O irmão de Hugo Chávez afirmou esta noite de sábado, 12, que não passam de «guerra suja» as notícias que asseguram que a família está pensando desligar as máquinas que lhe permitem a sobrevivência.

Numa nota publicada na página internet do Estado de Barinas – que governa – Adán Chávez escreve que Hugo Chávez continua a responder bem ao tratamento em Cuba e que a recuperação se mantém.

O governador, irmão do presidente, acusa a oposição de ser «necrófila», de levar adiante uma «guerra suja» e pede aos venezuelanos que estejam atentos ao clima de guerra psicológica de quem se encarrega de transmitir rumores.

Hugo Chávez devia ter sido empossado na quinta feira para mais um mandato, mas o Supremo Tribunal da Venezuela considerou que o juramento pode acontecer mais tarde, sem que o mandato fique em causa.

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12
Posted on 12-01-2013
Filed Under (Newsletter) by vitor on 12-01-2013

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Agência LUSA

A mulher mais velha do mundo, a japonesa Koto Okubo, morreu hoje em um asilo aos 115 anos, informaram responsáveis pela casa de idosos.

Nascida a 24 de dezembro de 1897, Okubo era a mulher mais velha do mundo apenas desde o mês passado, quando morreu a norte-americana Dina Manfredini também aos 115 anos.

A morte de Okubo em Kawasaki, no leste do Japão, foi confirmada pela administração da cidade, informou a agência noticiosa Kyodo.

O Governo municipal de Kawasaki não revelou a causa da morte.

A pessoa mais velha do mundo é agora o japonês Jiroemon Kimura, de 115 anos, que vive na prefeitura de Kyoto (centro).

“A meu amigo Rubem Braga
Digam que vou, que vamos bem: só não tenho é coragem de escrever”

(Vinícius de Moraes )

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http://youtu.be/_Sq3k6fxoYY

Turbilhão
Moacyr Franco
comp:Moacyr Franco
video sem finalidade lucrativa
imagens da internet
creditos: Léia Reis

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A linda marcha-rancho de Moacyr Franco vai para Gracinha, grande amiga do BP, que amanheceu o dia com seu alegre espírito carnavalesco a pleno vapor, neste sábado de janeiro.

BOM DIA

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NO “PÚBLICO”, DE PORTUGAL

Um deslizamento de terras ocorrido na região sudoeste da China na noite de sexta-feira fez 46 mortos, incluindo 19 crianças, segundo o balanço definitivo do idesastre adiantado este sábado, 12. pelas autoridades da província de Yunnan.

O deslizamento ocorreu na noite passada, tendo os corpos das últimas vítimas sido encontrados esta manhã após uma operação de socorro que contou com o apoio de perto de mil soldados, bombeiros, polícia e mineiros, disse a agência oficial de notícias Xinhua.

Uma torrente de lama e pedras caiu sobre a aldeia de Zhenxiong, formando um monte de terra com cerca de 30 metros de espessura, adianta a Xinhua. Pelo menos habitações ficaram destruídas e duas outras danificadas. Além das 46 pessoas que morreram, mais de 60 animais ficaram soterrados.

O deslizamento ocorreu após dez dias de chuvas fortes e queda de neve na região e no período em que a província de Yunnan está sofrendo temperaturas negativas consideradas anormais para a época pelos serviços de meteorologia chineses.

A província de Yunnan tinha já sido atingida por um sismo de magnitude 5,6, em Setembro do ano passado, no qual morreram 81 pessoas, e ainda por um outro deslizamento de terras, um mês mais tarde, que soterrou 18 crianças numa escola.

jan
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Posted on 12-01-2013
Filed Under (Charges) by vitor on 12-01-2013


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Sid, hoje, no portal Metro1


Dilma “costura” com Campos em Inema …
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… e com Wagner, de lancha na Baia de Todos os Santos

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ARTIGO DA SEMANA

DILMA: LEITURA E COSTURA NA BAHIA

Vitor Hugo Soares

Às vésperas da presidente Dilma Rousseff desembarcar na Base Aérea de Salvador, no habitual período do“descanso de fim de ano”, dos ocupantes do Palácio do Planalto (desde Fernando Henrique Cardoso ), na incrível e privativa praia de Inema, assessores em Brasília informaram ao distinto público: além de estar ao lado dos familiares que a acompanhariam na viagem, a presidente iria dedicar-se apenas à leitura de alguns livros levados na bagagem.

