A TV Bahia, afiliada da Rede Globo, acaba de divulgar em seu noticiario das 19h, desta quinta-feira, 13, o resultado da terceira rodada de pesquisa do instituto Ibobe na disputa pela Prefeitura de Salvador, O levantamento aponta, pela primeira vez, para a probabiliadade da realização de segundo turno entre ACM Neto, do DEM, e Nelson Pelegrino, do PT.

ACM Neto segue na dianteira , com 39% das intenções de voto. No antanto, Nelson Pelegrino (PT) é quem apresenta o melhor desempenho desta mais recente rodada do IBOBE, e ocupa o segundo lugar na disputa com 27% das intenções de voto.

Mário Kertész (PMDB) vem em terceiro lugar com 6%, Márcio Marinho (PRB) com 3%, Hamilton Assis (Psol) com 2% e Rogério Da Luz (PRTB) com 1%. Brancos e nulos somam 13% e indecisos 8%.

Um dado relevante da pesquisa que acada de ser divulgada pela TV Bahia é que a soma dos votos destinados aos outros prefeituráveis ultrapassa o número do candidato ACM Neto, apontando para a probabilidade de segundo turno para a prefeitura fda terceira capital do País.

O IBOPE ouviu 602 entrevistados na pesquisa que tem margem de erro de 4% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BA-00142/2012.


Cenario do desatre na China/ Reuters/DN
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O elevador de transportes de trabalhadores de uma construção no centro da China caiu 30 andares, matando 19 trabalhadores esta quinta-feira, 13. Em agosto do ano passado, em acidente semelhante na construção de edifício em Salvador, o elevador despencou do 20º andar e 9 operários morreram na maior tragédia da construção civil na capital baiana.

Na china, o acidente aconteceu na cidade de Wuhan, província de Hubei, reportam as agências de notícias.O elevador, que segundo relatos, caiu de uma altura de mais de 100 metros, transportava na sua maioria trabalhadores da construção.

Relatos oficiais, de acordo com a Associated Press, dizem que o acidente ocorreu no local da obra, já que o elevador apenas era usado para fins de construção. O governo municipal já manifestou a sua intenção de suspender todos os trabalhos de construção em Wuhan, com o objetivo de realizar verificações de segurança.

A segurança no trabalho é um grande problema na China, onde os regulamentos são constantemente ignorados. Apesar de o Governo anunciar que está tomaando medidas para reduzir fatalidades, mais de 75,500 pessoas morreram em acidentes relacionados com o trabalho no ano passado, de acordo com a Administração Estatal para a Segurança no Trabalho.

(Com informações do Diário de Notícias, de Portugal, e agências internacionais de notícias)


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DEU NO IG – ECONOMIA

O Carlyle Group, segundo maior fundo de investimento em empresas do mundo, comprou nessa quarta-feira, 12, o controle da Tok & Stok, a maior rede de lojas de móveis e acessórios para casa do País (com uma loja em Salvador). O valor da operação não foi divulgado oficialmente, mas o fundo pagou cerca de R$ 700 milhões por 60% da empresa fundada 34 anos atrás em São Paulo pela família Dubrule. A operação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Os executivos do Carlyle e os Dubrule tiveram o primeiro contato ainda em 2008. Mas começaram a negociar no começo do ano, depois que a Tok & Stok contratou o BTG Pactual para arrumar um sócio. Vários interessados se apresentaram. Os donos da empresa, o casal Régis e Ghislaine, avaliaram a sério três propostas e desde junho negociavam exclusivamente com o Carlyle, como antecipou a colunista Sônia Racy.

Segundo acordo, Régis vai para o conselho e Ghislaine assume a presidência da empresa. A ideia é preparar a companhia para abrir o capital na bolsa. “Por ser bem organizada e já ter grande porte, a Tok & Stok pode estar pronta em um ano. Vamos depender das condições do mercado”, afirma Daniel Sterenberg, diretor do Carlyle no Brasil.

Líder do setor, a Tok & Stok tem 35 lojas e faturou pouco mais de R$ 1 bilhão no ano passado. O plano agora é dobrar as vendas da empresa nos próximos cinco anos. Um dos focos é crescer nas regiões Sul e sobretudo, Nordeste – onde a empresa tem hoje a maior concentração de vendas por metro quadrado, mas apenas três lojas para atender essa demanda.

