Maravilha de canção , maravilhosa voz e interpretação de um tempo maravilhoso!

BOA NOITE!!!

(vhs)

DEU NO PORTAL A TARDE

Da Redação

Eduardo Martins / Ag. A Tarde

A diretoria do Bahia decidiu diminuir o valor do ingresso para o jogo deste sábado, 27, às 17h30, em Pituaçu, contra o Grêmio, pela 33ª rodada da Série A. As arquibancadas custarão R$ 20, numa tentativa de lotar o estádio para esta importante partida, na luta do tricolor baiano para a permanência na elite do futebol brasileiro em 2013. Segundo a assessoria, a venda deverá ter início entre a próxima terça (23) ou quarta-feira (24), o que deve ser definido nas próximas horas.

O Esquadrão tem 36 pontos e ocupa a 16ª posição, a última fora da zona de rebaixamento que tem Sport (33 pontos, 17º lugar), Palmeiras (32 pontos, 18º lugar) e Figueirense (28 pontos, 19º lugar e um jogo a menos que os rivais). Com 23 pontos, o Atlético-GO é o lanterna da competição e tem poucas chances de se salvar da degola.

Na Série A de 2012, o Bahia tem a quinta melhor média de público da competição. Em 16 jogos em Pituaçu, o Esquadrão levou 272.316 pessoas ao Estádio de Pituaçu, proporcionando a média de 17.020 torcedores e ocupação média de 53% do estádio por jogo. O clube baiano está atrás do Corinthians (1º; 24.917), Grêmio (2º, 21.366), São Paulo (3º, 20.181) e Atlético-MG (4º, 18.168).

DEU NO IG

Numa sessão marcada por discursos duros de vários ministros, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta segunda-feira 10 dos 13 réus do julgamento do mensalão acusados de formação de quadrilha. Ao analisar o último item da denúncia da Procuradoria-Geral da República, a maioria dos ministros entendeu que o ex-chefe da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro da sigla Delúbio Soares, o publicitário Marcos Valério e outros seis envolvidos se associaram para comandar um esquema de compra de apoio político no Congresso, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Foram condenados ainda os ex-sócios de Valério Cristiano Paz, Ramon Hollerbach e Rogério Tolentino, a ex-diretora da SMP&B Simone Vasconcelos, a ex-presidenta do Banco Rural Kátia Rabello e o ex-vice-presidente do Banco Rural José Roberto Salgado. A maioria dos ministros absolveu a ex-funcionária da SMP&B, agência de Valério, Geiza Dias e a ex-diretora do Banco Rural Ayanna Tenório. Houve também mais um empate, desta vez sobre o ex-diretor do Banco Rural Vinicius Samarane. Esse e outros casos em que o placar ficou indefinido ao longo do julgamento serão discutidos ainda nesta semana pelos ministros do STF.

Os votos que decidiram a condenação do núcleo acusado de chefiar o esquema vieram dos ministros Joaquim Barbosa (relator da ação penal), Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ayres Britto, este último presidente do Supremo. A maioria deles seguiu integralmente o voto de Barbosa, absolvendo apenas Ayanna Tenório e Geiza Dias. Marco Aurélio Mello, entretanto, divergiu dos colegas ao absolver o ex-diretor do Banco Rural Vinicius Samarane, e ao condenar Geiza Dias.

Encabeçada pelo revisor Ricardo Lewandowski, a lista dos ministros que votaram pela absolvição dos 13 réus e foram vencidos pela maioria inclui Rosa Weber, Cármen Lúcia e Dias Toffoli.

Em seu voto, Barbosa afirmou que os réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) se associaram, em diferentes grupos, para a prática de crimes contra a administração pública e contra o sistema financeiro nacional. Cada participante, no entendimento do relator, tinha uma função, e todos eram divididos nos núcleos político, chefiado por José Dirceu; operacional, encabeçado por Marcos Valério; e financeiro, controlado pelos dirigentes do Banco Rural.

“Um indicava o político que tinha que receber, o outro batia o e-mail, tinha aquele que recebia a paga através de terceiros. E isso realizado com ciência por todos aqueles que foram condenados pelo plenário”, disse Fux, concordando com o voto do relator. “É uma organização que pretende ocultar sua existência. Ela não se anuncia. Quadrilha pode praticar qualquer tipo de crime e aqui pode-se verificar no mínimo cinco crimes.”

Gilmar Mendes corroborou o voto do relator ao ler sua análise: “Um partido, uma empresa de publicidade e uma instituição financeira. Houve, sim, uma realidade autônoma uma vontade própria em torno dessa aliança (…) Um esforço conjunto que logrou satisfazer os objetivos de todos. (…) Uma engrenagem ilícita que atendeu a todos e a cada um.”

