Chapada: Em cinco dias incendio duplicou de tamanho

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DEU NA FOLHA DE S. PAULO

Nelson Barros Neto

DE SALVADOR

Um incêndio que já dura cinco dias na região das serras da Bahia dobrou de tamanho na madrugada desta sexta-feira (11) e fez o governo do Estado pedir ajuda federal.

As chamas se alastraram pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, famoso pelo turismo ecológico, na parte central baiana. Ameaça ainda municípios como Lençóis, o mais badalado da região, e pontos de visitação como a cachoeira da Fumaça e o morro do Pai Inácio.

A área afetada, que estava em cerca de 500 hectares, chegou a 1.050 hectares após mapeamento com imagens de satélite. O número equivale a seis parques do Ibirapuera, em São Paulo.

O parque nacional, que tem 152 mil hectares e é mais um lugar a sofrer com a seca no Nordeste, já havia passado por outro incêndio em novembro do ano passado. Constantes queimadas na região contribuem para o risco.
Incêndio ameaça parque nacional na Chapada Diamantina (BA)
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O Instituto Chico Mendes, autarquia federal responsável pelo parque, diz que a situação é difícil de ser controlada. O órgão afirma que já contratou 45 brigadistas e está deslocando outros 16 de Brasília para combater o fogo.

Enquanto o Ibama vai levar um helicóptero que estava na Amazônia, o governo da Bahia promete duas aeronaves “air tractor” (com condição de jogar água sobre o local), além de equipamentos, veículos e R$ 20 mil para compra de água e alimentação para os brigadistas.

VOLUNTÁRIOS

Até então, as tentativas de conter os focos vinha sendo feitas por bombeiros e brigadas voluntárias como a do vale do Capão, encravado no município de Palmeiras.

“Estamos subindo a serra às 18 horas e voltando ao meio-dia seguinte, em condições complicadas de trabalho”, diz Adelson Marques, um dos brigadistas.

“Já tivemos uma perda monstruosa para biodiversidade, em nascentes de rios e na mata ciliar”, diz Aila Teperhans, que também atua como voluntária.


Fonteles:verdade sobre a morte de Rubem Paiva
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DEU NO IG

Wilson Lima e Vasconcelo Quadros

iG Brasília

Documentos militares confidenciais encontrados no Arquivo Nacional, em Brasília, revelam que o ex-deputado Rubens Paiva, tido como desaparecido, na verdade foi executado por agentes do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informação do Centro de Defesa Interna) do Primeiro Exército (Rio de Janeiro).

A informação foi dada pelo ex-procurador geral da República, Claudio Fonteles e coordenador da Comissão Nacional da Verdade em entrevista ao iG , concedida nesta quinta-feira (10). “Ele foi morto por agentes do Doi-Codi”, revela. Segundo Fonteles, a versão oficial contada até hoje é uma “fantasia absoluta”.

A revelação, baseada em documentos oficiais produzidos pelos órgãos de informação do regime militar (1964-1985), desmente duas versões difundidas nos últimos 40 anos: a de que Paiva teria desaparecido em uma suposta operação de resgate pela esquerda ou que tenha sido preso e morto por militares da Aeronáutica. O ex-deputado foi preso em casa, no dia 20 de janeiro de 1971, e levado direto para a sede do DOI-Codi, de onde nunca mais saiu com vida. Fonteles estima que o martírio do deputado durou dez dias.

Os informes e relatórios confirmam também que um dos responsáveis pela prisão, tortura e morte do ex-deputado é o coronel Julio Miguel Molinas Dias, assassinado no dia 1º de novembro do ano passado em Porto Alegre . Na residência do militar, que à época era chefe DOI-Codi do Primeiro Exército, a Polícia Civil gaúcha encontrou documentos indicando a passagem de Paiva pelo órgão.

O procurador Claudio Fonteles afirma que os novos documentos encontrados no Arquivo Nacional podem ajudar a esclarecer definitivamente o caso Rubens Paiva, um dos grandes segredos dos anos de chumbo. Ele vai divulgar um relatório detalhando as informações encontradas nos documentos e que ganham importância histórica por terem sido produzidos pelo próprio regime militar.

