Jaqueline:sem medo de arriscar…e vencer
=================================================

DEU NO UOL

Gustavo Franceschini

Comunicar erro Imprimir

O Brasil contrariou todos os prognósticos, bateu com propriedade o time mais temido e é bicampeão olímpico de vôlei feminino. Em um jogo emocionante e que retratou bem a campanha da equipe em Londres, a seleção de Jaqueline, Sheilla e Dani Lins fez 3 sets a 1 (11-25, 25-17, 25-20 e 25-17) nos Estados Unidos e entrou para a história como o primeiro time do país a conseguir dois títulos seguidos nos Jogos.

E como em 2008, a conquista veio em cima dos Estados Unidos depois de muitas críticas à performance da equipe, que viveu uma crise intensa já durante os Jogos Olímpicos e reagiu. O feito coloca José Roberto Guimarães, técnico da equipe, em um patamar único na história do esporte brasileiro. Campeão com o masculino em 1992 e com o feminino há quatro anos, ele é o primeiro tri olímpico do Brasil, contando treinadores e atletas.

A segunda medalha de ouro também consagra a geração de Jaqueline, Fabiana, Thaisa, Paula Pequeno e Sheilla, que foram campeãs em 2008 e adicionam outro pódio às suas carreiras, uma semana depois de a equipe quase eliminada na primeira fase.

A superação da crise começou nos últimos jogos da fase de grupos, passou por uma vitória eletrizante sobre a antiga carrasca e acabou diante da equipe mais forte do mundo. Amplas favoritas, as norte-americanas mostraram durante todo o jogo que não tinham o status de graça, mas encontraram o Brasil mais paciente e técnico dos últimos tempos, que conseguiu, com muito custo, a sonhada medalha.

============================================


DEU NO JORNAL PÚBLICO (PORTUGAL)

O México derrotou o Brasil na final do torneio de futebol por 2 a 1 e levou para casa a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Ainda não foi desta que o Brasil venceu no futebol olímpico. Mesmo com uma selecção recheada de estrelas, como Neymar e Hulk (entrou aos 31 minutos), os brasileiros começaram a perder logo aos 30 segundos, com um golo de Oribe Peralta, que viria a bisar já na segunda parte, aos 75 minutos.

O Brasil ainda reduziu por Hulk, aos 90+1′, mas foram os mexicanos a fazer a festa, impedindo a selecção “canarinha” de chegar ao título olímpico após cinco presenças na final (Los Angeles 1984, Seul 1988, Atlanta 1996, Pequim 2008 e Londres 2012).

Na sexta-feira, a Coreia do Sul tinha conquistado o bronze, depois de derrotar o Japão, por 2-0.


===========================================
O canto de amor de Agustin Lara composto para Maria Felix,diva mais que bonita do cinema Mexicano, que quase mata o grande compositor de paixão. Quanto mais a amada o desdenhava , mais lindas melodias Agustin Lara produzia. Confira,

QUE VIVA MÉXICO!!!

(Vitor Hugo Soares)


Maria e o marido Davidson
==============================================

DEU NO PORTAL METRO1

A notícia que a médica pediatra Maria Conceição Benigno faleceu na noite desta sexta-feira (10) pegou a todos de surpresa. Ela, que foi candidata a vice-prefeita de Itabuna em 2004, foi encontrada morta em Salvador. As causas da morte não foram divulgadas.

Esposa do presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, a médica residia em Salvador há cerca de quatro anos. Conceição trabalhava na Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), em Salvador e deixa dois filhos. O marido recebeu a notícia em Itabuna, onde participava da campanha para as eleições de outubro.

No seu currículo ainda consta o mérito por ter trabalhado para conquistar o título de Hospital Amigo da Criança para o Manoel Novaes, título este concedido pelo Fundo das Nações Unidas para Infância e Adolescência (Unicef), na década de 90.

ago
11
Posted on 11-08-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-08-2012


==========================================
Sid, hoje, no portal Metro1(BA)


Lula com Dilma antes da viagem aos
palanques das capitais/Foto Estadão

==============================================

ARTIGO DA SEMANA

Viagem ao império dos palanques

Vitor Hugo Soares

Liberado, em São Paulo, pelos médicos “para fazer o que quiser”, incluindo falar 24 horas seguidas em campanhas de candidatos do PT a prefeito – ou nomes de sua preferência na aliança federal governista – o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva arruma a bagagem outra vez.

