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Bola de Nieve – Be Careful It’s My Heart

Um fabuloso e inimitável músico e intérprete. Grandioso em qualquer idioma.

BOA NOITE

(Vitor Hugo Soares)

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Adeus, rainha!!!

(VHS)

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DEU NA COLUNA DE RICARO SETTI, NA VEJA, REPRODUZIDO NO BLOG DO NOBLAT

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Ricardo Setti

A presidente Dilma esteve — ou ainda está — irritada com o deputado ACM Neto (DEM-BA), prefeito eleito de Salvador.

Foi a tal entrevista polêmica do novo prefeito à Folha de S. Paulo, como noticiou, sempre muito bem informado, o nosso Lauro Jardim, do Radar On-line. A presidente ficou tiririca com a lembrança de ACM Neto, aliás correta, de que vários deputados à época protagonistas da CPI dos Correios (a CPI que apurou o mensalão, em 2005) tiveram grande êxito nas eleições municipais.

Ué, mas não é verdade? Pois vejam os casos do ex-tucano Eduardo Paes, hoje no PMDB, reeleito já no primeiro turno prefeito do Rio, de Gustavo Fruet, outro ex-tucano, agora no PDT, que virou o jogo e levou Curitiba, do ainda tucano e ex-líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, em Manaus.

Dilma no palanque de Pellegrino (braços levantados): força total do PT contra ACM Neto — mas o candidato do DEM levou (Foto: oglobo.globo.com)

E, claro, dele próprio, ACM Neto, que, mesmo em seu primeiro mandato, com apenas 26 anos e carregando o peso gigantesco de ser herdeiro do velho cacique, com as inevitáveis comparações, realmente se destacou como integrante ativo da CPI.

Agora, fez uma aposta extremamente arriscada, que poderia decepar no nascedouro seus projetos de voos mais altos: enfrentou e ganhou em Salvador de um candidato forte, o deputado e duas vezes secretário de Estado Nelson Pellegrino, apoiado maciçamento pelo poder petista: o governador Jaques Wagner, a presidente da República e o próprio deus supremo do lulalato, em pessoa.

O deputado estreante, na CPI do mensalão (ao lado do presidente da comissão, senador Delcídio Amaral, do PT): lembrança que irritou a presidente (Foto: Agência Senado)

Só por comparação, seu companheiro do DEM, presidente do partido e herdeiro do ex-prefeito Cesar Maia no Rio, deputado Rodrigo Maia, meteu-se igualmente numa aposta arriscada, ao enfrentar o popular prefeito Eduardo Paes, e montando para isso uma aliança com inimigos históricos do pai e dele próprio, os Garotinhos, pela qual a filha do casal, Clarrissa, concorreu como vice.

O resultado não poderia ter sido pior: Maia e Clarissa foram massacrados, obtendo apenas miseráveis e humilhantes 2,94% dos votos.

Já no caso baiano, ACM Neto, com sua vitória na terceira maior cidade do Brasil, ressuscitou o moribundo “carlismo”, órfão e em debandada desde a morte do morubixaba Antonio Carlos Magalhães, em 2007, adquiriu peso na política nacional e passou a ser figura decisiva no DEM.

Nesse pós campanha, que tanto irritou Dilma, quem deveria estar irritado, na verdade, é o próprio ACM Neto, alvo de uma tremenda grosseria pública por parte da presidente que, fugindo a seu estilo discreto — sobretudo se comparado à estridência e desconhecimento de limites de seu antecessor –, fez ferinas referências pessoais ao hoje prefeito quando subiu em Salvador no palanque do derrotado Nelson Pellegrino.

Mas o jovem prefeito está revelando jogo de cintura. Tirou de letra a falta de educação da presidente — “coisas de momento, de palanque” –, já demarcou território, avisando ao PSDB que o DEM não será seu aliado automático nas eleições de 2014, flerta com o PSB do governador pernambucano Eduardo Campos e, ao lançar pontes para tratativas institucionais com o vice-presidente Michel Temer, do PMDB, ainda criou um caso na cozinha do Palácio do Planalto.

Sergio Gabrielli: mais tiros contra o novo prefeito virão (Foto: Vanderley Almeida / France Presse)

Não bastasse isso, atrevido e matreiro, espalhou um venenozinho, afirmando categoricamente que o governo Dilma “é melhor do que o de Lula”.

