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Postado em 05-10-2012
Arquivado em (Artigos) por vitor em 05-10-2012 10:37

A Venezuela é um país de contrastes sociais e políticos aos quais as sondagens sobre as eleições presidenciais de domingo não escapam, revelando tendências contraditórias, com conclusões para todos os gostos.

Esses contrastes e contradições estão a ser usados pelos dois principais candidatos às presidenciais – Hugo Chávez, que busca a reeleição, e Henrique Capriles Radonski, o candidato da oposição – como argumentos para motivar os eleitores.

Por um lado, alimentam uma forte confiança dos simpatizantes de Hugo Chávez numa “vitória arrasadora”, mas também apoiam um otimismo exacerbado nos oposicionistas.

Esta situação deixa antever que as eleições poderão ser mais renhidas do que os números refletem, principalmente se tivermos em conta que os analistas coincidem que o número de indecisos é superior à brecha entre os dois principais candidatos, podendo ser eles quem definam o futuro.

Entre as sondagens divulgadas recentemente por empresas prestigiadas destacam-se a da Datanálisis que aponta para 47,3 por cento de intenções de voto favoráveis a Hugo Chávez contra 37,2 por cento para Capriles Radonski.

A empresa Varianzas admite um empate técnico com as intenções de voto em Hugo Chávez em rondarem os 49,7 por cento, contra 47,7 por cento para Capriles Radonski

(Informações do jornal português Diário de Notícias)

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