DEU NO G1

Rosanne D’Agostino, de Contagem (MG)

O júri popular do caso Eliza Samudio condenou, na noite desta sexta-feira (23), no Fórum de Contagem, em Minas Gerais, os réus Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e Fernanda Gomes de Castro, ex-namorada do goleiro Bruno, por participação nas ações que resultaram na morte da ex-amante do jogador, em crime ocorrido em 2010.

Conforme sentença da juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, Macarrão foi considerado culpado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado de Eliza, sendo condenado a 15 anos de prisão. Ele foi absolvido do crime de ocultação de cadáver. Fernanda foi culpada pelos crimes de sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela, Bruninho, sendo condenada a 5 anos de prisão.

Os jurados saíram do plenário em direção à sala secreta às 21h e voltaram depois de mais de duas horas. Durante esse período, eles responderam a quesitos preparados pela juíza Marixa, com a concordância de advogados e do promotor. Com respostas “sim” e “não”, os jurados decidiram se os réus cometeram o crime, se podem ser considerados culpados e se há agravantes ou atenuantes, como ser réu primário. Em seguida, a juíza redigiu a sentença.

O júri popular, que teve início com cinco réus, acabou com apenas dois acusados: Macarrão e Fernanda. O jogador Bruno Fernandes de Souza, que era titular do Flamengo, é acusado de ter arquitetado a morte da ex-amante, em 2010, para não ter de reconhecer o filho que teve com Eliza nem pagar pensão alimentícia. Bruno, a sua ex-mulher Dayanne Rodrigues e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, tiveram o júri desmembrado pela juíza Marixa e serão julgados em 2013. (Acompanhe o dia a dia do júri popular do caso Eliza.)

O crime
Conforme a denúncia, Eliza foi levada à força do Rio de Janeiro para um sítio do goleiro, em Esmeraldas (MG), onde foi mantida em cárcere privado. Depois, a vítima foi entregue para o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que a asfixiou e desapareceu com o corpo, nunca encontrado. O bebê Bruninho foi achado com desconhecidos em Ribeirão das Neves (MG).

Além dos três réus que tiveram o júri desmembrado, dois acusados serão julgados separadamente – Elenílson Vitor da Silva e Wemerson Marques de Souza. Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno, foi morto a tiros em agosto. Outro suspeito, Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, teve o processo arquivado.


João Ubaldo (com Joaci Góes): posse na ALB

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Do jornalista Claudio Leal, via e-mail disparado de São Paulo para o editor do Bahia em Pauta, sobre a posse do escritor e jornalista João Ubaldo Ribeiro, na Cadeira 9 da Academia de Letras da Bahia:

Vitor Hugo,
O discurso de João Ubaldo, na Academia, está primoroso, lindo. Vale ser publicado pelo Bahia em Pauta.
Abração,
Claudio.

CUMPRA-SE, COM ABRAÇOS E PARABÉNS A UBALDO

(Vitor Hugo Soares)

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João Ubaldo Ribeiro

[Preâmbulo]

Senhoras e senhores,

Antes de fazer o pequeno discurso de agradecimento que se seguirá, preciso dar uma explicação. Tenho ciência da prática de, no momento da posse, falar-se em louvor dos ocupantes anteriores da cadeira até então vaga. Mas, como pretendo homenagear a Bahia e os baianos, acredito que, louvando a Bahia, também os estarei louvando. Além disso, e mais importante, suas biografias e fortunas críticas hão de ser muito mais bem servidas nas mãos de literatos e
historiadores habilitados, o que está longe de ser meu caso. Refiro-me ao patrono da Cadeira 9, Antônio Ferreira França, e aos ilustres confrades José Alfredo de Campos França, Edgard Ribeiro Sanches e Antônio Luiz Machado Neto, o último dos quais um pensador notável, de quem fui aluno e permaneço admirador. Abro, contudo, exceção para Cláudio Veiga. Com minha decisão de não falar sobre cada antecessor, ele seria o único a não ter seu nome e sua obra lembrados na posse de um sucessor, o que configuraria injustiça muito grave. No meu caso, mais grave ainda, porque, para alegria minha, conheci-o pessoalmente e me relacionei mais ou menos de perto, não só com ele, mas com outros membros de sua família, tantos deles conceituados intelectuais e educadores. Cavalheiro de maneiras e trato incriticáveis, era um homem de letras por excelência e um mestre apaixonado pelo que ensinava. Autor de ensaios, antologias e traduções modelares, dedicou-se por inteiro à sua vocação, cumprida com brilho e destaque, não apenas aqui, mas também no exterior. Sua obra, não pequena, permanece importante e
atual. À frente desta Academia, foi um trabalhador infatigável e devotado, que deixou um legado talvez inestimável. A meu amigo, o escritor Cláudio Veiga, antecessor que muito me honra, presto, portanto, minhas mais sinceras homenagens e reitero o preito de admiração que tive a enchança de manifestar-lhe em vida, mais de uma vez.

