http://youtu.be/bbxNSrjcyao

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Do editor do Blgbar(SP) para o editor do BP (BA)

Caro VHS

Para esquecer Marta e espantar dilma, que tal Trio Maryá?

direto do forno do blogbar:

Cantado Gil e Vandre:
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Mais que aprovado, poeta.

TIM TIM

(VHS)

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Blogbar do Fontana — Nos balcões dos bares da vida

TRIO MARAYÁ – Trio Marayá

SOM MAIOR – 1966

Arranged by Ely Arcoverde
Hilton Acioli: vocal arranger

Trio Marayá:
Hilton Acioli – vocals, percussion
Behring de Campos Leiros – vocals, contrabass
Marconi Campos da Silva – vocals, acoustic guitar

Ely Arcoverde – piano, organ

Música – P’ra Que Mentir” (Gilberto Gil & Geraldo Vandré)

Letra:

P’ra Que Mentir”

(Gilberto Gil & Geraldo Vandré)

Pra que impedir
Minha dor
Não vá mentir
Que dor maior
Vou chorar se descobrir
Que a flor
Enganou pra não ferir

Sofrer
Todo mundo um dia vai
E eu
Já sabia que viria o dia de
Perder a flor
Chorar a dor
Pra que mentir

Sem ter porquê
Não vou guardar você
Pra que mentir


O estilo Lula no comício de Feira de Santana
Foto: UOL/ Folha

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NELSON BARROS NETO

ENVIADO ESPECIAL DA FOLHA A FEIRA DE SANTANA (BA)

Em comício na manhã deste sábado (15) em Feira de Santana (BA), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou boné do MST, atacou os coronéis, pediu renovação na política, mas ignorou o tema do mensalão, focando toda a sua fala na disputa pela prefeitura da cidade do interior baiano.

Parte dos 19 minutos de discurso de Lula foram dedicados a críticas aos adversários do candidato petista na cidade, Zé Neto, que é ex-prefeito de Feira de Santana.

“A direção nacional [do PT] não queria que eu viesse a Feira pela desvantagem do Zé Neto [o candidato do partido tinha 8% das intenções de voto, ante 76% de José Ronaldo, do DEM, na única pesquisa Ibope em Feira, divulgada há um mês]. Praticamente vetou”, disse Lula.

“Mas esse galego aqui [Jaques Wagner, governador da Bahia] disse que era é importante. Então, era uma dívida de gratidão”, completou.

Disse também que “já teve muito coronel governando essa cidade. Muito manda-chuva governando essa cidade. É hora de um companheiro novo como o Zé Neto”.

E finalizou: “O Brasil esperou 500 anos para ter um presidente da República que saísse da classe operária, que conhecesse o sentimento do povo mais pobre deste país. É por isso que o mundo inteiro reconhece que em nenhum país aconteceu, em tão pouco tempo, a ascensão social que aconteceu aqui”.

Apesar da presença de Lula na segunda maior cidade da Bahia, que tem cerca de 600 mil habitantes, a Estação da Música, onde ocorreu o comício, ficou longe de lotar. Marcado para as 10h, o evento começou com 1 hora e 40 minutos de atraso.

O ex-presidente disse que iria ainda a outros dois comícios hoje, em São Paulo.

“Embora o câncer já tenha desaparecido, eu tenho um edema na garganta e não posso falar muito, porque está muito inchada ainda, toda hora tenho que beber água”, justificou-se.

TIME DO PT

Presente ao comício, o governador baiano Jaques Wagner (PT) também criticou o adversário do DEM e bateu na tecla do “alinhamento” para pedir voto a Zé Neto.

“Vocês já viram mais do mesmo por 12 anos [período em que José Ronaldo esteve direta ou indiretamente na prefeitura feirense]. Agora, vocês precisam se alinhar ao governo e à Presidência.”

“Eu não olho para o partido do prefeito, mas é claro que a obra chega mais rápido quando tem um prefeito que pensa como eu”, completou.

Wagner também afirmou ter uma pesquisa interna do PT que mostra uma redução da desvantagem para o DEM em Feira. “Ele já caiu de 70% para 30%. Nós temos que tirar 10% daqui até o dia 7. De dez em dez, vamos tirar a diferença. E, no segundo turno, vai ser ainda melhor”, finalizou.

