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“Eu logo percebi é mais um candidato para a próxima eleição”..

“Olho vivo, que cavalo não desce escada”, como dizia o colunista Ibrahim Sued

Dá-lhe Bezerra da Silva

(VHS)


Francisco Falcão: sem trégua no CNJ para mau juiz

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DEU NO PORTAL UOL

FILIPE COUTINHO
DE BRASÍLIA

O novo corregedor-geral do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), ministro Francisco Falcão, reforçou o discurso de sua antecessora Eliana Calmon e disse que vai combater “meia dúzia de vagabundos” que precisam ser retirados do Judiciário. Falcão, no entanto, prometeu um estilo diferente, atuando com mais discrição.

O novo corregedor tomou posse na manhã desta quinta-feira. Em entrevista coletiva, ele disse que vai atuar com “mão de ferro” para enfrentar a corrupção na Justiça.

“A maioria dos juízes é de pessoas boas, mas temos uma meia dúzia de vagabundos que precisamos tirar do Judiciário. As maçãs podres é que precisamos retirar”, disse.
Francisco Falcão, corregedor-geral do CNJ

Falcão fez elogios à ministra Eliana Calmon, que protagonizou diversos embates com as entidades representativas dos juízes por prometer investigar seus patrimônios, mas não a livrou de alfinetadas.

“O que não vou é quebrar o sigilo de ninguém. Quebrar sigilo é crime. Eu não cometerei crime quebrando sigilo sem autorização judicial. Quando tiver [indício de crime], eu pedirei para o juiz”, afirmou.

Incomodados com a atuação de Eliana, entidades chegaram a afirmar que ela teria atuado de forma irregular e quebrando sigilos.

O novo corregedor prometeu agir com o mesmo “rigor”. ” Tenha certeza que, quem estiver pensando que com a saída de Eliana vai modificar, está muito enganado, vai continuar tudo do mesmo jeito”, disse Falcão.

O ministro afirmou que vai continuar investigando a evolução patrimonial dos juízes e defendeu a equiparação salarial. “Não é possível que um magistrado de tribunal ou primeira instância ganhe mais que ministro da Suprema Corte”.


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Carmen Lucia (TSE) e Sara Silva: juntas, amanhã(7)
para discutir eleições municipais na Bahia

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Ótima pauta para as redações no feriadão do 7 de Setembro e bom sinal para a vida democrática, jurídica e institucional no País:

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Carmen Lúcia, chega à Bahia nesta sexta-feira, dia 7 de setembro, para discutir temas referentes às eleições, em encontro com a presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Bahia, desembargadora Sara Brito.

O evento terá a participação de juízes e promotores eleitorais, além de servidores dos cartórios. A reunião começa às 16h, no auditório do TRE-BA, no Centro Administrativo. Na comitiva da ministra, as presenças do secretário geral do TSE, Carlos Henrique Perpétuo Braga e o auxiliar da presidência do TSE, Paulo Tamburini.

Vale ressaltar que, desde que tomou posse na presidência do TSE, a ministra Carmen Lúcia vem agendando regularmente reuniões nos tribunais eleitorais das capitais do país.


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DEU NO IG

Bem além dos salários, é a frustração de agentes da Polícia Federal com a falta de perspectiva profissional que leva à manutenção da greve da categoria . O grupo recusou a proposta do governo de aumento de 15,8% até 2015. O movimento expõe uma “guerra fria” cada vez mais evidente, que racha a corporação entre agentes, escrivães e papiloscopistas, de um lado, e delegados da instituição, de outro.

Os primeiros veem uma desvalorização gradual e crescente da categoria desde que, paradoxalmente, passou a ser exigido o nível superior para ingresso, em 1997. Atualmente, seguindo uma hierarquia não declarada de rigidez quase militar, a maioria das funções de chefia cabem aos delegados – mesmo os mais modernos –, o que acaba por reproduzir um modelo militar, de hierarquia por cargo e não de subordinação.

Os delegados não abrem mão da hierarquia funcional. Para eles, a relação se assemelha, sim, à divisão entre oficiais e praças, nas Forças Armadas, e isso deve se refletir em salários diferenciados.

“Dá para comparar com o Exército: é como se um praça fosse ocupar função de um oficial”, afirmou ao iG o presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal, Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, para quem o discurso dos agentes é uma “disputa de poder alimentada pelos dirigentes sindicais” e não representa o pensamento da base.

Insatisfeitos, eles reclamam de ser preteridos mesmo em funções em que têm muito mais conhecimento de causa do que os delegados. Na prática, são os agentes que tocam a maioria das investigações, fazendo as escutas, resumos e análises de informações. Formalmente, só um delegado pode presidir um inquérito: é ele que indicia, envia os documentos ao juízo, gere e responde pela investigação, em última instância.

Porém mesmo em cargos em que não há inquéritos – polícia marítima, fiscalização, crime ambiental, canil, cadastramento de armas –, a chefia quase sempre fica com os delegados. Em muitos casos, um iniciante chega para comandar equipe com agentes de 15 ou 20 anos de experiência – o que também é fonte de insatisfação nas polícias civis brasileiras.

Na Rio+20, por exemplo, delegados sem especialização em operações marítimas dirigiram policiais experientes no núcleo marítimo. Uma ironia comum na classe é dizer que “na PF, não se faz concurso para o cargo de delegado, mas para a função de chefe”.