A família Dubrule vendeu o controle da Tok&Stok por duas razões: queria um sócio para investir no crescimento da operação e resolver de uma vez a sucessão familiar. A venda também libera a o patrimônio de Régis, Gislaine e seus cinco filhos, quase todo aplicado na empresa. “Em aproximadamente dois anos, teremos um profissional do mercado no comando e a família estará no conselho”, diz Régis. Os Dubrule tentaram abrir o capital da Tok & Stok anos atrás, mas o plano foi atropelado pela crise de 2008.

O Carlyle, por sua vez, enxerga um potencial enorme no mercado brasileiro de móveis. Enquanto o consumo per capita no Brasil é de US$ 50 ao ano, em países como Canadá, Japão e Estados Unidos esse valor fica entre US$ 200 e US$ 300. Essa é a sexta compra do Carlyle no País. O fundo controla a CVC (turismo), a Ri-Happy (brinquedos) e a Scalina (meias e lingerie). Tem ainda participação na Qualicorp (corretora de planos de saúde) e na Orguel (aluguel de equipamentos para construção).

(Com informações da Agência Estado )


Cultura: Marta, Sarney e Dilma trocam elogios
na cerimônia de posse no Palacio do Planalto

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DEU NO JORNAL DO BRASIL

A senadora Marta Suplicy tomou posse, nesta quinta-feira, como nova ministra da Cultura, em cerimônia no Palácio do Planalto, e prometeu deixar a marca cultural no governo Dilma. “O Brasil tem a cultura como identidade. Essa riqueza se manifesta na dança, na música, na gastronomia, nas roupas e nas mais diversas expressões. Tudo isso é fruto da miscigenação tupiniquim, que vamos ‘cirandar’ e aprofundar para deixar a marca cultural no governo Dilma”, disse a nova ministra.

“Sabemos o quanto usufruir da cultura pode alterar a existência de cada pessoa”, acrescentou Marta. “Muito me honra a possibilidade de fazer parte de um governo que ajudei a eleger e trabalhar em uma área que aprecio demais, e ainda mais sob o comando de uma mulher ‘arretada’ e competente a quem tanto admiro e com quem dialogo muito bem”, elogiou.
Marta, Sarney e Dilma durante a posseMarta, Sarney e Dilma durante a posse

Marta Suplicy disse que pretende trabalhar para o fortalecimento da produção nacional e pela recuperação do patrimônio cultural do país. “Não podemos aceitar a lógica devastadora do mercado e a pasteurização do mercado. Devemos incentivar nossa participação internacional e esse será um outro desafio”, discursou Marta.

Ela também agradeceu aos senadores a aprovação, ontem, da PEC do Sistema Nacional de Costura e pediu aos deputados o mesmo empenho na aprovação do Vale Cultura. “Acredito que o Vale Cultura fará uma revolução na vida do povo, assim como vai incentivar a produção cultural.

“Temos diversidade e frescor de ideias, temos o motor da cultura, que é a criatividade do povo. Tudo isso deverá se interligar para gerar a capacidade de ousar. O MinC não faz cultura. Proporciona espaços para que a cultura progrida”, salientou Marta.

A ministra também prometeu incentivar a participação cultural internacional para que os artistas possam viver da sua arte.

“Tenho que agradecer esta oportunidade e darei o melhor de mim para a construção de um novo tempo para a cultura e possibilitar a união de todos em torno da cultura”, encerrou Marta.

Ana de Hollanda elogia orçamento de 2013

Em seu último discurso como ministra da Cultura, Ana de Hollanda elogiou o orçamento de 2013 para a área e afirmou que a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, se “sensibilizou” pela demanda da cultura.

No mês passado, Ana de Hollanda e Miriam Belchior protagonizaram uma crise envolvendo o orçamento da pasta de Cultura. A ex-ministra enviou uma carta a Miram relatando as dificuldades financeiras que o ministério enfrenta. “Esses números colocam em risco a gestão e até mesmo a existência de boas partes das instituições culturais”, escreveu Ana de Hollanda na carta. A mensagem desagradou setores do governo.