Nessa entrevista em vídeo, Fonteles também lança novas luzes sobre a participação do major Curió na Guerrilha do Araguaia . Curió é tido como o principal agente repressor do período. Mas documentos preliminares apontam que ele não foi o único responsável.

Fonteles avalia que nesses oito meses de Comissão da Verdade já é possível comprovar que o Estado montou uma estrutura que tinha como prioridade o chamado “paroxismo de segurança” e que o órgão deixará como legado uma cultura democrática, anti-golpista e de respeito aos direitos humanos.

Como ex-membro do Ministério Público Federal (MPF), Fonteles disse que não há qualquer impedimento para que inquéritos contra militares ou agentes repressores sejam abertos após os trabalhos da Comissão da Verdade e defendeu, como cidadão, que todos os crimes ocorridos na Ditatura Militar sejam julgados no futuro.

Leia mais sobre o assunto no Portal IG

jan
11

Marisa Monte: “Depois”

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O álbum “O que você quer saber de verdade”, lançado no final de 2011, é base para a nova turnê de Marisa Monte, iniciada ontem, 11, no TCA. Com direção de Leonardo Netto e Claudio Torres, curadoria de Luisa Duarte, direção de arte de Batman Zavarese e cenografia de Marcelo Lipiani,a turnê batizada de “Verdade uma Ilusão”, traz canções como “O que se quer”, composição de Marisa e de Rodrigo Amarante, além das releituras de “Descalço no Parque”, música de Jorge Ben Jor, e do tango argentino “Lencinho Querido – El Panuelito”, em versão de Haroldo Barbosa.
Data: 12/01/2013
Horário: 20:00

O Grupo Dridco, com atuação em 10 países na América do Sul, chega oficialmente no mercado brasileiro. O investimento para o início das atividades no Brasil foi de R$ 30 milhões e a empresa pretende em três anos trazer os sites de emprego e automóveis, segundo revela a assessoria de comunicação do grupo em comunicado à midia e ao mercado brasileiros.

Nas previsões do grupo argentino, o mercado de classificados on-line no Brasil deve aumentar seu faturamento para US$ 740 milhões em 2014, e passará a representar 48% do total movimentado na América Latina.

“No Brasil, o mercado de classificados online, em comparação a outros mercados latino-americanos, é muito mais sofisticado, competitivo e com uma forte capacidade de gestão, mas estamos confiantes na excelência e força do nosso produto, na nossa proposta de valor e em nossa maneira de fazer negócios, que sem dúvida são a nossa maior vantagem competitiva. Também estão constantemente inovando para proporcionar uma melhor experiência para os nossos usuários e clientes “, diz Adrian Gimenez, Vice-Presidente Dridco do Brasil.

O Braprop Imóveis, portal que marca o início das operações no Braisl, tem atuação na Argentina, México e Colômbia, com mais de 20 milhões de visitas mensais e 9 milhões de usuários registrados.

www.braprop.com.br

Sobre Dridco

Dridco (a Companhia) é um grupo líder em classificados on-line para os consumidores da América Latina. A companhia opera sites em 10 países, com escritórios em seis deles, que geraram 9,2 milhões de usuários únicos em setembro de 2012 e 140 milhões de pageviews em setembro de 2012. Hoje a empresa é líder no segmento na Argentina, México, Colômbia, Venezuela e Chile. A empresa que começou na Argentina e, em seguida, expandiu-se para outros países da região, tem como seu principal acionista o La Nación.

(Mais informações com Ana Mogadouro
Visar Planejamento: 11 30790123
11 78105117)

jan
11
Posted on 11-01-2013
Filed Under (Charges) by vitor on 11-01-2013


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Sid, hoje, no portal Metro1

jan
11

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RAY CHARLES, O TEMPO PASSA, A SAUDADE FICA.

BOA Noite!!!

(Gilson Nogueira )

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OPINIÃO POLÍTICA

Sem desespero

Ivan de Carvalho

O governo Dilma Rousseff e o PT estão sob pressão de problemas muito incômodos. Geralmente problemas incomodam muito os governos. A questão é se são bem ou mal resolvidos.

