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Johnny Mathis:Único e inimitável.

BOA NOITE!!!

(Vitor Hugo Soares)

nov
05


Hulk com a irmã desaparecida na Paraiba

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DEU NO PORTAL PORTUGUÊS TSF

A polícia brasileira informou, esta segunda-feira, que está investigando o possível rapto da irmã do futebolista Hulk, da seleção brasileira.

As autoridades adiantaram que Angélica Aparecida Vieira de Sousa, de 22 anos, desapareceu hoje à tarde, depois de ser deixada junto a um restaurante da cidade nordestina de Campina Grande, e que uma pessoa que a acompanhava na altura pensa que ela foi raptada.

A oficial da polícia Kalina Suerde disse à Associated Press que, apesar das notícias difundidas pelos meios de comunicação brasileiros, é cedo para saber se a irmã do antigo futebolista do FC Porto, que agora atuando no time russo do Zenit, foi realmente raptada.

As autoridades, que não divulgaram mais detalhes sobre o caso, confirmaram que o atacante brasileiro tem conhecimento de que a irmã mais nova desapareceu.

Hulk transferiu-se para o Zenit no início da temporada, com a contratação do futebolista ao FC Porto por 60 milhões de euros.

nov
05

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DEU NA COLUNA DE LAURO JARDIM (VEJA)

Gonzaga – de pai para filho conseguiu algo incomum nos cinemas – alcançou um público maior no segundo fim de semana de exibição do que na estreia.

Entre os dias 26 e 28 de outubro, o filme de Breno Silveira foi visto por 175 000 pessoas. Neste fim de semana, foi assistido por 216 900 espectadores e agora bateu a marca de meio milhão de público.
Por Lauro Jardim

nov
05
Posted on 05-11-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-11-2012

DEU NA COLUNA DE LAURO JARDIM (VEJA)

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Três Histórias, um Destino, filme baseado em romance do missionário R.R. Soares, teve uma estreia excelente se levada em consideração a quantidade de salas em que foi exibido.

Em 52 salas pelo Brasil, o filme produzido pela Graça Filmes de Soares teve público de 50 180 pessoas.

A média de 965 espectadores por sala de cinema foi superior, por exemplo, ao de 007 – Operação Skyfall, campeão de bilheteria do fim de semana com 936 espectadores por sala. 007 foi visto por 474 440 pessoas entre sexta-feira e domingo.
Por Lauro Jardim

http://youtu.be/fvnANdUyexs

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Escute com atenção, pense e reze (se ainda souber)…

BOA SEGUNDA-FEIRA

(vhs)

CAMILA BRUNELLI

O Estado de S.Paulo

Acusada de matar o coronel Ubiratan Guimarães, seu namorado na época, a advogada Carla Cepollina, de 46 anos, vai a júri popular hoje no Fórum Mário Guimarães, na Barra Funda, zona oeste da capital paulista. Ela responde ao processo em liberdade. Ubiratan – que comandou a invasão ao Carandiru em 1992, provocando a morte de 111 presos – foi morto em 9 de setembro de 2006 com um tiro na barriga. Segundo a acusação, Carla matou por ciúme. A defesa nega e diz ter provas de que a advogada não cometeu o crime.

O corpo do coronel foi encontrado em sua casa, por volta das 22h30 do dia 10, pelo chefe de seu gabinete e por outro coronel que foram até o local, nos Jardins, porque estranharam o “sumiço” de Ubiratan. O promotor João Carlos Calsavara diz que pode assegurar que foi Carla quem cometeu o crime. “Há um conjunto de provas testemunhais e técnicas que anula a possibilidade de um terceiro elemento no local. O fato é: entraram duas pessoas no apartamento. Uma saiu e a outra morreu”, disse.

O assistente de acusação, Vicente Cascione, afirmou que, embora ela negue o crime, há “provas maciças contra Carla”. “Desde que o corpo foi encontrado, eu já sabia que havia sido uma mulher. Não há dúvidas de que foi um crime passional.”

Defesa. O julgamento em questão terá ainda um elemento especial, uma vez que a ré será defendida pela mãe, a advogada Liliana Prinzivalli. “Lá vou atuar como advogada, não como a mãe dela.” Liliana afirma que não há prova nenhuma contra Carla e promotor e assistente de acusação estão trabalhando só com suposições. E contesta até a data da morte.

“Há provas de que o coronel morreu no dia 10, domingo, pela manhã. O exame necroscópico começou às 5h da manhã da segunda-feira e o corpo ainda estava íntegro, conforme disse um dos delegados. Qualquer pessoa que entenda um pouco de medicina legal sabe que um cadáver, depois de 24 horas, começa a apresentar sinais claros de que a morte ocorreu há mais de 24 horas”, disse Liliana. “Infelizmente, não havia câmera no prédio em que o coronel morava. Um porteiro viu uma pessoa entrar e sair do prédio às 23h, tudo depois que a Carla saiu. Só que ele viu pelo reflexo do vidro, e não falou com a pessoa. Podia ser qualquer um.”