No discurso durante a posse de sua sucessora, Marta Suplicy, Ana de Hollanda chamou Miriam Belchior de “querida” e afirmou que o orçamento da Cultura para 2013, de R$ 3 bilhões, é o maior da história.

“A querida ministra Miriam Belchior”, afirmou Ana, “deu grande apoio ao Ministério da Cultura”. “Esse ano, por exemplo, a presidenta, a Miriam e a Fazenda se sensibilizaram pela demanda da área da cultura, que é muito grande, e o aumento no nosso orçamento foi considerável, chegando a um patamar numa antes alcançado”, declarou.

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Salve As Folhas

Letra: Gerônimo Santana e Ildádio Tavares

Interpretação:Maria Bethânia e Sandra de Sá

Sem folha não tem sonho

Sem folha não tem vida

Sem folha não tem nada

Quem é você e o que faz por aqui

Eu guardo a luz das estrelas

A alma de cada folha

Sou Aroni

Cosi euê

Cosi orixá

Euê ô

Euê ô orixá

Sem folha não tem sonho

Sem folha não tem festa

Sem folha não tem vida

Sem folha não tem nada

Eu guardo a luz das estrelas

A alma de cada folha

Sou aroni


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SALVE STELA DE OXOSSI!!!

BOA QUINTA-FEIRA A TODOS

(VHS)


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Deu no jornal A Tarde

CLEIDIANA RAMOS

O Ilê Axé Opô Afonjá está em festa. A líder religiosa do terreiro, ialorixá Maria Stella de Azevedo Santos, completa 73 anos de iniciação religiosa nesta quarta, 12. Mãe Stella, aos 87 anos de idade, integra um seleto grupo de sacerdotisas com mais de 70 anos de consagração ao candomblé.

“O aniversário de iniciação religiosa é muito importante. É quando se nasce para uma nova vida. É renascimento”, diz mãe Stella. A consagração foi feita por mãe Senhora, uma das grandes sacerdotisas do candomblé brasileiro, terceira a liderar o Afonjá desde a fundação, em 1910.

Além de mãe Stella, já somam sete décadas de iniciadas – dentre as líderes de terreiros tradicionais da Bahia – mãe Xagui e mãe Zulmira de Nanã. Mais alta sacerdotisa do terreiro Tumbence, localizado no Pero Vaz, mãe Xagui tem 75 anos de consagrada. Mãe Zulmira de Nanã, do Tumbenci, em Lauro de Freitas (Grande Salvador), completou 70 anos de iniciada.
Saiba mais

História

A iniciação de mãe Stella é um dos marcos históricos do Afonjá. “Foi o primeiro barco (nome que se dá ao grupo de iniciados) colocado no Afonjá por mãe Senhora, logo após o governo da fundadora, mãe Aninha”, relata o ogã José Ribamar, presidente da Sociedade Cruz Santa do Ilê Axé Opô Afonjá, a representação civil do terreiro.

Mãe Stella assumiu o Afonjá em 1976, substituindo mãe Ondina. Em 1983, ela lançou manifesto em que reafirmava o candomblé como religião e considerava o sincretismo, a associação com santos católicos, uma necessidade histórica já superada.

O manifesto foi endossado por dirigentes de outros terreiros tradicionais: mãe Menininha do Gantois, mãe Teté da Casa Branca, mãe Olga de Alaketo e mãe Nicinha, do Terreiro Bogum.

A partir de então, mãe Stella se consolidou como uma das grandes lideranças do candomblé brasileiro. “É uma questão de herança. Herdei a missão de tomar conta dessa Casa. É trabalhoso, mas é gratificante ter a condição de servir mais de perto aos orixás, com mais responsabilidades”, acrescenta.

Livros – Mãe Stella é autora de cinco livros: E Daí Aconteceu o Encanto, escrito em parceria com Cléo Martins e publicado em 1988; Meu Tempo É Agora, de 1993; Òsósi – O Caçador de Alegrias, de 2006; Owé – Provérbios, de 2007; e Epé Laiyé – Terra Viva, de 2009.

Desde março do ano passado, mãe Stella tornou-se articulista do A TARDE. Os artigos são publicados, quinzenalmente, às quartas-feiras. É a primeira vez no Brasil que uma ialorixá torna-se articulista regular em um jornal de grande circulação.