O presidente da associação de delegados não contesta essa visão. “É um concurso difícil e ele chega para dirigir, para chefiar uma unidade. A caneta dele tem responsabilidade, ônus e bônus. Se errar, todos caem em cima. O que não pode é o cidadão fazer o concurso mais fácil e, depois de estar na organização, querer mudar as regras do jogo. Não se trata da pessoa (do delegado), mas do cargo e da responsabilidade, independentemente da idade ou da experiência”, afirmou ao iG .

“Todos querem ser caciques e ninguém índio”, diz delegado

Agentes, escrivães e papiloscopistas dizem que a dificuldade de ascensão e desafios profissionais em funções de gerenciamento levam ao desestímulo. E também ao confronto, na maioria dos casos, na forma de uma guerra fria com os delegados.
do ganham menos que agentes e delegados”, disse.


Leia íntegra da reportagem sobre a greve na PF no portal IG

www.ig.com.br

set
06
Posted on 06-09-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 06-09-2012


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Sid, hoje, no portal METRO1 (BA)


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OPINIÃO POLÍTICA

A próxima rodada

Ivan de Carvalho


Está sendo aguardada com extremo interesse e uma certa ansiedade, pelas campanhas dos três principais candidatos a prefeito de Salvador, a próxima rodada de pesquisas eleitorais dos três mais conhecidos institutos brasileiros que atuam no setor – o Datafolha, o Ibope e o Vox Populi.

Há razões para isto. Certamente a mais importante delas é que o período de propaganda eleitoral oficial no rádio e na televisão já terá sido o suficiente para que se verifique as direções e a intensidades dos impactos que, sensatamente, se supõe que terá sobre o eleitorado.

Em princípio, a propaganda no rádio e tevê tende a favorecer mais o candidato do PT, deputado Nelson Pelegrino, do que o líder das pesquisas, o democrata ACM Neto e o candidato do PMDB, Mário Kertész.

Esta presunção lógica decorre de algumas circunstâncias. A coligação que apoia Pelegrino, com 14 partidos, tem quase a metade do tempo da propaganda “gratuita”, ficando o restante repartido por todos os demais candidatos. É uma vantagem enorme, que está sendo bem aproveitada, pois a tal coligação não têm faltado recursos para uma produção caprichada dos programas e das inserções mais curtas.
Além disso, a presença de apelos de Lula na propaganda (a ser reforçada pela presença pessoal do ex-presidente na Bahia) também conta, bem como a de Dilma Rousseff, se acontecer.

De resto, a menção, até o cansaço, daquele bordão do “time de Lula e Dilma” e do seu corolário, o uso perseverante do argumento de que o alinhamento político-partidário do candidato Pelegrino com os governos estadual e federal garante a obtenção de recursos financeiros para a administração municipal tem forte possibilidade de influenciar o eleitorado. É como dizer que, não havendo esse alinhamento, a cidade será discriminada negativamente.

Embora não seja um argumento bom, do ponto de vista democrático e do bem público (afinal, a alocação de recursos estaduais e federais seriam para atender às necessidades da população de Salvador e não deve, nunca, depender desse tipo de alinhamento), a coligação que sustenta Pelegrino tem investido pesado em tal argumento, aliás, muito usado também no passado baiano. Talvez no dia em que a grande maioria do eleitorado tiver consciência democrática consolidada ninguém mais insista nessa coisa. Mas, por enquanto, o argumento parece ter ainda peso, razão pela qual estaria sendo tão intensamente utilizado.

O interesse e ansiedade pelas pesquisas diz ainda respeito à medida da velocidade com que deve estar crescendo a candidatura de Pelegrino. Ela começou muito de baixo quanto a intenções de voto e com deficiências políticas graves na estrutura e no ânimo de setores da campanha. Há esforço para suprir as deficiências e há a propaganda no rádio e tevê. O candidato do PT tem espaço para avançar, pois seu partido sempre teve em Salvador bem mais do que o candidato tem atualmente. Resta medir a velocidade para se tentar uma estimativa (insegura) sobre onde ele poderá chegar.

Na campanha de ACM Neto, que tem se mantido firmemente nos 40 por cento (ou até pouco mais), há interesse em verificar seu grau de resistência – até aqui, excelente – ao assédio dos concorrentes (Pelegrino e Kertész são os que contam, os demais não têm limitadíssimas possibilidades de crescimento). Evidente que a campanha de Pelegrino também está interessadíssima em conhecer esse dado sobre a resistência de ACM Neto após um período já considerável de campanha e de bombardeio na propaganda eleitoral “gratuita” no rádio e na televisão.

http://youtu.be/UthXLaicVq0

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Blogbar do Fontana – Nos balcões dos bares da vida

BOSSA 12 VEZES

CONJUNTO FARROUPILHA – 1965

Conjunto Os Farroupilhas

Música – “A Resposta” (Marcos Valle & Paulo Sérgio Valle)

Letra:

Se alguém disser
Que teu samba
Não tem mais valor
Porque ele é feito
Somente de paz e de amor
Não ligue não
Que essa gente
Não sabe o que diz
Não pode entender
Quando um samba é feliz
O samba pode
Ser feito de céu e de mar
O samba bom
É aquele que o povo cantar
De fome basta
A que o povo na vida já tem
Pra que lhe fazer
Cantar isso também?
Mas é que é tempo
De ser diferente
E essa gente
Não quer mais saber
De amor
Falar de terra
Na areia do Arpoador
Quem pelo pobre
Na vida não faz um favor
Falar de morro
Morando de frente pro mar
Não vai fazer ninguém melhorar

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Obrigado, poeta Luiz Fontana!

Boa quinta-feira para todos

(VHS)

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