Para o ministro Marco Aurélio Mello, foi formada uma quadrilha “das mais complexas” e ironizou o fato de esta acusação ser feita contra 13 réus. “Mostraram-se os integrantes em número de 13. É sintomático o número”, disse.

Celso de Mello reforçou a tese de que os réus “devem ser punidos como delinquentes, que a pretexto de exercer a atividade política ou qualquer outra atividade profissional delas se desviaram”. Segundo ele, as ações “ultrajaram os padrões éticos e jurídicos” que devem inspirar quem atua na cena política. “Os fins não justificam a adoção de quaisquer meios, principalmente se esses meios se apresentam em conflito extensivo com a Constituição e as leis da República.” Já Ayres Britto reforçou: “O que estamos julgando aqui é um modo delituoso de fazer política”.

Pela absolvição

No entendimento do revisor, o Ministério Público (MP) não foi capaz de reunir provas para comprovar a formação de quadrilha ou bando. Ricardo Lewandowski colocou que, para caracterizar quadrilha, não basta haver coautoria em diversos crimes. É necessário que se comprove uma associação permanente e estável. Ele criticou a Procuradoria também por ter utilizado diversos termos, que juridicamente são diferentes, para o mesmo crime: neste caso, formação de quadrilha, associação criminosa e organização criminosa.

As ministra Rosa Weber e Cármen Lúcia, que já tinham absolvido ex-parlamentares e ex-assessores ligados a partidos da base aliada do governo pelo crime de formação de quadrilha, repetiram sua argumentação para livrar os 13 réus nesta segunda-feira. “Mantenho a posição que defendi anteriormente sobre crime de bando ou quadrilha, como destacou o revisor, que não se confunde na organização criminosa”, disse Rosa Weber. “Quadrilha causa perigo por si mesma para a sociedade, o que não tem nada a ver com concurso de agentes (…) Só existe quadrilha quando os integrantes visam a uma série indeterminada de delitos.”

=============================================

O Sampaio Corrêa foi consagrado campeão da Série D no domingo e mais do que o título e o acesso à Serie C, o time maranhense conseguiu outro feito para se orgulhar. Nos jogos no estádio Castelão, em São Luís, a equipe teve média de público de 19.884 pagantes, superior a de 17 times da primeira divisão nacional. Só Corinthians, Grêmio e São Paulo têm médias maiores. O Flamengo, dono da maior torcida do país, tem média de 14,4 mil torcedores por jogo.

O time de São Luís disputou oito jogos em casa na competição. Times da Série A já jogaram 16. Mesmo assim, a marca dos campeões invictos da Série D é espetacular. Na Série B, tenhum time tem média superior a 14 mil pagantes. O Vitória é o líder na segundona. Goiás e Ceará levam 10 mil torcedores em médias aos seus jogos em casa.

Entre as quatro divisões do Campeonato Brasileiro, o Santa Cruz, da Série C, é quem mais leva torcedores aos seus jogos como mandante. Foram 24.481 torcedores em média nas nove partidas da equipe em Recife. A equipe ainda luta para se classificar à próxima fase da competição. A última rodada será neste sábado.

Na Série A, o Fluminense, líder absoluto e com amplas chances de ser campeão , leva em média 12,6 mil torcedores por jogo. A capacidade do Engenhão é de 47 mil.

DEU NO IG/strong>9.884 torcedores

O Sampaio Corrêa conquistou seu terceiro título nacional. Foi campeão da Série B em 1972 e da Série C em 1997. O título da Série D foi obtido de forma invicta após vitória por 2 a 0 sobre o Crac, de Goiás. Baraúnas-RN e Mogi Mirim-SP também subiram para a Série C de 2013.

Cinco melhores médias de público das quatro divisões do Brasileiro em 2012*
1º) Santa Cruz (Série C): 24.481 torcedores
2º) Corinthians (Série A): 23.681 torcedores
3º) Grêmio (Série A): 20.416 torcedores
4º) São Paulo (Série A): 20.181 torcedores
5º) Sampaio Corrêa (Série D): 1<


Fidel:«alvoroço do galinheiro da propaganda
imperialista»
=================================================

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O ex-Presidente cubano Fidel Castro afirmou que nem sequer se lembra do que é ter uma dor de cabeça num artigo publicado hoje nos meios oficiais cubanos, criticando aqueles que espalharam rumores de que estaria morto ou morrendo.

O artigo é acompanhado por fotografias tiradas pelo filho fotógrafo Alex Castro que mostram o ícone revolucionário, de 86 anos, ao ar livre e de pé com uma bengala, incluindo uma em que o ex-Presidente lê a edição de sexta-feira do jornal Granma do Partido Comunista cubano.

«Eu nem sequer me lembro o que é sentir uma dor de cabeça», refere Fidel Castro, afastado do poder desde 2006, adiantando que publica as fotografias para mostrar «o quanto desonestos» foram aqueles que espalharam os rumores.