O herdeiro do carlismo com certeza não perde por esperar. A política, em qualquer lugar do mundo, é implacável e cruel. Por trás da bela retórica de que trabalharão “administrativamente” juntos pelo bem de Salvador, é evidente que o governador Jaques Wagner e sua equipe procurarão torpedear a gestão de ACM Neto.

A declaração infeliz e espantosa do secretário do Planejamento do governo petista da Bahia, José Sérgio Gabrielli – que ameaçou claramente ACM Neto de ser tratado a pão e água se não aceitar “a liderança” do governo estadual na condução dos principais projetos de que Salvador necessita — foi, sem dúvida, só um tiro a mais no cerco que o PT realiza contra o deputado do DEM desde antes do começo da campanha eleitoral, e que sem dúvida continuará fazendo..

Outros tiros de diferentes calibres com certeza virão, a testar a têmpera, a paciência e a habilidade de que o novo prefeito de Salvador, com seus verdes 33 anos, possa dispor. Nesses primeiros embates, até agora, contudo, ele está se saindo bem.

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DEU NO SITIO DE CHICO BRUNO (REPRODUZIDO DO JORNAL O GLOBO)

Análise de bamba

Marighella, a biografia de um mito

Elio Gaspari / O GLOBO

Desde 1996, quando o historiador americano John W. Dulles publicou a sua notável biografia de Carlos Lacerda, não se via um retrato de político brasileiro como o que o repórter Mário Magalhães traçou no seu “Marighella – O guerrilheiro que incendiou o mundo”. São 732 páginas de pesquisa minuciosa em que uma vida conta duas histórias, a do Partido Comunista e a do nascimento do surto terrorista que durou de 1967 a 1973. Nele, a Ação Libertadora Nacional, de Marighella, teve um dos papéis mais relevantes.

O objetivo de Mário Magalhães foi contar uma vida, não a julgar. Marighella tornou-se personagem de romance em 1954, aos 43 anos, quando Jorge Amado esculpiu o mulato baiano Carlos, na trilogia stalinista “Os subterrâneos da liberdade”. A biografia segue um personagem fortemente documentado em dois acervos. De um lado, o da polícia política, que o perseguia. (Marighella viveu 57 anos, 33 dos quais no PCB, sete na cadeia e 19 na clandestinidade.) De outro, o dos seus correligionários, lapidadores de um mito heroico. Magalhães trabalhou durante nove anos, com 256 entrevistas, vasta leitura e pesquisas em arquivos brasileiros, americanos e russos.

O livro retrata um homem destemido e frugal que buscou o apoio de um psiquiatra quando o primeiro-ministro soviético Nikita Kruschev denunciou o stalinismo. Expansivo, fazia versos, e um deles teve como subtítulo “Sonata em três tempos – Quarteto de inúbia, ataque, berimbau e piano”. Expunha-se, e, quando chegou a hora de assaltar bancos, foi lá e roubou um. Num camburão, adormeceu e sonhou ser o astronauta Yuri Gagarin dando voltas sobre a Terra.

Em março de 1964, Marighella era um dirigente do Partido Comunista e discutia o bombardeio do Palácio Guanabara. No dia 1º de abril, discursava em cima de caixotes. Um mês depois, estava preso. Formou a ALN tirando uma costela do Partidão, mobilizando jovens numa estrutura que Jacob Gorender classificou como “anarcomilitarismo”. Ele pretendia começar a revolução movendo colunas guerrilheiras no campo. A ALN assaltou seu primeiro banco em 1967, e ele foi assassinado dois anos depois. Nenhuma coluna foi criada.

Quem quiser sapear o volume numa livraria pode ir ao capítulo “Os sobrinhos do titio Marighella”, com a história de um assalto ao cinema Ópera, no Rio. A idade média do grupo era de 19 anos. Um “sobrinho” de 15 não podia entrar no filme em cartaz, “O bebê de Rosemary”. Depois do incidente, dois deles foram jogar futebol na madrugada do Aterro.


