Pesquisa Ibope sobre a disputa pela Prefeitura de São Paulo no segundo turno divulgada nesta quarta-feira (17) aponta a liderança do candidato do PT Fernando Haddad com 49% das intenções de voto. O candidato do PSDB José Serra aparece com 33%.

Dos entrevistados, 13% informaram que vão votar em branco ou nulo, e outros 5% não decidiram em quem votar. A margem de erro é de três pontos percentuais, para cima ou para baixo.

A pesquisa Ibope, que foi contratada pela “TV Globo”, ouviu 1.204 eleitores entre os dias 15 e 17 deste mês e foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número SP-01864/2012.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 11, Haddad tinha 48% das intenções de voto, ante 37% de Serra.

Os números do Ibope são parecidos com os mostrados pelo Datafolha, no dia 10. Conforme o instituto, Haddad aparecia com 47%, e Serra com 37%.

A apuração no primeiro turno em São Paulo terminou com Serra com 30,75% dos votos (1.884.849). Haddad fechou o primeiro turno com 28,98% (1.776.317 votos) (veja o placar completo).

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Leia mais em: http://www.bol.uol.com.br/eleicoes/2012/noticias/redacao/2012/10/11/haddad-tem-11-pontos-de-vantagem-sobre-serra-diz-ibope.htm
Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira mostra Fernando Haddad (PT) à frente na corrida pela Prefeitura de São Paulo, com 48% das intenções de voto, ante 37% de José Serra (PSDB). A pesquisa, encomendada pela TV Globo, aponta ainda 9% de votos brancos e nulos e 6% ainda não sabem em quem votar. Considerando apenas os votos válidos -excluindo brancos, nulos e, no caso da pesquisa, eleitores indecisos-a vantagem de Haddad é maior, 56% a 44%; Haddad e Serra voltam a se enfrentar nas urnas no próximo dia 28.

Leia mais em: http://www.bol.uol.com.br/eleicoes/2012/noticias/redacao

out
17

DEU NO GLOBO.COM

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca em Fortaleza no próximo dia 23 para fazer campanha em favor do petista Elmano de Freitas, que disputa o segundo turno contra Roberto Cláudio (PSB). Na mesma terça-feira, depois de Fortaleza, o ex-presidente irá a João Pessoa, onde Luciano Cartaxo (PT) concorre contra Cícero Lucena (PSDB). E, na quarta-feira, dia 24, completa o tour pelo nordeste, fazendo campanha para Nelson Pelegrino (PT), que disputa contra Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM).

Será a primeira vez que o ex-presidente participará efetivamente da campanha de um candidato do PT na capital cearense. Nas últimas duas eleições, ele não pisou na cidade para apoiar Luizianne Lins (PT), que acabou eleita em 2004 contra a cúpula do partido, e reeleita, no primeiro turno, em 2008.

Lula não queria desagradar aos irmãos Gomes em Fortaleza – o governador Cid Gomes e o irmão dele, o ex-deputado Ciro. Mas o crescimento do PSB nas urnas, especialmente com a projeção do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que trocou elogios com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), fez Lula mudar de ideia. Além disso, em conversa recente com a prefeita Luizianne Lins, Lula reconheceu que tinha uma dívida com ela. No primeiro turno, ele gravou participação no programa eleitoral do petista.

A presidente Dilma Rousseff, porém, não irá a Fortaleza nem gravará depoimento favorável a Elmano de Freitas. Cid tem defendido que, em 2014, o PSB continue unido ao PT no apoio à reeleição da presidente.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/

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Mais Que a Lei da Gravidade

Música:Paulinho da Viola
Letra: José Carlos Capinan

O grão do desejo quando cresce
É arvoredo, floresce
Não tem serra que derrube
Não tem guerra que desmate
Ele pesa sobre a terra
Mais que a lei da gravidade

E quando faz um amigo
É tão leve como a pluma
Ele nunca põe em risco
A felicidade

Quando chegar dê abrigo
Beijos, abraços, açúcar
Só deseja ser comido
O desejo é uma fruta
E com ele não relute
Pois quem luta
Não conhece a força bruta
Nem todo mal que ele faz

Satisfeito é uma moça
Sorrindo, feliz e solta
Beije o desejo na boca
Que o desejo é bom demais
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Boa tarde de quarta-feira (17) para leitores e ouvintes do BP

(Vitor Hugo Soares)

out
17
Posted on 17-10-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-10-2012

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DEU NA REVISTA DIGITAL TERRA MAGAZINE

POR MARINA DIAS

A campanha do candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo articula pelo menos uma agenda de José Serra ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso neste segundo turno das eleições na capital paulista. Além disso, dirigentes tucanos estudam colocar o depoimento de FHC nos programas de Serra no horário eleitoral gratuito no rádio e na TV.

A principal dificuldade é aliar a agenda do ex-presidente com a do candidato. O coordenador-geral da campanha de Serra, Edson Aparecido, já se encontrou no início desta semana com emissários de FHC para fechar a data e o horário do evento. Mas nada foi definido.