[Discurso]

Queridos conterrâneos e amigos, este é para mim, acima de tudo, um dia de extraordinária celebração, um dia de consagração e glória. Nada equivale ao que estou vivendo agora. Recebo hoje um prêmio que me exalta e enobrece mais que qualquer outro: a expressão do reconhecimento e da estima de meus concidadãos, o abraço da minha terra, o insubstituível sentimento de ver compreendido, e com tanta generosidade retribuído, o intenso amor que sempre lhe votei, e que transborda de tudo o que faço. Ingresso nesta Academia com grande orgulho. Recebo, através dela, mais do que mereço, mas nem por isso rejeito os louros. E a principal razão para que eu aja assim é que esses louros não são meus, são da Bahia, são de nossa singular civilização, são da força cultural que sempre nos distinguiu. Sou filho da Bahia, filho da Denodada Vila de Itaparica, filho do Recôncavo Baiano, filho dessa costa venerável cujas ondas testemunharam o nascimento da nacionalidade brasileira.

Sou cria do Colégio Estadual da Bahia, Seção Central, o grande Central, verdadeira universidade pública, onde mestres e educadores inesquecíveis ministravam, através das aulas e dos exemplos, a melhor formação que se podia obter. Sou, ainda mais, cria da sempre celebrada Faculdade de Direito da Bahia, onde fui educado numa tradição humanista esclarecida, eloquente e libertária, entre juristas e pensadores de nível universal. Na faculdade, aprendi a ser cidadão, aprendi a escrever, aprendi que modelos admirar e adotar, incorporei valores básicos, convivi com espíritos eminentes, fiz discursos, escrevi artigos, disputei campanhas, perpetrei poemas, encenei peças. E, finalmente, sou cria do velho Jornal da Bahia, onde outros mestres também me formaram, na profissão que até hoje exerço.

Na Bahia aprendi o encanto de andar de madrugada com as pedras das ruas molhadas pela chuva recente, vendo meus amigos, tanto os da minha idade quanto os mais velhos, parar, abrir os braços, apontar os campanários ou o casario de Santo Antônio Além do Carmo, e recitar poetas do mundo todo, com quem nos sentíamos irmanados. Andei com pintores, escultores, cantores, mágicos de rua, jagunços, vagabundos, cafetinas lendárias, mulheres enigmáticas, anarquistas, stalinistas, trotsquistas, fascistas, músicos loucos, ouvi todos os sotaques. Conheci gente mitológica, escutei e contei colhudas e narrações de milagres portentosos, naveguei de saveiro pelas águas da baía, fiz samba-de-roda, saí de mulher num carnaval, participei de expedições de pesca, virei cozinheiro, sonhei com revoluções, marchei em passeatas e agitações nas praças, assinei manifestos vanguardistas, desfilei no Sete de Setembro, levei moças para conhecer o luar de Abaeté, tirei muitas vezes nota dez em redação, mas também já tomei zero, decorei Virgílio, pesquei em provas de Matemática, editei suplementos literários, li Sartre, frequentei a porta da Livraria Civilização Brasileira da Rua Chile, onde não conhecer as novidades culturais podia resultar em opróbrio, algumas vezes parei à meia- noite à porta da Catedral, junto com amigos, achando que ouvíamos o fantasma do padre Vieira lá dentro, esbravejando contra os hereges holandeses.

