Neto, na Band: disparado na pesquisa
do Ibope para prefeito
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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

O candidato ACM Neto (DEM) lidera com 40% das intenções de voto na disputa pela prefeitura de Salvador entre os eleitores pesquisados pelo Ibope, que divulgou nesta sexta-feira (3) a primeira pesquisa para as eleições deste ano na capital baiana, encomendada pela TV Bahia. Com o resultado, o canditato venceria as eleições no primeiro turno.

O petista Nelson Pelegrino aparece em segundo lugar, com 13% das intenções de voto. Na sequência, empatados tecnicamente, aparecem Mário Kertész, do PMDB, com 8%, e Márcio Marinho (PRB), com 6% das intenções de voto. Rogério da Luz tem 1% da preferência dos eleitores e Hamilton Assis (PSol) não pontuou. A margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos.

Ainda segundo a pesquisa, 11% dos eleitores entrevistados  estão indecisos sobre o voto que será dado em outubro. Outros 20% pretendem votar branco ou nulo. Para vencer a eleição no primeiro turno, o candidato deve ter 50% dos votos válidos mais um, ou seja, não são contabilizados os votos brancos e nulos.

Foram entrevistadas 602 pessoas entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, que também disseram em quem não votariam para o cargo de prefeito entre os seis candidatos. Rogério Da Luz lidera a lista de rejeição com 39%, seguido por Pelegrino (33%), ACM Neto (27 %), Kertész (26%), Hamilton Assis (26%) e Márcio Marinho (24%). 7% dos entrevistados não rejeitaram ninguém e 10% não sabem ou não responderam.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o protocolo 00047/2012. Ela é a primeira validada como oficial pelo órgão na capital baiana.

A mesma pesquisa também apontou que 55% dos soteropolitanos consideram a administração de João Henrique péssima.

ago
03
Posted on 03-08-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-08-2012


Ato final: professores aprovam retomada das aulas
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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

Durante uma assembleia realizada no Colégio Central na manhã desta sexta-feira (3), os professores da rede estadual de ensino votaram a favor da suspensão da greve da categoria, que durou 115 dias. As aulas nos colégios estaduais retornam normalmente na próxima segunda-feira (6).

De acordo com a Associação dos Trabalhadores em Educação (APLB-Sindicato), a suspensão da greve significa que, apesar da retomada do calendário acadêmico, os representantes da categoria ainda irão se reunir com o objetivo de elaborar um calendário de novas negociações entre os professores e o governo do Estado da Bahia.

Entre as exigências dos docentes para o encerramento da greve estavam a não punição dos professores demitidos e a retirada dos processos administrativos daqueles que estavam em estado probatório; a devolução imediata dos quatro salários confiscados durante a greve; a devolução da contribuição mensal da APLB; além da reabertura da mesa de negociação.

A Secretaria Estadual da Educação (SEC) considerou como ‘muito positiva’ a decisão da categoria e convocou todos os estudantes para comparecer às escolas a partir da próxima segunda. O secretário Osvaldo Barreto acredita que, após a decisão, 100% das escolas estaduais estarão em funcionamento no começo da próxima semana.

Em nota, a SEC pede que professores e o colegiado escolar das unidades que estão retomando as atividades elaborem o calendário de reposição de aulas do ano letivo de 2012, utilizando os sábados e estendendo a programação das aulas até os meses de janeiro e fevereiro de 2013.

Em relação aos salários da categoria que haviam sido suspensos em razão da greve, as secretarias de Educação e Administração vão elaborar uma folha de pagamento extra para realizar o pagamento somente depois que for aprovado o plano de reposição de aulas, de acordo com informações da Secretaria de Comunicação do governo da Bahia.

Contraproposta do governo

O governo da Bahia enviou na quinta-feira (2) uma contraproposta para a APLB, com a concessão de reajustes salariais concedidos à categoria neste ano, assim como a promoção com aumento de 7% para os professores licenciados da carreira de Magistério, por meio de curso de atualização de práticas pedagógicas em novembro de 2012, além de uma nova promoção prevista nas mesmas condições para março de 2013.

Ainda na quinta-feira (2), a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) divulgou que apenas 8% das unidades escolares do estado estavam paralisadas por conta da greve dos professores. Das 1.411 escolas da Bahia, 1.293 já estavam em funcionamento (92%), segundo a SEC.

