Depois de 11 dias de proibição, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou nesta quinta-feira a liberação da venda de novas linhas de celulares e internet das operadoras TIM, Claro e Oi a partir desta sexta-feira (3).

As vendas foram proibidas pela Anatel no dia 23 de julho, como forma de punição pela má qualidade dos serviços prestados. Como exigência para a liberação, as operadoras tiveram que apresentar planos de investimentos na qualidade da rede e no atendimento aos clientes. A TIM foi proibida de vender em 18 estados e no Distrito Federal, a Oi, em cinco, e a Claro, em três.

Investimento

Segundo a agência, os planos de investimentos apresentados pelas empresas para melhoria dos serviços somam R$ 20 bilhões até 2014. O valor é R$ 4 bilhões maior que o previsto anteriormente pelas operadoras.

Este aumento nos investimentos deve ser viabilizado por antecipação ou remanejamento de outros gastos, segundo a Anatel.

Os planos aprovados pela agência somam R$ 8,2 bilhões pela TIM, R$ 6,3 bilhões pela Claro, R$ 5,5 bilhões pela Oi.

DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

Pela primeira vez na disputa eleitoral, os seis candidatos a prefeito da capital estarão frente a frente para um debate na TV, organizado pela Band Bahia e previsto para começar às 22h desta quinta-feira (2).

Durante duas horas, ACM Neto (DEM), Nelson Pelegrino (PT), Mário Kertész (PMDB), Márcio Marinho (PRB), Hamilton Assis (Psol) e Rogério Tadeu da Luz (PRTB) terão oportunidade de discutir os problemas da cidade e de questionar os adversários, sob mediação da diretora de jornalismo da Band, Silvana Oliveira.

Para chegarem prontos ao debate, os candidatos concentraram a agenda de campanha de hoje em torno dos preparativos para o confronto televisivo, incluindo reuniões com equipes de marketing e coordenadores políticos.

Segundo as regras definidas pela direção da emissora, em acordo com as equipes jurídicas dos candidatos, ficou estabelecido que, no primeiro bloco, todos os prefeituráveis vão se apresentar em ordem pré-sorteada, além de responder a uma mesma pergunta, elaborada pela equipe da TV.

Já no segundo bloco, também em ordem pré-sorteada, cada candidato escolhe um adversário para responder à sua pergunta. Contudo, o escolhido não poderá mais responder a nenhum outro candidato. No terceiro bloco, a escolha de quem pergunta e de quem responde é por sorteio ao vivo.

O quarto bloco trará perguntas gravadas por representantes de segmentos da sociedade. Um candidato será sorteado a responder, e outro, a comentar. O quinto e último bloco é destinado às considerações finais, com ordem de apresentação inversa à do primeiro bloco.

A emissora realizará debates também em outras 14 capitais. Entre elas, Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte, Manaus e Palmas, com regras diferentes para cada uma delas.

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Cerca 83 milhões dos 955 milhões de contas de usuários
no Facebook são duplicados, de personagens inventadas, de animais de estimação ou destinam-se a ações não permitidas pelo site.

A informação foi dada pelo próprio Facebook e faz parte de um documento entregue esta semana pela empresa à SEC, um regulador da bolsa dos EUA. É mais um dado a levantar preocupações sobre a capacidade do Facebook para rentabilizar os seus usuários, já que o negócio é sustentado sobretudo em publicidade selecionada consoante os dados pessoais de quem a vê.

A maior fatia das contas de usuário que violam os termos de uso do site é composta pelas contas duplicadas, que o Facebook define como os casos em que um utilizador mantém mais contas para além da principal. São 4,8% do total.

Seguem-se os casos em que foram criados perfis pessoais, em vez de páginas, para organizações, empresas ou animais de estimação, por exemplo. O site estima que 2,4% dos usuários estejam nesta categoria de “má classificação”.

Por fim, 1,5% das contas são usadas para fins que as regras do Facebook não permitem, como é o caso de algumas ações promocionais.