Ele vai pegar variadas rotas aéreas que o conduzirão nos próximos meses a, pelo menos, 10 capitais brasileiras. Viaja para dedicar-se ao trabalho que mais gosta e executa com maior prazer: o de palanqueiro-mor da República, que lhe deu fama e poder.

Enquanto se arrastam em Brasília o julgamento dos 38 acusados no processo do Mensalão (no STF), e a CPI do Cachoeira (no Congresso), na capital paulista se apressam os acordos definidores da agenda nacional do novo périplo eleitoral de Lula. Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife estão entre os primeiros destinos.

Mesmo que vozes do poder no Palácio do Planalto jurem, com dedos em cruz, que a presidente da República não se meterá em campanha municipal, sobram murmúrios de que o martelo das viagens foi batido esta semana em um almoço, logo depois que o ex-presidente ao deixar o Hospital Sírio Libanês, contente com as boas notícias e estímulos que acabara de receber do doutor Kalil sobre seu estado de saúde, “confidenciou” em voz alta: “Agora vou comer um bacalhau com a Dilma”.

Mal comparando (ou não?), o ex-presidente – nas pausas de seu estafante esforço para fazer do pesado petista Fernando Haddad o prefeito de São Paulo -, viajará em situação ambivalente. Muito parecida com a da narrativa no texto de Deodoro Roca, com o título “La Gran Prensa” (A Grande Imprensa), que acabo de ler na antologia “Contra La Prensa” (Contra a Imprensa), publicada na Argentina.

O livro reproduz escritos brilhantes – em geral provocativos e incômodos – de autores argentinos e mundiais, “sobre as margens sombrias do jornalismo” através dos tempos e das diferentes situações históricas, políticas, econômicas e sociais. Trabalhos compilados por Esteban Rodriguez. Não conheço tradução em português desta leitura mais que recomendável na quadra atual do Brasil. Um magnífico exemplar é o caso do ensaio citado acima, que fala da grande imprensa europeia.

Traduzo a história, precariamente, para os leitores destas linhas.

Conta Roca que, quando Napoleão fugiu da Ilha de Elba e desembarcou no Golfo Juan, o jornal mais importante da França escrevia em sua manchete:
“O bandido Corso tenta voltar à França”.

Ao alcançar o bandido corso o meio do caminho da volta à Paris, o mesmo periódico escrevia:
“O general Bonaparte continua sua marcha para Paris”

Quando o general Bonaparte se encontrava a poucos quilômetros de alcançar a capital francesa, o jornal dizia:
“Napoleão segue em sua marcha triunfal”.

E ao entrar Napoleão na capital de seu perdido império, o importante jornal da França arrematava o processo de suas informações com esta manchete:
“Sua Majestade o imperador entrou em Paris, sendo entusiasticamente recebido pelo povo!”.

Depois de contado este caso, não faltarão, seguramente, defensores das teorias da objetividade da informação jornalística (“mas nem sempre da prática profissional de cada um”, como destacou esta semana Janio de Freitas em magistral entrevista no programa Roda Viva ), para dizer que o autor deste artigo perdeu o rumo e delira, ao contar uma história tão afastada da realidade brasileira.

Pode ser. Mas ainda assim é sempre bom acompanhar os fatos. Objetivamente, ou não, vale a pena ficar atento à viagem do ex-presidente no planejado retorno ao seu império dos palanques nacionais. Incluindo Salvador, um dos 10 portos da viagem.

Os petistas e aliados que organizam a agenda pretendem que Lula dê uma mãozinha ao amigo e companheiro fiel de outras batalhas, Jaques Wagner. Que ajude o governador da Bahia a carregar o deputado Nelson Peregrino, que se revela nas pesquisas eleitorais, conhecidas até aqui, fardo mais pesado que o imaginado no início por seus aliados, na terceira tentativa para alcançar (e levar com ele o PT) os domínios do Palácio Municipal Tomé de Souza.

