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http://youtu.be/sBBD8G3Nft4
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Para ouvir e cantar na “hora do Angelus” ou a qualquer hora.

Som na caixa, maestro!

(VHS)


Victória:ela esteve a ponto de não
subir ao palco de Londres…e arrebatar.
Fotografia Gary Hershorn / Reuters/DN

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Minutos antes de entrar no palco, a ex-Spice Girl Victória Beckham, mulher da celebridade do futebol David Beckham esteve a ponto de desistir da atuação no espetáculo de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres por causa dos nervos. “Estava muito nervosa, senti-me doente”, confessou a artista, que brilhou na festa.

O público só ficou sabendo pela imprensa britânica, que uma das atuações mais esperadas na cerimónia de encerramento dos Jogos Olímpicos esteve próxima de ir por água abaixo. Pouco antes da performance da famosa girls band SpiceGirls, Victoria Beckham teve um ataque de pânico.

A mulher de David Beckham contou à rádio britânica Heart FM que a pressão e os nervos fizeram com que entrasse em choque e que a atuação quase não se chegasse a realizar. “Estava no táxi com a Emma antes de entrarmos em palco e quase saí do carro. Estava muito nervosa, senti-me doente”, confessou.

Apesar do pequeno susto, o ícone da Moda conseguiu superar os nervos e brilhar, graças à ajuda da Spice Girl mais nova. “A Emma foi incrível. Se não fosse por ela, não tinha estado ali. Sinceramente, é assim que se vê se é uma amiga de verdade”, afirmou Victoria Beckham.

“Victoria desvalorizou o incidente mas basicamente ela teve um ataque de pânico e estava completamente fora de si. Emma foi brilhante e deu-lhe um grande abraço, dizendo ‘vai tudo correr bem, estás fantástica'”, descreveu uma fonte ao jornal The Mirror.(Com informações do jornal português Diário de Notícias)

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DEU NO IG

O julgamento do mensalão será retomado hoje à tarde (20), no Supremo Tribunal Federal (STF), com a expectativa das primeiras decisões de absolvição ou condenação dos réus. Conforme divulgado pelo presidente do STF, Carlos Ayres Britto, o julgamento será fatiado por situações criminosas, e o primeiro grupo deve ser colocado em votação logo no início da sessão.

Os ministros devem decidir se o ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha deve ser condenado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e duas vezes pelo crime de peculato. Também analisarão se Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach, ex-sócios da SMP&B Comunicação, devem ser condenados pelos crimes de corrupção ativa e peculato.

O primeiro a votar, na última quinta-feira (16), foi o relator Joaquim Barbosa. Ele anunciou que votaria por capítulos, seguindo o modelo da denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal. Seu voto começou pelo primeiro item do terceiro capítulo, que trata das acusações de desvios de dinheiro na Câmara dos Deputados.

Para Barbosa, ficou provado que João Paulo Cunha recebeu propina de Valério e dos sócios dele para favorecer a SMP&B em uma licitação na Câmara. Na visão do relator, a SMP&B subcontratou todos os serviços e ainda recebeu honorários por isso. Barbosa também entendeu que João Paulo Cunha usou a Câmara para contratar uma empresa de assessoria para uso próprio.

De acordo com o gabinete do relator, o julgamento deve ser retomado nesta segunda com a votação desse mesmo item pelos demais ministros, começando pelo revisor, Ricardo Lewandowski. Na semana passada, Lewandowski teve uma discussão com Barbosa, pois queria que cada ministro lesse o voto por inteiro, e não de forma fatiada. Seu ponto de vista acabou vencido após interferência de Ayres Britto.

Apesar de o presidente ter informado, na última sexta-feira (17), que a questão estava decidida, ainda há dúvidas de como os ministros procederão de fato na hora de votar. A sessão da última quinta foi encerrada sem um ponto final na discussão, e a questão só foi resolvida, informalmente, em um bate-papo entre os ministros antes de deixar o plenário.

Ainda que parte dos réus seja condenada neste início de julgamento, o relator adiantou aos colegas que a dosimetria das penas – definição da punição aplicada após ponderação entre mínimo e máximo – só será decidida no fim do julgamento.

O próximo tema abordado por Barbosa deve ser o fechamento de contratos entre a DNA Propaganda e o Banco do Brasil. Os réus desse segmento são o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato e novamente os sócios Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach.

ago
20
Posted on 20-08-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 20-08-2012


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Cau Gomez, no jornal A Tarde (BA)
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BAHIA EM PAUTA COMENTA:

Brilhante trabalho do catunista Cau Gomez, mineiro (torcedor ferrenho do Galo, líder do brasileirão) que a Bahia adotou com alegria, sempre essencial quando o assunto é desenho de humor crítico na Bahia e no País.

