The Economist chegou a chamar a economia brasileira de “criatura moribunda”, ao se referir ao crescimento do PIB em apenas 0,6 por cento no terceiro trimestre do ano passado, metade do que previra Mantega.

Mas vamos – embora admitindo como verdadeiras as acusações das duas publicações britânicas – ser francos. Em matéria de “jeitinho”, o Financial Times e a The Economist inglesas deveriam estar muito mais preocupadas com a economia americana, onde, nos últimos anos, outra coisa não se faz a não ser aplicar “jeitinhos” sucessivamente superados pela realidade, que leva o governo a novos jeitinhos, não havendo a menor garantia de que tudo vai acabar bem

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Não esqueça nesta quinta-feira, 17, do cortejo da lavagem do Bonfim: Quem tem fé, vai a pé”

Boa Caminhada sob as graças de Oxalá!!!

(VHS)

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