“É hora de salvar a pele. Salve-se quem puder!”

“Na hora da barca virar, não entre em pânico.

Nade volta à Mãe África”.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


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DEU NO BLOG MUNDO ESTRANHO ( EDITORA ABRIL)

por Claudia Lima

CORRUPÇÃO NO BRASILl

Por causa dela, perdemos R$ 12 bilho?es em investimentos privados em 2011 – o equivalente a R$ 1,2 mil pagos anualmente por cada trabalhador brasileiro. Conhec?a os casos mais noto?rios dos u?ltimos 20 anos*

10. Me da? um dinheiro aí

CASO: Ma?fia dos fiscais

ROMBO: R$ 18 milho?es

QUANDO: 1998 e 2008

ONDE: Ca?mara dos vereadores e servidores pu?blicos de Sa?o Paulo.

Comerciantes e ambulantes (mesmos aqueles com licenc?a para trabalhar) eram colocados contra a parede: se na?o pagassem propinas, sofriam ameac?as, como ter as mercadorias apreendidas e projetos de obras embargados. O primeiro esca?ndalo estourou em 1998, no governo de Celso Pitta. Dez anos mais tarde, uma nova denu?ncia deu origem a? Operac?a?o Rapa.

9. Olha essa mesada!

CASO: Mensala?o

ROMBO: R$ 55 milho?es

QUANDO: 2005

ONDE: Ca?mara Federal

Segundo delatou o ex-deputado federal Roberto Jefferson, acusado de envolvimento em fraudes dos Correios, poli?ticos aliados ao PT recebiam R$ 30 mil mensais para votar de acordo com os interesses do governo Lula. Dos 40 envolvidos, apenas tre?s deputados foram cassados. A conta final foi estimada em R$ 55 milho?es, mas pode ter sido muito maior.

8. Siga aquela ambulância

CASO: Sanguessuga

ROMBO: R$ 140 milho?es

QUANDO: 2006

ONDE: Prefeituras e Congresso Nacional

Investigac?o?es apontaram que os donos da empresa Planam pagavam propina a parlamentares em troca de emendas destinadas a? compra de ambula?ncias, superfaturadas em ate? 260%. Membros do governo atuavam nas prefeituras para que empresas ligadas a? Planam ganhassem as licitac?o?es. Nenhum dos tre?s senadores e 70 deputados federais envolvidos no caso perdeu o mandato.

7. Pobre Amazônia

CASO: Sudam

ROMBO: R$ 214 milho?es

QUANDO: 1998 e 1999

ONDE: Senado Federal e Unia?o

Dirigentes da Superintende?ncia de Desenvolvimento da Amazo?nia desviavam dinheiro por meio de falsos documentos fiscais e contratos de bens e servic?os. Dos 143 re?us, apenas um foi condenado e recorre da sentenc?a. Jader Barbalho, acusado de ser um dos pivo?s do esquema, renunciou ao mandato de senador, mas foi reeleito em 2011.

6. Navalha na carne

CASO: Operac?a?o Navalha

ROMBO: R$ 610 milho?es

QUANDO: 2007

ONDE: Prefeituras, Ca?mara dos Deputados e Ministe?rio de Minas e Energia

Atuando em nove estados e no Distrito Federal, empresa?rios ligados a? Construtora Gautama pagavam propina a servidores pu?blicos para facilitar licitac?o?es de obras. Ate? projetos ligados ao Programa de Acelerac?a?o do Crescimento (PAC) e ao Programa Luz Para Todos foram fraudados. Todos os 46 presos pela Poli?cia Federal foram soltos.