Nesta semana, 47 unidades voltaram ao funcionamento no estado, sendo 35 em Salvador. A Secretaria da Educação diz que a reposição de todas as aulas prejudicadas está garantida. Os programas de reposição de aulas são aprovados pelos colegiados escolares das unidades e supervisionados pela Secretaria da Educação. Para aquelas unidades escolares que ainda não realizaram reposição, a orientação é que priorizem a utilização dos sábados e, naquelas que forem preciso, utilizar o mês de janeiro de 2013.

(*Com informações da repórter Lorena Caliman)

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A linda canção napolitana, na voz do tenor imortal, vai para Fabrício, médico catarinense e amigo do Bahia em Pauta – e dos que fazem o site blog baiano – no dia de seu aniversário neste 3 de agosto. Festeja ao lado de sua querida Natascha ( e de todos nós do BP ). Os dois viveram recentemente dias inesquecíveis, na passagem pela romantica região exaltada nos versos da maravilhosa canção napolitana.

Parabéns ao aniversariante , sucesso e felicidade nos novos desafios profissionais que se prepara para enfrentar no Paraná, ao lado de Natascha.

(Vitor Hugo, Margarida e Marcia, pelo BP)

ago
03
Posted on 03-08-2012
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Lewandoowski:”lamentável” a reação do relator
Foto:Agencia Brasil/IG

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O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), está “perplexo, estupefato e horrorizado” com as críticas feitas a ele pelo colega Joaquim Barbosa durante o julgamento do mensalão , na última quinta-feira (2). Segundo a assessoria do revisor do processo, o ministro classifica de “lamentável” a transferência de questões jurídicas para o campo pessoal.

A discussão entre os ministros começou durante o julgamento do pedido de desmembramento do processo apresentado pelo advogado Márcio Thomaz Bastos . Ele questionou o fato de todos os réus serem julgados pelo STF, quando apenas três deles têm essa prerrogativa – os deputados federais Pedro Henry (PP-MT), João Paulo Cunha (PT-SP) e Valdemar Costa Neto (PR-SP).

Barbosa votou contra o pedido, lembrando que o tribunal já analisou o assunto várias vezes, mas Lewandowski divergiu do colega. Para o revisor, os argumentos trazidos por Thomaz Bastos eram inéditos e mereciam análise mais detida da Corte. Foi aí que começou uma discussão acalorada entre os ministros.

Barbosa disse que Lewandowski foi “desleal” por não ter abordado a questão anteriormente, provocando indignação no colega. “Vamos manter o debate a nível civilizado. Vossa excelência se atenha aos fatos e não à minha pessoa”, rebateu Lewandowski. A discussão só parou com a intervenção do presidente Carlos Ayres Britto, mas os ânimos continuaram acirrados.

Segundo a assessoria de Lewandowski, “todo o País viu que foram os advogados que levantaram a questão de ordem”, e que o ministro se limitou a analisar a questão do ponto de vista jurídico, o que não justificava o “ataque pessoal indevido” de Barbosa.

O ministro Joaquim Barbosa, por sua vez, respondeu os comentários do colega por meio de nota, encaminhada por sua assessoria. “Não fiz ataques pessoais. Apenas externei minha perplexidade com o comportamento do revisor, que após manifestar-se três vezes contra o desmembramento, mudou subitamente de posição, justamente na hora do julgamento, surpreendendo a todos, quase criando um impasse que desmoralizaria o tribunal. Note-se: a questão seria abordada por mim, relator, antes do voto de mérito, como preliminar. O fato é que perdemos um dia de trabalho, segundo cronograma pré-fixado”, afirmou.

(Com informações do IG e Agência Brasil )

http://youtu.be/bNyN0jmex3w

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Barriga de Mamãe
Rita Lee

Ai que pavor quando leio o jornal
É só desgraça, é só baixo astral
Meu diplona dependurado na porta
É o quadro de uma natureza morta

(Refrão)

Ando na rua com medo de ladrão,
Mas se vejo os “hôme” eu levanto logo as mãos
Desconfio que o patrão me explora
Minha empregada pede aumento ou vai embora
(refrão)

Futebol tá virando chanchada
Carnaval já virou marmelada
Manda-chuva bobeou leva chumbo
Trabalhador paga os pecados do mundo

Quero voltar invisível
Pra dentro da barriga da mamãe

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Dá-lhe, Rita!!!. Dá-lhe, Roberto!!!