Que mais me deu a Bahia, que mais nos deu, com que outras graças nos rodeou e nos criou? Bem mais fácil seria enumerar o que ela não nos deu. Quanto a mim, é impossível empreender esse inventário, sou devedor, não sou credor de nada. Não há como fazer a lista de tudo o que plasmou minha maneira de ver, sentir e expressar o mundo, de gente de todas as extrações que me ensinou alguma coisa e me tornou o que sou. Não é ufanismo bairrista dizer que a Bahia é um privilégio para quem nasceu nela, ou por ela foi adotado. Em nenhum outro país do mundo se deu a mistura de gente que sempre foi comum no Brasil e continua a ser. E, no Brasil, não há lugar onde essa mistura de corpos e mentes seja tão universalizada quanto na Bahia, onde faça parte tão entranhada da paisagem humana. Como se aqui se realizasse um intento do Criador, passamos por cima de todas as barreiras que foram criadas e ainda são criadas contra a integração da Humanidade. As culturas de origem africana trazidas para cá, em todas as suas manifestações, não morreram aqui, mas se transformaram e se revivificaram, e hoje, apesar de às vezes não percebermos bem essa realidade, espantosa em em qualquer outro país, são um exemplo para o mundo. Aqui se dissolveram, numa mistura esplendorosa e fecunda, original e única, raças, crenças, costumes, falas, hábitos, gostos e aparências — é difícil avaliar como isso é precioso e raro, forte e delicado ao mesmo tempo. Basta trazer à mente a História, pregressa e presente, de nossa espécie, par verificar como dificilmente, ou nunca, esse fenômeno acontece. Mas acontece aqui e assim se define nossa identidade. Somos os detentores — e temos o dever de também ser os guardiães — dessa magnífica singularidade. Não somos brancos, negros ou índios; somos baianos. Não pertencemos, no maior rigor da palavra, a nenhuma religião, nem mesmo somos ateus; somos baianos. Não pretendemos ser melhores que ninguém. Mas somos baianos. Encerro este agradecimento com algumas referências essenciais. Quero,
em primeiro lugar, com amor, gratidão e saudade, lembrar meu pai, Manoel Ribeiro, minha mãe, Maria Felipa Osório Pimentel Ribeiro e minha irmã,
Sônia Maria Ribeiro Bandeira. Ressalto o apoio e a amizade de meu irmão, Manuel Ribeiro Filho. Agradeço a bênção que representam meus filhos,
Emília, Manuela, Bento e Francisca. E, sobretudo, agradeço a minha mulher e companheira, Berenice, que, há mais de trinta anos, me deu a perene felicidade de aceitar meu nome.

Muito obrigado.

nov
23
Posted on 23-11-2012
Filed Under (Newsletter) by vitor on 23-11-2012


Mano:fim de linha no comando da seleção

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DEU NA UOL/FOLHA

O técnico Mano Menezes foi demitido no comando da seleção brasileira na tarde desta sexta-feira. O UOL Esporte apurou que a decisão já havia sido comunicada a outros integrantes da comissão técnica, como Carlinhos Neves, preparador físico do Atlético-MG. O comunicado foi feito via SMS.

A decisão foi tomada em reunião realizada na FPF com o presidente da entidade, Marco Polo del Nero, e o mandatário da CBF, José Maria Marin. Mano assumiu a seleção brasileira jogo após a Copa do Mundo de 2010.

Segundo o Blog do Quesada, O diretor de seleções da CBF, Andrés Sanchez, foi voto vencido e não conseguiu demover a decisão da dupla Marin-Del Nero. O presidente da entidade e o fiel escudeiro, desde o início não esconderam a intenção de mudar o comando técnico da seleção.

O blog informa ainda que pelo menos três nomes agradavam mais que Mano: o pentacampeão Felipão, Luxemburgo e Muricy.

Andrés Sanchez programou uma entrevista coletiva para explicar os motivos que levaram a CBF a demitir Mano Menezes dois dias após a conquista do Superclássico das Américas contra a Argentina.

Mano disputou 35 partidas a frente da seleção brasileira, e teve 23 vitórias, seis empates e seis derrotas, o que dá um aproveitamento de 71,42% (75 pontos de 105 disputados).

Leão havia sido o último demitido

Antes de Mano Menezes, o último técnico demitido no meio de um trabalho na seleção brasileira foi Emerson Leão, após fiasco na Copa das Confederações de 2001, quando perdeu para a Austrália e ficou na quarta colocação.

Naquela oportunidade, o hoje desempregado técnico não ficou nem um ano à frente do cargo. Substituiu Vanderlei Luxemburgo, que havia sido demitido depois dos Jogos Olímpicos de 2000.

Depois de Leão, Luiz Felipe Scolari assumiu o cargo e foi até a Copa do Mundo de 2002, quando foi campeão. Quis sair para assumir o comando da seleção portuguesa. Foi substituído por Carlos Alberto Parreira, que fez trabalho de quatro anos, até o fim da Copa de 2006.

Depois do tetracampeão, Dunga assumiu o comando e foi até o final da Copa de 2010, sendo substituído por Ver em tamanho maior
Mano Menezes

http://youtu.be/XCnGHyjH0SY

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DEU NO SITE ÚLTIMA INSTÂNCIA

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Fux revelou um lado mais artístico e descontraído na noite desta quinta-feira (22/11). Durante a festa de posse de seu colega Joaquim Barbosa como presidente da corte, ele subiu ao palco e interpretou Um dia de Domingo, clássico de Tim Maia.