Os problemas principais do governo Dilma Rousseff estão, não na área política, mas na área econômica e financeira. Um crescimento pífio do Produto Interno Bruto em 2012 (no máximo, um por cento), precedido, em 2011, de um crescimento muito tímido, de 2,7 por cento.

A previsão para 2013 já foi de 4,5 por cento nos cálculos do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que depois reduziu seu otimismo descontrolado para quatro por cento. Enquanto isso, a estimativa do Banco Central, com base em consulta a analistas e investidores do mercado financeiro, é de 3,3 por cento. E previsões independentes já apontam para três por cento. Nesse quadro, convém lembrar que, quando 2012 estava para começar, a previsão em voga para o crescimento do PIB durante o ano passado era de quatro por cento.

Outra pressão econômica sobre o governo Dilma Rousseff só não se tornou ainda desesperadora exatamente porque o PIB de 2012 não ultrapassou (talvez sequer nem haja atingido) um por cento. Chegasse àqueles quatro por cento bisonhamente imaginados pelo ministro da Fazenda, a crise no setor de energia elétrica estaria muito mais acentuada e os riscos à frente seriam bem maiores. O regime deficiente de chuvas (com seca braba no Nordeste, parte de Minas Gerais e estiagem preocupante no Centro Oeste) criou uma pressão extremamente incômoda sobre o governo, mas atenuada pelo reles crescimento de no máximo um por cento do PIB. No entanto, se São Pedro não mandar socorro e o PIB crescer três por cento ou algo mais, o problema energético se apresentará com muita severidade. O governo, por enquanto, parece se esforçar em esconder essa hipótese.

Quanto aos problemas do PT, são conhecidos. A perda total do rebolado ético ante o resultado do julgamento do Mensalão pelo STF. A perspectiva de prisão fechada para um de seus presidentes, José Dirceu e semi-aberta para outro, José Genoino. O depoimento de Marcos Valério à Procuradoria Geral da República e o que mais ele possa apresentar, com perspectiva de abertura de investigação, na primeira instância, sobre a participação do ex-presidente Lula no caso do Mensalão. E o Caso Rosegate.

As três coisas juntas não resultam numa boa imagem do partido, que se move para manifestações de defesa e contra-ataque, sob protesto de alguns petistas, sobretudo da liderança petista do Rio Grande do Sul.

Mas o PT não tem ainda razões para desesperar. Afinal, a presidente Dilma Rousseff está com excelente popularidade e o ex-presidente Lula continua com a dele em nível muito bom. E a oposição se revela com suas lideranças aparentemente empenhadas em anularem umas às outras na esperança de se afirmarem.

Depois do tucano José Serra disputar e perder duas vezes a presidência da República, isso intercalado por uma derrota do correligionário Geraldo Alckmin, o partido de Serra majoritariamente entende que em 2014 é a vez de Aécio Neves disputar a presidência. E Aécio, conhecendo Serra, trabalha para ter o controle incontestável do PSDB. Mas Serra, o obstinado, olha para os seus 45 milhões de votos no segundo turno das eleições presidenciais de 2010 e acredita que tem o direito e as condições para tentar outra vez. Sabe que pelo PSDB dificilmente conseguirá, então pensa na hipótese da criação (difícil) de um novo partido ou em sua migração para o PPS, com o qual o assunto já está sendo discutido. Ao mesmo tempo, a ex-senadora, ex-ministra e ex-candidata a presidente Marina Silva, hoje sem partido, examina se é melhor criar o seu ou ingressar no PPS.

Marina e Serra no PPS? E, nessas circunstâncias, a candidatura de Aécio? Ah, e o governador e presidente do PSB, Eduardo Campos, que atualmente é do lado governista, mas pode não ser em 2014, o que faria nesse cenário tão povoado? Coisas para conferir mais adiante.

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O músico e instrumentista Claude Nobs, fundador do Festival de Jazz de Montreux, um dos mais importantes deste tipo de música, morreu, esta quinta-feira,10, aos 76 anos, confirmou o site do festival e vários meios de comunicação suíços.

Claude Nobs, que fundou este festival em 1976, entrou em coma depois do Natal, em seguida a uma operação no hospital de Lausanne, que aconteceu depois de ter tido uma queda quando praticava esqui.

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