Combinação perfeita de traço e idéia deste criador que é um dos raros herdeiros e continuadores daquilo que, profissionalmente, A Tarde produziu de melhor em 100 anos de existência.

Merece prêmio internacional (mais um entre muitos que Cau já conquistou).

Bahia em Pauta recomenda.Efusivamente!

Em tempo: Dá orgulho ter trabalhado e convivido com Cau Gomes, durante alguns anos, na mesma redação.

PARABÉNS!!! VIVA O GALO MINEIRO!!!

(Vitor Hugo Soaares, editor do BP)


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OPINIÃO POLÍTICA

Políticos detectam migração

Ivan de Carvalho

Um estudo técnico não divulgado, mas conhecido em círculos muito restritos, recentemente realizado em Salvador, incluiu tendências quantitativas e qualitativas sobre o eleitorado de Salvador.

Sobre as tendências quantitativas desse estudo, especificamente, já tratei neste espaço com os
cuidados necessários a assegurar observância da legislação eleitoral, já que o estudo não se destinava à divulgação, mas à utilização reservada, e não houve, portanto, a preocupação de registrá-lo junto ao TRE.

Cumpre assinalar que uma pesquisa feita para ser divulgada por interesse jornalístico, encomendada pela TV Bahia ao Ibope (como parte da política de realização e divulgação de pesquisas eleitorais da Rede Globo) apresentou resultados parecidos com aquele estudo de que falamos.

O índice de intenção de votos no democrata ACM Neto divergiu apenas em um ponto percentual, o que não é significante. O índice atribuído ao petista Nelson Pelegrino foi moderadamente abaixo do encontrado no estudo reservado. No caso do peemedebista Mário Kertész, a desvantagem na pesquisa divulgada, em relação ao encontrado no estudo reservado, foi muito relevante. Não dá para saber (aferições futuras poderão esclarecer) se uma delas errou aí ou se houve um movimento no eleitorado desfavorável a Kertész entre uma e outra.

No entanto, o que importa, para efeito do tema hoje abordado, são os resultados qualitativos (que os quantitativos só corroboram). Apurou aquele primeiro estudo que o eleitorado de Salvador está querendo algo novo e tira suas conclusões, que vou deixar ao próprio leitor-eleitor imaginar.

Bem, deixo de lado essas duas aferições, mas sem esquecê-las totalmente, porque dão algum suporte à tese que está se firmando nos meios políticos da Bahia. Essa tese é de que o eleitorado do PT, que surgiu e cresceu gradualmente na capital e algumas grandes cidades do estado, está migrando, nem seria para os médios, mas para os pequenos municípios – ou, numa linguagem um pouco de má vontade que alguns usam, para os grotões.

Na capital e grandes cidades, o que haveria? Difícil ser específico e incisivo. Sempre há fatores tipicamente locais. Mas não só. Talvez uma certa fadiga, um declínio um tanto vertiginoso do fascínio que o discurso petista exercia sobre um eleitorado exposto em seguida a uma realidade em alto grau não correspondente. Desgaste por desgosto, desilusão. E alguns fatos determinados que repercutem com mais força nos grandes centros urbanos – a greve da PM, a dos professores. Nos grandes centros do interior, como nos pequenos, a fragilidade da estrutura e serviços contra a seca.

Mas nos pequenos municípios, o poder petista maneja uma rede de instrumentos poderosos em pequenas comunidades. Alguns, bons. Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, cisternas (apesar da opção, difícil de entender, pelas de polietileno, mais caras, menos duradouras e alienígenas), as equipes do Programa de Saúde da Família.

E há as pequenas obras, relativamente baratas e de resposta eleitoral imediata. Pavimentação de ruas com paralelepípedo, limpeza de microbarragens particulares (até em detrimento dos grandes barreiros, o que, técnicamente, não seria a opção recomendável).
E alguns instrumentos duvidosos. ONGs recebendo dinheiro público e, às vésperas das eleições, fazendo campanha para o PT, legiões de agentes eleitorais de movimentos sociais, especialmente da CUT e MST, com surpreendente fartura de recursos.

A conjugação desses três tipos de instrumentos permite ganhar e segurar o eleitorado dos pequenos municípios.


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” Surfboard “, de Tom Eterno Jobim, com Walter Wanderley, no órgão, e orquestra, na onda da saudade.

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

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