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Criança diante da tragédia em Newtown

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

Um dia depois do tiroteio que provocou 27 vítimas, entre as quais 20 crianças, numa escola de Newtown, no Connecticut, procuram-se respostas e explicações.

A jornalista Teresa Dias Mendes resume os últimos acontecimentos

A maior questão é o que terá levado Adam Lanza, de 20 anos, a entrar numa escola armado para tirar a vida a quase 30 pessoas, incluindo a própria mãe.

O Washington Post, que cita um fonte policial, refere que foram encontradas duas pistolas e uma espingarda no carro onde seguia Adam Lanza e que as armas teriam sido adquiridas legalmente.

O irmão de Adam, Ryan Lanza, chegou a ser apontado como responsável pelo tiroteio, uma informação que foi desmentida mais tarde. Ouvido pela polícia, Ryan Lanza referiu que o irmão sofria de distúrbios de personalidade.

Fontes policiais dizem que Ryan Lanza não ofereceu resistência e colabora nas investigações do caso, apesar de não ter contato com o irmão desde 2010.

Além das 26 pessoas assassinadas na escola Sandy Hook, em Newtown, entre as quais 20 crianças, foi também encontrado o corpo do atirador, que se terá suicidado, e de Nancy Lanza, a mãe do suspeito, numa casa próxima da escola.

Ainda por esclarecer está o fato de Nancy Lanza, uma professora do ensino primário, ter registadas três armas em seu nome.

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Comentários

regina on 15 dezembro, 2012 at 14:39 #

Mais uma vez despertamos na América dos sonhos possíveis, das cercas brancas em casas confortáveis, ao som de balas assassina acertando corações e cabeças inocentes, dessa vez menores de 10 anos na sua maioria, calando-os para sempre e interrompendo vidas recém iniciadas…É a mesma velha historia se repetindo, o mesmo gosto ruim na boca e as mesmas perguntas embaralhando o pensamento: POR QUE?

Como entender cenas como estas? Como explica-las e, muito menos, como justifica-las? Impossível! Mas, uma coisa podemos tentar lembrar nesses momentos de terror em que a sociedade fica entre o firmamento e seus botões numa afirmativa egocêntrica: “Essas coisas não poderiam acontecer aqui”. Como se nunca aprendêssemos as lições que são repetidas e quase iguais: Um louco se apodera de armas e munições e surpreende escolas ou salas de cinema eliminando em poucos segundos vidas e sonhos… É a realidade e parece que somos impotentes de muda-la, ou nem sequer tentamos…

As lágrimas do Presidente não me comovem, suas palavras elaboradas e adequadas citações me entediam, a falta de mobilidade do publico nas ruas demonstrando insatisfação com a falta de ação dos políticos e legisladores com respeito a normas que limitariam o uso e venda indiscriminado de armas de fogo de grande potência que não tem outra função que de matar, e, sobretudo a inércia quanto à modificação de legislação impedindo os pais ou associados de agir de uma forma pro-ativa diante de quadros de deficiência mental evidente e gritante que poderiam obrigar o paciente a um tratamento ou pelo menos uma observação profissional adequada. Ouvimos sempre o mesmo: “Era uma pessoa calada, isolada, por desejo próprio ou por não aceitação dos outros, um estranho”, mas essa pessoa leva tempo elaborando um plano macabro, comprando armas, aprendendo a usa-las, deixando pistas que ninguém quer ver e muito menos enfrentar, por medo de estar invadindo sua privacidade protegida por lei. Só se pode enfrentar esse “monstro” depois da tragédia acontecida.

E nem começamos a arranhar o complicado labirinto das ações sociais de comportamento humano num sistema altamente competitivo e frio… “Por que não aqui?”

Basta, eu diria, gritaria!!!!!!


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