Em seu discurso, Zé Neto acusou José Ronaldo de ser “da mesma panela” do prefeito Tarcízio Pimenta (PDT), que é candidato à reeleição, com 3% na pesquisa Ibope.

O evento ainda teve a participação dos senadores Walter Pinheiro e Lídice da Mata.


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CRÔNICA/ ELEIÇÕES

ACM Neto, Pelegrino e as garças

Janio Ferreira Soares

Se me fosse dada a chance de participar de um debate entre os prefeituráveis de Salvador, aproveitaria a oportunidade para questioná-los com perguntas que fugissem do óbvio e que pudessem mostrar o lado B dessa galera que, pelo visto, é fã de Roberto Carlos, já que todos andam cantando em uma só voz Eu Te Darei o Céu e Como é Grande o Meu Amor Por Você, eleitor, mas depois costumam assoviar Quero Que Vá Tudo Pro Inferno, canção perigosamente próxima da simbólica É Meu É Meu É Meu, essa sim, a mais tentadora melodia do Rei e a favorita dos negros gatos de arrepiar, que levam a vida miando atrás de um bom prato pelos telhados das caladas noites pretas.

Mas voltando a minha fictícia participação como inquiridor dos aspirantes a cadeira de João Henrique – e, pelas promessas absurdas, igualmente candidatos ao papel de Judas nas páscoas vindouras -, começaria perguntando se algum deles já pegou um jeep sem capota de manhã cedinho, arriou o para-brisa, colocou Toninho Horta para tocar e saiu dirigindo por uma estradinha de terra apenas para observar o Sol enxugando o que a trovoada da noite molhou. Entre olhares diagonais e testas franzidas, provavelmente algum dos postulantes arriscaria um “veja bem, meu rapaz, como é mesmo seu nome?”, e aí tentaria me enrolar com a velha tática que teve em Brizola o seu maior representante, que consiste em discorrer horas e horas sobre um assunto sem, no entanto, respondê-lo.

Na sequência eu perguntaria se alguém percebeu que o Céu que precede outubro já mostra seus sinais e que as primeiras estrelas já estão com um lume diferente, às vezes parecendo lamparinas, noutras, semelhantes à luz da Lua que dança na derradeira poça que o Sol pós-trovoada não conseguiu secar.

Você deve estar se perguntando o que tem a ver essas questões com as urgências de Salvador. Para ser sincero, nada. Mas confesso que eu me sentiria mais tranquilo se minha cidade fosse gerida por alguém que, além de mobilidade urbana, também entendesse das migrações das garças ao entardecer.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura, Turismo e Esportes de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco, onde as garças ainda voam ao entardecer


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De Geddel Vieira Lima, ex-ministro do governo Lula e principal dirigente do PMDB na Bahia, no twitter este sábado, day after do comício de Peregrino(PT) na Praça Castro Alves:

” Engraçado o PT fala que não vai deixar o retocesso voltar,ai vc olha o palanque e o retocesso tá lá ao lado de Lula: Oto Alencar (vice governador da Bahia)


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CAPA DA REVISTA VEJA DESTA SEMANA QUE COMEÇA A CHEGAR ÀS MÃO DOS ASSINANTES E ÀS BANCAS, COM EXPLOSIVO DEPOIMENTO DO MARQUETEIRO MARCOS VALÉRIO DEPOIS DE CONDENADO PELO SUPREMO.

SAI DE BAIXO!!!

(VHS)

DEU NA FOLHA DE S PAULO

NELSON BARROS NETO

DE SALVADOR

Após o PT reduzir pela metade a frente do DEM na disputa pela Prefeitura de Salvador, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve ontem na capital baiana e não poupou ataques ao principal rival do partido na cidade.

Em 16 minutos, Lula centrou críticas, sem citar nomes, em ACM Neto (DEM), que lidera as pesquisas -tem 39% das intenções de voto, contra 27% do petista Nelson Pelegrino, de acordo com a pesquisa Ibope desta semana.

Lula lembrou episódio de 2005, quando ACM Neto prometeu, na Câmara dos Deputados, à época das CPIs que investigaram o esquema do mensalão, dar uma “surra” no ex-presidente.