No artigo com o título «Fidel Castro está agonizando», o ex-Presidente cubano critica o «alvoroço» do «galinheiro da propaganda imperialista» e as «mentiras», “«insólitas estupidezes» que se disseram sobre ele.

Em relação às “Reflexões”, os artigos que começou a escrever depois de ficar doente há seis anos, Fidel Castro explica que deixou de os publicar porque não quer «ocupar as páginas» da imprensa cubana «consagrada a outras tarefas que o país requer».

Castro aproveita para recordar a Crise dos Mísseis, da qual foi um dos protagonistas juntamente com o presidente norte-americano John F. Kennedy e o líder soviético Nikita Khrushchov, quando se cumpre em outubro meio século do incidente que pôs o mundo à beira de uma guerra nuclear.

BOA SEMANA PARA TODOS E OLHO VIVO NA RETA DE CHEGADA PARA NÃO SE DEIXAR ENGANAR.

(vhs)

out
22
Posted on 22-10-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-10-2012


=========================================
J. Bosco, hoje, no jornal O Liberal (PA)

==================================================

OPINIÃO POLÍTICA

São Paulo e Salvador

Ivan de Carvalho

As pesquisas eleitorais do Ibope e do Datafolha atribuem ao candidato do PT a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, uma vantagem muito grande em relação a José Serra, do PSDB. Em São Paulo vem acontecendo fenômeno bem diverso do que ocorre em Salvador.

Na capital da Bahia, ACM Neto, apesar dos, para ele, tenebrosos prognósticos do Ibope, obteve uma vitória, ainda que apertadíssima, no primeiro turno (5.626 votos de frente sobre Pelegrino, representando apenas, percentualmente, 4,4 décimos). Mas na primeira pesquisa Ibope realizada no segundo turno, os números do instituto finalmente sorriram a Neto, que abriu uma vantagem de oito pontos percentuais nas intenções de voto sobre o candidato do PT.

Em São Paulo, embora o Ibope haja errado – bem menos que em Salvador – no primeiro turno e Serra haja se classificado para o segundo em primeiro lugar, o desdobramento do processo eleitoral após o primeiro turno vem sendo bem diverso do que ocorre em Salvador, a acreditar-se nas pesquisas desse instituto e nas do Datafolha.

Os dois institutos sustentam que o candidato Fernando Haddad abriu uma grande vantagem sobre Serra, tão ampla que há praticamente um consenso – naturalmente não admitido pelas forças que apoiam Serra – de que nada previsível poderá alterar o quadro a ponto de dar a vitória ao candidato do PSDB.

Com isto, numa primeira análise – confirmados os prognósticos das pesquisas – três conclusões importantes se impõem. A primeira delas é a de que, com a derrota que se aproxima, a carreira de José Serra como grande protagonista na política nacional está encerrada. Ele poderá, em 2014, disputar, se quiser – e dificilmente deixará de ser eleito – uma cadeira de deputado federal por São Paulo ou, aí já correndo os riscos habituais em eleições majoritárias, a cadeira de senador que estará em jogo. Depois, é só, porque a idade e a própria evolução política nacional já não permitiriam nova tentativa de um vôo mais alto em 2018.

A segunda é a de que, afastado Serra de pretensões presidenciais em 2014 e com o governador paulista Geraldo Alckmin candidato à reeleição, o PSDB muito provavelmente (não é certeza porque os tucanos surpreendem pela capacidade de se desacertarem) marchará para 2014 com um consenso interno. E um nome óbvio, o de Aécio Neves. Mas o senador e ex-governador de Minas Gerais é muito esperto. Se achar que tem boa chance de vencer, ele vai, se entender que não, talvez prefira não disputar. Ou talvez dispute para firmar uma liderança nacional e tentar outra vez em 2018, na esperança de que Alckmin, se houver sido reeleito em 2014, não resolva atrapalhar. Se o governador Alckmin não for reeleito em 2014, não terá como atrapalhar.

A terceira conclusão que se impõe é a de que, na atual conjuntura, a conquista da prefeitura de São Paulo pelo PT é, sem falar na importância própria do governo paulistano, um grande passo para se posicionar para a batalha de 2014, quando – além de tentar manter a presidência da República – o PT tudo fará para conquistar o governo do Estado de São Paulo, hoje o mais importante bastião das oposições no país. E se tiver êxito no esforço, terá praticamente alcançado, aí sim, a hegemonia política no país.

Nesse contexto, Salvador, respeitada a desproporção de sua importância política com a da capital paulista, poderá funcionar – no caso de uma vitória de ACM Neto, que a pesquisa Ibope, se exata, prenuncia, considerada a conjuntura e o histórico da campanha – como uma espécie de contrapeso à perda, para a oposição, da cidade de São Paulo.

  • Arquivos