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Chico Buarque e Oscar Niemeyer conversam sobre arquitetura. E Chico lê com emoção uma poesia que fez falando também de arquitetura: A casa do Oscar..

Um maravilhoso tributo que o Bahia em Pauta também abarca nesta triste quarta-feira de dezembro da partida de Niemeyer, o Oscar, o imenso arquiteto do Brasil.

(Vitor Hugo Soares)

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Comentários

Rosanne on 6 dezembro, 2012 at 14:43 #

É muito gratificante ler um texto inteligente de uma pessoa inteligente em homengem a um pessoa tão simples e ao mesmo tempo tão grandiosa como Oscar Niemeyer. Tive oportunidade de conhecer algumas de suas obras, quando morei em Brasília, quando mudei para Niterói e hoje moro no Rio. Obras grandiosas com traços que lembram suavidade de movimentos e se identificam com a natureza e o ambiente que as cercam. Assim era a obra de Niemeyer. Tem identidade, personalidade e poesia. Obrigada Chico pelo lindo poema.


Ana Lúcia Leão Ramos on 7 dezembro, 2012 at 13:13 #

O grande Oscar me lembra o que quase todos estão esquecendo neste momento: os engenheiros calculistas que viabilizaram a concretização de sua imaginaçãol: Joaquim Cardozo (tb. grande poeta – e pernambucano- calculista nos projetos de Brasília; José Carlos Sussekind, o parceiro de trabalho em anos mais recentes; Gilberto Mascarenhas Barbosa do Vale; Contarini ( que viabilizou estruturalmente o MAC de Niterói).
Tudo isto me remete à fábula do guizo dos ratos no pescoço do gato: quem tem a idéia. Quem acha a solução. E quem põe o guizo no gato. No último caso, os candangos, o povo, de quem Oscar sempre lembrava quando falava em justiça social.


irene on 12 dezembro, 2012 at 9:58 #

blá blá blá


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