Não é fácil enxergar o que acontece de fato em Aratu. Nem mesmo ao ar livre na praia de areias cristalinas entre o mar de água azul turquesa, como as destes dias ensolarados do verão baiano, e o pedaço do que ainda resta preservado da luxuriante Mata Atlântica. Esta, a mata em sua flora e fauna, vítima nos últimos anos de um dos mais predatórios ataques de sua existência de atentados históricos desde o Descobrimento em 1500.

Desta vez, fruto principalmente da selvageria da ocupação imobiliária consentida (ou pretensamente legalizada) até os últimos dias da administração do prefeito João Henrique. Com vistas grossas e complacência dos órgãos ambientais do Estado e da União, diga-se a bem da verdade.

O novo prefeito, ACM Neto (DEM), assumiu prometendo “um basta ao abuso” e a revisão de parágrafos e itens malandros do PDDU, o código de desenvolvimento urbano reformulado e aprovado altas horas da madrugada pala Câmara de Vereadores da terceira capital do País, no último dia do governo JH.

Agora é esperar uns dias ou um tempo, e conferir. É preciso verificar se a fala de Neto é “pra valer”, ou mais um desses exercícios retóricos tão comuns em começo de governo na terra de Gregório de Matos e Rui Barbosa, que se atira na lata do lixo da primeira esquina que aparece, depois da posse.

Mas o tema principal destas linhas é a mais recente passagem de Dilma Rousseff pela Base de Aratu. Visita encerrada abruptamente no começo desta semana, com um dia de antecedência em relação ao tempo inicialmente previsto, para que a presidente pudesse estar presente na reunião de cúpula anual do poder em Brasília.E, assim, ver bem de perto o estranho, misterioso e complicado bailado de seu governo na área de Minas e Energia, conduzida pelo imponderável ministro Edison Lobão.

Voltemos então ao pedaço de mar da Base Naval de Aratu, para não perder o rumo em meio aos caminhos intrincados (e intrigantes), cheios de desvios em Salvador, na Bahia e no Nordeste, destes dias iniciais de 2013. De saída, assinalo o que pode parecer indesculpável descuido jornalístico ou falta de informação. Mas a verdade é que desconheço registro ou depoimento de alguém ou de algum veículo de comunicação, com credibilidade, em que esteja demonstrado, factualmente, o contato da presidente da República com algum livro por estes dias. Um romance, um exemplar de não-ficção, uma publicação de poesia, uma biografia qualquer, que ela tenha lido, ou ao menos passado a vista na Bahia.

Nem mesmo o formidável exemplar de “Marighella, o Guerrilheiro que Incendiou o Mundo”, narrativa primorosa do jornalista Mario Magalhães que, no País atualmente dividido em quase tudo, além do Fla x Flu, consegue uma impressionante quase unanimidade de aprovação e elogios de leitores e críticos para seu trabalho literário e de pesquisa. Merecidamente, acrescento.

O que é certo, porque vastamente documentado em relatos diversos (públicos e de bastidores) e em imagens sugestivas (por exemplo, o passeio de três horas em recantos de beleza rara da Baia de Todos os Santos, a bordo da portentosa lancha da Marinha, ao lado do governador e companheiro de partido Jaques Wagner), é que a presidente Dilma dedicou boa parte do tempo da sua estada em Inema à costura.

Esclareço, antes de algum eventual desmentido: A costura referida nestas linhas não é aquela prosaica atividade antes praticamente restrita às mulheres diante de suas vigorosas e duráveis máquinas “Singer” ou “Elgin”, presentes em tantos relatos históricos e romances brasileiros. Aqui se fala de “costura política”. Atividade que virou febre para mulheres e homens públicos ou da iniciativa privada no Brasil destes dias complicados e de rumos indefinidos. Nos governos, no Congresso, nos Tribunais de Justiça, nos corredores, nos escritórios públicos e privados, no mar, na praia ou nos ambientes mais restritos e fechados na área de segurança, a exemplo da base naval da Marinha, na zona suburbana de Salvador.

Foi nesse cenário de sonhos que a presidente Dilma realizou as “costuras” mais secretas e mais importantes em suas férias de fim de ano. Primeiro, revela o jornal A Tarde em texto assinado pela bem informada repórter e editora política, Patrícia França, a ocupante do Palácio do Planalto conversou a sós com Wagner, tentando convencer o dirigente petista a ser o coordenador na região Nordeste de sua provável campanha de reeleição presidencial em 2014.

