DEU EM A TARDE

Biaggio Talento

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo (PDT) assumiu ontem, 28, a responsabilidade pela não inclusão do nome do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, na lista de personalidades que a Casa concedeu o título de “cidadão baiano” na última sessão do Legislativo, quarta à noite. No entanto, fez questão de esclarecer que a não-concessão deveu-se a um problema “técnico”, nada relacionado a eventual “vingança” contra a figura de Barbosa, relator do processo do mensalão.

Segundo Nilo, os deputados elaboram, por acordo, a lista das pessoas a ser submetida a votação secreta na Casa para a distribuição dos títulos. “Eu já estava apurando os votos das nove personalidades que os parlamentares propuseram para receber o título (entre os quais o deputado Ronaldo Caiado o o ex-jogador do Flamengo e Vitória Petkovic) quando apareceu o deputado Luciano Simões (PMDB) pedindo para incluir o nome do ministro Barbosa. Ai eu disse que não era mais possível”, explicou o presidente da Assembleia.

Leia a íntegra na edição impressa de A Tarde. Nas Bancas.

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Comentários

danilo on 29 dezembro, 2012 at 13:13 #

até que Marcelo Nilo tem lá suas razões para não conceder o título a Joaquim Barbosa.

porque, se for averiguar o histórico das manchetes e o noticiário dos principais meios de comunicação da Bahia, os convencionais e os eletrônicos, durante o julgamento do Mensalão, esta imprensa POUCO ou NADA deu destaque ao que ocorria lá nos tapetões do Superior Tribunal Federal.

enquanto os próceres da quadrilha do PT e do mensalão eram desmascarados, a imprensa baiana nem tchuns.

entrementes, no sul do país, os mais renomados jornais e sites enchiam suas capas e páginas com notícias sobre o tràmite do Mensalão. aqui no estado da alegria era tduo notinha de rodapé, e tome-lhe notícia de Bahia e Vitória, do ônibus de Massaranduba que rodou com um DJ tocando arrocha, etc etc.

e quando alguns sites eram instados pelos leitores a noticiar os furdunços dos desdobramentos do julgmento – inclusive o explosivo Rosegate, o que estes veículos fizeram?

nadica, neca de tipibiribas. igonoravam a lambança implatada pelo Padim Padi Ciço Lulla, afinal um operário (sic) que alcança o poder máximo do país não pode ser tratado como um Collor, embora ele seja até mais “faminto” que o próprio Collor.

assim posto, não há o que reclamar da Assembléia Legislativa da Bahia não conceder a honraria para Joaquim.

desce o pano, e fim de papo.


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