5. Bilhete premiado

CASO: Ano?es do orc?amento

ROMBO: R$ 800 milho?es

QUANDO: De 1989 a 1992

ONDE: Congresso Nacional

Sete deputados (os tais “ano?es”) da Comissa?o de Orc?amento do Congresso faziam emendas de lei remetendo dinheiro a entidades filantro?picas ligadas a parentes e cobravam propinas de empreiteiras para a inclusa?o de verbas em grandes obras. Ficou famoso o me?todo de lavagem do dinheiro ilegal: as sucessivas apostas na loteria do deputado Joa?o Alves.

4. Cade? o fo?rum?

CASO: TRT de Sa?o Paulo

ROMBO: R$ 923 milho?es

QUANDO: De 1992 a 1999

ONDE: Tribunal Regional do Trabalho de Sa?o Paulo

O Grupo OK, do ex-senador Luiz Esteva?o, perdeu a licitac?a?o para a construc?a?o do Fo?rum Trabalhista de Sa?o Paulo. A vencedora, Incal Alumi?nio, deu os direitos para o empresa?rio Fabio Monteiro de Barros. Mas uma investigac?a?o mostrou que Fabio repassava milho?es para o Grupo OK, com aval de Nicolau dos Santos Neto, o Lalau, ex-presidente do TRT-SP. A construc?a?o do Fo?rum nunca foi conclui?da.

3. Precinho camarada

CASO: Banco Marka

ROMBO: R$ 1,8 bilha?o

QUANDO: 1999

ONDE: Banco Central

Com acordos escusos, o Banco Marka, de Salvatore Cacciola, conseguiu comprar do?lar do Banco Central por um valor mais barato que o ajustado. Uma CPI provou o prejui?zo aos cofres pu?blicos, ale?m de acusar a cu?pula do BC de tra?fico de influe?ncia, entre outros crimes. Cacciola foi detido em 2000, fugiu para a Ita?lia no mesmo ano e, preso em Mo?naco em 2008, voltou ao Brasil deportado.

2. Chama o Van Helsing

CASO: Vampiros da Sau?de

ROMBO: R$ 2,4 bilho?es

QUANDO: De 1990 a 2004

ONDE: Ministe?rio da Sau?de

Empresa?rios, funciona?rios e lobistas do Ministe?rio da Sau?de desviaram dinheiro pu?blico fraudando licitac?o?es para a compra de derivados do sangue usados no tratamento de hemofi?licos. Propinas eram pagas para a Coordenadoria Geral de Recursos Logi?siticos, que comandava as compras do Ministe?rio, e os prec?os (bem acima dos valores de mercado) eram combinados antes. Todos os 17 presos ja? sai?ram da cadeia.

1. Manda pra fora

CASO: Banestado

ROMBO: R$ 42 bilho?es

QUANDO: De 1996 a 2000

ONDE: Parana?

Durante quatro anos, cerca de US$ 24 bilho?es foram remetidos ilegalmente do antigo Banestado (Banco do Estado do Parana?) para fora do pai?s por meio de contas de residentes no exterior, as chamadas contas CC5. Uma investigac?a?o da Poli?cia Federal descobriu que as remessas fraudulentas eram feitas por meio de 91 contas correntes comuns, abertas em nome de “laranjas”. A fraude seria conhecida por gerentes e diretores do banco. Foram denunciados 684 funciona?rios – 97 foram condenados a penas de ate? quatro anos de prisa?o. O estado obteve o retorno de arrecadac?a?o tributa?ria de cerca de R$ 20 bilho?es.

*Valores estimados e atualizados pela inflac?a?o

Fontes: Andre Carraro, professor do departamento de economia da Unversidade Federal de Pelotas e especialista em corrupc?a?o, Museu da Corrupc?a?o, Controladoria-Geral da Unia?o, ONG Transpare?ncia Brasil, site Consultor Juri?dico, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo

ago
02
Posted on 02-08-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 02-08-2012


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Clayton, hoje, no jornal O Povo