Tem outros talvez mais pesados ainda, que certamente exigirão esforço maior da garganta de Lula, mas fiquemos por aqui. A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

=========================================

“Tema de Amor de Gabriela”, música de Tom Jobim, divinamente interpretado por Gal Costa. A apresentação aconteceu no dia 24/05/2002 na Concha Acústica do TCA, em Salvador.

BOA NOITE!!!


==================================================

OPINIÃO POLÍTICA

Escassez de candidatos

Ivan de Carvalho

Enquanto as principais atenções do meio político baiano estão voltadas para as eleições municipais de outubro – com ênfase na capital, onde um prognóstico ainda é precipitado e em Feira de Santana, onde, segundo voz quase geral, a vitória da candidatura de José Ronaldo, que representa principalmente, mas não exclusivamente, a aliança DEM-PMDB, só não estaria protegida de um eventual cataclismo natural.

Isto não tira a grande relevância dos resultados eleitorais nas outras grandes cidades do interior. Mas é que para a oposição, Salvador e Feira de Santana são fundamentais – uma vitória nesses dois municípios daria certo fôlego político às oposições para a disputa das eleições majoritárias de 2014. Já uma vitória do governo pelo menos na capital deixará as oposições de calças na mão para 2014.

Isto, é claro, considerados apenas os efeitos ou reflexos das eleições municipais deste ano. É que há muitos outros fatores em jogo. A avaliação que o governo estadual e o governador Wagner terão na fase eleitoral de 2014, bem como a avaliação da administração municipal de Salvador e do prefeito, seja ele quem for. Também como estarão na época a avaliação do governo federal e a popularidade da presidente Dilma e do ex-presidente Lula. Como terá sido o julgamento do Mensalão. E como estará a economia na travessia da crise econômica e financeira global.

Deixando o cenário, vale uma olhada nos personagens principais. Há uma profusão de nomes, mas uma clara escassez de pré-candidaturas válidas.

O PT, que todo mundo sabe que não abre mão de candidatura própria a governador em favor de qualquer outro partido, aparenta ter três nomes: o nome do maior gosto do governador Wagner, Rui Costa, atual chefe da Casa Civil. O nome do maior gosto do ex-presidente Lula e do que se poderia chamar de “PT nacional” (mas não da presidente Dilma), Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobrás e atual secretário do Planejamento. E Walter Pinheiro, do maior gosto dele mesmo, mas que como senador retoma o destaque que teve como deputado e acaba agora de ser chamado às pressas pelo governador para dar uma “tenência” na organização da campanha de Pelegrino, em um esforço para tirar a vaca do brejo em que se estava metendo. Se tiver êxito, marca pontos para 2014.

Fora do PT, mas do lado governista. Um candidato declarado, o presidente da Assembléia Legislativa, Marcelo Nilo, do PDT, passível de figurar na chapa majoritária. E Otto Alencar, esse, eleitoralmente, o grande nome governista, mas, não sendo do PT, imagino que possa escolher entre uma candidatura ao Senado (se Wagner mantiver a anunciada desistência de concorrer a esse mandato) e a reeleição para vice-governador.

Há que mencionar ainda o prefeito João Henrique. Ele já declarou que deseja ser candidato a governador em 2014. Está no PP, ninguém sabe em qual legenda estará em 2014, apenas há especulações de que pode ser o PTN.
Nas oposições. Um “candidato natural” seria ACM Neto se não houvesse entrado na disputa pela prefeitura da capital. Como está, complicou. Ainda no DEM, há Paulo Souto, que não demonstra intenção nem vontade e o presidente estadual José Carlos Aleluia, por honra da firma. No PMDB, Geddel Vieira Lima, especialmente se Kertész for eleito prefeito de Salvador. Ah, sim, tem o bravo PSOL, não importa se com Hilton ou Hamilton.

BURRICE – Vaccarezza fez burrice, entrando com representação no Ministério Público Federal contra o chefe do MPF, Roberto Gurgel, na surpreendente tentativa de censurar a Turminha do MPF. Agora está todo mundo querendo saber o que fez a Turminha do MPF.

  • Arquivos