BRAVO!!! CONFIRA NO BP

nov
23
Posted on 23-11-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-11-2012


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Sinfrônio, hoje, no Diário do Nordeste(CE)

LINHA DO EQUADOR

Djavan

Luz das estrelas
laço do infinito
gosto tanto dela assim
rosa amarela
voz de todo grito
gosto tanto dela assim
esse imenso, desmedido amor
vai além de seja o que for
vai além de onde eu vou
do que sou, minha dor
minha linha do equador
esse imenso, desmedido amor
vai além de seja o que for
passa mais além do
céu de brasília
traço do arquiteto
gosto tanto dela assim
gosto de filha música de preto
gosto tanto dela assim
essa desmesura de paixão
é loucura do coração
minha foz do iguaçu
polo sul, meu azul
luz do sentimento nu
esse imenso, desmedido amor
vai além de seja o que for
vai além de onde eu vou
do que sou, minha dor,
minha linha do equador
mas é doce morrer nesse mar
de lembrar e nunca esquecer
se eu tivesse mais alma pra dar
eu daria, isso para mim é viver

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BOA NOITE BRASÍLIA!!!BOM DIA, BRASIL!!!

(vhs)

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OPINIÃO POLÍTICA

A PEC da marcha a ré

Ivan de Carvalho

A CPI do Cachoeira foi criada por inspiração do ex-presidente Lula na Câmara dos Deputados para abafar na mídia a cobertura do julgamento do processo do Mensalão, mas este julgamento é que acabou abafando a cobertura da CPI. Como manobra política de distração, a CPI do Cachoeira falhou absolutamente.

Como instrumento de investigação, também, pois não foi criada para fazer qualquer investigação séria, mas para atingir alguns adversários (como o governador tucano de Goiás) ou desafetos de Lula e de alguns petistas (como o procurador geral da República, Roberto Gurgel, que desagradou aos inspiradores da CPI por sua atuação no processo do Mensalão, e alguns jornalistas).

No capítulo de não fazer investigação para valer, a CPI do Cachoeira, com sua ampla maioria e seu comando governistas, olhou na direção em que não estavam os governadores Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro suas atenções para os governadores Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro e Agnelo Queiroz, do Distrito Federal. O primeiro do PMDB, o segundo do PT. E tangenciou a construtora Delta, controlada por Fernando Cavendish, amigo de festas de Cabral em Paris. A Delta é a segunda empresa do país em contratos com obras do PAC.

Enquanto a CPI do Cachoeira desvia-se do principal e seu relator apresenta um relatório que só não é um fracasso retumbante porque é aquela porcaria mesmo que o relator quer apresentar, apesar do que isso não evitou – até estimulou – a discórdia que já forçou dois adiamentos da apreciação do relatório na CPI, uma comissão especial da Câmara dos Deputados faz coisa muito pior.

Porque essa comissão especial, composta em grande parte por deputados ligados às polícias, aprovou uma proposta de emenda constitucional, a PEC 37, que retira do Ministério Público (e isso valeria ou valerá para o MP federal e os estaduais) o poder de investigação, tornando-o exclusivo das polícias. A PEC terá de ser votação ainda em dois turnos na Câmara dos Deputados e ser apreciada, segundo o mesmo rito, pelo Senado.
Ora, essa exclusividade policial, como já destacou o promotor de Justiça paulista Arthur Lemos Júnior, só existe atualmente em Uganda, no Quênia e na Indonésia. O procurador geral da República, Roberto Gurgel, afirmou ontem que a aprovação dessa PEC seria “um dos maiores atentados ao
Estado Democrático de Direito”.

Já no pronunciamento que fez na solenidade de posse do ministro Joaquim Barbosa na presidência do STF, o procurador-geral voltou a defender a manutenção do poder de investigação do Ministério Público e disse que somente países sem uma democracia plenamente consolidada impedem o MP de investigar. “A quem interessa retirar o poder de investigação do MP? Seria mais uma retaliação pelo seu cumprimento de sua missão constitucional? Essa é uma das perguntas que a sociedade cabe formular”, questionou Gurgel, fazendo uma referência indireta, mas evidente, à atuação do MP no processo do Mensalão.

É isso e mais alguma coisa. A polícia (federal e estaduais) frequentemente faz as coisas mal feitas, sob os aspectos legais e formais, o que inutiliza investigações, ou investiga insuficientemente ou de modo incompetente, o que deixa crimes encobertos. Mas com frequência a polícia não gosta de ter o MP conduzindo ou participando de suas investigações e também não gosta que o MP tome a si a responsabilidade de uma investigação. Esse fato ou a perspectiva de que venha a ocorrer pode obrigar a polícia a investigar, mesmo que preferisse não fazê-lo, imitando a CPI do Cachoeira.

E o principal é que o MP é autônomo, independente, não está subordinado a qualquer dos Três Poderes, enquanto a polícia integra a estrutura do Poder Executivo. Só isso basta para desqualificar essa reacionária PEC 37. Tem gente querendo fazer o país andar para trás.

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