Neymar festeja ahow de bola contra Cruzeiro

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DEU NO JORNAL DO BRASIL(ONLINE)

Neymar estava inspirado no último sábado. O jovem astro liderou o Santos na vitória por 4 a 0 sobre o Cruzeiro em pleno Estádio Independência com três gols e uma assistência. A grande atuação do atacante fez com que até a torcida do time mineiro o aplaudisse e cantasse seu nome. A performance do camisa 11 foi tão retumbante que ganhou destaque também na imprensa internacional.

“Neymaravilhoso”, destacou o jornal catalão Sport. “Três gols e um passe a gol. Total, quatro gols. Os mesmos que o Santos marcou no campo do Cruzeiro. Este foi o excepcional registro de Neymar em uma nova partida pelo Santos”, relatou o jornal.

As atuações de Neymar ganham a atenção constante dos periódicos da Catalunha, já que o Barcelona é cotado para contratá-lo no futuro. Também catalão, o Mundo Deportivo classificou o desempenho do atacante na vitória do Santos como “mais uma noite mágica”, mesma expressão usada pelo madrileno Marca.


Do Canal Memória no You Tube:

Nos anos 50, Luiz Gonzaga e Carmélia Alves eram considerados os reis do baião. Quase 20 anos depois, pelo projeto ‘Seis e Meia’, as majestades se encontram num grande show apresentado no Teatro João Caetano, para mais de 3 mil pessoas. Do encontro inesquecível nasceu o LP ‘Luiz Gonzaga e Carmélia Alves’, onde cantam os maiores sucessos da música popular nordestina.

Nesse vídeo, fazem um pout-pourri de grandes clássicos do baião.
‘Baião’ (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira)
‘Viola de Penedo’ (Luiz Bandeira)
‘Dezessete e Setecentos’ (Miguel Lima e Luiz Gonzaga)

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Belo encontro lá em cima! Aqui, saudades!!

(VHS)

nov
04
Posted on 04-11-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-11-2012


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DEU NO iG

São Paulo

A cantora Carmélia Alves, a “rainha do baião”, morreu na noite de ontem (3), aos 89 anos, no Rio de Janeiro. Internada há 20 dias no Hospital das Clínicas de Jacarepaguá, Carmélia foi vítima de complicações cardíacas e teve falência múltipla dos órgãos.

Natural da capital fluminense, Carmélia Alves começou a carreira na década de 1940, interpretando canções célebres de Carmen Miranda na rádio e, depois, virando crooner do hotel Copacabana Palace.

Mais tarde, quando as músicas de Luiz Gonzaga passaram a fazer sucesso, acrescentou o baião a seu repertório – por conta disso, recebeu de Gonzaga o título de “rainha do baião”. Os dois se apresentaram juntos diversas vezes e a parceria deu origem ao disco “Luiz Gonzaga e Carmélia Alves ao Vivo”, gravado em 1977 no teatro João Caetano, no Rio.

“Sabiá na Gaiola”, “Trepa no Coqueiro”, “Coração Magoado” e “Esta Noite Serenou” são algumas das canções famosas em sua voz. Estrela da época, também participou de filmes como “Carnaval em Lá Maior” (1955) e “Agulha no Palheiro” (1953), e excursionou pelo exterior com o marido, o também cantor Jimmy Lester (1914-1998).


DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

Cerca de 2,5 milhões de clientes continuavam ontem à noite(3) sem eletricidade na costa leste dos Estados Unidos, cinco dias após a passagem do furacão “Sandy”, de acordo com a última atualização do Departamento da Energia.

Pelas 14h00 locais quase 2,5 milhões de clientes continuavam sem eletricidade nos estados afetados pela tempestade, tendo por isso a energia elétrica sido restabelecida a cerca de seis milhões de casas e empresas.

Na sua página da Internet, o gabinete responsável pela rede elétrica nos Estados Unidos explica que Nova Jérsia é o estado mais afetado, existindo ainda 1,2 milhões que permanecem sem eletricidade.

No estado de Nova Iorque, a energia elétrica ainda não foi restabelecida a cerca de 870 mil clientes, segundo o mesmo relatório.

O furacão “Sandy”, que atingiu os Estados Unidos na passada segunda-feira, causou uma centena de mortos e prejuízos estimados de 50 bilhões de dólares.

nov
04

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Canta meu sabiá, adeus meu sabiá, até um dia!!!