DÁ-LHE, JOAQUIM BARBOSA!!!

BOM SEGUNDO DIA DO JULGAMENTO DO MENSALÃO!!!

(Vitor Hugo Soares)

ago
03
Posted on 03-08-2012
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Paixão, hoje, na Gazeta do Povo (PR)


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OPINIÃO POLÍTICA

O maior de todos

Ivan de Carvalho

Tornou-se lugar comum afirmar que o Mensalão é o maior escândalo da história do Brasil. Convém, assim, considerar se isto é verdade. Ser o maior escândalo de corrupção não significa, necessariamente, que seja aquele em que foi posto mais dinheiro ou que se desviou mais dinheiro público.

O Mensalão, cujo julgamento, após longa preparação, de vários anos, começou ontem no Supremo Tribunal Federal é considerado por muitos o maior escândalo de corrupção da história do Brasil (outros, mais discretos, falam em “história recente”, o que, a meu ver, é uma cautela desnecessária e injustificada) não pelos valores monetários envolvidos, mas por sua natureza.

Entre outras coisas, foi, segundo denúncia da Procuradoria Geral da República acolhida pelo Supremo Tribunal Federal, um sofisticado esquema de compra de partidos e suas bancadas partidárias no Congresso Nacional (mais especificamente, na Câmara dos Deputados), implicando na compra de votos de parlamentares mediante pagamento regular para aprovarem propostas legislativas de interesse do governo – o governo de Lula no seu primeiro mandato.

Esta acusação resultante de fatos que a nação acompanhou estarrecida na época e que arrastaram lideranças importantes do partido do governo, o PT e de alguns outros partidos aliados dá uma extraordinária magnitude ao escândalo. O Mensalão é o maior não só por ter sido o mais amplamente divulgado, pois neste caso rivaliza – com muita dificuldade para saber qual dos dois levou a melhor – com o escândalo que obrigou o presidente Fernando Collor a renunciar ao cargo para escapar ao impeachment, o que conseguiu, e à suspensão dos direitos políticos, o que não conseguiu, pois o Senado Federal passou por cima da Constituição e aplicou essa pena acessória, quando, juridicamente, não o podia fazer.

Em assuntos de divulgação – mas guardadas as proporções, devido ao estagio de desenvolvimento dos meios de comunicação em 1954 –, o Mensalão rivaliza também com o escândalo que levou o governo de Getúlio Vargas ao colapso e o próprio Vargas ao suicídio – um misto de corrupção no governo e violência desajuizada traduzida na tentativa do chefe de segurança do presidente de promover, por burra iniciativa própria, o assassinato do jornalista Carlos Lacerda, que foi baleado em um dos pés – mas no atentado morreu o major Rubens Vaz, da Aeronáutica.

O Mensalão é um escândalo maior do que os dois citados – até então os dois maiores escândalos de corrupção do país – porque envolveu, segundo a denúncia sob julgamento no STF, a montagem de um sistema de compra do Congresso Nacional, mediante pagamento a parlamentares que o integravam e a serviço de um governo e seu partido.

O que está aí posto a julgamento pelo STF, que tem a última palavra – como teve no caso Collor de Mello, inocentado por insuficiência de provas –, é um atentado à democracia, uma tentativa de golpe político e institucional, passando por cima do resultado das eleições de 2002 que determinaram a composição do Congresso Nacional, com a arma pecuniária.

E ainda aparece quem diga que foi uma tentativa de golpe da oposição e da zelite, quando sabe que na hora crucial – quando Duda Mendonça foi ao Congresso depor – a oposição, orientada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, foi que mais agiu de modo ao então presidente Lula não cair – “atendendo a pedidos” e equivocadamente julgando que venceria o então desmoralizado PT nas urnas, em 2006.

ago
03
Posted on 03-08-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-08-2012


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A bela e forte canção de Novelli e Ronaldo bastos, interpretada por Milton Nsascimento vai dedicada a outro mineiro da melhor cepa, o ministro do Supremo Tribunal Federal , Joaquim Barbosa, o nome maior no primeiro dia do julgamento dos acusados no processo do Mensalão.

BOA NOITE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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