Leia mais sobre o assunto no Balaio de Idéiss, na edição impressa de A Tarde

set
13
Posted on 13-09-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-09-2012


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Cau Gomez, hoje, no jorna A Tarde (BA)l


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OPINIÃO POLÍTICA

A teoria do poste

Ivan de Carvalho

As eleições para a prefeitura de São Paulo estão revelando um fenômeno – o de que o ex-presidente Lula não é capaz de eleger o poste que quer onde quer. Precisa talvez ter algum cuidado na escolha do poste, mas é essencial que saiba reconhecer o lugar em que pode colocá-lo ou não.

O que o animou tanto a julgar-se com capacidade incondicionada de eleger um poste foi a eleição da presidente Dilma Rousseff.

Esta senhora havia sido ministra das Minas e Energia e depois ministra-chefe da Casa Civil. Foi aí que o então presidente Lula resolveu fazê-la sua sucessora, já que, miseravelmente, a Constituição o proibia de candidatar-se a um terceiro mandato e as circunstâncias o proibiam de tentar uma mudança constitucional, como fizera o seu amigo da Venezuela, o presidente-ditador Hugo Chávez.

Então escolheu um poste, uma pessoa sem atuação política partidária e eleitoral anterior, uma emigrante do PDT para o PT (o que lhe dificultaria, mesmo na presidência, adquirir uma ascendência muito forte no partido) e colocou-a como candidata a presidente da República.

Havia a poderosíssima máquina do Poder Executivo federal, havia o PT e uma montanha de partidos aliados, entre os quais sobressaíam, entre muitos, o PMDB, o PSB e o PP, havia a esqualidez e a falta de combatividade das oposições e havia a enorme popularidade do presidente Lula.

E era o presidente apresentando o poste escolhido para suceder ao presidente. Uma eleição na mesma linha, no mesmo nível. Deu certo, maravilhosamente certo.

A vaidade e a soberba encontraram campo fértil e germinaram generosamente. E então veio o ex-presidente Lula e, tendo Marta Suplicy à disposição, optou por lançar um poste, Fernando Haddad, para a prefeitura de São Paulo. Venceria, claro, e poderia reivindicar a vitória como dele e só dele, dando uma demonstração de força.

Mas eis que entra na história o que Nelson Rodrigues chamaria talvez de “o Sobrenatural de Almeida”. O PMDB, para dar um sinal de vida, decide lançar um candidato, Gabriel Chalita, que na pesquisa Datafolha divulgada ontem aparece com oito por cento das intenções de voto. Os tucanos conseguem convencer José Serra a disputar, ele entra com uma rejeição enorme e crescente (o Datafolha aponta 46 por cento de rejeição para ele, o que representa o inferno em sua campanha) e Serra cai da liderança, que teve assim que lançou a candidatura, com cerca de 35 por cento das intenções de voto, para modestos 20 por cento na mesma pesquisa. E o petista Haddad vai subindo à maneira de uma lesma – o patamar habitual do PT nas eleições na cidade de São Paulo é de 33 por cento (um terço do eleitorado), mas Haddad subiu um ponto apenas da pesquisa anterior para a desta semana e está com 17 por cento.

Até que de 17 para 20 seria motivo de alegria, estaria perto de alcançar aquele que era o adversário principal, José Serra. Era, mas não é mais. Tudo indica que Serra e Haddad vão disputar para ver qual dos dois vai enfrentar no segundo turno o Sobrenatural de Almeida, o candidato Celso Russomano, do PRB, que caiu da penúltima para a última pesquisa de 35 para 32 por cento. Com um tempo inexpressivo na TV e rádio para a propaganda eleitoral, Russomano está realizando uma façanha. Tem ainda uma enorme vantagem sobre os concorrentes mais próximos.

Parece que a teoria do poste, no que diz respeito a Lula, não se aplica a eleições locais. Eleições locais, padrinhos locais. Isso pode ser verdade não só em São Paulo, mas também em Salvador, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte.

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Curto mas definitivo e marcante o capítulo desta quarta-feira de Gabriela, a “novela das 11h da Globo, que hoje começou quase a meia noite.Valeu a pena esperar!

Boa noite!!!

(Vitor Hugo Soares)

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