Bom domingo

(VHS^)


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DEU NO ESTADÃO

Lauro Lisboa Garcia

Neste 2012 em que se celebram os 70 anos de respeitáveis ídolos transformadores da música brasileira – Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tim Maia, Paulinho da Viola, Milton Nascimento, Jorge Ben, Nara Leão -, Clara Nunes (1942- 1983) tem recebido belas homenagens por outras cantoras, que de alguma forma influenciou.

As paulistas Fabiana Cozza e Virginia Rosa e a baiana Mariene de Castro (todas trajando branco como a homenageada) são protagonistas de dinâmicos shows com repertório de peso, incluindo sambas clássicos como O Mar Serenou (Candeia), Conto de Areia (Romildo/Toninho Nascimento), Portela na Avenida e Canto das Três Raças (ambos de Mauro Duarte/Paulo Cesar Pinheiro), Feira de Mangaio (Sivuca/Glorinha Gadelha) e Coisa da Antiga.

Virginia Rosa Canta Clara, que encerrou temporada no Teatro Cleyde Yáconis na semana passada, e Canto Sagrado, de Fabiana, que lotou o Auditório Ibirapuera há duas semanas, têm planos de seguir em outros palcos. Mariene fez sessão única no Espaço Tom Jobim, no Rio, para gravar o DVD Ser de Luz.

Tributo de um intérprete a outro sempre é complicado, porque as comparações são inevitáveis e não raro soam como jogadas oportunistas, já que a força dos ídolos influentes é sempre maior que a dos seguidores (vide Elis Regina – Maria Rita). No entanto, Virginia, Fabiana e Mariene, ligadas pela força dos orixás, jogam luz sobre a diversidade de Clara além do samba e a trazem para universos sonoros pessoais, fugindo de imitações.

Virginia transita com desenvoltura pelo afro-pop, com toques de samba-jazz e improvisos criativos. Fabiana baila (com elegante trabalho corporal de J.C. Violla) com um pé no samba e outro no terreiro do candomblé. Mariene – que não tem influência direta de Clara, como já declarou – busca referências na baianidade e na cultura popular que apimentam o legado da homenageada, “essa senhora dos ventos que cantou a Bahia lindamente”.

As três, no entanto, cometem o mesmo errinho à toa em Conto de Areia, cantando “desfia colares de contas”, em vez de “colares de conchas”. No caso de Mariene várias canções tiveram de ser repetidas por conta de pequenos deslizes na hora da gravação.

Morena de Angola (Chico Buarque) foi a que mais deu trabalho. Mesmo acompanhando os versos projetados num monitor de vídeo ao fundo da plateia, a cantora derrapou diversas vezes na intricada letra, cheia de aliterações e assonâncias. Bem-humorada e radiante, porém, reverteu o problema a seu favor e quando finalmente conseguiu cantar a letra inteira, depois de seis tentativas, teve uma ovação do público, o que surtiu grande efeito.

As participações de Zeca Pagodinho em Coisa da Antiga (Wilson Moreira/Nei Lopes) e Diogo Nogueira em Juízo Final (Nelson Cavaquinho/Elcio Soares) não fizeram grande diferença. Mariene tem brilho próprio. No número final, Um Ser de Luz (Mauro Duarte/Paulo Cesar Pinheiro/João Nogueira), caiu num choro profundo que mexeu com o público. “A emoção é linda, mas quero fazer bem feito”, disse ela na tentativa de repetir a canção, mas nem o diretor nem a plateia acharam que precisava. Foi comovente.

PROGRAMA NA TEVÊ E SHOW NA POMPEIA

O show Ser de Luz, de Mariene de Castro, com arranjos de Alceu Maia e produzido pelo Canal Brasil em parceria com a gravadora Universal, vai ao ar no dia 1º de dezembro, às 21h30, como ponto culminante de uma série de homenagens a Clara Nunes no canal pago. Um dia antes, ela se apresenta no Sesc Pompeia, cantando as músicas de seu novo e bom álbum, Tabaroinha. O show tem outra sessão no dia 1º/12. Na gravação do programa em homenagem a Clara, Mariene interpretou algumas canções do novo álbum que devem entrar como bônus no DVD. Uma das vozes mais expressivas da Bahia contemporânea, a cantora baiana e toda a banda, com maioria de músicos conterrâneos seus, passaram um mês no Rio ensaiando o show. “Entendo hoje a saudade que o Brasil sente dela”, disse.

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