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Posted on 21-08-2012
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Terça-feira de tempo quente na CPI

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DEU NO IG


Os senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Fernando Collor (PTB-AL) bateram boca nesta terça-feira na CPI do Cachoeira . Os dois gritaram porque Collor extrapolou os 10 minutos de sua fala e Taques reclamou com o presidente da comissão, Vital do Rêgo (PMDB-PB). O senador de Alagoas ignorou a reclamação e continuou falando. Foi quando virou para trás e gritou com Taques, que revidou os berros.

Em sua fala, Collor voltou criticar a atuação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmando que ele demorou cerca de dois anos para adotar qualquer iniciativa em relação à operação Vegas, da Polícia Federal. O trabalhista declarou que Gurgel “faltou com a verdade ao dizer que agiu de acordo com a lei ao não tomar providências”.

O senador também afirmou que os procuradores Daniel Rezende Salgado e Léa Batista de Oliveira, que falaram à CPI, entregaram a repórteres da revista Veja, em março deste ano, os inquéritos das operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal. Os procuradores, no entanto, negaram o encontro citado por Collor.

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Do maluco beleza de Olinda para o eterno maluco beleza de Salvavador.

Música gravada no álbum “7 Desejos”, de 1991.

Dá-lhe Alceu, que Raul merece.

(Vitor Hugo Soares )

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Phyllis Diller: a cara da TV americana
nos anos 70.(Phil McCarten/Reuters)

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A atriz Phyllis Diller morreu na manhã desta terça-feira em sua casa em Bretnwood, Califórnia, com 95 anos. Ela foi uma das primeiras mulheres a fazer stand-up comedy nos Estados Unidos e uma das mais célebres comediantes no mundo.

A notícia foi confirmada por Fred Wostbrock, agente da atriz, à NBC. “É uma grande perda. Phyllis Diller abriu caminho no mundo da comédia para Chelsea Handler, Joan Rivers, Roseanne Bar e Elle DeGeneres. Ela esteve na Broadway, fez filmes, fez tudo”, realça.

De ascendência alemã e irlandesa, nasceu em 1917 em Ohio. Deu os primeiros passos na carreira a trabalhar na rádio de Oakland, Califórnia, em 1952. Três anos depois apareceu pela primeira vez como stand-up, abrindo portas às humoristas femininas e cimentando o seu caminho no mundo do humor. E tudo começou com as suas piadas relativas à sua vida familiar, ao seu aspecto físico e às tarefas domésticas. “Qual é a melhor maneira de se livrar dos odores da cozinha? Comer fora”, foi uma das principais frases que marcaram esta humorista como uma das mais prestigiadas do século XX.

A atriz foi também uma das caras da televisão nos anos 60, com os programas “The Phyllis Diller Show”, de 1966 a 1967, e “O Fantástico Show de Phyllis Diver”, em 1968. Quanto ao cinema, participou em mais de 30 filmes e recentemente deu voz à personagem da mãe de Peter na série televisiva de animação “Family Guy”.

Mãe de cinco filhos e avó de quatro netos esteve casada 26 anos com Sherwood Diller, divorciando-se em 1965. Mais tarde casou-se com Warde Donovan mas separou-se poucos anos depois. Desde os anos 80 viveu com o advogado Robert Hastings até 1996, quando ele faleceu.

(Com informações do jornal PÚblico, de Lisboa, edição online)

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Cau, no jornal A Tarde(BA)

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DEU NO TERRA MAGAZINE E JG

Bob Fernandes

Há quem diga ser uma farsa o julgamento do chamado “mensalão”. Não, o julgamento não é uma farsa. É fruto de fatos. Ou era mesada, o tal “mensalão”, ou era caixa dois; essa que (quase) todo mundo faz e usa. Mas não há como dizer que há uma farsa. E quem fez, que pague o que fez. A farsa existe, mas não está nestes fatos.

Farsa é, 14 anos depois, admitir a compra de votos para se aprovar a reeleição em 98 -Fernando Henrique Cardoso-, mas dizer que não sabe quem comprou. Isso enquanto aponta o dedo e o verbo para as compras que agora estão em julgamento. A compra de votos existiu em 97. Mas não deu em CPI, não deu em nada.

Farsa é fazer de conta que em 1998 não existiram as fitas e os fatos da privatização da Telebras. É fazer de conta que a cúpula do governo de então não foi gravada em tramoias e conversas escandalosas num negócio de R$ 22 bilhões. Aquilo derrubou um pedaço do governo tucano. Mas não deu em CPI. Ninguém foi preso. Deu em nada.

Farsa é esquecer que nos anos PC Farias se falava em corrupção na casa do bilhão. Isso no governo Collor; eleito, nos lembremos, com decisivo apoio da chamada “grande mídia”.

À época, a Polícia Federal indiciou mais de 400 empresas e 110 grandes empresários. A justiça e a mídia deixaram pra lá o inquérito de 100 mil páginas, com os corruptos e os corruptores. Tudo prescreveu. Fora PC Farias, ninguém pagou. Isso, aquilo, foi uma farsa.

Farsa foi, é, o silêncio estrondoso diante do livro “A Privataria Tucana”. Livro que, em 115 páginas de documentos de uma CPI e de investigação em paraísos fiscais, expõe bastidores da privatização da telefonia. Farsa é buscar desqualificar o autor e fazer de conta que os documentos não existem ou “são velhos”. Como se novas fossem as denúncias agora repisadas nas manchetes na busca de condenações a qualquer custo.

Farsa é continuar se investigando os investigadores e se esquecer dos fatos que levaram à operação Satiagraha. Operação desmontada a partir da farsa de uma fita que não existiu. Fita fantasma que numa ponta tinha Demóstenes Torres e a turma do Cachoeira. E que, na outra ponta da conversa que ninguém ouviu, teve (ou melhor, teria tido), o ministro Gilmar Mendes.

Farsa é, anos depois de enterrada a Satiagraha, o silêncio em relação a 550 milhões de dólares. Sim, por não terem origem comprovada, US$ 550 milhões continuam retidos pelos governos dos EUA e da Inglaterra. E o que se ouve, se lê ou se investiga? Nada. Tudo segue enterrado. Em silêncio.

O julgamento do chamado “mensalão” não é uma farsa. Farsa é, isso sim, isolá-lo desses outros fatos todos e torná-lo único. Farsa é politizá-lo ainda mais. Farsesco é magnificá-lo, chamá-lo de “o maior julgamento da história do Brasil”.

Farsa não porque esse não seja o maior julgamento da história. Farsa porque se esquecem de dizer que esse é o “maior” porque NÃO EXISTIRAM outros julgamentos na história do Brasil em relação a todos estes casos e tantos outros. Por isso, esse é o “maior”.

Existiram, isso sempre e a cada escândalo, alianças ideológicas e empresariais na luta pelo poder. Farsa, porque ao final prevaleceu sempre, até que visse o “mensalão”, o estrondoso silêncio cúmplice.

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Raul Seixas – Por quem os sinos dobram

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21 de Agosto de 2012

No vigésimo terceiro aniversário de sua partida, Raul Vive!!!
Toca Raul!
Cantemos todos, então, em seu nome e em sua honra!!!

(VHS)

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