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OPINIÃO POLÍTICA

O primeiro dia

Ivan de Carvalho


O maior escândalo de corrupção da história do país – e não apenas do governo Lula – começa hoje a ser julgado. E a previsão é de que o julgamento continuará pelo menos até os primeiros dias de setembro, isto é, começa e terminará em pleno período eleitoral, se cumprido o cronograma preparado pelo Supremo Tribunal Federal.
Assim, há que reconhecer o inevitável impacto que o julgamento, seja qual for o seu desfecho, terá na campanha eleitoral para prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em todo o país. As eleições municipais se realizarão em outubro e exercerão influência nas eleições gerais de 2014 – Câmara federal, um terço do Senado, presidente e vice-presidente da República, governadores, vice-governadores e deputados estaduais. Além disso, o julgamento do Mensalão, por si mesmo, também deverá ter alguma influência direta nas eleições de 2014.
Claro que o resultado do julgamento vai determinar como essa influência em outubro próximo e nas eleições de 2014 vai se manifestar. O que ninguém pode negar é a importância política e eleitoral do fato – aliás, reconhecida por advogados de réus ligados ao PT e por políticos do PT que pediam um adiamento do julgamento sob a alegação de que sua realização em ano eleitoral influenciará as eleições.
Ora, se influencia, paciência. Quem pariu Mateus que o balance. No Brasil há eleições de dois em dois anos. Em cada dois anos, um é ano eleitoral. Aceitar a tese de que julgamentos de substrato político não devem ocorrer em ano eleitoral só prejudicaria ainda mais, quanto à celeridade, o desempenho do Judiciário, que já é geralmente lento, além de introduzir uma esquisitíssima quarentena para julgamentos que possam ter impacto político-eleitoral: poderiam ocorrer apenas um ano sim, no outro, não.
De resto, em verdade é uma contrafação pretender que o fato de ser este um ano eleitoral venha a impedir um julgamento que pode esclarecer aos eleitores se determinadas pessoas – que eventualmente poderão disputar as eleições – e até, indiretamente, certas legendas, se envolveram (ou não) em malfeitorias das mais brabas, como as que constam da denúncia feita por um procurador geral da República, reafirmada por seu sucessor e recebida pelo Supremo Tribunal Federal, com a consequente instauração do processo que a partir de hoje está em julgamento.
O cidadão-eleitor tem o direito às informações necessárias à tomada das decisões que ele levará às urnas. Assim, a lógica e o bom senso recomendam o julgamento antes das eleições e não o adiamento para depois. O STF acertou quanto à sua decisão de julgar antes, mesmo que não haja levado esse direito do eleitor em consideração.
O julgamento será agitado, disso não há dúvida. Dois breves exemplos, somente em relação à sessão de hoje, a primeira de julgamento:
1. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou ontem que ainda não descartou a possibilidade de questionar a participação do ministro José Antonio Dias Toffoli. Disse que irá decidir o que fazer até o início da análise do caso, no começo da tarde de hoje. Há várias razões que podem instruir a arguição de suspeição de Toffoli.
2. Os partidos de oposição estão preparando uma espécie de cineminha para o primeiro dia de julgamento do mensalão, marcado para amanhã. “Estamos reunindo as bancadas partidárias de oposição em uma sala da Câmara para vermos, juntos, o julgamento”, afirmou o líder do PSDB, Bruno Araújo. É evidente que se cuida aí de criar um fato político visando à introdução “solene” do Mensalão como tema da campanha eleitoral.

Balada de Agosto Fagner e Zeca Baleiro
Lá fora a chuva desaba e aqui no meu rosto
Cinzas de agosto e na mesa o vinho derramado
Tanto orgulho que não meço
O remorso das palavras
Que não digo
Mesmo na luz não há quem possa
Se esconder no escuro
Duro caminho o vento a voz da tempestade
No filme ou na novela
É o disfarce que revela o bandido
Meu coração vive cheio de amor e deserto
Perto de ti dança a minha alma desarmada
Nada peço ao sol que brilha
Se o mar é uma armadilha
Nos teus olhos

BOA NOITE!!!

(VHS)

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