Sobre o programa do tucano no rádio e na TV, a intenção é a de que o discurso do ex-presidente “fidelize” o voto do eleitor do PSDB e que FHC fale sobre ética na política, em referência ao julgamento do chamado Mensalão, iniciado em 2 de agosto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e que condenou por corrupção ativa petistas como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-presidente do PT José Genoino.

Aparecido explica que é preciso encontrar o “melhor momento” para a exposição do ex-presidente. “Deixaremos o presidente à vontade”, afirmou o dirigente a Terra Magazine. “Mas queremos que ele grave, como no primeiro turno, porque foi muito importante”, completou.

A estratégia da campanha do PSDB em São Paulo é apresentar Serra como o melhor administrador, o candidato com mais experiência para estar à frente da Prefeitura e, em contrapartida, criticar o que tucanos chamam de “modo PT de governar”. A ideia é levar a discussão sobre o Mensalão até o último dia de campanha. “Serra vai discutir valores”, declarou Aparecido.

Essa será a segunda vez que FHC participa ativamente da campanha de Serra. No primeiro turno, além de seu depoimento na TV, o ex-presidente organizou um encontro com artistas e intelectuais em apoio ao tucano, como antecipou Terra Magazine. Na ocasião, foi divulgado um manifesto de apoio a Serra, assinado pelas personalidades. Para os próximos dias, a campanha do PSDB espera um evento na mesma linha com a presença do ex-presidente.

Nacionalização

A campanha pela Prefeitura de São Paulo tem, cada vez mais, ganhado projeção nacional. A disputa de forças entre PT e PSDB na maior cidade do país trará, além de FHC no reforço de Serra, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula para o lado do petista Fernando Haddad.

No próximo sábado (20), ambos participam de um comício na zona norte da cidade com a presença de ministros e parlamentares do PT e de partidos aliados. No primeiro turno, Dilma foi a um único comício de Haddad, o que se repetirá neste segundo turno.


Obama “deu testa” a Romney e se deu melhor
(Foto: Mike Segar/Reuters)- Público

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Barack Obama e Mitt Romney chegaram ao segundo debate presidencial preparados para lutar. O Presidente democrata tinha de compensar o fiasco que foi o desempenho passivo no primeiro debate televisivo, e por isso o candidato republicano esperava um Obama mais agressivo desta vez.

Na terça-feira à noite, os dois homens tiveram um cara a cara intenso: todas as perguntas foram oportunidades para criticar ou atacar o rival. Obama, que espera ser reeleito nas eleições de 6 de Novembro, começou o debate notando que Mitt Romney foi contra o resgate da indústria automóvel americana e acabou lembrando o comentário do republicano desqualificando 47 por cento de americanos como pessoas que vivem custeados pelo governo. Não por acaso, duas referências que Obama não mencionou no primeiro debate, o que motivou críticas da sua própria base eleitoral.

Romney insistiu que Obama falhou em melhorar a economia americana na presidência, um tema a que voltou múltiplas vezes durante o debate. “Não temos como suportar mais quatro anos como os últimos anos”, disse o candidato republicano, indicando que há mais pessoas a viver na pobreza desde que Obama chegou à Casa Branca e que milhões de americanos simplesmente desistiram de procurar emprego. Ele disse que o Presidente é “um excelente orador”, mas pediu aos eleitores que olhassem para “as suas políticas, não para a sua retórica”.

Os candidatos pareceram muitas vezes mais interessados em dominar o adversário do que em responder às perguntas. A disputa entre os dois roçou a animosidade num ou noutro momento. Romney, notando que Obama se levantara preparando-se para intervir, disse que ainda estava com a palavra, levando o Presidente americano a sentar-se novamente e esperar pela sua vez. A certa altura, quando Romney perguntou a Obama se olhara para o seu plano de reforma nos últimos tempos, para ver o que é que os seus investimentos têm rendido, o Presidente respondeu “não vejo o meu plano de reforma, não é tão grande como o seu”, numa referência à riqueza de Romney. O Obama que perdeu o primeiro debate por delicadeza não foi o Obama que apareceu na terça-feira à noite.

No final do debate, uma sondagem da CNN deu Obama como vencedor do debate para 46 por cento de eleitores, contra 39 por cento que consideram que Romney ganhou.

O segundo debate, a apenas três semanas das eleições presidenciais, teve um formato diferente do primeiro. As perguntas foram colocadas por eleitores indecisos ou não-comprometidos com nenhum dos candidatos que se encontravam na audiência. Um homem que votara em Obama em 2008 e viu as suas despesas aumentarem nos últimos anos perguntou directamente ao Presidente o que é que ele fizera para merecer o voto em 2012.

Uma mulher perguntou a Romney em que é que ele é diferente de George W. Bush (a campanha de Obama tem insistido em associar o republicano com o anterior Presidente, que permanece impopular até dentro do seu partido). “O Presidente Bush e eu somos pessoas diferentes e os tempos são diferentes”, respondeu Romney.

