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Posted on 13-11-2012
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Retrato d’ Angel Fernández de Soto de Picasso foi vendido num leilão da Christie’s por 41,5 milhões de euros em 2010 ( Warren Allott / AFP/Público
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Deu no PÚBLICO, de Lisboa

A Christie’s processou a chinesa Chritrs, que tem realizado leilões em Hong Kong e Singapura e é acusada de ter “enganado e confundido” clientes da conhecida leiloeira britânica. O conflito surge numa altura em que há um interesse cada vez maior do mercado chinês no negócio da arte.

Além da marca registrada chinesa ser pronunciada de forma idêntica, na sua forma escrita partilha ainda um dos caracteres usados na tradução de Christie’s.

“Nós encorajamos os nossos clientes e o público a terem o devido cuidado ao seleccionar as casas de leilões com que querem trabalhar”, disse a Christie’s ao jornal especializado Art Newspaper. As receitas da Christie’s no mercado asiático totalizaram 294.724 milhões de euros nos primeiros seis meses deste ano.

Os advogados da chinesa Chritrs defenderam na segunda-feira no tribunal de Hong Kong que a campanha de marketing da empresa não se fez de uma forma verbal, mas pela divulgação de impressos, relativizando importância de a pronúncia da marca ser idêntica. Segundo o South China Morning Post, os advogados acrescentaram ainda que os coleccionadores de arte são bem capazes de distinguir as duas leiloeiras.

Em 2008, a norte-americana Sotheby’s já tinha movido uma ação judicial contra a também chinesa Sichuan Sufubi, que promovia leilões na China desde 2003. A transliteração do nome da empresa em chinês era precisamente Sotheby’s.

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http://youtu.be/PEtBZA4996Y

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DEU NA FOLHA DE S. PAULO

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Aroeira, hoje,no Jornal do Sul(RS)


“Testamento” de João contraria ACM Neto

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DEU NO JORNAL A TARDE

Patrícia frança

O prefeito eleito de Salvador ACM Neto (DEM) disse, ontem, que vai defender que o atual gestor, João Henrique Carneiro (PP), suspenda a tramitação dos projetos enviados à Câmara Municipal, na última sexta-feira, propondo mudanças na área ambiental e no traçado da cidade.

“Não é admissível que o Executivo abra mão de qualquer tipo de receita que possa se reverter em ganho para o município”, reagiu Neto.

Um dos projetos propostos, o que trata da concessão por 35 anos da Via Expressa Linha Viva (ligando a Rótula do Abacaxi à Rótula da Paralela e com cerca de 18 quilômetros), diz que a obra será paga por “moeda corrente, cessão de créditos, inclusive fiscais contra o município, ou mediante a transferência de bens imóveis de sua titularidade”.

“Não aceitarei usar ”Transcons” (Transferência do Direito de Construir, usado só entre empreiteiros) em lugar da autorga onerosa”, avisa o democrata, antecipando que vai cobrar contrapartida financeira das empresas que se beneficiarem de projetos executados na cidade.

(Patrícia França/A Tarde)

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OPINIÃO POLÍTICA

Arranca-rabo no Supremo

Ivan de Carvalho

A Constituição da República determina que o Supremo Tribunal Federal é composto por 11 integrantes. Mas, eventualmente e provisoriamente, pode ter menos. Atualmente, desde a aposentadoria compulsaria do ministro Cezar Peluso – que participou apenas do início do julgamento do Mensalão – o STF vem funcionando com dez ministros. Mas seu presidente, o ministro Carlos Ayres Brito, aposenta-se na sexta-feira. Na quinta-feira, o STF não fará sessão de julgamento do Mensalão nem para qualquer outro fim porque é feriado. Resultado: na melhor das hipóteses, após participar da sessão de ontem, Cayres participará somente de mais uma, amanhã.

Ontem houve um surpreendente embate entre o ministro-relator Joaquim Barbosa e o ministro-revisor Ricardo Lewandowski. Após acabar o tribunal de dosar as penas dos integrantes do chamado “núcleo publicitário” do Mensalão, o ministro Barbosa, ao contrário do que noticiara a imprensa – de que ontem passariam a ser definidas as penas do núcleo financeiro – colocou em pauta a dosimetria das penas dos integrantes do núcleo político. Aí estão os dois réus de maior significado político de todo o processo – o ex-presidente nacional do PT e ex-ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República no primeiro mandato do ex-presidente Lula, José Dirceu; e o ex-presidente nacional do PT, José Genoíno, além do ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares.

Imediatamente Lewandowski reagiu à troca da pauta que lera na imprensa, segundo ele mesmo disse. Como ficou evidente pela intervenção do presidente do STF, Ayres Brito, sem nenhuma razão. Mas houve um arranca-rabo no plenário, transmitido para o país pela TV Justiça, entre Barbosa e o relator. Lewandowski insurgia-se contra ser posta para decisão, ainda na sessão de ontem, a dosimetria das penas do núcleo político. No arremate, Lewandowski fez uma malcriação – levantou-se, por pouco deixando de derrubar a poltrona, e retirou-se do plenário. Ele, porém, nem podia votar na dosimetria das penas de Dirceu e Genoíno, porque os absolvera. Voltou após um intervalo, quando começaria a ser definida a pena de Delúbio, cuja condenação se dera também com o seu voto, o que o tornava apto a participar da dosimetria da pena deste réu.

Mas o que tanto incomodou Lewandowsky, a quem Barbosa acusou de estar fazendo “obstrução”, incluindo haver lido, durante a sessão anterior, “um artigo de jornal”? Na opinião de Barbosa, o ministro-revisor estava claramente querendo retardar o julgamento. Mas com que finalidade? Nessa questão o ministro-relator não entrou. Porque não quis. Se ele não quis, muito menos quer este repórter.

Mas vamos imaginar, só por exercício mental, a situação que está presente no STF neste momento. O STF está com dez integrantes porque Cezar Peluso, considerado um jurista de profundo conhecimento na área do Direito Penal e com fama de severidade nas condenações e na imposição de penas, aposentou-se pouco após o início do julgamento da Ação Penal 470, vulgo processo do Mensalão.

Mas o seu sucessor na presidência, ministro Carlos Ayres Brito, revelou-se um juiz severo ao longo do processo, na fase das condenações. E iniciada a dosimetria, não mudou de linha. Ele considerou, como declarou no plenário, extremamente grave a trama do Mensalão, qualificando-a, literalmente, de “golpe” contra o regime democrático.

Ora. Caso Dirceu, Genoíno e Delúbio não tivessem suas penas definidas ontem ou amanhã, o ministro-presidente Carlos Ayres Brito se aposentaria antes que isso acontecesse. O STF ficaria com apenas nove ministros (já que Peluso ainda não foi substituído). Nos casos de Dirceu e Genoíno, não participam da dosimetria Lewandowski e Dias Toffoli, porque os absolveram. Brito, que seria um voto inconveniente para Dirceu, Genoíno e Delúbio, teria se aposentado. Como já acontecera com Peluso.

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Poema antológico de Carlos Drummond de Andrade…. interpretado, magnificamente, por Paulo Diniz!
Nada mais a perguntar ou a dizer!

(Uma sugestão do jornalista Claudio Leal, no Twitter.)

BOA NOITE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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