“Se esse cidadão teve coragem de dizer que queria bater no presidente da República, adivinha o que ele vai fazer com camelô aqui em Salvador”, disse Lula, que não fez menção ao mensalão durante o discurso na praça Castro Alves, centro da cidade.

A participação de Lula é vista como chave pela campanha petista, um dia após pesquisa Ibope indicar possível segundo turno, cenário até então distante.

Enquanto ACM Neto oscilou de 40% para 39% em relação ao levantamento anterior, do final de agosto, Pelegrino subiu de 16% para 27%.

A mudança de cenário se deu, de acordo com análises internas das campanhas, à ofensiva do PT no rádio e na TV contra o DEM, acusado de se opor às cotas raciais nas universidades públicas.

DISCURSO

No palanque, o ex-presidente procurou reforçar o principal mote da campanha petista em Salvador: a participação de Pelegrino no “time” de Lula, da presidente Dilma Rousseff e do governador Jaques Wagner (PT-BA).

“Outra mentira daquele cidadão, que me recuso a falar o nome, é que é possível governar sem o governador e a presidente. Não faltará dinheiro com Nelson aqui.”

Foi o terceiro ato público de Lula na atual campanha: antes, participou de comícios do PT com Fernando Haddad, em São Paulo, e com Patrus Ananias, em Belo Horizonte. Hoje, o ex-presidente deverá apoiar o candidato petista em Feira de Santana, a segunda maior cidade da Bahia.

set
15


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DEU NO JORNAL PORTUGUÊS DIÁRIO DE NOTÍCIAS

PAULO MOURATO

Dois asteróides estão prestes a passar perto da Terra. Um deles passa tão perto que poderá ser visto através de telescópios.

Dois grandes blocos de rocha, designados QG42 2012 e QC8 2012, foram avistados pela primeira vez através dos telescópios de Catalina Sky Survey, no Arizona, Estados Unidos, a 26 de agosto de 2012. Desde esse dia que os asteróides aceleram em direção à Terra e à Lua, e atingirão o ponto mais perto esta noite.

O asteróide QC8 tem cerca de um quilômetro de diâmetro e o máximo que se aproximará da Terra é 8.7 milhões de quilómetros, o que equivale a 23 vezes a distância que nos separa da Lua.

Já o QG42, que mede entre 190 e 430 metros – sendo portanto menor – passará muito mais perto, podendo ser observado da Terra, numa visão a que os astrónomos designarão de “estrela da noite”.

O QG42 é aproximadamente do tamanho de um prédio de 14 andares e está oficialmente classificado pelos especialistas como um asteróide potencialmente perigoso, devido à proximidade da Terra; apenas 2,8 milhões de quilómetros do nosso planeta.

Segundo o cálculo orbital, o QG42 não representa qualquer perigo para a Terra mantendo a rota, no entanto será o asteróide com maior aproximação nos últimos cem anos.

set
15
Posted on 15-09-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-09-2012


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Humberto, hoje, no Jornal do Comércio (PE)


Marta(com Ana de Hollanda): uma cirandeira na Cultura

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ARTIGO DA SEMANA

A Ciranda de Marta Suplicy

Vitor Hugo Soares

Lia – a célebre cirandeira pernambucana, da Ilha de Itamaracá, que conquistou o País e ganhou o mundo nas asas culturais da música e da dança – não teria feito melhor. Assim, pelos feitos, ditos e subentendidos, a senadora petista Marta Suplicy é, com sobras, o principal personagem político e jornalístico (eleitoral também) desta agitada semana de setembro.

A ex-prefeita da cidade de São Paulo se evidencia como destaque, mesmo se a comparação for feita com os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, as duas faces mais nítidas e transparentes em confronto no julgamento, em Brasília, dos réus do Mensalão pelos magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF).

Penso e escrevo isso não só por ter sido a esquentada Marta escolhida para substituir a titubeante Ana de Hollanda, no sempre conturbado Ministério da Cultura no governo Dilma Rousseff. Isto é da essência da Pasta no Brasil (estou certo que em alguns outros países também).

Por estas bandas, debaixo da linha do Equador, isso acontece desde a criação do Minc, perpassando praticamente todos os governos, de todas as tendências. É bom e saudável que assim seja. Ajuda no pensar e fazer cultural no País. Agita e oxigena o ambiente ao mesmo tempo.