Obama sugeriu que Romney é mais radical do que Bush. “George Bush não propôs converter o Medicare [programa de cuidados de saúde para idosos subsidiado pelo governo] num voucher. George Bush era favorável à reforma do sistema de imigração. Ele não disse que as pessoas se deviam auto-deportar”, disse Obama. “Há diferenças entre o governador Romney e George Bush, mas não são sobre política económica. Ele tem uma posição mais extremista em relação a políticas sociais.”

Os candidatos discutiram temas familiares, como política fiscal e a reforma do sistema de saúde, mas o fato de as perguntas serem feitas por eleitores e não por um jornalista moderador como é habitual, proporcionou uma série de tópicos que não tinham sido abordados nos anteriores debates presidencial e vice-presidencial, em particular imigração e regulação sobre a posse de armas.

(Deu no jornal português Público)

out
17
Posted on 17-10-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-10-2012


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Nani, hoje, no portal de humor A Carge Online
http://www.chargeonline.com.br/

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OPINIÃO POLÍTICA

Estratégia de ataque

Ivan de Carvalho

O pedido de direito de resposta feito à Justiça Eleitoral pelo deputado e ex-prefeito Antonio Imbassahy, do PSDB, contra a propaganda eleitoral eletrônica do PT em favor do candidato Nelson Pelegrino cria para este e para seu partido uma situação delicada.

Como se recordam os que viram a propaganda questionada, esta acusou Imbassahy – que está apoiando a candidatura de ACM Neto à prefeitura – de responsabilidade pela decisão de reduzir o traçado do metrô de 12 para seis quilômetros, quando era prefeito.

Imbassahy acredita que não terá dificuldade jurídica alguma para obter o direito de resposta. Tratando como “uma mentira” a afirmação contida na propaganda do candidato do PT, ele explica que a redução do projeto foi determinada “pelo governo federal do PT” em meados de 2005, quando já governava Salvador, desde o princípio do ano, o prefeito João Henrique, que na época tinha em seu governo muito importante participação do próprio PT, inclusive com indicações feitas sob forte influência do deputado Nelson Pelegrino, que detinha o controle do diretório municipal petista e, na prática, comandava o PT na capital.

Imbassahy afirmou ontem que a propaganda eleitoral petista cometeu “uma leviandade” e acrescentou que “eu jamais aceitaria transformar o projeto original em um metrô calça-curta, o que considero um desrespeito com a nossa população”.

O ex-prefeito de Salvador lembrou que a decisão do governo federal petista recebeu, na época, críticas severas do então secretário municipal de Transportes e Infraestrutura, Nestor Duarte Neto, então filiado ao PSDB e que hoje está no comando da Secretaria de Administração Penitenciária da Bahia, um órgão do governo estadual. Nestor Duarte Neto definiu o corte no traçado do metrô como um erro gravíssimo, assinalou Imbassahy, completando, numa declaração ao site Política Livre: “Está em todos os jornais da época, é só procurar”.

Imbassahy vem qualificando a “mentira” da campanha do PT como “propaganda enganosa”. Não lhe foi perguntado a quem ela procuraria enganar.
ESTRATÉGIA

Na fase de campanha eleitoral para o primeiro turno das eleições, a ampla coligação partidária liderada pelo PT e que tem como candidato a prefeito o deputado Nelson Pelegrino contou com circunstâncias ideais para colocar na defesa o principal candidato da oposição, ACM Neto.

Uma delas, o fato de Pelegrino ter quase o triplo do tempo de ACM Neto na propaganda eleitoral no rádio e na televisão. Houve outras circunstâncias favoráveis a tal estratégia, entre elas a participação de candidatos que constituíam, na verdade, linha auxiliar da candidatura petista, como é o caso óbvio do deputado Márcio Marinho.

As circunstâncias na campanha para o segundo turno são diferentes, favorecem muito menos a estratégia petista de ficar na ofensiva e manter o adversário na defesa. Mesmo assim, parece, pelos primeiros passos, que a campanha petista se dispõe a tentar repetir a estratégia. Esse ataque claramente não apoiado nos fatos a Imbassahy (para atingir ACM Neto por tabela) não é o único sinal. A pressa em trazer a um comício em Salvador ainda na próxima sexta-feira (ela que cancelara um comício em São Paulo no mesmo dia) a presidente Dilma Rousseff é outro indício da tentativa de manter a estratégia do primeiro turno, de não abrir espaço para o adversário ir ao ataque.

Até porque ACM Neto está com disposição de sair das cordas e atacar, segundo o que disse logo após a contagem dos votos do primeiro turno: que nesta segunda fase iria “desmascarar” a candidatura adversária.

out
17

Enviado por SanMarinoSymphony em 02/02/2010

Nino Rota
Suite orquestral da trilha sonoradol filme Amarcord de Federico Fellini
Orquestra Sinfonica da Repubblica di San Marino
Maestro: Yoichi Sugiyama
19/12/2009 – Concerto di Natal 2009
Teatro Nuovo – Dogana – Republica de San Marino

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BOA NOITE!!!

(VHS)

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