Dinheiro e ciúme. Liliana falou ainda da existência de uma carta que teria sido escrita por um funcionário da Assembleia Legislativa informando que o coronel receberia por volta de R$ 1 milhão, produto de campanha, na segunda-feira, dia 11 de setembro. E, após a morte, o dinheiro teria sumido. “Carla não tinha motivo nenhum para cometer uma atrocidade dessas, ela nunca foi ciumenta, como andam dizendo”, afirma a mãe e advogada.” /

nov
05
Posted on 05-11-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-11-2012


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Amorim.hoje,no jornal Correio do Povo(RS)

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OPINIÃO POLÍTICA

O homem bomba

Ivan de Carvalho

A revista Veja publica uma reportagem alegando que colheu, junto a parentes e amigos de Marcos Valério – agora já condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 40 anos de prisão e multa de aproximadamente 2,8 milhões –, declarações sobre o esquema do Mensalão, das quais o mais importante seria a afirmação de Valério de que o ex-presidente Lula, no cargo na época do escândalo de corrupção, não apenas sabia de tudo (a versão de Lula foi de que não sabia de nada e de que foi traído), como comandava o esquema do qual o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, era o chefe executivo.

Poucas horas se passam e fica claro, tanto por dedução quanto por informações, que a Veja não colhera informações junto a parentes e amigos de Valério, mas o entrevistara, tendo combinado com ele – porque esta foi uma condição do entrevistado – que o material seria publicado não como entrevista, mas na forma de declarações dele colhidas junto a pessoas próximas. O áudio da entrevista teria sido gravado e a revista possuiria a fita, até agora não exibida.

O episódio descrito alcançou grande repercussão no país, mobilizando o PT e até o governo – a presidente Dilma Rousseff deixou de comparecer a um almoço previamente agendado com o dono do Grupo Abril, que edita a Veja, Vitor Civita e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, recebeu ordem para retirar-se, repentinamente, ou malcriadamente, de um evento tradicionalmente promovido por outra revista do grupo.

Agora, outra notícia mexe com os nervos do comando petista. O mesmo Marcos Valério, em depoimento espontâneo prestado em setembro ao Ministério Público Federal, refere-se a uma chantagem que teria sido feita contra Lula e Gilberto Carvalho, atual ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência e assessor e conselheiro de Lula durante o governo deste. A chantagem seria em torno de aspectos acessórios do episódio de assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, do PT. Valério, segundo o noticiário sobre seu depoimento no MPF, teria dito que foi procurado pelo secretário geral do PT, Sílvio Pereira, para arrumar dinheiro para pagar ao chantagista. Está confusa a informação sobre se teria feito isto ou se recusado.

Para, aparentemente, complicar, Gilberto Carvalho havia sido acusado pelos irmãos de Celso Daniel, o prefeito assassinado, de participar do esquema de arrecadação de propina em Santo André.

Nem no caso do Mensalão nem nos casos do assassinato do prefeito e da propina em Santo André houve acusação formal, seja em relação ao ex-presidente, seja em relação a Gilberto Carvalho. No caso do Mensalão, a Procuradoria Geral da República descartou incluir Lula em sua denúncia.

No entanto, existem agora dados novos – o principal deles, o depoimento em setembro de Marcos Valério ao MPF. O PT, através de vários integrantes do partido, a exemplo do líder na Câmara, Gilmar Tatto, está procurando desqualificar Valério como testemunha, alegando que ele foi condenado pelo STF e em breve estará na cadeia. Mas com isso o PT estaria desqualificando também outras pessoas que foram condenadas no mesmo processo, algumas que lhe são caras a ponto de merecerem solidariedade política ostensiva ante as condenações recebidas do STF.

Quanto a Valério, independente do que diga o PT, cumpre ter cautela quanto a afirmações suas de tal gravidade como as já publicadas e outras que dá a entender está disposto a fazer se isto o livrar da prisão (com inclusão no programa de proteção a testemunhas) ou reduzir a pena e lhe der segurança contra eventuais atentados (ele teme ser objeto de uma queima de arquivo). Assim pensam, aliás, pelo que se tem divulgado, tanto o procurador geral da República, Roberto Gurgel, quanto o relator do processo do Mensalão e presidente do STF a partir de 22 deste mês, ministro Joaquim Barbosa. No entanto, a segurança deve ser fornecida logo. E ter cautela quanto à veracidade do que Marcos Valério diz não significa que se deva dar o dito por não dito ou que não se deva investigar.

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