A opção recai sobre Marta Suplicy principalmente pelos signos e os fatos produzidos na sua posse no cargo, quinta-feira, 13, em cerimônia de múltiplas facetas simbólicas e factuais, realizada no Palácio do Planalto. É notório que segue produzindo efeitos em diferentes órbitas e ainda dará muito que falar, nestes dias agitados de campanhas eleitorais e, seguramente (podem conferir) nos meses seguintes da administração Dilma.

Não só em São Paulo, Rio de Janeiro e no Planalto Central, como previsível em razão dos personagens mais diretamente envolvidos nessa história. O bafafá nos muitos terreiros da Cultura, cujo barulho já se escutava desde o começo da semana – quando foi batido o martelo da substituição de Ana por Marta -, tende a recrudescer e a se espalhar por outros rincões e palanques do Brasil, e prosseguir mesmo depois de eleitos os novos prefeitos.

A começar pela Bahia (dos ex-ministros Gilberto Gil e Juca Ferreira), de onde escrevo estas linhas. Terra afeita à polêmica, desde os tempos coloniais do poeta satírico Gregório de Matos (o demolidor Boca de Brasa) e que não costuma dispensar uma boa briga. Ainda mais se entra música, poesia, literatura e teatro no meio. Principalmente se a farinha (leia-se recursos, grana, verba) é pouca para mexer o variado pirão cultural, sem perder o ponto.

Reforço: faço este artigo de Salvador, onde o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva é aguardado, nesta sexta-feira, como estrela maior – e espécie de salvador da pátria petista, em São Paulo e outras grandes cidades do país, incluindo a capital baiana – de comício da campanha de Nelson Pelegrino.

O candidato do PT é o segundo colocado na preferência dos eleitores soteropolitanos, de acordo com os dados da nova rodada da pesquisa Ibope/TV Bahia, divulgada quinta-feira. Pelegrino tem 12 pontos percentuais a menos em relação ao primeiro colocado, ACM Neto, o nome do Democrata para o Palácio Tomé de Souza.

A manifestação de rua será à noite (escrevo no começo da tarde de sexta) na Praça Castro Alves: cartão postal turístico e marco simbólico de importantes eventos festivos, políticos e culturais na “cidade da Bahia”, como dizia Jorge Amado.

Não posso garantir, (ainda é cedo), mas seria capaz de apostar – pela sondagem de temperatura ambiente desde o começo da semana -, que antes de chegar ao palanque na famosa “Praça do Poeta”, Lula sentirá a quentura. Não só da disputa eleitoral, mas também do impacto da escolha de sua amiga (muitos preferem chamar de afilhada) Marta Suplicy para comandar o Minc.

Foi assim, sem a presença do ex-presidente, no ato festivo de posse comandado pela presidente Dilma no Palácio do Planalto. Fora Lula, estava lá praticamente todo mundo político e administrativo com apito no governo e no poder destes dias no Brasil, a começar pelo senador José Sarney, uma das figuras mais saudadas e cumprimentadas.

Ambiente ideal para as palavras definidoras do discurso da nova ministra:

“O Brasil tem a cultura como identidade. Essa riqueza se manifesta na dança, na música, na gastronomia, nas roupas e nas mais diversas expressões. Tudo isso é fruto da miscigenação tupiniquim, que vamos ‘cirandar’ e aprofundar para deixar a marca cultural no governo Dilma”. Entendeu?

Veja então o arremate:

“Muito me honra a possibilidade de fazer parte de um governo que ajudei a eleger e trabalhar em uma área que aprecio demais, e ainda mais sob o comando de uma mulher ‘arretada’ e competente a quem tanto admiro e com quem dialogo muito bem”, elogiou a nova titular do Minc. Teve mais, muito mais em Brasília, mas vamos parar por aqui .

Só “una cosita mas” antes do ponto final: tem sotaque e tempero baianos nessa história (ou não ?). A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail:vitor_soares1@terra.com.br

Do álbum “The New Sound of Brazil” (1965). João Donato (piano); Claus Ogerman.(arranjos e regência).

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“Esperança Perdida”, de Tom Jobim e Billy Blanco, ao piano de João Donato e orquestra.

Pura magia. Confira.

(Gilson Nogueira)

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