Depois, em Aratu, onde passou estes dias com a mãe, a filha, o neto e o genro , Dilma recebeu para um almoço no sábado (5/1), os governadores da Bahia, Jaques Wagner (PT), e de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB. (os sussurros indicam ser o nome preferido de Wagner, que este sábado,12, embarca em nova viagem à China), para vice na chapa da reeleição

Neste caso, mais demorada, complexa e delicada “costura política” ( temperada com agrados e promessas de mimos administrativos ao líder pernambucano) cuja extensão e resultados só serão conhecidos mais tarde, em futuro próximo ou mais distante, quando a campanha que já se ensaia, começar pra valer. A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail : vitor_soares1@terra.com.br

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DVD Zeca Pagodinho: MTV Especial – Uma Prova de Amor ao Vivo
Participação Especial Jorge Ben Jor

Um Salve a Ogum, ao samba e aos sambistas brasileiros

BOM SÁBADO A TODOS!!!

(Vitor Hugo Soares)

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OPINIÃO POLÍTICA

Lista reduzida

Ivan de Carvalho

Existiam no PT cinco aspirantes a governador nas eleições de 2014. Rui Costa, chefe da Casa Civil e nome da preferência pessoal do governador Jaques Wagner, o senador Walter Pinheiro, o secretário do Planejamento e ex-presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, o ex-prefeito de Camaçari e ainda presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Luiz Caetano e a ex-prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho.

Moema Gramacho foi automaticamente riscada do mapa quando perdeu, junto com seu partido, a prefeitura de Lauro de Freitas para o PP, o adversário tradicional do PT nesse município. Luiz Caetano, admita ele ou não, saiu do mapa sucessório à francesa, sem que houvesse ocorrido um fato notoriamente determinante. Até conseguiu, a duras penas, eleger o sucessor para a prefeitura de Camaçari. Talvez o fato principal que explica a saída seja o de que não devia ele ter entrado. Continua sendo um político importante no PT da Bahia, mas não uma hipótese de candidatura ao governo.

Até alguns dias atrás, restavam três nomes no rol de candidatos a governador filiados ao PT. Começa-se agora a especular que o secretário do Planejamento, José Sérgio Gabrielli, estaria saindo suavemente da lista, apesar da forte simpatia, apoio mesmo, do ex-presidente Lula pela candidatura dele. Gabrielli já fora considerado, nas análises políticas, como a alternativa petista mais provável para concorrer à sucessão de Jaques Wagner. Mas após sua saída da Petrobrás – cargo que ocupou no governo Lula e, graças ao ex-presidente, durante algum tempo no governo Dilma Rousseff – a cotação de uma eventual candidatura sua foi declinando.

Coincidentemente, as especulações (ainda a conferir) de que Gabrielli já estaria fora do jogo ou, pelo menos, dos cálculos aparentemente multifacetados do governador Wagner, surgiram logo depois de dois fatos de certa relevância no precoce processo sucessório baiano.

Um deles, a manifestação da presidente estadual do PSB, senadora Lídice da Mata, no sentido de que seu partido deseja ter candidato a governador em 2014.

O outro, o caráter mais encorpado assumido pela já anteriormente lançada candidatura ao governo do presidente da Assembléia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, do PDT. A pretensão e atividade de Nilo nesse sentido não é novidade. O reforço, que dá mais consistência à pretensão, foi o apoio público que recebeu, esta semana, na Bahia, para sua pretensão, do presidente nacional do partido, Carlos Lupi. É certo que Marcelo Nilo proclama com insistência que só será candidato ao governo se tiver o apoio do governador Wagner e, realmente, de outra forma não seria. Mas é um dado relevante para ser incluído nos cálculos.
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Além disso, sem que neste aspecto haja fato novo, todo o meio político inclui nesses cálculos uma eventual candidatura do vice-governador Otto Alencar. Ele é do PSD, o segundo maior partido na Bahia, é secretário de Infraestrutura do governo Wagner e tem mantido uma ligação política extremamente próxima com o governador. Não admite sua candidatura a governador, sugere que pensa no Senado, mas ninguém o exclui da lista de possíveis aspirantes ao governo. E de uma coisa os políticos não têm dúvida: é o nome eleitoralmente mais fácil de trabalhar e com ampla capacidade de articulação política nas cúpulas e na base.

Bem, diante desse quadro na coalizão governista, mas externo ao PT (PSB, PDT, PSD), não surpreende se o governador, um petista, estiver cuidando de reduzir a fragmentação em seu partido e afunilando a lista de nomes petistas (a Bíblia avisa que casa dividida é casa arruinada). Rui Costa, para o caso de o governo se considerar política e eleitoralmente forte no ano que vem e Walter Pinheiro, na reserva, para uma emergência – governo em dificuldade e um candidato com densidade na oposição (isto, a coisa mais difícil de acontecer).

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